Espanha atinge o “top 3” dos países com mais empregados no sector desportivo da UE em 2021

Posted in Actualidad 2022

Espanha atinge o “top 3” dos países com mais empregados no sector desportivo da UE em 2021
A Espanha está a ganhar músculo desportivo. Dos vinte e sete países da União Europeia (UE), a Espanha tem a terceira maior percentagem de empregados no sector do desporto, 1,1% do total dos seus contratos de trabalho, só ultrapassado pela Suécia (1,4%) e Finlândia (1,3%), de acordo com dados publicados pelo Eurostat. No total, a Espanha encerrou 2021 com 24.000 pessoas empregadas em actividades desportivas, recreativas e de lazer, um aumento de 9,6% em relação a 2020.

 

Para a UE como um todo, 1,37 milhões de pessoas foram contadas como trabalhando no sector do desporto, um aumento de 5,3% em relação a 2020 e igual aos números de 2019, o ano anterior ao Covid-19. Assim, o desporto é responsável por 0,7% de todos os empregados na UE. Em contraste com a Suécia, Finlândia ou Espanha, os países com a menor proporção de pessoas empregadas no desporto foram a Roménia (0,2% do emprego total) e Malta (0,3%).

 

Entre os 27, os homens continuam a ultrapassar as mulheres, com 55% do total dos contratos de trabalho, enquanto as mulheres representavam 45% dos postos de trabalho. Em termos de idade, os jovens continuam a ganhar terreno no sector: 32% dos empregados no desporto têm entre 15 e 29 anos, o que representa o dobro da taxa de emprego dos jovens na economia europeia como um todo.

A presença dos menores de 29 anos é ainda maior nos países nórdicos. Na Dinamarca, Finlândia e Suécia, os jovens são responsáveis por mais de 40% dos trabalhadores do sector, 52%, 46% e 42% respectivamente. Em contrapartida, a percentagem mais baixa encontra-se na República Checa (19%). As pessoas com idades compreendidas entre os 30 e os 64 anos representavam 65% do emprego desportivo, quinze pontos percentuais menos do que a proporção do emprego total.

 

Por nível de educação, em toda a UE, 40% dos empregados tinham formação universitária, 47% tinham formação secundária e os restantes 13% tinham formação secundária. A taxa é heterogénea nos 27 países e, por exemplo, em Espanha os técnicos desportivos são obrigados a ter um ensino superior, como na Lituânia ou Chipre, mas noutros países não é exigido qualquer ensino superior, como no caso da França.

 

A definição de emprego desportivo utilizada pelo Eurostat abrange tanto as profissões directamente ligadas ao desporto, tais como o treino, como as relacionadas com o fabrico e a comercialização por grosso e a retalho de equipamento desportivo, bem como a construção de instalações desportivas.

bem como a construção de instalações desportivas ou recepcionistas em centros de fitness e empregos relacionados com o desporto fora do sector, por exemplo, instrutores desportivos escolares. Fuente Palco 23

O número de empregados no desporto na União Europeia (UE) aumentou 5,5% em relação a 2020 e igualou os recordes de 2019. A Espanha é o terceiro país da região com a maior percentagem de empregados do sector.

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Dois terços dos ginásios espanhóis regressarão às receitas pré-pandémicas até 2023

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A aptidão está no caminho da recuperação. Em 2023, 68% dos ginásios espanhóis irão recuperar o seu rendimento pré-pandémico, de acordo com o estudo Perspectivas del mercado del fitness en España. Recuperação e tendências futuras num contexto de incerteza, preparado pela BDO.

 

No entanto, a rentabilidade levará mais tempo a chegar: 60% dos operadores de fitness em Espanha esperam regressar ao lucro em 2024 ou 2025, embora 76% dos gestores espanhóis questionados no relatório antecipem que a evolução durante o ano em curso será “boa ou muito boa”, embora o regresso à rentabilidade seja altamente condicionado pela evolução dos custos.

 

Há um ano atrás, a principal ameaça para 47% dos gestores da indústria de fitness espanhola era uma dívida elevada, mas agora até 44,7% contam o aumento dos preços da energia como o seu principal receio.  Para combater o aumento dos custos, 73% dos operadores de fitness dizem que irão aumentar os preços para os seus clientes, uma percentagem que contrasta com o mesmo estudo realizado no ano passado, quando 72% dos gestores defendiam a estabilização dos preços.

Olhando para o futuro, 80% das empresas do sector dizem que irão aumentar o seu número de utilizadores, enquanto o desporto aumenta a sua penetração na sociedade, mas a aptidão física doméstica irá deflacionar nos próximos anos. De facto, até 26% dos gestores espanhóis dizem que não oferecerão este tipo de serviço em linha e até 31% dizem que o volume de clientes das plataformas de formação digital irá diminuir.

 

Além disso, até 73,7% dos entrevistados acreditam que o actual clima económico aumentará a concentração do sector, no entanto, apenas 26% dos quadros superiores dizem que participarão numa operação deste tipo em 2023 e 79% dizem que lançarão novos ginásios no próximo ano.

 

Quando perguntados quais os segmentos que mais beneficiarão, e dada uma escolha de respostas múltiplas, 35,1% dos entrevistados escolheram a boutique como a mais favorecida, a mesma do ano passado. Seguiram-se os centros desportivos concessionados, com 27,8% .Fuethe: Palco23

Fuente: Palco23

60% dos operadores de fitness em Espanha esperam regressar à rentabilidade em 2024 ou 2025, considerando que o regresso à rentabilidade será altamente condicionado pela evolução dos custos.

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A tripulação do Abama Resort Tenerife espera conquistar mais uma vez a XXVIII Regata do Trofeo Infantas de España.

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A tripulação do Abama Resort Tenerife espera conquistar mais uma vez a XXVIII Regata do Trofeo Infantas de España.
Abama Resort Tenerife seguirá de perto a XXVIII Regata Trofeo Infantas de España 2022, na qual participa com o barco que leva o seu nome, um veleiro modelo X-37 de mais de onze metros de comprimento, composto por nove tripulantes baseados em Tenerife, Gran Canaria e Mallorca.

 

Lucio Pérez Aranaz, capitão do barco, sublinha que “estamos muito entusiasmados e o nosso objectivo é repetir o triunfo do ano passado, defendendo as cores do Abama Resort Tenerife pela primeira vez”. Deve lembrar-se que este barco, com um desempenho comprovado neste tipo de competição, tem tido muito sucesso no Troféu Infantas de España, sendo o mais bem sucedido da sua história até agora. É por isso que, em 2015, recebeu o troféu como seu, depois de ter ganho três edições consecutivas. Desde então, repetiu o seu triunfo mais duas vezes, apesar da quebra que ocorreu como resultado do Covid-19.

 

A tripulação de 2022 será constituída por uma equipa com vasta experiência e conhecimento da regata, resultante da sua participação em edições anteriores. Mais especificamente, Javier Padrón estará ao leme, Alejandro Pérez ao comando das tácticas, Lucio Pérez como aparador de vela principal, Jaime Pérez e Nahuel Rodríguez como aparador de genoa e vela giratória, Francisco Helenio Hoyos no mastro, Alfredo Mella ao piano, María Pilar Fernández de Misa como hepático e Pedro Escuder como arqueiro.

 

Durante os dias da regata, que terá lugar na Baía de Santa Cruz de 22 a 24 de Setembro, o Abama Resort abrirá um espaço no Real Club Náutico de Tenerife, em colaboração com a Perelada e BD Canarias, para divulgar a oferta do destino exclusivo de Guía de Isora, para o qual são convidados todos aqueles que desejem vir e desfrutar de um copo de cava.

 

Colaborar neste evento faz parte da política de responsabilidade corporativa da empresa proprietária do resort e demonstra o seu compromisso com a sociedade, para além das obrigações da sua própria actividade, de promover a cultura, o desporto e o bem-estar social através de acções que revertam para o território e para os seus habitantes, criando valor numa base permanente.

 

Há quase 20 anos, o arquitecto e paisagista multi-premiado Melvin Villarroel concebeu o plano director do grande complexo turístico que hoje constitui o Abama Resort Tenerife sobre o que até então tinha sido uma plantação de bananas das Ilhas Canárias, aplicando o seu conceito distintivo de “a arquitectura do vazio” em que as construções sólidas ocupam uma pequena parte do terreno para permitir que o resto sirva de transição entre elas e o exterior, dando continuidade à natureza e paisagem circundantes dentro do próprio projecto arquitectónico.

 

Hoje, hotéis 5* como Las Terrazas de Abama Suites e Los Jardines de Abama Suites, e complexos como o multi-premiado Abama Golf e Abama Tennis, que acolheu a última edição do ATP Challenger Tenerife e o Tenerife Ladies Open do WTA 250, coexistem no meio desta natureza, tornando o destino num exemplo de sustentabilidade. O resort, o único do género no arquipélago, tornou-se no pulmão verde do sul da ilha, cobrindo 160 hectares e oferecendo uma gama completa de alojamento, residencial, desportivo, gastronómico e de lazer, com destaque para Playa Abama, uma das mais belas praias das Ilhas Canárias.

 

Outro destaque é o empreendimento residencial oferecido pelo destino com diferentes empreendimentos de casas unifamiliares e turísticas de luxo, que já tem 400 proprietários, e que continua a crescer com propostas de construção que respeitam o ambiente.

 

Abama, conhecido por ser um destino gastronómico, com 14 restaurantes, incluindo dois estabelecimentos com estrelas Michelin: MB** e Kabuki*, é também um dos lugares preferidos de Martín Berasategui no mundo, onde tem três restaurantes sob a sua tutela e está a planear uma maior expansão. Um deles, Melvin de Martín Berasategui, situado no Clube Social Las Terrazas de Abama, oferece as melhores vistas panorâmicas do destino em direcção ao Oceano Atlântico e à ilha de La Gomera.

 

Tripulação do veleiro Abama Resort Tenerife – Modelo X-37

 

A tripulação máxima de um X-37 é de nove pessoas que podem atingir um peso regulamentar máximo de 730 kg. Toda a tripulação do Abama Resort Tenerife tem uma vasta experiência em vela e regatas. É uma equipa muito compacta que também incorpora como marca de identidade a estreita relação de todos eles com o Real Club Náutico de Tenerife e as Ilhas Canárias.

 

Javier Padrón Helmsman

Alejandro Pérez Tactician

Lucio Pérez Corta-velas e Skipper

Jaime Pérez e Nahuel Rodríguez Génova e spinnaker trimmer

Alfredo Mella Piano

Francisco Helenio Hoyos Palo

María Pilar Fernández de Misa Libero

Pedro Escuder Proa

 

A marca de destino terá um espaço no Real Club Náutico durante a competição para promover a sua oferta turística, imobiliária, desportiva e de lazer.

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La Federación Española de Golf eleva ingresos un 6% en su año histórico y cierra en beneficios

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Hole in one de la Real Federación Española de Golf (Rfeg). La entidad cerró 2021 con unos ingresos de 10,5 millones de euros, importe que representa un crecimiento del 6% frente al año del Covid-19. Este importe, que no incluye los ingresos derivados de las subvenciones públicas, se produjo gracias al incremento de los ingresos por licencias y ventas.

Este resultado implicó terminar el ejercicio con un resultado neto de 1,7 millones de euros, un 15,8% menos que en el año del Covid-19, según consta en sus últimas cuentas anuales publicadas por la entidad.

El curso 2021 fue un año histórico para la entidad, ya que se colocó como segunda federación con más licencias en España, justo por detrás de la Real Federación Española de Fútbol (Rfef). La entidad cerró el ejercicio con 284.776 licencias, un 4,9% más que en el año del Covid-19, gracias a la demanda de deporte al aire libre derivada de la pandemia.

En el último ejercicio, los gastos de personal se redujeron ligeramente, un 3%, hasta tres millones de euros; mientras que la deuda con entidades bancarias registró un descenso del 45%, hasta 226.000 euros. En cuanto a subvenciones, la entidad percibió un total de 1,3 millones, de los que casi un millón de euros provinieron de la aportación del Consejo Superior de Deporte (CSD).

Para el presente ejercicio, la entidad cuenta con un presupuesto de ingresos y gastos de 11,8 millones de euros, lo que supone un alza del 11,3% del presupuesto realizado para 2020. En 2021, la entidad tenía previsto unos ingresos de 10,7 millones de euros, aunque al final, la cifra varió gracias a que la entidad ingresó un millón de euros más de lo previsto por licencias emitidas por las federaciones autonómicas.

Las licencias suponen casi el 80% de los ingresos de la entidad. Por comunidades autónomas, Madrid concentra el 30,8% del total de licencias, con 87.685 federados. Andalucía le sigue con 48.207 licencias, lo que supone el 16,9% de las licencias, y Cataluña se sitúa en tercera posición con 28.396 licencias, un total del 9,9% de los federados.

Entre las regiones que superan las 10.000 licencias se encuentran la Comunidad Valenciana con 19.791 licencias; País Vasco con 17.623 licencias; Castilla y León con 13.696 licencias, y Galicia con 11.455 licencias. Además, el número de licencias femeninas se sitúa en la actualidad por encima de las 79.000, lo que supone un 27,9 % del total de licencias de golf en España.

El último ejercicio fue un año histórico para la entidad, ya que la federación escaló hasta el segundo puesto en número de licencias, superando a la Federación Española de Baloncesto, que ocupa la cuarta posición, y a la La Federación Española de Montañismo y Escalada (Fedme), que ocupa la tercera posición. Fuente: Palco 23

Los ingresos derivados de las licencias emitidas por las federaciones autonómicas aumentaron en un millón de euros, lo que implicó terminar por encima de los números de 2020 y de los números previstos para el presupuesto de 2021.

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El fitness, ante el fin de la recuperación: el 26% de los clientes baraja dejar de ir al ‘gym’

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El fitness, otra vez en jaque. Los europeos que entrenan en gimnasios dejarán de hacerlo en los próximos seis meses si es necesario. Concretamente, un 26% de los abonados a gimnasios de Alemania, España, Francia, Reino Unido e Italia está dispuesto a renunciar o reducir su gasto en abonos por la crisis si fuera necesario, según una encuesta realizada por Morgan Stanley. El recorte en el gasto de los consumidores se ha acelerado en todos los ámbitos.

 

Según el mismo sondeo, un 18% de los usuarios en el último mes ya han reducido su gasto en fitness, lo que supone un punto porcentual más que en la anterior oleada, realizada en mayo. La mitad de los consumidores de Europa espera que la situación económica de sus hogares se deteriore, siendo la inflación la principal preocupación.

 

“Los consumidores han empezado a apretarse el cinturón ya que un número significativo de encuestados afirma que han empezado a hacer recortes: si las presiones financieras continúan creciendo, este fenómeno podría intensificarse”, alerta Morgan Stanley.

La asistencia a los eventos deportivos también se verá afectada por la crisis. Un 38% de los usuarios considera que dejará de gastar en este tipo de ocio si fuera necesario en los próximos seis meses, mientras que un 34% dice que ya ha recortado en esta línea en el último mes, lo que supone dos puntos más que en mayo.

 

Pese a este contexto, hay sectores que se han visto más afectados que el deporte. La mitad de los usuarios prevén reducir su gasto en bares y restaurantes, mientras que un 40% también prevé hacerlo en vacaciones y comida a domicilio. Por otro lado, un 37% también está dispuesto a reducir sus viajes en coche por el incremento del precio de la gasolina y un 36% en ropa y calzado.

“Las finanzas de los hogares europeos han experimentado un modesto deterioro”, afirma la entidad, que recuerda que un 47% de los consumidores están llegando a final de mes con algo de dinero, frente al 51% de la oleada de mayo. Además, a un 32% de los usuarios apenas les queda dinero a final de mes, por lo que habitualmente dependen de finaciación o préstamos para pagar sus facturas. Esta cifra supone dos puntos más que en la anterior encuesta.

 

Este contexto empeorará. Una tercera parte de los usuarios anticipa que su situación en casa se deteriorará. De hecho, el número de personas que anticipan un golpe ha crecido cinco puntos porcentuales, hasta un 36%. Por otro lado, solo una quinta parte de los consumidores cree que la situación mejorará. Reino Unido es el mercado más pesimista.

 

 

 

 

Una tercera parte de los consumidores no quiere usar sus ahorros para mantener su estilo de vida actual, mientras que un 40% de los europeos piensa lo contrario, por lo que podrían usar sus ahorros para ayudar a mantener su nivel de vida actual, aunque esta situación, de media, sólo se podría aguantar durante ocho meses.

 

Los consumidores que más recortarán su gasto serán los de alto poder adquisitivo. Según Morgan Stanley, el número de consumidores con mayores ingresos que han recortado sus gastos en pubs y restaurantes se ha disparado. “Esta es una tendencia que también ocurre en Estados Unidos”, señala el banco, que asegura que las rentas bajas también están percibiendo un aumento del riesgo.

 

Por otro lado, los consumidores también recortarán en comida si es necesario, eligiendo alternativas de menor precio. De hecho, los encuestados ya han empezado a pasar las tijeras en esta línea, por lo que habrá un incremento de las marcas blancas.   Fuente: Palco23

Un 18% de los usuarios de los gimnasios de Alemania, España, Francia, Reino Unido e Italia han reducido su gasto en membresías a gimnasios, lo que supone un punto más que en mayo. La inflación es la principal preocupación.

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La inflación en la industria del deporte sigue disparada con un alza del 6,2% en junio

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Los precios de la industria del deporte alcanzan, de nuevo, niveles máximos por cuarto mes consecutivo. El Índice de Precios Industriales (Ipri) de la fabricación de artículos de deporte finalizó junio con un alza interanual del 6,2%, según datos ofrecidos este martes por el Instituto Nacional de Estadística (INE).

 

Desde enero de 2005, los precios de la industria del deporte no registraban un alza de estas magnitudes. Por aquel entonces, el Ipri del sector cerró con un aumento del 6,3%. Durante los dos últimos años, los precios de los productos deportivos en España habían ido alternando ascensos y descensos. El dato de junio de este año es 1,3 puntos porcentuales mayor que el de mayo, abril y marzo de 2022, cuando el índice cerró sendos meses del año con un alza del 4,9%.

Lejos de estos registros se encuentra el Ipri general, que en junio se situó en un 43,2%, cuatro décimas por debajo de la cifra registrada en mayo. Por destino económico de los bienes, la mitad de los sectores industriales tuvieron influencia positiva en la evolución de la tasa anual del Ipri general a excepción de la energía, que disminuyó su tasa interanual más de dos puntos, hasta 111,6%, y los bienes intermedios, que disminuyó su tasa en un punto, hasta 24,1%, por el descenso de los precios de producción de productos básicos de hierro y acero.

 

Por su parte, los sectores industriales con mayor influencia positiva fueron los bienes de consumo no duraderos, cuya variación se incrementó cinco décimas en junio y se situó en el 10,4%. El alza se debió a la subida de los precios de fabricación de productos lácteos, que bajaron en el mismo mes del año anterior.

 

El Ipri es un indicador coyuntural que mide la evolución mensual de los precios de los productos industriales fabricados y vendidos en el mercado interior, en el primer paso de su comercialización, es decir, los precios de venta a salida de fábrica, excluyendo los gastos de transporte y comercialización y el IVA facturado. Fuente: Palco 23

El Índice de Precios Industriales (Ipri) se situó en un 43,2% al cierre de junio, cuatro décimas por debajo de la cifra registrada en mayo. Tuvo una influencia negativa en el Ipri general la energía y los bienes intermedios.

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Damm compra el 100% de World Padel Tour y suma a Alex Corretja a su dirección

Posted in Actualidad 2022

Damm eleva al 100% su participación en el World Padel Tour. La cervecera catalana ha alcanzado un acuerdo con el fondo Rucio Investments para adquirir la participación del 20% que poseía la empresa en Setpoint Events (la propietaria del circuito) desde mayo de 2021. De este modo, Damm pasa a controlar el 100% de la propiedad, “ratificando la apuesta que tomó en 2014 con la creación de un circuito profesional”, ha señalado la compañía en un comunicado.

 

Además, para consolidar el negocio del pádel frente al impulso que está tomando recientemente Premier Pádel, World Padel Tour ha incorporado a su equipo directivo al extenista Alex Corretja, que asumirá el cargo de adjunto de presidencia, que ostenta desde 2017 Ramón Agenjom, presidente del circuito.

 

La recompra por parte de Damm llega después de 14 meses de colaboración con Rucio Investments, que aportó prácticamente cinco millones de euros para tratar de acelerar el circuito. Muestra de ello es que la temporada 2022, WPT se internacionalizado con el desembarco en Estados Unidos, México, Arabia Saudí, Bélgica y Finlandia, con hasta 29 torneos puntuables (32 incluyendo los exhibition) en sus distintos formatos (Master, Open y Challenger) distribuidos en trece países distintos.

A finales de mayo, World Padel Tour presentó una demanda por competencia desleal contra la Federación Internacional de Pádel (FIP), el grupo empresarial Qatar Sports Investments (QSI) y la Asociación de Jugadores y su junta directiva. Según la demanda, los demandados han incurrido en numerosas prácticas prohibidas por la Ley de Competencia Desleal, como inducir al incumplimiento contractual a los jugadores de WPT, beneficiarse de ese incumplimiento y boicotear el normal desarrollo del circuito WPT aprovechando la posición de dominio de la FIP.

 

Según El Confidencial, World Padel Tour finalizó el ejercicio 2021 habiendo triplicado su cifra de negocio, hasta 12,8 millones de euros. Aun así, el circuito profesional de pádel cerró el curso con unas pérdidas de 81.800 euros, después de haber finalizado el ejercicio 2020 con unos números rojos de 1,7 millones de euros.

 

El circuito se encuentra actualmente en plena disputa con Premier Padel, el nuevo circuito profesional de pádel impulsado por la Federación Internacional de Pádel (FIP) y Qatar Sports Investments (QSI), el fondo del dueño del Paris Saint-Germain. El nuevo circuito cuenta con el respaldo de los jugadores, que pasan a percibir mayores ingresos en prize money respecto a sus ganancias procedentes del World Padel Tour. Este último tiene firmado un contrato de exclusividad con los jugadores que forman parte de él hasta el término de la temporada 2023, generando así un conflicto que la justicia será la encargada de solucionar en los próximos meses. Fuente: Palco23

La compañía cervecera ha comprado la participación minoritaria que poseía desde el año pasado el fondo Rucio Investments, que alcanzaba el 20%. Por su parte, Corretja asume el puesto de adjunto de presidencia.

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José Amado: “Hace falta un Plan Marshall para la práctica deportiva”

Posted in Actualidad 2022

El deporte gallego necesita un Plan Marshall. Así lo defiende José Amado, presidente del Clúster Galego da Industria do Deporte e o Benestar. El directivo reclama ayudas y planes concretos a la administración, así como un bono deporte, tal como ha hecho la Xunta de Galicia con el turismo, para dar un impulso al sector en la comunidad autónoma. “Hacen falta medidas, ofertas e impulsos concretos”, señala Amado, recién nombrado presidente del clúster, que pide un plan para combatir el abandono femenino de la práctica deportiva a partir de los trece años

 

 

Pregunta.: El clúster nació por las necesidades de la pandemia. Después de más de un año de acelerar su hoja de ruta y su plan estratégico, ¿cuáles son los principales retos que hay en un futuro cercano?

 

Respuesta: Una vez elaborado el plan estratégico, las peleas están en varios frentes: necesitamos un plan de digitalización y subir como sea la participación femenina. También tenemos grandes retos del sector fitness, eventos y consumo. Además, necesitamos un plan para recuperar abonados y fomentar el deporte de la Secretaría Xeral para o Deporte. Hace falta un Plan Marshall para aumentar la práctica deportiva. También necesitamos la sensibilidad local para las empresas organizadoras de eventos, que atraen a mucha gente.

 

 

P.: ¿Cuáles son los principales proyectos para desarrollar?

 

R.: Por medidas, oferta e impulsos concretos. La base está en los pequeños ayuntamientos de Galicia. Hay que poner el foco en el deporte y combatir el abandono femenino a partir de los trece o catorce años, porque hay una falta de acuerdo en la oferta para las chicas.

 

 

 P.: ¿El deporte está suficientemente valorado en Galicia?

 

R.: Sí, pero no somos Noruega. La sensibilidad de Galicia nace de un equipo histórico de gestores muy potente. En su momento, tuvo un plan de infraestructuras muy potente que representó un crecimiento. Ahora toca renovarlas y lanzar otro plan.

 

 

P.: Uno de los retos del clúster pasaba por el aumento de la sostenibilidad en todos los sentidos. En un contexto de aumento del coste de suministros, ¿qué se puede hacer?

 

R.: El 80% del parque tiene más de veinte años. La renovación de equipos más eficientes es de libro, por lo que hay que hacerlos más sostenibles, mezclándolas con las nuevas tecnologías, tenemos equipos de bajo consumo.

 

 

P.: ¿Cómo está afectando el contexto inflacionario al deporte gallego?

 

R.: Los operadores están sufriendo. De momento no se está repercutiendo en los precios y Galicia tiene los precios muy bajos. Será inevitable subir precios en un futuro, pero por ahora se está aguantando.

 

 

P.: ¿Cómo se puede aumentar la colaboración público-privada?

 

R.: Compartiendo las mismas líneas de trabajo. Siempre se nos ha ofrecido apoyo y ayuda, pero ahora hay que desarrollar planes de acción conjuntos con la Secretaría Xeral. Es hora de concretarlas, con proyectos y presupuestos concretos.

 

 

 

 

P.: ¿Qué deben hacer las administraciones tras su papel durante la pandemia? ¿Por donde pasan las ayudas que requiere el sector?

 

R.: Ellos ya tienen un plan y una hoja de ruta. Coincidimos en el asunto de la formación. Pero si se ha sacado un bono turista, se puede sacar un bono deporte para fomentar la práctica deportiva. La disposición está, pero poner planes concretos no es tan fácil.

 

 

P.: ¿Se ha recuperado el sector? ¿Qué debilidades han aflorado en este proceso?

 

R.: Depende. Es espectacular lo bien que lo está haciendo el sector de los eventos, pero necesita apoyo de la administración. El sector fitness, por otro lado, sigue sufriendo y así lo muestran las cuentas de 2020 y 2021. Por otro lado, en el sector consumo, de venta de equipamiento y materiales, se ha recuperado bastante bien, pero está afectado por la velocidad de suministro. La batalla de futuro está en las empresas que están evolucionando su modelo, haciendo del ejercicio un medicamento.

 

 

 

 

P.: ¿El sector sabe comunicar bien?

 

R.: Esto es la primera parte, pero hay que hacer acciones concretas. Actualmente hay una línea bastante buena con la administración, pero requerimos acciones. Hacerlo y sacar acciones concretas para llevar la industria adelante.

 

P.: ¿Cómo se puede mejorar la relación con otras comunidades autónomas?

 

R.: Estamos en contacto con el clúster catalán, Indescat, y con la relación de apoyo que no están dando. La relación es de confianza, estamos agradecidos y nos ofrecen colaborar en proyectos en los que tengamos sinergias las dos partes. Estamos valorando si hacer una reunión de clústeres en Galicia.

El presidente del Clúster Galego da Industria do Deporte e o Benestar reclama ayudas y planes concretos a la administración, así como un bono deporte, tal como ha hecho la Xunta con el turismo, para dar un impulso al sector.

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El gasto por persona en deporte se eleva un 28,6% en 2021, hasta 151 euros

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El gasto en deporte por persona en España vuelve a recuperarse tras el Covid-19, aunque sigue marcando registros ínfimos. En 2021, el desembolso medio por persona en los servicios recreativos, deportivos y culturales se situó en 151 euros, un alza relativa del 28,6% respecto a 2020, según se desprende de los últimos datos de la Encuesta de presupuestos familiares del Instituto Nacional de Estadística (INE).

 

El dato incluye la visita y participación en eventos deportivos, así como la venta de entradas o los abonos de temporada, pero no la compra de artículos deportivos tales como ropa y calzado (que se incluyen en esa categoría) o bicicletas (que entran dentro del grupo de transporte).

 

En términos absolutos, el aumento del gasto en deporte en 2021 fue de 33,6 euros respecto a la media registrada en 2020. Aun así, el dato de 2021 fue la segunda cifra más baja de la serie histórica que comenzó a registrarse en 2006.

 

Según los datos del INE, tanto los servicios de transporte (en el que se encuentran las bicicletas) como el de los artículos deportivos de ropa (dentro de la categoría de vestido) han registrado alzas del 13% y del 13,4% frente a 2020, respectivamente.

Aun así, del mismo modo que en los servicios recreativos, deportivos y culturales, el dato se encuentra aún lejos respecto a 2019, cuando la mayoría de los sectores registraron cifras próximas a sus máximos históricos.

 

En el segundo año que se registraron datos del gasto medio por persona en deporte se estableció el máximo histórico del sector, con un gasto de 229,5 euros por persona. Desde entonces, el gasto fue oscilando entre 215 euros y 194 euros, si bien en 2020 este descendió de forma abrupta a causa de la pandemia.

 

En la misma línea, el gasto medio por hogar en deporte también creció en 2021, situándose en 375 euros por familia, lo que se tradujo en un incremento del 28,3% respecto al año anterior. El dato aún se encuentra lejos del máximo histórico por hogar, que también marcó su récord en 2007 con un gasto por familia de 618,9 euros. Fuente: Palco 23

En 2020, el consumo de servicios recreativos, deportivos y culturales marcó su mínimos histórico, con un gasto medio por persona de 117,4 euros. El dato de 2021 es la segunda cifra más baja del registro, que dio comienzo en 2006.

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La facturación de la industria del deporte se mantiene al alza y rebota un 13,1% en abril

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La facturación de la industria del deporte sigue mejorando sus registros. En abril, el Índice de Cifra de Negocio (ICN) de la industria del deporte registró una subida del 13,1%, en comparación con el mismo mes del año anterior, según datos publicados por el Instituto Nacional de Estadística (INE).

 

La evolución de la cifra de negocio de la industria deportiva española se situó por debajo del ICN general, que se anotó una subida en el cuarto mes del año del 27,4%, aupada por la energía (145,2%) y los bienes intermedios (28,4%).

 

El índice de la cifra de negocio de deporte se ha mantenido al alza durante los últimos ocho meses, concretamente desde septiembre de 2021. Agosto de 2021 fue el último mes que el sector registró tasas negativas, con un descenso del 6,9%.

Por territorios, la cifra de negocios aumenta en todas las comunidades autónomas. Los mayores incrementos se produjeron en Murcia (62,9%), Baleares (41,5%) y Andalucía (38,1%). Los menores, por su parte, se registraron en Galicia (10%), Comunidad de Madrid (10,5%) y Navarra (13,7%).

 

Los Índices de Cifras de Negocios en la industria (ICN) son indicadores coyunturales cuyo objetivo es medir la evolución mensual de la demanda dirigida a las ramas industriales excluyendo la construcción.

 

La información necesaria para su elaboración comenzó a recogerse en enero de 2002, mediante la puesta en marcha de una encuesta continua que investiga, cada mes, más de 12.000 establecimientos industriales distribuidos por todo el territorio nacional.

Por su parte, la evolución del ICN general se situó a cierre de abril en el 27,4%, una cifra 16 puntos superior a la de marzo. El índice de deporte se ha mantenido al alza durante los últimos ocho meses, desde septiembre de 2021.

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Una cuarta parte de los gimnasios en España se han fundado hace menos de un año

Posted in Actualidad 2022

Los gimnasios de nueva creación siguen ganado terreno en España. Hasta el 23% de todos los centros deportivos de España han sido fundados hace menos de un año, según datos de Insight View, un informe de Iberinform,

 

A pesar de la proliferación, los riesgos de crédito de estas empresas siguen siendo elevados, ya que el 35% de los gimnasios presentan un riesgo máximo o elevado de impago, explica la sociedad de crédito española.

 

Hasta el 40% de los gimnasios en España se encuentran repartidos entre Madrid y Barcelona, siendo el primero el que ocupa la mayor cota, con un 23%. Por su parte, la capital catalana se sitúa en el 17%.

Alicante, Valencia, Málaga y Sevilla copan entre el 3% y el 5% de los centros, mientras que el 43% restante se reparte entre las distintas provincias españolas. El análisis muestra la realidad de un sector que trabaja con una elevada dependencia de la financiación ajena, que representa el 69% del total de sus fuentes de financiación.

 

La distribución por tamaños empresariales muestra la atomización de un sector donde la presencia de grandes y medianas empresas es testimonial: de las casi 2.000 compañías que componen el sector, un 77% son microempresas, un porcentaje que asciende al 95% si se añaden también a las pequeñas.

 

Según se desprende de los últimos datos del Termómetro del Fitness, un informe de Palco23 elaborado a partir de la opinión de un panel de empresas del sector en España, el sector del fitness comenzó los tres primeros meses de 2022 con un incremento de los ingresos frente al primer trimestre de 2021.

 

Concretamente, un 62% de los operadores aumentaron moderadamente sus ingresos, mientras que el resto lo hicieron de forma sustancial. Sin embargo, el sector se mostró preocupado como consecuencia de la inflación y el incremento del coste de la energía, dos factores que frenarán el crecimiento previsto para el segundo trimestre. Fuente: Palco23

Según datos de Insight View, un informe de Iberinform, la apertura de gimnasios se ha consolidado como una tendencia cada vez más común en el territorio. El 40% de los gimnasios se concentran en Madrid y Barcelona.

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El fitness español coge aire con más socios y más ingresos en el primer trimestre

Posted in Actualidad 2022

El fitness español coge aire. En el primer trimestre del año el fitness español registró un aumento del 4,8% en el número de socios y un crecimiento del 6,7% en los ingresos, según se desprende del II Informe Fitness Data Center elaborado por FitnessKPI.

 

La subida en el número de socios se debe a que la tasa de captación de socios ascendió un 9,1% en el primer trimestre del año, por encima de las salidas. Por su parte, el aumento de la facturación en los centros indica que los clubes están aumentando sus ingresos por socio, a través de subidas en la cuota media o de subidas en ingresos por socio sobre cuota.

 

La tasa de deserción, por su parte, se sitúa en el 6,4% en los primeros meses del año, unos valores que se mantienen por encima de las cifras pre-Covid. Además, los usuarios pasan 16,5 meses de media abonados a los gimnasios, cada centro cuenta con una media de 2.500 socios y cada socio aporta una media de 42,3 euros al mes.

Por su parte, los accesos a los centros por socio se sitúan en 6,2 accesos al mes, lo que equivale a 1,5 accesos a la semana. Los datos indican que hay más socios con cero accesos al mes que heavy users (socios con más de trece accesos al mes). Sólo el 34% de los clientes accedió dos veces o más por semana a los centros, por lo que el 66% de los clientes no ha llegado este trimestre al nivel de accesos necesarios “para generar fidelización”. Según el citado informe, el 46,9% de los clientes se encuentra en riesgo de abandono y el 28,7% no accedió ni una vez a su centro de fitness en los últimos tres meses.

 

El nivel de impagos por parte de los socios es muy similar en casi todos los clubes y no supera el 3% de los clientes, de los cuáles se recupera el 50%, aproximadamente, por lo que los impagados finales no superan el 1,5% de los clientes.

 

Los clubes invirtieron una media de 3.000 euros en márketing durante el primer trimestre del año, menos de un 3% del total de sus ingresos. Los clubes pertenecientes a cadenas invirtieron prácticamente el doble en márketing que los clubes independientes y los clubes con cuotas más altas invirtieron ligeramente más en márketing que los clubes con cuotas más bajas.Fuente: Palco23

La subida en el número de socios se debe a que la tasa de captación de socios ascendió un 9,1% en el primer trimestre del año. Sin embargo, la tasa de deserción siguió por encima de las cifras prepandemia y se situó en un 6,4%.

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Normalizar la profesión de jugador de eSports, el siguiente paso del sector

Posted in Actualidad 2022

Normalizar ser jugador profesional de deportes electrónicos. Este es es el siguiente paso que tiene que hacer el sector de los deportes electrónicos en España, hasta equipararlo con el deportista profesional, así se desprende de la mesa redonda sobre los eSports como nuevo modelo de negocio celebrada ayer en el marco del Galicia Sportech Congress.

 

“A la gente le cuesta entender que vivamos de los eSports, pero se irá normalizando”, aseguró Javier Romero Alarcón, jugador profesional de Fifa“Que estemos entre las cinco potencias europeas de eSports y gaming y aún tengamos que hablar de normalizar es lamentable: no se le puede pedir más al sector privado, pero no somos los primeros en Europa porque las instituciones públicas aún no han dado un apoyo real a la industrial”, sentenció por su parte Emilio Hurtado, abogado especializado en derecho digital, eSports y nuevas tecnologías y director del área de eSports&gaming de la consultora Auren.

 

Hurtado también recordó que “los datos de facturación del sector en España, de entre 35 millones y 38 millones de euros, son de prudencia, porque los eSports ingresan lo mismo al año que cinco tiendas de Zara”. De esta manera, el directivo sostuvo que la experiencia que hay que ofrecer tiene que ser “distinta” y “singular” y avanzó que en el futuro “habrá un estancamiento”, por lo que pide el apoyo de la administración y que se deje de poner restricciones a la publicidad. Además, también recordó que el futuro pasaba por ofrecer nuevas experiencias inmersivas.

Romero Alarcón destacó que el sector “cada año se está profesionalizando más, y será mucho mayor con el paso de los años”. A su parecer, la clave del sector está en la presencialidad puesto que la motivación de un jugador no es la misma en casa que en la arena ante el público. “Es un sector que va hacia la presencialidad y que se parece a la industria del fútbol por sinergias, en el que se hace mucho equipo”, destacó.

 

Sin embargo, ante los retos del futuro, recordó que “hace falta formalizar una serie de contratos y regulalizarlos” puesto que “hay clubes que se aprovechan de los jugadores de dieciséis años”.

 

En esta línea, José Iglesias, capitán de Fordzilla, equipo especializado en el simracing, consideró que “el sector está muy verde para que los jugadores vivan totalmente de él” y sostuvo que “falta cierto empujón”, así como “apoyo social”.

Pese a esto, remarcó que la gran ventaja del sector es su “fácil acceso” y que no hay tanta distancia con el deporte tradicional porque en simracing“después de una carrera de dos horas, los jugadores se van  a la ducha por el gasto energético, además del mental”. “El crecimiento de los eSports ha sido exponencial y se ha revolucionado tras la pandemia”, añadió.

 

Por su parte, Iago Dominguez, consejero delegado de los centros de gaming Onente, coincidió en que la clave del sector pasa por la presencialidad, por el “carácter socializador” de los eSports. “La tendencia del fenómeno eSports irá a ser más tangible, a salir de las habitaciones y ser un ocio activo”, auguró.

“Los deportes electrónicos irán evolucionando, no sé si en paralelo del deporte tradicional porque veo más dificultades para llenar un estadio tradicional que una arena de esports”, manifestó.

 

La mesa redonda se celebró durante la segunda jornada de la segunda edición del Galicia Sportech Congress, organizado por Diesemm y HubIN, que se celebra hasta hoy en el edificio Afundación de Pontevedra y que cuenta con sesenta directivos del sector del deporte en el que han debatido sobre cómo acelerar la industria del deporte, sobre los nuevos modelos de formación, de plataformas over-the-top (OTT) y del negocio de la salud en el deporte, de los ecommerce y sobre el papel de los proveedores de datos en revolución analítica del fútbol y del deporte en general. Todas las sesiones del evento se puede seguir de forma gratuita, de manera presencial y online a través de la página web del evento.  Fuente: Palco23

Reconocer y normalizar la profesión de jugador de eSports, igual que se hace con un deportista profesional, es el reto que tiene por delante el sector de los deportes electrónicos en España junto a la presencialidad.

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Los deportes ‘outdoor’ ganan al baloncesto en número de federados en 2021

Posted in Actualidad 2022

Los deportes outdoor ganan el partido al baloncesto. Por primera vez, en 2021, a causa del auge de la demanda de deportes al aire libre a raíz de la pandemia, la Real Federación Española de Golf (Rfeg) y la Federación Española de Montañismo y Escalada (Fedme) superaron a la Federación Española de Baloncesto (FEB) en número de federados. El año pasado fue un curso en que los deportes colectivos percibieron un descenso sustancial que implicó que el número total de licencias federadas en España cayeron un 5,1%, hasta 3,6 millones de federados.

 

La FEB terminó 2021 con 272.451 federados, un 27,6% menos que en el año del Covid-19, pasando de copar un 9,8% de los federados totales, a un 7,5%. La entidad fue superada por la Rfeg, que se ubica en segunda posición en el ránking de deportes con más federados, con 284.776 licencias, un 4,9% más que en el año del Covid-19. En tercera posición se encuentra la Fedme, con 273.549 federados, una cifra que, en un año en el que Alberto Ginés aumentó la visibilidad del deporte con una medalla de oro en los Juegos Olímpicos de Tokio 2020, creció un 9,9%.

 

En este contexto, el fútbol también registró un golpe importante y por primera vez en los últimos cinco años bajó del millón de federados, aunque sigue copando un 25% de las licencias. Concretamente, el deporte rey, que sigue en primera posición en número de licencias, tenía 907.223 federados, un 15,6% menos que en el año del estallido del Covid-19. Por su parte, la Federación Española de Rugby (FER) percibió un descenso de las licencias del 14,3%, hasta 32.333 federados, mientras que la Real Federación de Voleibol (Rfev) tuvo una caída de las licencias del 13,3%, hasta 79.108 federados. Sólo el balonmano logró mantener a raya la pandemia y aumentó su número de federados un 2,4%, hasta 92.539 licencias.

Del total de licencias federadas deportivas en 2021, el 78,8% se correspondieron a quince federaciones, concretamente fútbol, caza, golf, montaña y escalada, baloncesto, pádel, balonmano, atletismo, tenis, voleibol, ciclismo, hípica, surfing, patinaje y natación.

Varios de los deportes que se practican al aire libre también dispararon su número de federados en 2021.

La Federación Española de Pádel (FEP) demostró su fuerza con el impacto de la pandemia y registró un aumento de las licencias del 27,8%, hasta 96.543 deportistas. Asimismo, la Real Federación Española de Atletismo (Rfea) también registró un incremento sustancial de sus licencias, del 20,9%, hasta 85.539 federados. La Real Federación Hípica Española (Rfhe) también incrementó su número de licencias, un 17,8%, hasta 72.987 federados; igual que la Federación Española de Surfing (Fesurfing), que incrementó su número de federados un 20,5%, hasta 68.505 federados, y la Federación Española de Tenis (FET), con un crecimiento del 14,5%, hasta 80.318 federados.

Por otro lado, en el segmento de los deportes de contacto, hubo caídas considerables. La Real Federación Española de Judo y Deportes Asociados (Rfejyda) tuvo una caída en número de federados del 37,1%, hasta 61.089; mientras que la Real Federación Española de Karate y Disciplinas Asociadas (Rfekarate) perdió un 15,4% de las licencias, hasta 56.016 federados. El taekwondo, por su parte, logró incrementar sus licencias un 5,3%, hasta 37.035 federados.

 

Por su parte, la Real Federación Española de Natación (Rfen) evitó el impacto de la pandemia y registró un leve descenso de los federados del 2,9%, hasta 65.454 licencias.

 

En 2021, el 75,4% de las licencias federadas correspondieron a hombres y el 24,6% a mujeres. En 2021 había 892.431 mujeres federadas, cifra muy similar a la del año anterior, aunque la distribución de las licencias cambió.

 

El principal descenso fue en baloncesto, con un 24,6%, hasta 98.483 licencias, mientras que en fútbol la caída fue del 13,3%, hasta 67.149 federados. Estas caídas se compensaron con el incremento de licencias de la Fedme, con un crecimiento del 13,3·, hasta 96.474 federadas, y de Fesurfing, con un incremento del 29,3%, hasta 30.407 federadas. Fuente: Palco23

El fútbol también registró un golpe significativo y por primera vez en los últimos cinco años bajó del millón de federados, aunque sigue copando un 25% de las licencias. El baloncesto cayó del podio en número de licencias.

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World Padel Tour demanda a los organizadores de Premier Padel por competencia desleal

Posted in Actualidad 2022

World Padel Tour (WPT)no se rinde. El circuito de pádel ha presentado una demanda por competencia desleal, que ha recaído en el Juzgado de lo Mercantil número 15 de Madrid, contra la Federación Internacional de Pádel (FIP), el grupo empresarial Qatar Sports Investments (QSI) y la Asociación de Jugadores (Professional Pádel Association) y su junta directiva.

 

En la demanda, World Padel Tour sostiene que los demandados están actuando de forma concertada con la finalidad de excluirla del mercado para sustituirla por el circuito Premier Pádel, organizado por QSI y la FIP, “institución que se ha apartado de su papel de organismo regulador del deporte del pádel, sin ánimo de lucro, para explotar comercialmente una competición profesional de pádel en competencia con otras”, explica WPT en un comunicado.

 

En desarrollo de su estrategia, la demanda sostiene que los demandados han incurrido en numerosas prácticas prohibidas por la ley de competencia desleal como inducir al incumplimiento contractual a los jugadores de WPT, beneficiarse de ese incumplimiento contractual, boicotear el normal desarrollo del circuito aprovechando la posición de dominio de la FIP y expoliar su inversión. Además, WPT acusa a los demandados de denigrar al circuito World Padel Tour y a sus gestores, así como realizar una venta a pérdida del circuito Premier Pádel.

Con carácter simultáneo a la interposición de la demanda, World Padel Tour ha solicitado como medida cautelar “el cese inmediato de las prácticas anteriormente referidas, entre ellas la suspensión de la participación en cualquier torneo del circuito Premier Padel de aquellos jugadores que tengan contrato en vigor con WPT”.

 

El próximo 1 de junio se celebrará una vista en la que se decidirá si se adoptan medidas cautelares. En el supuesto caso de que así será, los demandados deberán abstenerse de realizar las referidas acciones que World Padel Tour entiende contrarias a la ley de competencia desleal y, entre ellas, de permitir la participación de los jugadores con contrato con WPT en los torneos organizados por la FIP y QSI con incumplimiento de los términos del mismo. Sí, por el contrario, el juzgado desestimara las medidas cautelares, según WPT, la demanda principal continuará hasta que el juzgado dicte sentencia sobre el fondo del asunto.

 

Por otro lado, WPT ha dejado claro que esta demanda por competencia desleal es adicional e independiente de las demandas arbitrales que WPT ya ha presentado contra los jugadores que han incumplido sus contratos al participar en el torneo Premier Padel celebrado en Doha. “Con independencia de los procedimientos anteriormente indicados, World Padel Tour se reserva el derecho a ejercitar cuantas acciones adicionales de toda índole considere procedentes, en defensa de sus legítimos derechos e intereses”, ha añadido la entidad.  Fuente: Palco23

World Padel Tour sostiene que los demandados están actuando de forma concertada con la finalidad de excluirla del mercado para sustituirla por el circuito Premier Pádel, organizado por Qatar Sports y la federación internacional.

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Los deportistas mejor pagados del año

Posted in Actualidad 2022

Según el último ranking de ForbesLionel Messi fue el deportista mejor pagado del mundo durante los últimos 12 meses, recaudando 130 millones de dólares (122 millones de euros) entre el 1 de mayo de 2021 y el 1 de mayo de 2022.

El actual jugador del PSG lidera junto a la estrella de la NBA, Lebron Jamesn y a su eterno rival deportivo, Cristiano Ronaldo, actualmente en el Manchester United, en el podio de atletas que cobran más de 100 millones de dólares (unos 94 millones de euros).

Mientras, el resto de los atletas mejor pagados se encuentra en el rango de los 90-99 millones de dólares (84,5-93 millones de euros) durante el último año.

Puede que ya no esté en su mejor momento desde una perspectiva deportiva, pero eso no impide que Lionel Messi cobre algunos de los cheques más importantes a fin de mes. Pese a estar prácticamente retirado de las pistas, el suizo Roger Federer sigue ingresando importantes cantidades de dinero. De hecho, prácticamente el 100% de sus ganancias las consiguió sin tocar una raqueta.

Por otro lado, el boxeador mexicano Canelo Álvarez fue el deportista que más ganó a partir de los ingresos directos en su disciplina, en este caso sobre el ring, la gran mayoría de sus 90 millones de dólares (84,5 millones de euros). Statista aclara que, si se hubieran incluido los 40 millones de dólares (37,5 millones de euros) que supuestamente se anotó por su derrota ante Dmitry Bivol, el pasado 7 de mayo, estaría empatado en la primera posición con el astro argentino. Pero Forbes lo ha dejado fuera de su estudio.

Messi, Lebron Jamesn y Cristiano Ronaldo encabezan el ranking

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Las exportaciones de deporte caen un 10% en marzo tras el inicio de la guerra

Posted in Actualidad 2022

Las exportaciones de deporte frenan en el tercer mes del curso tras el inicio de la invasión rusa de Ucrania. En marzo, las ventas al exterior de artículos de equipamiento deportivo se situaron en 154 millones de euros, lo que supuso un descenso del 10,6% en relación al mismo mes de 2021, según datos provisionales de Icex España Exportación e Inversiones.

 

Pese a la caída de las exportaciones deportivas en el tercer mes del año, la cifra registrada en marzo de 2022 se situó como la segunda mayor en el tercer mes del año desde el inicio de la serie, datado del 2000. El único curso que superó los registros del año actual fue 2021, con exportaciones en deporte por valor de 172,3 millones de euros.

 

La venta de artículos deportivos al exterior ha ido incrementándose mes a mes desde el principio del año. En enero, se registró unas ventas por valor de 85,5 millones de euros, un 11% más que el curso anterior, cuando se vendió al extranjero por 77,1 millones de euros.

Algo similar ocurrió en febrero, cuando las ventas se elevaron un 9,1% respecto a 2021 y, además, se estableció un récord histórico de ventas al exterior en el segundo mes del año tras el inicio de la serie, con 114,8 millones de euros. Marzo ha supuesto el primer descenso interanual en lo que llevamos de curso y al mismo tiempo, desde noviembre de 2020.

 

En el primer trimestre del año, España vendió equipamiento deportivo al extranjero por valor de 354,4 millones de euros, un retroceso de apenas un 0,08% respecto al año anterior, cuando registró ventas por 357,7 millones de euros. El dato es un 38,7% mayor que en 2019, cuando se vendió equipamiento deportivo por valor de 255,5 millones de euros en los tres primeros meses del año.

 

Al contrario que las exportaciones, el conjunto de las importaciones españolas de bienes deportivos se elevó en marzo un 0,3%, hasta 248,5 millones de euros. En el mismo periodo de 2019, las importaciones españolas de deporte alcanzaron la cifra de 146,8 millones de euros. En el acumulado del año, España ha comprado un 10,5% más de equipamiento deportivo al exterior respecto al año anterior, con una inversión de 654,2 millones de euros. Fuente: Palco23

 

Con un total de 154 millones de euros exportados en deporte, el dato se consolida como el segundo mejor de marzo, sólo superado por el de 2021. El retroceso en el primer trimestre ha sido apenas del 0,08% respecto a 2021.

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clubes deportivos

José Hidalgo (Adesp): “En España no hay una buena ley de patrocinio que piense en el deporte”

Posted in Actualidad 2022

Hace falta profundizar en modelos que permitan la llegada de financiación privada. Esta es una de las necesidades que tienen las federaciones deportivas nacionales para huir del modelo público dependiente actual, puesto que alrededor del 50% de los recursos que reciben proceden de las aportaciones realizadas por el Consejo Superior de Deporte (CSD).

 

“Abogamos por un cambio en la ley de patrocinio porque no hay una buena normatiza que piense en el deporte: el pequeño inversor, la pequeña o mediana empresa o una persona privada no puede invertir en deporte puesto que el sistema actual está pensado sólo para el gran inversor”, explica José Hidalgo, presidente de la Asociación del Deporte Español (Adesp) y presidente de la Federación Española de Triatlón (Fetri).

 

Además, el directivo sostiene que esto afecta al pequeño club y al organizador y que además, una normativa debería dar “seguridad” cuando se hace una inversión. Por otro lado, también aboga por un retorno del 1% sobre las apuestas online, “que significaría multiplicar por dos la apuesta estatal por las federaciones deportivas, ya que actualmente, pese a ser los actores que las hacen posibles, no hay retorno”. “No tiene sentido”, sentencia.

Esta es una de las reflexiones que se recoge en el tercer capítulo de Palco Deportivo, podcast sobre el negocio del deporte que organiza Palco23 junto a Mundo Deportivo. Este tercer capítulo busca arrojar luz sobre la actividad económica de las federaciones deportivas y el mapa federativo nacional.

 

Además, el directivo también cree que el “deporte tiene buena reputación” porque es “una herramienta social transversal” y asegura que “no hay un problema de gobernanza”. Aunque, a su parecer, “en el deporte siempre está el foco puesto y hay algunas cuestiones que van en contra de esta imagen, que son muy mediáticas y tienen mucha repercusión”.

 

Hidalgo también sostiene que hay que seguir perseverando en transparencia y aprender a “contar lo que se hace bien”. “Si existen problemas que tengan que ver con una mala praxis, debemos ser los primeros en decir que no estamos de acuerdo”, añade. También opina que “no hace falta profesionalización, sino una mayor inversión en el mundo del deporte federado”. En cuanto a la nueva ley del deporte, asegura que “no se anticipa demasiado al futuro, pero nos pone al siglo XXI”.

 

Las federaciones deportivas españolas son entidades asociativas privadas; es decir tienen personalidad jurídica y patrimonio propio e independiente del de sus asociados, pero no tienen ánimo de lucro y por lo tanto. La ley establece que son entidades de utilidad publicidad, por lo que implica ciertas ventajas fiscales, pero a la vez, deben tener una contabilidad ajustada y un mayor control interno frente a una empresa común.

Del total de licencias federadas deportivas en 2020, el 80,5% se corresponden con 15 federaciones, concretamente fútbol, baloncesto, caza, golf, montaña y escalada, judo, voleibol, balonmano, atletismo, ciclismo, pádel, tenis, natación, kárate y patinaje.

En 2020, había un total de 3,8 millones de federados, tan sólo un 3% menos que antes de la pandemia. De ellos, más de un millón eran practicantes de fútbol y 376.000 de baloncesto, seguido por 272.000 federados de golf y 249.000 de montaña y escalada.

 

Durante el pasado ejercicio, los organismos deportivos, exceptuando la Real Federación Española de Fútbol (Rfef), que por su volumen de ingresos no se puede tener en cuenta en las estadísticas, registraron máximos en cuanto a ingresos y gastos, según el CSD.

 

El conjunto de las federaciones deportivas cerró el ejercicio 2021 con unos ingresos récord por valor de 215,3 millones de euros, superando los 207,6 millones de euros de antes del Covid-19. De ellos, 107 millones procedieron del dinero público. Fuente: Palco23

Esta es una de las reflexiones que se recoge en el tercer capítulo sobre la actividad económica de las federaciones de Palco Deportivo, podcast sobre el negocio del deporte que organiza Palco23 junto a Mundo Deportivo.

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World Padel Tour y la Federación Española de Pádel crean una nueva categoría competitiva

Posted in Actualidad 2022

World Padel Tour (WPT) coge carrerilla en España. La competición ha creado una nueva categoría de pádel junto a la Federación Española de Pádel (FEP). La categoría recibirá el nombre de WPT Next y tendrá como objetivo mejorar la base y la estructura deportiva del pádel en las etapas de formación, para aumentar la competitividad de jugadores y federaciones.

 

Todos los torneos tendrán la misma dotación económica en categoría masculina y femenina. La categoría tendrá cuatro tipos de torneos, que estarán diferenciados por dotación económica y categoría: Next Diamond, Next Emerald, Next Ruby y Next Shappire.

 

Todas aquellas federaciones nacionales que lo deseen podrán sumarse a este acuerdo en las mismas condiciones que el presente establecido entre WPT y la FEP. “Abrimos la posibilidad de que todos aquellos países donde el pádel está emergiendo con gran fuerza se unan a la iniciativa.”, ha afirmado WPT en un comunicado.

 

Recientemente, la operadora Movistar había anunciado la compra de los derechos de World Padel Tour hasta 2023, apostando por un deporte que ha ido aumentando exponencialmente su audiencia los últimos años, tanto en emisión por televisión como por streaming. En cifras, este deporte cuenta con más de 100.000 espectadores y un 2% de share en España.

 

Esta anuncio coincide con la ofensiva de Premier Padel a escala global. WPT amenazó el pasado marzo al top-20 del circuito profesional de pádel con una multa de 12,5 millones de euros en el caso que abandonen su circuito para unirse a Premier Padelel nuevo certamen impulsado por la Federación Internacional de Pádel (FIP) y QSI Investment. Actualmente, World Padel Tour tiene un acuerdo de exclusividad con los jugadores profesionales hasta el término de la temporada 2023.

 

World Padel Tour mantiene actualmente un acuerdo de exclusividad con los jugadores profesionales hasta el término de la temporada 2023, que colisiona con la idea de la FIP de poner en marcha el nuevo tour en 2022. Además, el nuevo circuito tiene previsto superar los 25 torneos en dos años. Fuente: Palco23

La categoría recibirá el nombre de WPT Next y estará destinada a mejorar la base y la estructura deportiva del pádel en las etapas formativas. Los torneos tendrán la misma dotación económica en categoría masculina y femenina.

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De Murcia a Andalucía: ¿dónde está el cliente estrella del deporte?

Posted in Actualidad 2022

Murcia, Andalucía y Navarra, las mecas del deporte. Según la última encuesta de Hábitos Deportivos, elaborada por el Consejo Superior de Deportes, un 80,1% de los jóvenes de entre 15 y 24 años practicaron deporte en el último año. Un 37,5% practica deporte todos los días, un 73,6% lo hace al menos una vez a la semana, un 78,2% lo hace una vez al mes y un 78,8% al menos una vez al trimestre.

 

La Región de Murcia, con un 11,4% de población de personas de entre 15 años y 24 años sobre el total, Andalucía, con un 10,8%, y Navarra, con un 10,5%, son las regiones de España com más personas de este rango de edad. Andalucía también es donde más personas de este rango de edad hay.

 

Canarias, con un 10,7% de jóvenes sobre el total, y Castilla La Mancha, con un 10,6%, son las otras dos comunidades que cuentan con más personas de este rango de edad. Por su parte, el Principado de Asturias, con tan solo un 7,8% de personas de entre 15 y 25 años, encabeza el ránking por la parte baja, seguido de Galicia, con un 8,2%, y Castilla y León, con un 8,7%.

 

Por otro lado, las ciudades autónomas de Melilla y Ceuta se encuentran por encima de la media, con un 13,8% y un 13,3%, respectivamente. Asimismo, Cataluña, Madrid y Comunidad Valenciana también se encuentran por encima de la media nacional, que es del 10,1%, con un 10,4%, un 10,3% y un 10,2% respectivamente.

En España, hay un total de 4,8 millones de personas jóvenes. Concretamente, Murcia cuenta con 173.834 jóvenes, Andalucía con 912.995 personas y Navarra, con 70.535 jóvenes.

 

El 14,9% de la población española tiene menos de dieciséis años, hasta 7,05 millones de personas, reduciéndose frente a los 7,2 millones de 2020. Otro 35% de la población se encuentra en la franja de edad de entre 16 años y 44 años, hasta 16,5 millones de personas.

 

Las comunidades autónomas más pobladas a 1 de enero de 2022 fueron Andalucía, Cataluña y Comunidad de Madrid. Por su parte, las que tienen menos población fueron La Rioja, Cantabria y Comunidad Foral de Navarra.

 

A fecha de 1 de enero de 2022, la población española aumentó un 0,1% respecto al año anterior, hasta 47,7 millones de personas, 50.490 personas más que a principios de 2021. España ha recuperado así el crecimiento de la población, que en 2020 había roto la racha de cuatro años de crecimiento por la pandemia. En total, el número de habitantes en el país es de 47,7 millones de personas.

 

La media de edad en España a 1 de enero de 2022 era de 44,1 años. En el último año, la población ha envejecido frente al año pasado, cuando la edad media de los habitantes en el país era de 43,8 años. Fuente: Palco23

La Región de Murcia con un 11,4% de población de personas de entre 15 y 24 años sobre el total, Andalucía, con un 10,8%, y la Comunidad Foral de Navarra, con un 10,5%, son las regiones de España que cuentan con más jóvenes.

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FONDOS EUROPEOS: RECORDATORIO – Abierto el plazo de solicitud de ayudas de Kit Digital para campos de golf

Posted in Actualidad 2022

FONDOS EUROPEOS: RECORDATORIO – Abierto el plazo de solicitud de ayudas de Kit Digital para campos de golf

A través del Fondo Europeo de Recuperación, Transformación y Resiliencia

 

La Real Federación Española de Golf y la Asociación Española de Campos de Golf han establecido una alianza con la consultora de innovación Zabala Innovation para la prestación de asesoramiento a los campos de golf en el marco de la ejecución de fondos europeos del programa Next Generation EU.

 

El objetivo es ayudar a los campos de golf españoles a identificar, seleccionar y gestionar los proyectos financiables por el Fondo Europeo de Recuperación, Transformación y Resiliencia.

 

AYUDAS DE KIT DIGITAL PARA CAMPOS DE GOLF

Desde el pasado 15 de marzo ya pueden optar a las Ayudas del Kit Digital las empresas gestoras o propietarias de campos de golf que tengan entre 10 y 49 empleados, lo que han calificado como el primer segmento.

 

Aún está pendiente abrir el segundo y tercer segmento, donde podrán participar empresas de 1 a 3 (septiembre) y de 3 a 10 (junio) trabajadores, respectivamente. Ya se han recibido más de 30.000 solicitudes, y se calcula que aún se pueden recibir hasta 45.000.

 

INFORMACIÓN DEL SOLICITANTE

  1. Solicitud del Kit Digital

Son bonos, no son subvenciones. En estos bonos se aplica la Ley de Concurrencia No Competitiva, es decir, que las ayudas se van a conceder por orden de recepción (cuanto antes se dé de alta en la solicitud mejor).

 

Ya se pueden ver también los agentes digitalizadores autorizados. La ayuda no la recibe directamente el solicitante, sino que cede el cobro al agente digitalizador, quien se encarga de la gestión de toda la documentación necesaria.

 

Hay que hacer una autoevaluación en acelera pyme Kit Digital | Acelera pyme. Esta evaluación indicará cuales son los servicios recomendados a digitalizar.

CONVOCATORIA DE AYUDAS DESTINADAS A LA DIGITALIZACIÓN DE EMPRESAS DEL SEGMENTO I (ENTRE 10 Y MENOS DE 50 EMPLEADOS), DENTRO DEL PROGRAMA KIT DIGITAL | Sede (red.gob.es

Solicitar aquí

 

Se espera que, a partir de abril, se empiecen a resolver las solicitudes.

 

  1. Elección de agente digitalizador

Una vez que se haya presentado la documentación y se le haya concedido el bono, el campo tiene seis meses para contactar con el agente digitalizador que elija y firmar el acuerdo correspondiente, si no se perderá la subvención.

 

Se recuerda que es posible contratar a más de un agente digitalizador y optar a más de una categoría para poder llevar a cabo varias soluciones digitales diferentes para la pyme. Sin embargo, dentro de cada categoría, solo se puede optar a una solución.

 

Una vez firmado y formalizado el acuerdo con el agente digitalizador, se abre un plazo de tres meses para que ambos se pongan de acuerdo en la solución que van a implantar. Se establece un plazo de 12 meses para que el agente digitalizador les dé el servicio correspondiente, mantenimiento, etc.

 

  1. Justificación Ayuda Kit Digital

El campo, por su parte, no se ve involucrado en ningún trámite burocrático, es tarea del agente, así que lo más importante es seleccionar un buen agente.

 

El campo solicitante deberá guardar las facturas y justificantes de pago, hacer contabilidad separada para tener identificados esos gastos, y la obligatoriedad de publicidad en los materiales y en la web. Recordamos que los gastos no subvencionados tienen que ser cubiertos por el campo, como por ejemplo el IVA o el hardware.

 

CONTACTO EN ZABALA INNOVATION

Daniel García – dgarcia@zabala.es

 

AYUDAS GENÉRICAS QUE PUEDEN SOLICITAR LOS CAMPOS DE GOLF ESPAÑOLES

Adicionalmente se detallan las ayudas genéricas que pueden solicitar los campos de golf españoles, así como las ayudas específicas (Programa Kit Digital y Programa CE Implenta)

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FONDOS EUROPEOS: SOLICITUD DE AYUDAS A LA CONVOCATORIA KIT DIGITAL

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CONVOCATORIA AYUDAS PARA PROYECTOS DE DIGITALIZACIÓN DE “ÚLTIMA MILLA” EN EMPRESAS DEL SECTOR TURÍSTICO – NGEU

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CONVOCATORIA LEY DE INCENTIVOS REGIONALES Y NUEVO MAPA DE AYUDAS

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A través del Fondo Europeo de Recuperación, Transformación y Resiliencia

  

La Real Federación Española de Golf y la Asociación Española de Campos de Golf han establecido una alianza con la consultora de innovación Zabala Innovation para la prestación de asesoramiento a los campos de golf en el marco de la ejecución de fondos europeos del programa Next Generation EU.

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El empleo en el deporte se dispara un 18,6% en marzo y marca su máximo histórico

Posted in Actualidad 2022

El empleo deportivo se dispara en marzo y supera las cifras pre-Covid. El sector de las actividades deportivas, recreativas y de entretenimiento registró un alza del 18,6% en el número medio de afiliados a la Seguridad Social en marzo en comparación con el mismo mes del año pasado, lo que supuso un aumento de 33.668 afiliados. La cifra supera los registros de 2020, cuando en el tercer mes del año había 222.461 empleados en el sector.

 

Según datos publicados hoy por el Ministerio de Inclusión, Seguridad Social y Migraciones, el sector ha terminado marzo con un número medio de 229.535 afiliados. De ellos, los trabajadores en régimen general, que representan a la gran mayoría del sector, se incrementaron un 2,6%, lo que supuso 5.081 afiliados más que el mismo periodo del año pasado.

 

Un aumento inferior se produjo entre los trabajadores del régimen de autónomos, que aumentaron en enero un 0,9% respecto al mismo periodo de 2021. En este segmento, prácticamente 296 personas más se encontraban afiliados a la Seguridad Social a final de mes respecto al año pasado.

Las cifras son ligeramente mayores a las registradas en febrero de 2022, cuando el sector deportivo cerró el segundo mes del año con una media de 224.159 afiliados. La cifra supone un ascenso del 2,4%, es decir, 5.377 empleados más.

 

A escala general, marzo cerró con un alza de 23.998 cotizantes respecto a febrero, lo que supone un aumento del 0,9%, y sitúa el número total de ocupados en 19,9 millones de cotizantes. Se trata del número más alto de la serie histórica, tras once meses consecutivos de crecimiento. El primer trimestre de 2022 cierra con la creación de 119.000 empleos, a pesar de la incertidumbre generada por la guerra en Ucrania.

 

Los expedientes de regulación temporal de empleo (Erte), que no se contabilizan en la estadística de la Seguridad Social, continúan perdiendo peso. A cierre de marzo, los trabajadores en Erte eran 79.441 empleados. Fuente: Palco23

El sector deportivo terminó el tercer mes del año con un número medio de afiliados de 229.535 personas. En apenas un mes, más de 5.300 personas nuevas del sector del deporte se afiliaron a la Seguridad Social.

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IMG completa la compra del Mutua Madrid Open y el Acciona Open de España de golf

Posted in Actualidad 2022

IMG culmina la compra del Mutua Madrid Open. La agencia de marketing deportivo, propiedad de Endeavor, ha completado la compra de la sociedad Super Slam y todas sus filiales, por lo que se ha convertido en la propietaria del torneo de tenis Mutua Madrid Open y el torneo de golf Acciona Open de España.

 

La adquisición, que se realizó el pasado diciembre, aún debía formalizarse por parte de los distintos organismos reguladores como la Asociación de Tenistas Profesionales (APT) como la Women’s Tennis Association (WTA).

 

El Mutua Madrid Open, uno de los nueve Masters 1000 de la ATP y los cuatro eventos obligatorios de la WTA 1000, pasa a formar parte de la lista de torneos de tenis más importantes de IMG, entre los que se encuentra el Miami Open.

 

A través de la adquisición, Madrid Trophy Promotion, entidad española que gestiona el torneo, pasa a formar parte de IMG y el director general de MTP y director del torneo, Gerard Tsobanian, se convierte en vicepresidente de eventos de tenis de IMG. Tsobanian y su equipo continuarán supervisando el día a día del Mutua Madrid Open como parte de la división global de eventos de tenis de IMG, dirigida por Gavin Forbes.

Desde la adquisición de IMG por parte de Endeavor en 2014, la empresa ha invertido recursos en el Miami Open hasta convertirlo en un evento referente para el tenis. En 2019, IMG trasladó el torneo al Hard Rock Stadium, sede de los Miami Dolphins, que recibe anualmente a más de 350.000 aficionados y cuenta con una de las mayores audiencias de retransmisión fuera de los Grand Slams y las Tour Finals.

 

IMG es propietaria, productora y representante comercial de cientos de eventos que incluyen deportes, entretenimiento, cultura y moda, como los Professional Bull Riders, el WGC-HSBC Champions, las ferias de arte Frieze, la Semana de Moda de Nueva York: The Shows, el Hyde Park Winter Wonderland, Miss Universo y los Taste Festivals.

 

En condiciones habituales, el Mutua Madrid Open tiene un impacto económico de 107 millones de euros en la capital española, de los cuales 45,41 millones corresponden al gasto atribuido a los espectadores. Fuente: Palco23

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La Federación de Hípica aumenta su presupuesto un 10% en 2022, hasta 6,6 millones

Posted in Actualidad 2022

La Real Federación de Hípica Española (Rfhe) salta la última valla. El máximo organismo del sector ecuestre en España ha presentado un presupuesto de 6,6 millones de euros en concepto de ingresos para el año en curso, importe que supone un aumento del 10% respecto a 2021, cuando presentó una cifra de negocios de seis millones de euros.

 

Un 74% del total de los ingresos (hasta 4,9 millones de euros), corresponde al volumen de recursos propios que la entidad prevé generar. En esta partida residen conceptos como los ingresos por competiciones o las cuotas de los prácticamente 70.000 federados con los que cuenta la Rfhe, entre otros.

 

El 26% restante (1,7 millones de euros), corresponderá a las distintas subvenciones que recibirá el organismo, cuya gran mayoría provendrán del Consejo Superior de Deportes (CSD). La partida es ligeramente superior al año anterior, ya que en 2022 tendrán lugar los Juegos Ecuestres Mundiales de las distintas disciplinas, calificativos ya para los Juegos Olímpicos de París en el caso de las olímpicas.

 

En el apartado de gastos, el 82% del presupuesto (5,4 millones de euros) estará relacionado con la actividad deportiva y sus distintas disciplinas. Dentro de ello, aspectos como la preparación y la asistencia a los Juegos Ecuestres Mundiales 2022, los Campeonatos de Europa, la formación y tecnificación de los deportistas coparán el gasto.

El 18% (1,2 millones de euros) restante se incluirá dentro de una partida que incluye los gastos financieros y de amortización, la gestión informática de la federación, los gastos de personal o la actividad mercantil del organismo, que también utilizan la mayoría de las federaciones autonómicas.

 

En condiciones habituales, la federación contaba con un presupuesto cercano a siete millones de euros, si bien la pandemia ha trastocado los planes del organismo, que ha podido recuperar la actividad competitiva nacional prácticamente al 100% en los últimos meses tras el levantamiento de las restricciones de viaje y aforo.

 

En un deporte como la hípica, en el que las aportaciones del sector privado y los patrocinios juegan un papel primordial, la aportación de los patrocinadores a la Rfeh representa la menor partida de los ingresos, con apenas 50.000 euros.

 

La barrera económica se mantiene como el principal hándicap para atraer a una mayor masa de practicantes. A los cientos de euros mensuales que se abonan por las clases hay que añadir las cuotas de pertenencia, la ficha federativa, la licencia de habilitación y otros gastos derivados del caballo, que suman más de 300 euros de entrada, variables en función del tipo de competición, así como el precio del caballo, que puede alquilarse o comprarse, y pagar el alquiler de las cuadras. Fuente: Palco23

La Real Federación de Hípica Española (Rfhe) salta la última valla. El máximo organismo del […]

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FONDOS EUROPEOS: Ayudas para proyectos de digitalización de “última milla” en empresas del sector turístico – NGEU

Posted in Actualidad 2022

A través del Fondo Europeo de Recuperación, Transformación y Resiliencia

 

La Real Federación Española de Golf y la Asociación Española de Campos de Golf han establecido una alianza con la consultora de innovación Zabala Innovation para la prestación de asesoramiento a los campos de golf en el marco de la ejecución de fondos europeos del programa Next Generation EU.

 

El objetivo es ayudar a los campos de golf españoles a identificar, seleccionar y gestionar los proyectos financiables por el Fondo Europeo de Recuperación, Transformación y Resiliencia.

CONVOCATORIA AYUDAS PARA PROYECTOS DE DIGITALIZACIÓN DE “ÚLTIMA MILLA” EN EMPRESAS DEL SECTOR TURÍSTICO – NGEU

 

El objetivo de esta convocatoria es la concesión de ayudas, en régimen de concurrencia competitiva, para proyectos de digitación de “última milla” a agrupaciones de entidades cuya actividad directa o verticalizada esté orientada al sector turístico, o a cualesquiera de sus subsectores productivos.

 

Para la presentación de proyectos, las agrupaciones estarán compuestas por una o más empresas con capacidad técnica para convertirse en socio tecnológico y con demostrada experiencia en el ámbito turístico, junto con empresas turísticas, siempre que el 70 % del total de los costes subvencionables estén asignados a PYMEs.

 

Esta convocatoria, pendiente de apertura, estará activa en breve (interesados solicitar información en el contacto de Zabala Innovation). Se trata de una convocatoria de desarrollo de nuevas soluciones, es decir, no se permiten soluciones comerciales.

 

Esta convocatoria no incluye asociaciones y federaciones como beneficiarios.

 

Acceso a la información completa

 

CONTACTO EN ZABALA INNOVATION

Daniel García – dgarcia@zabala.es

 

FONDOS EUROPEOS: SOLICITUD DE AYUDAS A LA CONVOCATORIA KIT DIGITAL

Acceso a la información

 

AYUDAS GENÉRICAS QUE PUEDEN SOLICITAR LOS CAMPOS DE GOLF ESPAÑOLES

Adicionalmente se detallan las ayudas genéricas que pueden solicitar los campos de golf españoles, así como las ayudas específicas (Programa Kit Digital y Programa CE Implenta)

Acceso a la información

Fuente: RFEG

A través del Fondo Europeo de Recuperación, Transformación y Resiliencia   La Real Federación Española […]

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Los gigantes del fitness español bajan otra marcha en 2021 tras el ‘knockout’ del Covid-19

Posted in Actualidad 2022

El sector del fitness cierra otro año en falso. El número de socios de las diez principales cadenas de gimnasios en España descendió un 1% en 2021 en comparación con el año anterior, lejos de la recuperación esperada, según datos recopilados por Palco23 en el documento Facts&Figures Fitness: industria, evolución y operadores.

El sector sufrió en todos los aspectos y no sólo percibió el golpe en abonados, sino que también redujo su facturación, su número de trabajadores y de centros. La mayoría de los operadores optaron por ralentizar sus planes de expansión, con algunos operadores que se vieron abocados a dejar de operar algunos centros, lo que implicó una caída del 7,8% en comparación con el año del estallido del Covid-19.

Consulta aquí Facts&Figures Fitness: industria, evolución y operadores

Durante el transcurso de 2021 también se aplicaron varias restricciones que implicaron una prolongación de los expedientes de regulación temporal de empleo (Erte) y que algunas cadenas se vieran obligadas a reducir su número de trabajadores, que a cierre de 2021 registró un descenso del 10,3%. Respecto a facturación, la mayoría de los operadores también registraron un descenso, con una caída media del 16,3%. En este contexto, los operadores ya arrastraban una caída de abonados del 28,7% del año del Covid-19.

 

En el grupo analizado se encuentran los diez mayores operadores del fitness en el país: Vivagym, GoFit, Metropolitan, Forus, Supera, Dir, Altafit, McFit, Inacua y Holmes Place, aunque algunos de ellos han dejado de ofrecer datos como la facturación o el número de abonados tras el impacto del Covid-19.

 

Las diez principales cadenas cerraron 2021 con 34 centros menos en comparación con 2020, cuando los grandes players del sector sumaron treinta centros más en comparación con antes de la pandemia. Este dato contrasta con el significativo crecimiento de los diez principales operadores del país entre 2018 y 2019, cuando se abrieron 163 gimnasios, lo que supuso terminar el año con un incremento de centros del 58%.

En este aspecto, las cadenas se centraron en seguir con la contención de gastos y renegociando los alquileres y, de cara a 2022, intentando contener el gasto energético, que se ha triplicado  por el incremento del precio de la electricidad y del gas, afectando aún más a la caída de márgenes que ya se empezaba a detectar en el sector en 2021.

 

El balance de 2021 muestra una situación anormal eb la que el sector continuó sufriendo los efectos de las restricciones a la actividad. Aunque no han recuperado todavía los datos de facturación y abonados previos al golpe de la pandemia, los grandes operadores nacionales, han retomado sus planes de expansión y con vistas a extender su red de centros, apostando de nuevo por la inversión.

Según se desprende del documento, la remontada ha sido desigual en 2021, un año marcado unas las limitaciones que han llevado a algunas empresas a no reabrir centros que no resultaban rentables o por paralizar los planes de expansión. De este modo, han sido los operadores de un tamaño medio, enfocados a un producto más exclusivo y, sobre todo, las cadenas enfocadas en el segmento boutique, las que han resistido mejor el placaje del Covid-19.

 

Por otro lado, 2021 fue el año de las operaciones corporativas, con cuatro grandes operaciones como fue la Viding, que adquirió Fitness Illes, la entrada de Sherpa Capital en BPXport, la compra de Inacua por parte de Portobello Capital y la absorción de diez centros de Holmes Place en España por parte de Forus.

De hecho, Forus ha sido uno de los operadores que mejor ha aguantado el impacto del Covid-19 y cerró 2021 con un incremento de abonados del 22,5% y con sesenta centros, casi el doble que el año anterior.

 

Forus, juntamente con Altafit, ha sido uno de los operadores menos perjudicados. Este último sólo perdió un centro en 2021, y logró incrementar su facturación un 21,5%, hasta treinta millones de euros; su número de abonados aumentó un 32%, hasta 132.000, y su número de trabajadores un 6%, hasta 800.

 

En las cadenas de tamaño medio y en el segmento boutique, por otro lado, destacan crecimientos como el de Basic-Fit (un 30,2%, hasta 21,1 millones de euros de facturación), el de Dreamfit (un 22,6%, hasta 19,5 millones de euros), el de Enjoy Wellness (un 13%, hasta trece millones de euros), el de Mais que Auga (un 13,9%, hasta 4,1 millones de euros) o el de Sano Center (un 62%, hasta 5,71 millones de euros).

 

En términos generales, en España, el valor del mercado de los gimnasios creció un 18% en 2021, hasta 825 millones de euros; una cifra que continúa siendo un 25% inferior a la de 2019, según un estudio del Observatorio Sectorial DBK de Informa. Con todo, a finales de 2021 se encontraban en funcionamiento 3.900 gimnasios, habiendo cerrado algo más de 200 centros deportivos en apenas dos años. Fuente:Palco23

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El Ipri del sector deportivo marca máximos en cuatro años con un alza del 2,7% en febrero

Posted in Actualidad 2022

Los precios de la industria del deporte marcan máximos históricos en cuatro años en España, aunque siguen lejos de la inflación general. El Índice de Precios Industriales (Ipri) de la fabricación de artículos de deporte finalizó febrero con un alza interanual del 2,7%. 

 

Desde mayo de 2018 los precios de la industria deportiva no registraban un alza de estas magnitudes. Entonces, el Ipri del sector deportivo cerró con un aumento del 3%. Hasta la fecha, los precios de los productos deportivos en España habían ido alterando ascensos y descensos, que en ningún caso superaban el 1%.

 

Además, el cierre del segundo mes del año también estuvo marcado por el Ipri general, que registró su máximo en 46 años y se situó en el 40,7%, cinco punto por encima de la cifra registrada en enero, según datos del Instituto Nacional de Estadística (INE).

Por destino económico de los bienes, todos los sectores industriales tuvieron influencia positiva en la evolución de la tasa anual del Ipri general. El sector que tuvo una mayor influencia en el Ipri fue la energía, cuya variación se situó en el 114,4%, más de 23 puntos por encima de la del mes anterior y la mayor desde el comienzo de la serie.

 

Este comportamiento fue debido a las subidas de los precios de la producción, transporte y distribución de energía eléctrica y, en menor medida, del refino de petróleo, mayor en febrero de 2022 que el curso anterior.

 

El Ipri es un indicador coyuntural que mide la evolución mensual de los precios de los productos industriales fabricados y vendidos en el mercado interior, en el primer paso de su comercialización, es decir, los precios de venta a salida de fábrica, excluyendo los gastos de transporte y comercialización y el IVA facturado. Fuente:Palco23

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Playtomic adquiere la finlandesa Systems Oy y supera los 4.600 clubes bajo gestión

Posted in Actualidad 2022

Playtomic suma y sigue. La aplicación social y de reservas de tenis y pádel ha adquirido la sociedad finlandesa Systems Oy, plataforma de gestión de reservas de pistas que permitirá a Playtomic controlar casi mil pistas en distintos clubes del territorio, según ha avanzado El Confidencial. Los términos económicos de la operación no han trascendido.

 

Tras apenas cinco años de operaciones, Playtomic suma en su cartera más de 4.600 clubes a través de los cuales gestiona reservas para jugar a tenis y pádel en más de cuarenta países de todo el mundo. Tras la compra, la app cuenta con más de un millón de usuarios activos en todo el mundo.

 

La compañía madrileña hace unos años que puso el foco en el mercado nórdico, ya que, según los expertos, aún está por explotar. Por ello, Playtomic estableció durante la segunda mitad de 2021 oficinas en el norte de Europa, que cuenta actualmente con 16 trabajadores.

Hace apenas tres meses, la empresa levantó 56 millones de euros en una ronda liderada por GP Bullhound y en la que también participaron el cofundador de la compañía, Félix Ruiz (cofundador de Tuenti) y las firmas Claret Capital Partners y Optimizer Invest.

 

Con el capital recaudado Playtomic decidió destinar el montante económico a ampliar su plantilla, pasando de 150 trabajadores a 250 trabajadores, así como a continuar con el desarrollo de soluciones SaaS para clubes deportivos y un servicio de suscripción premium.

 

En los últimos años ha adquirido varias empresas rivales de menor tamaño en Estados Unidos, Suecia, Reino Unido, Bélgica, Italia y Portugal. Fundada en 2017 por Félix Ruiz, Pedro Clavería y Pablo Carro, Playtomic comenzó sus operaciones como una aplicación de reserva de pistas de pádel y posteriormente se extendió a otros deportes de raqueta y a deportes de equipo.

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Mizuno dispara sus ventas un 23% en la Península Ibérica y supera cifras prepandemia

Posted in Actualidad 2022

Mizuno acelera en la Península Ibérica. La filial ibérica de la compañía japonesa de moda y equipamiento deportivo ha registrado unas ventas de 7,42 millones de euros en 2021, lo que ha supuesto un crecimiento del 23% frente al ejercicio anterior y un 3% más que en 2019, según CmdSportsEn 2020, las ventas de la empresa en la Península Ibérica se vieron reducidas un 16,2%, hasta seis millones de euros.

 

En 2021, todas las categorías de productos aumentaron sus ingresos. En el mercado ibérico, los principales motores de su desarrollo son la división de running, que concentra un 60% de los ingresos, la de deportes indoor, que copa un 25% de la facturación, y la de Teamsport, que genera alrededor del 10% de sus ventas.

 

Este año, las interrupciones provocadas por el paro del transporte, la crisis de la cadena de suministro y la situación geopolítica actual, han afectado al aprovisionamiento de la compañía, que fabrica la mayoría de sus productos en Vietnam.

 

 

De cara a 2022, la filial en la Península Ibérica de la compañía se ha marcado el objetivo de facturar 8 millones de euros, aunque, de momento, “se mantendrá receptiva y adaptará su estrategia ante las dificultades de producción y la subida de costes de las materias primas”.

 

Para los próximos meses, la empresa de equipamiento deportivo también seguirá reforzando sus acuerdos de patrocinio en el fútbol para “ganar más visibilidad”. Hasta ahora, Mizuno se ha asociado con el equipo VFL Bochum, de la liga alemana, sucediendo a Nike para la próxima temporada, y con el equipo de la liga italiana Lazio, para ser su nuevo proveedor de equipamiento deportivo para la liga 2022-2023.

 

Mizuno, especializada en moda y equipamiento deportivo, fue fundada en 1906 y tiene su sede en Osaka (Japón). A escala global, el grupo emplea casi 4.000 personas. De momento, la compañía no ha publicado sus resultados consolidados de 2021. En los nueve primeros meses del ejercicio actual, el grupo registró unas ventas 6.100 millones de yenes (46,2 millones de euros), creciendo un 17% frente al ejercicio anterior. Fuente: Palco 23

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El fitness se enfría de nuevo tras triplicar su gasto energético

Posted in Actualidad 2022

El fitness, otra vez en jaque. El sector está volviendo a sufrir tras haber visto disparado su gasto energético, que se ha triplicado por el incremento del precio de la electricidad y del gas, afectando aún más a la caída de márgenes que ya se empezaba a detectar en el sector en 2021.

 

Actualmente, el gasto de estos suministros supone hasta alrededor de un 30% del presupuesto total, según varias fuentes del sector, superando incluso el gasto destinado a asociados a los alquileres, siendo la partida más elevada, sólo por detrás del personal.

El sector del fitness tiene una dependencia considerable del coste energético y, después de las restricciones de la pandemia, este nuevo contexto supone un jarro de agua fría para las cuentas de los centros deportivos, sobre todo los de gran tamaño que cuentan con piscinas. De hecho, ante la imposibilidad de hacer frente al gasto que supone, varios centros del país han optado por cerrar piscina u otros servicios, implicando una pérdida de abonados.

 

En este contexto, la Federación Nacional de Empresarios de Instalaciones Deportivas (Fneid) ya ha pedido a las administraciones que adopte medidas para frenar el aumento de los costes y está estudiando liderar una compra agregada de energía para lograr mejores precios.

“Las pérdidas que se generan con este incremento no se pueden trasladar al usuario, hay operadores que han decido cerrar piscinas o restringir horario porque es muy caro mantener la temperatura del agua”, explica Iolanda Latorre, gerente la Asociación de Empresas de Clubes Catalanes de Fitness (Adecaff), a Palco23. “Tenemos algunos asociados que ya no han podido soportar más la situación y están en venta o en traspaso porque se han quedado sin reservas económicas”, alerta.

 

De esta manera, Latorre asegura que la administración debe reducir los impuestos de manera inmediata, fijar un máximo legal en el precio de la energía, reconfigurar el precio de la electricidad, desvinculándolo del precio del gas y que la administración otorgue las subvenciones de los fondos europeos a aquellas entidades que hagan la transición a fuentes de energía más económicas, como calderas centrales de biomasa o placas solares.

 

“Los costes se han disparado para aquellas instalaciones que tienen piscinas climatizadas, las que no habían empezado a hacer la transferencia a energías renovables o calderas de biomasa lo están pasando mal”, afirma Yago Monteoliva, gerente de la Asociación Española de Empresarios de Servicios Deportivos a las Administraciones Públicas (Aeesdap). La patronal asegura que se podría estudiar un reequilibrio de los contratos, pero es probable que las administraciones públicas lo denieguen porque “entra dentro del riesgo operacional”. En este contexto, los operadores más perjudicados son aquellos que tienen una instalación en régimen de concesión de la que son los titulares de los contratos eléctricos.

“Lo que se puede hacer es jugar con los contratos eléctricos y aprovecharse de las ofertas, teniendo en cuenta que te la juegas a futuro”, asegura el directivo, recordando que las centrales de compra también son una opción, aunque no es una medida a corto plazo. Asimismo, Monteoliva recuerda que muchos operadores también tienen firmados contratos de permanencia, por lo que un cambio en el contrato implica una multa.

 

Enjoy Wellness, que tiene el foco de su negocio en las concesiones administrativas, ha percibido un incremento del 60% en sus gastos de luz y del 50% en gas, lo que le supondría un sobrecoste de 1,5 millones de euros para 2022 en el total de sus nueve centros. Por otro lado, Supera, que también tiene el foco en el negocio concesional, ha multiplicado por tres los gastos de gas y luz, aunque “en algunos casos concretos ha sido por cinco”, reconoce la compañía.

 

“Desde hace meses venimos instalando paneles solares en los centros en los que es viable incorporar esta tecnología, además de incorporar los equipos más sostenibles, ya vamos con esta tecnología, por lo que eso nos permite ahorros muy notables y que nuestros centros sean mucho más sostenibles”, añade Supera.

 

Okeymas, por su parte, ha incrementado el gasto de energía respecto al total hasta entre un 25% y un 30% del gasto total, cuando antes era del 13%. “En el último mes se ha triplicado respecto al año anterior: las previsiones eran al alza, pero los gastos reales han roto estas previsiones”, asegura Juan Gil, director general de Okeymas y Round. A su parecer, la solución para por “realizar inversiones en placas fotovoltaicas muy costosas y no en todas las instalaciones merece la pena”. “No valoramos aún el cierre de las piscinas pues pensamos que esas medidas no serían entendidas por las administraciones locales para las que trabajamos”, sentencia.

La gama media y el low cost, que no cuenta con piscinas, también se ha visto afectado, pero en menor medida. Para Anytime Fitness, concretamente, el gasto de la electricidad supone un 9% del total, aunque, según explica la compañía “al contar con clubes de un tamaño que oscila de media entre los 350 metros y los 750 metros cuadrados, notamos menos el incremento del coste de la energía que aquellos gimnasios que cuentan con piscina en sus instalaciones”. “Estamos estudiando cómo hacer que nuestros gimnasios sean cada vez más eficientes desde un punto de vista energético: las nuevas aperturas y las reformas de los clubes ya existentes apuntan en esa dirección”, destaca.

 

Por otro lado, Dreamfit está gastando el doble de energía que hace un año. En 2019, la energía suponía entre un 7% y un 8% del gasto total y actualmente se ha disparado hasta entre un 12% y un 12,5%. “Antes de que sucediera la guerra en Ucrania ya estábamos instalando energía fotovoltaica en todos los centros que pudimos y lo hemos hecho en cuatro o cinco, pero en el resto, por el tipo de edificios, no es posible”, manifiesta Rafael Cecilio, presidente de la compañía. De esta manera, la estrategia pasará por negociar los contratos de la mejor manera posible y seguir invirtiendo en energía fotovoltaica.

 

“Está siendo un tema de atención permanente, esto va a durar un tiempo y nos pilla en un momento en que ya había tendencias inflaciones anteriores; y esto lo ahonda”, asegura Juan del Rio, consejero delegado de Vivagym. La compañía apunta que “la guerra es la gota que colma el vaso”, por lo que su receta pasa porque la administración ajuste las tasas impositivas del gasto en energía. Asimismo, apunta que “tenemos que plantear contratos a un tiempo y un plazo que nos permita difuminar el gasto de la energía”, recordando que tienen que caracterizarse por “tener una estabilidad en el precio”. “También hay que estar atentos a las mejores prácticas de uso de energía”, remarca.

“En nuestro caso, por suerte, aún no ha vencido el contrato de precio fijo que teníamos contratado en electricidad: sólo se ha notado incremento en dos centros en los que tenemos gas, ya que en el resto calentamos el agua con aerotermia”, asegura Nacho Usera, fundador y consejero delegado de Smartfit. “En los centros en los que todavía no ha vencido el contrato y, si en ellos existía un acuerdo de precio fijo, evidentemente aún no se ha notado el incremento”, recuerda. Actualmente, en su caso, la electricidad supone entre un 5% y un 9% de los costes operativos, pero cuando los contratos fijos vencen, en julio, tiene previsto incrementar un 200% el coste en la partida de suministros.

 

“En el caso de los centros de tipología valor por precio, el aumento en el coste de la factura eléctrica no representa un riesgo elevado, aunque sí una pérdida de rentabilidad”, asegura el directivo, recordando que “siempre hemos apostado por la eficiencia energética desde un origen, por lo que la inversión está diseñada en ese sentido”. “La inversión en autoconsumo es, hoy más que nunca, muy interesante ya que al haberse aumentado los costes de la electricidad y mantenido los de la inversión, el periodo de amortización se ha reducido muchísimo”, sentencia.

 

El segmento boutique también se ha visto perjudicado por el aumento del precio de la energía. En el caso de Distrito Estudio, el gasto de electricidad frente al total ha pasado a ser del 5% frente al 10%. “Hay que valorar un cambio de operador ajustándose a la tarifa que nos convenga más y ser más eficientes midiendo y controlando, más si cabe, cualquier gasto que se pueda generar analizando cuándo y cómo consumimos electricidad en nuestros centros”, asegura Ernesto Rojas, fundador y consejero delegado de la compañía.

Por su parte, Felipe Pascual, consejero delegado de Sano Center, asegura que “no estamos tan afectados como otros operadores”, aunque, para la compañía antes representaba un 10% de los gastos, y ahora entre un 21% y un 22%. “No entraremos en un sistema agregado de compras porque somos consumidores insignificantes y nuestros centros siempre han sido lo más ecosostenible posible, pero hay que presionar a la administración”, comenta.

 

A escala internacional, la situación es la misma. Ayer Uk Active, patronal británica del fitness, advirtió que, sin apoyo por parte del Gobierno de Reino Unido para hacer frente al aumento de la factura de la energía, los operadores tendrían que o bien aumentar los precios o bien reducir los servicios. Así, la patronal exigió una exención del IVA, además de otras ayudas, puesto que los costes de electricidad en 2022 se duplicarán frente a 2019. De hecho, The Gym Group anunció hace unos días un aumento de sus precios para todos sus clientes como resultado del aumento de los costes de energía. Fuente: palco23

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La inflación golpea al deporte con una subida histórica de precios en Europa y Estados Unidos

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El deporte encara el curso con una subida de precios histórica. El sector, que tradicionalmente había destacado por tener una inflación moderada, encara ahora una situación inédita. Después de que las tensiones comenzasen ya el año pasado, con una subida de precios de materias primas y logística, acrecentada por disrupciones en la cadena de suministro, algunas compañías de equipamiento deportivo como Adidas o Skechers han encontrado una única solución para afrontar sus problemas: subir precios.

 

Ahora se añade todavía más presión por el estallido de la guerra en Ucrania, que ha disparado los costes energéticos y ha tensionado aún más la supply chain. La electricidad ha llegado en marzo en España a su máximo histórico, alcanzando los 547 euros el megavatio por hora el pasado 8 de marzo. El barril de petróleo estaba el pasado 11 de marzo a 118,46 euros, frente a los 94,21 euros de febrero, mientras que el precio de la gasolina encadena ya su séptima semana consecutiva de récord.

 

En febrero, justo después del estallido de la guerra (que ha actuado como catapulta de los precios de la energía), el Índice de Precios al Consumo (IPC) de los equipos para deporte (en el que se encuentran productos como las raquetas de tenis) anotó su mayor alza desde el comienzo de la serie estadística en enero de 2017, con un incremento del 3,6%.

 

Dentro del sector deportivo en España, la fabricación de bicicletas fue el motor de la inflación, con un alza del 6,7% respecto al año anterior. A pesar de ir reduciendo ligeramente su encarecimiento en los últimos tres meses, la fabricación de este tipo de artículos se mantiene desde hace tres años por encima de la tasa del 6,5%.

El IPC del sector deportivo en Europa también ha seguido los pasos del mercado español, registrando cifras cada vez más elevadas, pero en este caso superando incluso la inflación general. En febrero, el IPC de equipamiento deportivo se elevó un 7,4% respecto al mismo periodo de 2021, si bien países como Alemania dispararon sus precios marcando máximos históricos, registrando un alza interanual del 14,5%.

 

Una tendencia similar ocurre a escala general, ya que, a cierre de febrero, el IPC general europeo se situó en el 6,2%, la cifra más alta de los últimos dos años. Además, la inflación registró un alza de prácticamente cuatro puntos porcentuales en apenas siete meses.

Algo similar ha ocurrido en Estados Unidos, donde el IPC general registró a finales de febrero un alza del 7,9% respecto al mismo mes de 2021. El mismo camino siguió el IPC deportivo del país, que ascendió un 7,1% interanual, registrando máximos históricos en el territorio, de la misma forma que los vehículos deportivos (incluyendo bicicletas) y el equipamiento deportivo, ambas con alzas interanuales del 8,1% y del 5,5%, respectivamente.

 

“Un mix positivo de los canales en los que operamos, un incremento de precios y un desarrollo positivo en las divisas ayudarán a contrarrestar la subida significativa de costes en la cadena de aprovisionamiento”, señalaba el grupo alemán Adidas a principios de mes tras presentar sus resultados anuales.

 

El grupo alemán no es el único que ha recurrido a esta medida para proteger su margen. Fast Retailing, matriz de Uniqlo, fue la primera gran empresa en anunciar abiertamente que subiría sus precios para contrarrestar la presión de los costes de materias primas y transporte el pasado enero.

 

Por su parte, Skechers se vio obligada a “realizar una subida de precios unitarios y de la media de precios de venta” como consecuencia del incremento de los costes. Pese a ello, la compañía tiene previsto alcanzar unas ventas de 10.000 millones de dólares en 2026. Fuente: palco23

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Especial Campos de Golf: APERTURA PROGRAMA COMPETITIVIDAD TURÍSTICA 2022 –  CÁMARA DE COMERCIO DE MÁLAGA

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Le informamos de la próxima apertura del Programa de Competitividad Turística 2022, cuyo objetivo es la mejora competitiva del sector turístico así como la concesión de ayudas económicas a las pequeñas y medianas empresas de la demarcación de la Cámara de Comercio de Málaga, cofinanciado por el Fondo Europeo de Desarrollo Regional (FEDER) y la Diputación de Málaga.

 

REQUISITOS PARA SER BENEFICIARIO:

 

  • Ser una Pyme, según la definición recogida en el anexo 1 del Reglamento (UE) nº 651/2014 de la Comisión, de 17 de junio de 2014 o autónomo.

 

  • Estar dada de alta en el Censo IAE, en alguno de los siguientes epígrafes:

 

  • SECCIÓN PRIMERA: Epígrafes 67, 68, 72, 73, 755, 854, 855, 933.9 (En este grupo solo podrán ser empresas beneficiarias las que desarrollen la actividad de enseñanza de idiomas en territorio nacional en local determinado), 966, 967 (En este grupo solo podrán ser empresas beneficiarias, las que desarrollen la actividad de campos de golf), 968, 969 y 98.

 

  • SECCIÓN SEGUNDA: Epígrafes 52, 59, 882 Y 883

 

(Independientemente de los citados epígrafes del IAE en los que estén dadas de alta, quedan exceptuadas aquellas empresas que operen en los sectores de la pesca, la agricultura, el carbón y la producción primaria de los productos agrícolas que figuran en la lista del Anexo I del TFUE) Cumplir el resto de requisitos que marca la convocatoria.

 

Plazo solicitud: del 23 de marzo a las 09:00hrs hasta el 20 de mayo a las 14.00hrs. Plazas limitadas. Las solicitudes se evaluarán por estricto orden de llegada.

Documentación y convocatoria: https://sede.camara.es/sede/malaga/tramites/TR0000004124

 

Este programa está cofinanciado por el Fondo Europeo de Desarrollo Regional (FEDER), la Diputación de Málaga y la Cámara de Comercio de España.

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imaster.golf sigue revolucionando la gestión de clubes de golf y contribuye a la digitalización masiva del sector del golf español

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La plataforma imaster.golf es el software de gestión líder para campos de golf en España. Con una presencia en más de 250 campos, la herramienta de gestión es la preferida por los clubes españoles gracias a su fiabilidad, flexibilidad y continua innovación y adaptación a las necesidades de sus clientes.

 

Las diferentes herramientas tecnológicas que posee la plataforma permiten realizar las reservas a los socios, a los clientes finales de campos comerciales, a las agencias y hoteles locales, así como a los principales turoperadores de Europa. De esta manera la plataforma contribuye de manera muy activa a la digitalización del sector del golf en España.

 

Sólo en 2021, y teniendo en cuenta que el sector se vio muy afectado por la pandemia, imaster.golf registró un total de 1.608.886 de green fees on line gracias a su sistema de reservas. 

 

Empezando el año 2022, solo en los meses de enero y febrero, imaster.golf ya ha registrado un total de 388.461 green fees on line, lo que apunta a una previsión de crecimiento para 2022 en un 50% más que en 2021, con una venta de 2.5 millones de green fees online.

 

La continua innovación y desarrollos que implanta imaster.golf mes a mes son la base para la transformación digital de los clubes de golf.

 

imaster.golf ofrece una herramienta de gestión fiable y flexible, capaz de responder a todo tipo de demandas para que los clubes puedan establecer relaciones dinámicas con sus clientes, cuyo nivel de exigencia se eleva año tras año. Su objetivo es simplificar la gestión de los clubes de golf, contribuir a la digitalización del sector y ayudar a sus clientes a conseguir y superar sus objetivos.

 

Los clubes de golf españoles que tienen implantada esta tecnología presentan una ventaja significativa sobre aquellos que carecen de ella. Un dato que se ve reflejado en su cuenta de resultados.

 

Ricardo Pascual, Director General de la compañía, expresa su satisfacción “por los resultados obtenidos pero, sobre todo, por la imparable tendencia experimentada desde hace ya muchos años. Fuimos los pioneros con las reservas on line en España, implantando ya en 2005 una primera herramienta en el Centro Nacional, lo que en aquel entonces, en términos tecnológicos, era la prehistoria. Pues bien, desde entonces, gracias a la confianza de los clientes, hemos ido aportando nuevas herramientas con objeto de responder a las crecientes exigencias de un mercado que tiende a convertir las reservas de green fees por otro tipo de vías en simplemente testimoniales”. 

 

Descubre más sobre el software líder de gestión en España: https://www.imaster.golf

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El fitness apuesta por Instagram: hasta un 84% de los gimnasios en España ya tienen un perfil

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Instagram gana terreno en el fitness.  La popularidad en el uso de Instagram continua aumentando año tras año y, en 2021, y ya lo usan un 84,3% de los gimnasios de España, frente al 73,8% de 2020, según el último Informe sobre el Uso de la web y redes sociales en el Fitness en España 2021, realizado por el Grupo de Investigación en Gestión e Innovación en Servicios Deportivos, Ocio, Recreación y Acción Social de la Universidad de Sevilla, y la Agencia para la Gestión, Investigación e Innovación en Servicios Deportivos en colaboración con la consultoría deportiva Valgo.

 

El estudio también señala que el 87,8% de las cadenas y centros fitness analizados poseen página web corporativa, aunque Facebook es la red social más popular, puesto que el 87,2% de las empresas analizadas poseen una fanpage en la red social, pero se estrecha la distancia con Instagram.

 

De las entidades analizadas, sólo un 15,1% tienen perfiles oficiales en TikTok. El informe señala que algunos centros como Anytime Fitness, McFit o Brooklyn Fitboxing tienen perfil en la red social china, pero sólo en su versión inglesa, por lo que no se podría considerar que disponen dicha red social en España.

 

Por otro lado, hasta un 48,5% de las empresas del sector utilizan Facebook y Twitter, mientras que usan Facebook e Instagram hasta un 78,5% y un 45,4% usa las tres redes sociales.

 

El promedio de seguidores de las fanpages de Facebook resultante de las empresas analizadas es de 35.457 seguidores.  En Twitter, la cifra es de 1.570 seguidores, mientras que en Instagram alcanza los 10.355 seguidores.

 

Por otro lado, el engagement obtenido de las empresas activas de Facebook es de 12,6 puntos según el método de análisis Rival IQ, por debajo del 27,6 puntos del año pasado, mientras que en las otras redes sociales, el engagement es parecido al del año del Covid-19. De los perfiles activos, Instagram es la red social que ha proporcionado un mayor engagement, seguida de Facebook y Twitter. Fuente: Palco23

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La patronal del fitness exige medidas ante la subida de costes de la energía

Posted in Actualidad 2022

La Federación Nacional de Empresarios de Instalaciones Deportivas (Fneid) demanda a las administraciones una reducción en los precios del gas y la electricidad. Estos costes se han triplicado en las últimas semanas y actualmente suponen el 30% de los gastos totales de los centros deportivos.

 

El gasto en estos suministros supone ya para los gimnasios el segundo coste más alto de todo su presupuesto, adelantando a las partidas por el alquiler y solamente superado por el gasto en personal.

 

Desde la patronal de gimnasios se reclaman medidas concretas para aplacar la subida del coste de suministros, además de volver a reivindicar una de sus viejas demandas: la reducción del IVA a los servicios deportivos prestados a personas físicas.

 

Actualmente, muchos centros están optando por cerrar sus piscinas aclimatadas, debido al inmenso gasto energético que supone mantenerlas en temperatura caliente. La solución que están implantando otros centros es la de bajar un grado la temperatura del agua. “Un grado equivale a un 7 % en consumo de gas, que es cómo funcionan la inmensa mayoría para calentar las piscinas, el agua de las duchas o el spa”, sostienen desde la patronal.

Otros centros optan por reducir los aforos para no tener que mantener conectadas a la corriente eléctrica todas las máquinas. Esta opción es arriesgada para un sector aún en recuperación, que perdió 1.100 millones de euros en los meses de pandemia, el equivalente al 44% de su negocio en España.

 

“Desde el inicio de la pandemia, con el cierre de la actividad primero y las restricciones posteriores que hemos sufrido, no hemos logrado recuperar las cifras de facturación previas al Covid-19 en ningún momento” explica Alberto García Chápuli, gerente de Fneid. “Si a esto le sumamos una factura energética del todo insostenible, hace que la situación sea realmente complicada”, añade.

 

Por su parte, la patronal catalana del Fitness también ha exigido al Gobierno catalán, a través de la patronal Pimec, que reduzcan los impuestos de la factura eléctrica. Además, han reclamado que se fije un precio máximo legal a la energía, que se desvincule el precio de la electricidad del del gas y que el gobierno se implique directamente en una transición a fuentes de energía más económicas que les hagan independiente de los oligopolios. Fuente: Palco23

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De la econometría de las redes sociales al ‘phygital’, las tendencias del márketing deportivo

Posted in Actualidad 2022

Aumentar la calidad de los seguidores en redes sociales, integrar el mundo digital al físico o la forma de retransmitir eventos. Son algunas de las nuevas tendencias del patrocinio deportivo que apunta el informe Principales Tendencias en Márketing Deportivo Horizonte 2025, elaborado por el Comité de Expertos de Márketing Deportivo de la Asociación de Márketing de España (Amkt) y presentado ayer en Madrid.

 

Según el estudio, las actividades phygital cobrarán aún más importancia en 2025, ya que el 70% de los líderes de la industria deportiva encuestados por PwC identificaron la gamificación de deportes físicos, integrando la interacción física con la digital, como una oportunidad mayor que los videojuegos a la hora de conectar con los aficionados. Además, un 61% de los fans encuestados compraría más productos si tuviese la posibilidad de reservarlos con antelación (como comprar un hot dog antes de llegar al estadio o la bufanda de tu equipo).

 

Para lograr una mayor visibilización a través de las properties, las marcas deben introducir un contenido diferencial que capte al cliente o espectador. Así lo creen el 72% de los directivos de empresas deportivas encuestadas, ya que existe la necesidad, en acuerdos de patrocinio, de que las activaciones y el propio partnership generen un contenido versátil que sirva para activar más allá de las iniciativas específicas de activación (entre ellas, la visibilidad de marca o el hospitality).

 

 

Es de especial relevancia apuntar que los expertos del Cemde valoran de forma sustancialmente mayor la calidad de los seguidores en redes sociales (2,34 puntos sobre un total de 3 puntos) que la cantidad de los mismos (0,86 puntos). Las iniciativas más relevantes para lograr un mayor engagement residen en facilitar las relaciones con las comunidades de fans (mejorando onsite) y facilitar la comunicación de los aficionados con el equipo o atleta.

Según el Instituto Nacional de Estadística (INE), la mayor parte del presupuesto de los hogares españoles asociado al deporte se gasta en la participación o la práctica deportiva (67,8 %), mientras que únicamente el 9,7% va dirigido a la asistencia a eventos deportivos.

 

 

Uno de los principales retos del márketing deportivo de cara a los próximos tres años reside en la medición de audiencias en un entorno de plataformas de acceso a contenido audiovisual deportivo más complejo y sofisticado. Esto se debe a la pérdida de relevancia que han sufrido los medios lineales frente a las OTT agregadoras como Movistar+ o plataformas digitales como Twitch.

 

 

Es el caso del streamer Ibai Llanos, que, mediante su índice de acceso a la audiencia, ha aprovechado la oportunidad de adquirir los derechos de emisión de grandes eventos deportivos junto a Kosmos. Este tiene la ventaja de poder conocer mejor al consumidor que la televisión lineal y, al mismo tiempo, busca ampliar su gama de servicios durante la emisión para aumentar ingresos por cliente (merchandising o experiencias diferenciales).

 

 

Hoy el consumidor tiene mayor poder de decisión y es menos leal que nunca: según el estudio, este año se prevé que al menos 150 millones de suscripciones de pago de streaming video on demand (Svod) serán canceladas, con churn rates (tasas de abandono) de hasta un 30% por mercado. A pesar de ello, habrá más suscripciones que cancelaciones, si bien las tasas de abandono elevadas deberían reducirse para que las empresas generadoras de contenido sean rentables.

 

“Hacer sentir al aficionado que forma parte del colectivo es lo más importante ahora mismo, porque, de este modo, le conocemos mejor y podemos ofrecerles un producto más acorde a sus intereses”, comentó durante la presentación del informe Sergio Friede, jefe de márketing y crecimiento NBA EME.

 

“El consumidor es menos leal que nunca, por lo que debemos definir bien nuestra estrategia para captar su valioso tiempo y atención”, ha matizado Susana Gaytán, directora adjunta de márketing y comunicación del Comité Paralímpico Español (CPE). En este sentido, la aparición de historias y documentales sobre deportistas y properties crean un nuevo interés para el espectador que, después de consumir el producto más personal, se siente atraído por la competición deportiva a la que pertenece.

 

“Estamos ante un momento en el que se ha incrementado de forma notoria la profesionalización del patrocinio, tanto por parte de la empresa que pretende ofrecer el servicio como de las properties deportivas”, ha señalado Carlos Cantó, vocal de la asociación de márketing. Fuente: Palco23

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El deporte dos años después: cómo el Covid-19 ha cambiado el negocio, el ‘show’ y los fans

Posted in Actualidad 2022

Dos años desde que cambió la historia. El 14 de marzo de 2020, el Gobierno hizo uso del mecanismo previsto en el artículo 116 de la Constitución y activó el estado de alarma con el objetivo de “garantizar la protección de la salud de los ciudadanos, la contención de la enfermedad y el refuerzo del sistema de salud pública”, según el Boletín Oficial del Estado (BOE).

 

A lo largo de estos dos años, la propagación del Covid-19 ha tenido consecuencias múltiples, afectando tanto al ámbito deportivo, social y económico, obligando a las entidades deportivas a reinventar su forma de captar nuevos ingresos mientras paraban por completo su actividad diaria.

 

 

Fútbol: restricciones, Superliga Europea y fan tokens

Con el estallido de la pandemia, los estadios se quedaron, de un día para otro, vacíos. Tras un año entero sin público y varias idas y venidas en las restricciones, finalmente los fans pudieron regresar definitivamente el pasado mayo. Pese a ello los ingresos de los clubes continúan lejos de los niveles previos al estallido de la pandemia.

 

El fútbol profesional español cerró la temporada 2020-2021 con un volumen de negocio global de 3.655 millones de euros, con un descenso del 15,4% respecto a la temporada 2019-2020. Según informa el Observatorio Sectorial DBK de Informa, para la temporada 2021-2022, las previsiones de los clubes pasan por ingresar un total de 3.000 millones de euros, un 2,3% más que la pasada campaña.

 

Los cierres provocados por la pandemia pusieron de manifiesto la necesidad de diversificación de ingresos, ya que los clubes dejaron de ingresar por el del matchday, que suponía entre el 10% y el 20% de la facturación total. Los equipos apostaron por dar mayor relevancia a la digitalización y a los acuerdos de patrocinio, en los que se coló un nuevo actor, los fan tokens.

 

Para aprovechar la fidelidad de los aficionados como medio de financiación, los clubes recurrieron sucesivamente a los criptoactivos, sobre todo, después de la entrada en vigor de la prohibición de la publicidad de casa de apuestas en el sector del fútbol.

En pleno contexto de pandemia, además, el sector vivió una de sus mayores brechas con la creación de la Superliga europea, un proyecto cuyo anuncio suponía una afrenta a la Uefa y a las competiciones nacionales de fútbol, que contaba con el respaldo de los doce pesos pesados del fútbol europeo.

 

Pese a la desvinculación de nueve de los doce equipos fundadores, la Superliga siguió avanzando en la creación de su estructura jurídica con el objetivo de no ser atacada por organismos como la Uefa o la Fifa, que, desde la creación del proyecto, amenazaron a sus fundadores y trataron de terminar con el proyecto. Actualmente, la disputa por el dominio del fútbol europeo sigue librando sus batallas en los juzgados.

 

La categoría femenina del deporte rey, con años de retraso respecto al desarrollo económico en comparación con otros deportes, se mantuvo pendiente de ganar visibilidad en un momento donde se vivió una situación complicada. A pesar de considerase oficialmente como profesional por el Consejo Superior de Deportes (CSD) en 2021, no hubo acuerdo entre clubes para establecer los estatutos de la nueva competición. Está previsto que hoy se aprueben los estatutos por parte del CSD.

 

Por su parte, LaLiga vendió sus derechos audiovisuales en España para los próximos cinco años a Telefónica y Dazn por 4.950 millones de euros. Además, para asegurar la modernización de sus clubes, la patronal llegó a un acuerdo el pasado agosto con el fondo británico CVC Capital Partners para inyectar 1.994 millones de euros en la entidad a través de una cuenta en participación.

 

El CSD rescata a la ACB y la Asobal

El Consejo Superior de Deportes (CSD), que ejerce las competencias de la Administración General del Estado en ámbito deportivo tuvo que salir al rescate de dos de las competiciones deportivas más relevantes en España: la ACB y la Asobal pidieron al CSD un rescate debido a la merma de ingresos por la ausencia del público en sus estadios y pabellones.

 

Antes, la presidencia del organismo registró un relevo, ya que Irene Lozano, que apenas estuvo un año al frente del CSD, dejó la Secretaría de Estado para el Deporte para poner rumbo a la política madrileña. Su relevo, José Manuel Franco, trabajó durante todo el año en la creación de una nueva Ley del Deporte, para sustituir a la aprobada en 1995 y con el objetivo de actualizar la situación jurídica de la actividad física y el deporte dentro de las competencias que ostenta el Estado y adaptar la regulación a los nuevos tiempos.

 

El fitness coge músculo de forma paulatina

El sector del fitness acusó los cierres obligados por el Covid-19. Pese a ello, las grandes compañías se digitalizaron y ofrecieron entrenamientos y contenidos para mantener activos a sus abonados, cuando tuvieron que cambiar el gimnasio por el salón de sus casas.

 

Tras la vuelta a la presencialidad, los gimnasios no lograron llenar sus centros por dos motivos: las restricciones de aforo y el miedo de los clientes a infectarse de Covid-19. No fue hasta principios de 2022 que muchas comunidades autónomas eliminaron las limitaciones de aforo en los centros deportivos.

 

El 2021 terminó como un año en el que las cadenas de fitness comenzaban a recuperarse, si bien no llegaban a las cifras pre-Covid. Según BDO, la facturación del sector creció un 24% en comparación con 2020. De cara al curso actual, algunas de las cadenas subirán la velocidad de su expansión en el territorio con la ejecución de nuevas aperturas. Es el caso de la neerlandesa Basic-Fit, que tiene previsto registrar un crecimiento anual del 58% y abrir hasta 44 nuevos gimnasios en España. Fuente: www.palco23.com

 

Dos años desde que cambió la historia. El 14 de marzo de 2020, el Gobierno […]

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La Federación Internacional de Pádel y el dueño del PSG lanzan un nuevo circuito

Posted in Actualidad 2022

Día histórico para el pádel. La Federación Internacional de Pádel (FIP), el órgano rector del pádel, ha anunciado hoy el lanzamiento de un nuevo tour oficial de pádel. La gira mundial estará completamente regulada por la FIP, apoyada por los mejores jugadores del mundo y cuenta con Qatar Sports Investments (QSI), el dueño del Paris Saint-Germain (PSG), como inversor. Este será el único tour oficial para el deporte del pádel y aparece en el mapa competitivo como la gran amenaza al negocio de World Padel Tour.

 

El circuito de pádel se basará en un calendario mundial totalmente nuevo, con competiciones internacionales y nacionales, e incluirá cuatro eventos de la máxima categoría, a menudo denominados major, que tendrán lugar en ubicaciones espectaculares de alrededor del mundo.

 

Se han programado al menos diez torneos para cada uno de los años 2022 y 2023, comenzando con el primer torneo major en marzo, cifra que aumentará hasta superar los 25 torneos al año en 2024. Las fechas, los lugares, los premios en metálico, las marcas, los patrocinadores, las retransmisiones y los demás detalles se desvelarán próximamente.

 

El nuevo tour es el único oficial bajo la gobernanza y la regulación de la FIP, incluyendo el beneficio de contar con el sistema oficial de clasificación de jugadores de la FIP. El tour también estará bajo los auspicios de la amplia comunidad deportiva internacional y de las instituciones.

 

Bajo el liderazgo de la FIP, la competición supondrá la profesionalización y la globalización del deporte, cuenta con el apoyo total de los principales jugadores del mundo, representados por la Asociación de Jugadores Profesionales (PPA, por sus siglas en inglés).

 

Para impulsar esta transformación del pádel se ha creado una nueva empresa comercial que se centrará en áreas clave como: la organización internacional del circuito; un nuevo modelo de negocio comercial (revisión de los ingresos digitales, de los medios de comunicación, y de los derechos de patrocinio); una marca global nueva y dinámica para el pádel y sus circuitos; la mejora del bienestar de los jugadores, la infraestructura deportiva y el dinero de los premios; y, en general, la revolución del éxito comercial a largo plazo y la visibilidad del deporte.

 

Desde el punto de vista de la gobernanza, los representantes de los jugadores formarán parte de varios comités en la nueva empresa comercial, ayudando directamente a dar forma al futuro de su deporte.

 

“Hoy es un día histórico para el pádel, que por primera vez estará totalmente regulado y profesionalizado a nivel mundial”, ha subrayado Luigi Carraro, presidente de la FIP, “Por fin, nuestro deporte tiene la libertad de forjar su propio destino; y bajo el gobierno de la FIP desarrollaremos el pádel en todos los rincones del mundo, a todos los niveles, incluyendo el pádel de iniciación, amateur, juvenil y profesional”, ha añadido. Fuente: Palco23

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Playtomic compra la suiza GotCourts para crecer en el centro de Europa

Posted in Actualidad 2022

Playtomic sigue creciendo. La plataforma española de reservas de pistas de tenis y pádel ha adquirido la empresa suiza GotCourt, con el objetivo de crecer en el centro de Europa. La operación llega después de que la empresa madrileña fundada en 2017 por Pedro Clavería, Félix Ruiz y Pablo Carro levantara 56 millones de euros en diciembre, a través de una ronda liderada por el fondo GP Bullhound, su cofundador Félix Ruiz, la británica Claret Capital Partners y la sueca Optimizer Invest, según ha adelantado Cinco Días.

 

Actualmente, la compañía tiene presencia en 34 países y ha comprado plataformas más pequeñas especializadas en deportes de raqueta en Estados Unidos, Suecia, Reino Unido, Bélgica, Italia y Portugal. La empresa cerró 2021 con más de un millón de reservas de pistas en su plataforma, el triple que el año anterior.

GotCourts, fundada en 2014 y que opera en Suiza, Alemania y Austria, se suma ahora a la carta de la empresa. La plataforma adquirida tiene más de 300.000 usuarios registrados y conecta con más de 600 clubes a través de su plataforma de gestión de recintos deportivos. El equipo actual de la empresa dirigida por Diego Seitz  y Cédric Escher se unirá al equipo de Playtomic, en calidad de oficina regional y seguirá impulsando su expansión en los mercados donde opera.

 

Tras esta operación, Playtomic conecta a más de 4.600 clubes con más de un millón de jugadores. La empresa planea seguir invirtiendo en su expansión en Europa y otras geografías y no descarta efectuar más adquisiciones.

 

Con el boom del pádel y otros deportes a través de los que se puede reservar pista mediante la app, la empresa española, especializada en la gestión de reservas en instalaciones deportivas, preveía llegar a cien millones de euros de facturación este 2021.

 

La compañía, que ya captó 11,3 millones de euros en anteriores rondas de financiación, ha desarrollado la app que permite al usuario realizar reservas en más de 3.000 pistas de tenis y pádel gestionadas por más de 3.000 clubes. De esta forma, se pone en contacto directo al practicante con el complejo deportivo. Fuente: Palco23

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Los eSports, el motor del patrocinio deportivo en los próximos cinco años

Posted in Actualidad 2022

Los eSports toman el mando de los patrocinios deportivos. El sector que hace años que se encuentra en pleno crecimiento será el que más influya en la activación del patrocinio deportivo en los próximos cinco años.

 

Así lo demuestra el Barómetro de Patrocinio Deportivo 2021, elaborado por Spsg Consulting, en el que se expone que el sector de los deportes electrónicos ha incrementado su presencia un 42% en los últimos cinco años en el patrocinio deportivo.

 

Además de los eSports, durante los próximos años el márketing deportivo incluirá también de forma más activa elementos como el big data, los fan tokens, los non-fungible tokens (NFT’s) o blockchain.

 

Tanto las marcas patrocinadoras, como las properties consultadas, coinciden en que el peso de la publicidad en la televisión tradicional decaerá en los próximos años. Sin embargo, las OTT como Dazn o Netflix y las redes sociales como Twitter o Instagram serán el nuevo foco del patrocinio deportivo.

Más allá de la visibilidad de marca, el objetivo de las empresas radica en mejorar su reputación. Además, la generación de contenido único-diferencial para los sponsors y el hospitality, así como la presencia en redes sociales se consolidan entre los mayores atractivos del deporte para las marcas a la hora de decidir patrocinar.

 

A largo plazo, según los patrocinadores, la gobernanza de las properties del deporte aumentará considerablemente. Los fondos de inversión serán quienes obtengan un mayor incremento, seguidos de empresarios inversores y los conglomerados empresariales.

 

Polonia, España e Italia son los baluartes de los deportes electrónicos de Europa en términos de penetración. El primero tiene una tasa de penetración del 52%, mientras que en España es del 49%, y en Italia, al 48%, con aproximadamente la mitad de todos los consumidores que han visto deportes electrónicos al menos una vez en el pasado y aproximadamente uno de cada tres consumidores los consume regularmente.

 

Marcas como RedBull, Coca-Cola, Pepsi o Intel cuentan con una importante presencia en el sector de los deportes electrónicos, puesto que patrocinan competiciones como ESL Overwatch League o la Copa del Mundo de Fortnite. Fuente: Palco23

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El empleo en el deporte asciende un 9,6% en 2021 y cierra el año con 224.000 profesionales

Posted in Actualidad 2022

El empleo en el sector deportivo termina el año con más trabajadores, aunque aún lejos de las cifras prepandemia. A cierre de 2021, las actividades deportivas, recreativas y de entretenimiento contaban con 224.000 ocupados, lo que supone un ascenso del 9,6% en relación último trimestre del año anterior, según los resultados de la Encuesta de Población Activa (EPA), publicada en el INE.

 

Aun así, las cifras siguen por debajo del número de profesionales empleados en el sector deportivo a cierre de 2019, cuando la pandemia aún no había irrumpido en España. Por aquel entonces, prácticamente 230.000 personas del sector deportivo contaban con empleo, un 2,2% más que a cierre 2021.

El aumento de empleo laboral estimado a finales de 2021 fue mayor entre las mujeres que entre los hombres, tanto en términos absolutos como relativos. A finales de curso, la cifra de hombres ocupados en el sector se situó en 129.000 trabajadores, con un alza del 2,7% en relación con el último trimestre del año anterior.

 

Entre las mujeres trabajadoras el ascenso interanual fue considerable, con un alza del 20%, hasta 95.000 empleadas. A cierre de 2020, el sector contaba con apenas 79.000 trabajadoras activas. La caída del empleo no recoge a los afectador por expedientes de regulación temporal de empleo (Erte), de modo que estos se consideran ocupados.

 

A escala general, la economía española ha recuperado el nivel de empleo que tenía antes del estallido de la pandemia y ha incrementado el número de ocupados en el último año en 840.700 personas, lo que supone un incremento del 4,3%. La cifra total de empleados se sitúa en 20,1 millones de personas, el mejor dato desde 2008. Fuente: Palco23

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El número de federados de golf en España se incrementa en 13.166

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El golf español concluyó el año 2021 con 284.954 federados, 283.363 de ellos amateurs y 1.591 profesionales, según los datos del recuento oficial realizado con fecha de 31 de diciembre.

Esta cifra supone un incremento absoluto de 13.166 licencias durante el pasado ejercicio, que en términos porcentuales es un 4,8% más que a primeros de año. Ambos registros, tanto el absoluto como el porcentual, constituyen un cambio positivo de tendencia en un periodo especialmente complicado por la crisis sanitaria del coronavirus.

La idiosincrasia del golf –practicado al aire libre y que establece de manera natural las distancias de seguridad- y el establecimiento de un protocolo -que permitió en su momento restablecer desde el primer momento la práctica de este deporte- han constituido un reclamo para numerosas personas, que encuentran en el golf una actividad saludable tanto desde el punto de vista físico como psicológico.

Este aumento de licencias de golf constituye el tercer año de crecimiento consecutivo, rompiendo con ello una prolongada racha de nueve años seguidos de decrecimiento experimentado en el periodo comprendido entre 2010 y 2018, coincidiendo con buena parte de la prolongada crisis económica y cambios sociales que han condicionado durante muchos años el desarrollo de sectores muy diversos de la sociedad española.

En 1990 había 45.000 jugadores en España; el listón de los 100.000 se rebasó en 1996; se registraron 200.000 en los primeros meses de 2002; a mediados de 2004 se contabilizaron 250.000 y a finales de 2006 se superó la barrera de los 300.000 federados. El pico máximo de número de licencias se produjo en 2010, cuando hubo 338.588 federados, iniciándose desde entonces el proceso de curva de inflexión descrito anteriormente.

Mujeres y cantera del golf en España

Hay que destacar que el número de licencias femeninas se sitúa en la actualidad por encima de las 79.000, lo que supone un 27,9 % del total de licencias de golf en España.

De todas ellas, 44.471 corresponden a mujeres mayores de 50 años, 22.465 a mujeres comprendidas entre 21 y 50 años y 12.060 a menores de 21 años, con mención especial para las 8.547 menores de 16 años.

Entre los más jóvenes, resaltar que la cantera del golf español se asienta sobre 24.600 niños y niñas menores de 16 años -casi 36.000, en concreto 35.938, si se extiende el rango de edad hasta los 21 años-, lo que en términos porcentuales supone el 8,6 % o el 12,6 % del total de federados, respectivamente.

Destacar en este caso que continúa ampliándose poco a poco la base del golf español, ya que a primero de 2015 había 21.530 menores de 16 años -33.682 hasta los 21 años-, lo que en términos porcentuales suponía entonces el 7.6 % o el 11.9 %, respectivamente, un proceso de pausado crecimiento que coincide con la progresiva y paulatina implantación del Programa Golf en los Colegios, la Friends Cup y diversas acciones de promoción entre los más jóvenes que desarrollan conjuntamente RFEG, Federaciones Autonómicas y Clubes desde hace ya varios años.

Datos por Comunidades Autónomas

Si durante 2015 todas las Comunidades Autónomas registraron números rojos en el apartado de licencias, en 2021 todas -a excepción de las ciudades autónomas de Ceuta y Melilla, que han perdido 2 y 15 federados, respectivamente- han terminado en positivo, algunas de ellas con variaciones ciertamente importantes.

En términos absolutos, Madrid, con 87.685 federados, concentra el 30,8 % del total de licencias, seguida de Andalucía, con 48.207, y Cataluña, con 28.396, aglutinando por su parte el 16,9 % y el 9.9 % del total de federados, respectivamente.

Comunidad Valenciana (19.791), País Vasco (17.623), Castilla y León (13.696) y Galicia (11.455) son las otras Comunidades Autónomas que superan la barrera de los 10.000 federados.

La que más licencias ha sumado durante el ejercicio de 2021 ha sido Madrid, 4.725 federados (un 5,7% más), seguida de Andalucía (2.602 federados, un 5,7% más), Comunidad Valenciana (733 federados, un 3,8% más), Castilla y León (723 federados, un 5,6% más), Cataluña (679 federados, un 2,4% más), Galicia (616 federados, un 5,7% más) y País Vasco (608 federados, un 3,6% más), donde las campañas de promoción han sido especialmente efectivas.

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Playtomic levanta 56 millones en una ronda liderada por GP Bullhound

Posted in Actualidad 2021

Playtomic levanta 56 millones de euros. La aplicación social y de reservas de tenis y pádel ha levantado 56 millones de euros en una ronda liderada por GP Bullhound y en la que también han participado el cofundador de la compañía, Félix Ruiz (cofundador de Tuenti), y las firmas Claret Capital Partners y Optimizer Invest.

Playtomic, con sede en Madrid y presencia en 34 países, destinará esa cantidad a ampliar su plantilla, pasando de 150 trabajadores a 250 trabajadores, así como a continuar con el desarrollo de soluciones SaaS para clubes deportivos y un servicio de suscripción premium.

En noviembre de 2021, las reservas mensuales de pistas en la app de Playtomic y en sus plataformas recientemente adquiridas superaron el millón, aproximadamente el triple de las reservas registradas un año antes. También está añadiendo funciones sociales a una comunidad de más de un millón de usuarios activos mensuales.

Además, la compañía también continuará invirtiendo en su expansión internacional. En los últimos años, ha adquirido varios rivales de menor tamaño en Estados Unidos, Suecia, Reino Unido, Bélgica, Italia y Portugal. Fundada en 2017 por Ruiz, Pedro Clavería y Pablo Carro, comenzó como una aplicación de reserva de pistas de pádel y posteriormente se extendió a otros deportes de raqueta y a deportes de equipo. “Con esta inyección de capital, dispondremos de recursos para seguir creciendo en Europa y Estados Unidos donde apoyaremos a los clubs para desarrollar su negocio con iniciativas muy innovadora”, ha señalado Ruiz.

La empresa española, especializada en la gestión de reservas en instalaciones deportivas, prevé llegar a cien millones de euros de facturación este 2021. Con el boom del pádel y otros deportes a través de los que se puede reservar pista mediante la appla compañía ha registrado en 2021 más de un millón de usuarios activos mensuales, dando servicio a más de 3.000 clubes deportivos repartidos por 35 países.

La compañía, que ya captó 11,3 millones de euros en anteriores rondas de financiación, ha desarrollado la app que permite al usuario realizar reservas en más de 3.000 pistas de tenis y pádel gestionadas por más de 3.000 clubes. De esta forma, se pone en contacto directo al practicante con el complejo deportivo. Fuente: Palco23

 

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El coste laboral en el deporte aumenta un 11% y alcanza su máximo en siete años

Posted in Actualidad 2021

El coste laboral en el deporte bate récords. En el tercer trimestre, cada trabajador supuso un coste para su empresa de 1.833 euros de media al mes, un 10,9% más que en el trimestre anterior, según la Encuesta Trimestral del Coste Laboral publicada hoy por el Instituto Nacional de Estadística (INE).

Se trata de la cifra más alta de los últimos siete años, cuando, por entonces, en el segundo trimestre de 2014, el trabajador del sector deportivo supuso un coste de 1.872 euros por mes a las empresas.

En términos interanuales, el coste laboral en el deporte se ha incrementado un 1,7% respecto a 2020, cuando la pandemia del coronavirus sacudió el sector deportivo y la mayoría de los empleados estuvieron afectados por los expedientes de regulación de empleo (Erte).

Los otros costes (las percepciones no salariales) aumentaron en el tercer semestre un 9,3%. Su principal componente, las cotizaciones obligatorias a la Seguridad Social, crecieron también un 35,4%.

En términos generales, el coste laboral de las empresas se situó en 2.648,87 euros por trabajador y mes en el tercer trimestre, con un incremento del 4,9% respecto al mismo periodo de 2020.

Por comunidades autónomas, el coste laboral en la Comunidad de Madrid y País Vasco supera en más de 400 euros la media nacional. En Extremadura y Canarias el coste es inferior a la media en la misma cantidad.

La Encuesta Trimestral de Coste Laboral (Etcl) es una operación estadística continua de periodicidad trimestral cuyo objetivo fundamental es conocer la evolución del coste laboral medio por trabajador y mes, del coste laboral medio por hora efectiva de trabajo y del tiempo trabajado y no trabajado. La encuesta se realiza a 28.500 establecimientos, con una encuesta exhaustiva para aquellos de más de 500 trabajadores. Fuente: Palco23

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El metaverso, una nueva oportunidad de negocio para el deporte

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World of Warcraft, Minecraft o Los Sims, pero evolucionado. El metaverso, o dicho de otro modo, espacios virtuales donde los usuarios pueden realizar diferentes actividades, se presentan como la nueva oportunidad del deporte, un nuevo mundo en el que hay un sinfín de oportunidades para llegar y monetizar al aficionado, a esta generación millenial o Z tan complicada de alcanzar para el sector.

Muy simplificado, el concepto engloba desde videojuegos como Fortnite, plataformas para realizar reuniones en remoto mediante realidad aumentada o mundos virtuales donde los propios usuarios pueden comprar terreno, construir casas o ir de compras. Las posibilidades para una marca de deporte van desde vender sus propios productos (NFT) hasta abrir una tienda, realizar una competición u ofrecer un servicio de atención al cliente.

De hecho, en el metaverso se borrarán las barreras geográficas, y sus usuarios podrán disfrutar junto con los amigos de un partido pese a estar separados en el mundo físico: por ejemplo, un usuario de Barcelona podría tomar algo en el metaverso con otro usuario de San Diego (Estados Unidos) viendo una competición virtual.

El usuario también podría tomarse fotos con estrellas del deporte o charlar con sus héroes en tiempo real, ir a un bar virtual para hablar con otros fans o, durante una competición, tener una vista panorámica de todo el juego o hacer zoom en cualquier perspectiva; además un usuario podría incluso entrar en un campo virtual o correr junto a los jugadores, abriendo uns nueva vía de monetización.

“La apuesta por el metaverso, y entiéndase esto en sentido amplio, dado que no existe un único metaverso global, y los que hay todavía están en fase prenatal, es un fenómeno mundial que ha permitido abrir la puerta a la web 3.0; esto es, la descentralización, y con ello, a dos de sus elementos piramidales: las criptomonedas y la tecnología blockchain; todo ello, ahora, producto de nuestra evolución tecnológica ha desembocado en un curioso denominador común: los metaversos”, aclara Emilio Hurtado, director de eSports y gaming de la consultora Auren.

El consultor asegura que, ante este hecho, son múltiples las organizaciones deportivas que han apostado por posicionarse en el futuro desarrollo de estas nuevas realidades alternativas y explorar todas las posibilidades económicas y empresariales que pueden surgir a su alrededor.

Recientemente, clubes como el Manchester City han anunciado la creación de sus propios metaversos futbolísticos. El equipo sky blue usuará este nuevo espacio para tener una réplica del Eithad Stadium e impulsar el negocio del entretenimiento deportivo. Por la misma línea, Virtway ha recreado el Camp Nou para organizar eventos virtuales en el metaverso y Shirtum está trabajando para llevar a los mejores talentos deportivos y clubes al espacio de NFTs y el metaverso. Otros ejemplos que ofrece Hurtado son el estudio de videojuegos Champions Games, que  ha desarrollado el primer juego de fútbol en metaverso, y MetaSoccer, un proyecto de NFT play-to-earn para que los amantes del fútbol puedan disfrutar de nuevas experiencias dentro de estos mundos virtuales.

Una de las grandes compañías que no ha querido perder comba del nuevo negocio es la compañía de Oregón. Nike tiene ya desde septiembre un responsable de metaverso, Eric Redmon, que trabaja en el departamento tecnológico de la compañía desde 2015 y que ha liderado proyectos como Nikeland, un espacio de la marca en la plataforma Roblox. Nike ha sido también una de las primeras compañías en solicitar el registro de su marca para activos digitales.

Su rival Adidas tampoco se queda atrás, la alemana compró el pasado noviembre terrenos en el metaverso The Sandbox y está desarrollando un nuevo proyecto de la mano de la marca de NFT Bored Ape Yacht Club, la serie de cómics digitales Punks Comic y la compañía de criptomonedas Gmoney.

Dan Ciocoiu-Muntiu, managing director de Accenture Interactive, considera que “hay nuevas necesidades y modelos de negocio emergen, lo que se traduce en una respuesta sin precedente por parte de la marcas para dar rienda suelta a la extensión del ser más allá del mundo físico, redefiniendo el concepto de propiedad y de bienes materiales”. “Grandes players del sector de la tecnología están alineando su visión para dirigir el futuro del metaverso, un mundo más allá de Internet basado en experiencias compartidas y productos digitales, en la que vamos hacia una nueva forma de relacionarnos online”, explica, recordando que “hasta ahora, se ha materializado fundamentalmente en la industria de retail o fashion y en la industria del gaming, aunque ya hay claros indicios de que el mundo del deporte se encuentra ya, oficialmente, a las puertas del metaverso”.

 

Pero, ¿qué hueco tiene aquí el deporte?

En este tipo de juegos, los usuarios pueden comprar artículos para personalizar sus avatares o añadir más opciones al juego. Vestir a tu avatar con una skin (literalmente, piel, en inglés) de una camiseta del Real Madrid o una armadura medieval tiene también un componente aspiracional, porque el resto de jugadores, con acceso a las mismas skins, saben cuánto has pagado por ello.

Hasta ahora, en la mayoría de juegos esa skin no era técnicamente propiedad del jugador: el usuario sólo pagaba por poder usarla, pero no era suya. Con la introducción de la tecnología blockchain, ahora sí es posible comprar y vender activos digitales (NFT) igual que si fueran artículos físicos. De esta manera, el propietario de una camiseta virtual, por ejemplo, podría usarlo para vestir a su avatar en cualquier plataforma, de la misma manera que en la calle puede llevarlo para ir al cine o a trabajar, y también podría venderlo.

Dos de los mayores metaversos que ya permiten intercambiar NFT son The Sandbox y Decentraland, ambas basadas en el blockchain Ethereum. En Decentraland, hay tres tipos de tokens o activos que se pueden intercambiar: Mana (la criptomoneda de la plataforma). Wear (que incluye prendas de vestir y otros artículos) y Land (terreno virtual). La plataforma está respaldada por más de veinte fondos de inversión y ha realizado colaboraciones con grupos como Samsung, Atari o el Gobierno de Corea del Sur.

En The Sandbox, hay cuatro tipos de tokens: Sand (la moneda de la plataforma), Assets (contenido creado por los usuarios), Games (juegos creados por los usuarios) y Land (terreno). The Sandbox ha colaborado con más de 165 marcas (incluyendo algunas de moda como Adidas) y está respaldada por SoftBank, que lideró una ronda de 93 millones de dólares.

Entonces, ¿cómo se puede capitalizar el metaverso en el sector del deporte? Para Hurtado, “las oportunidades de capitalización son infinitas, todavía no podemos vislumbrar todas las posibilidades que nos ofrece el metaverso precisamente, porque nos encontramos en un momento prenatal de su desarrollo”, asegura.

En este contexto, el consultor asegura que, con la experiencia adquirida hasta ahora, si podemos localizar esas nuevas líneas de capitalización para el sector deportivo. Entre ellas figuran la posibilidad de crear estadios de fútbol virtuales donde los aficionados puedan asistir de forma digital, implementar tiendas virtuales donde se puedan vender sus productos para los avatares de los consumidores, o bien, para su adquisición en el mundo real, la reducción de los costes de infraestructura para los equipos y ligas implementando sus oficinas digitales dentro de estos mundos virtuales, la posibilidad de experimentar con nuevas fórmulas de patrocinio basado en el product placement y el branded content 3.0, la creación de tokens que permitan mejorar el engagement con los seguidores del deporte, incluso, para capitalizar la actividad de los agentes de la industria, la creación de NFTs o la implementación de criptomonedas propias. “Es temprano aún para valorar todo este nuevo ecosistema en su amplitud, pero desde luego, por lo visto hasta ahora, parece prometedor”, valora.

Por otro lado, Ciocoiu-Muntiu cree que “el poder que tiene el deporte en vivo es indiscutible; pero este concepto está evolucionando hacia un modelo que se divide en varias capas de realidad”. “De la misma forma que el márketing del deporte tuvo que adaptarse a un mundo digital-first dirigido por el contenido, ahora llega el metaverso para poner todo el revés”, asegura, recordando que se puede instaurar “un nuevo modelo de realidad en el que lo real y lo virtual se entrelazan para ofrecer experiencias sociales mucho más inmersivas”. “Los especialistas en marketing deportivo deben contar con la tecnología adecuada en, la imaginación justa y el despliegue de 5G, para aprovechar la oportunidad que brinda el metaverso para ofrecer un nivel completamente nuevo de compromiso inmersivo entre las marcas deportivas y los fanáticos del deporte”, comenta.

En esta línea, el consultor recuerda que las experiencias suceden en más de un mundo y pone de ejemplo “la tan aclamada unión del Super Bowl de Verizon con Fortnite” y que hay un concepto nuevo del valor y la propiedad porque el auge de las NFT y las criptomonedas ha introducido “el concepto de valor independientemente de la existencia física”. Se prevé que el mercado mundial de bienes virtuales sea de casi 200.000 millones de dólares en 2025 y ya están volando ejemplos destacados como NBA Top Shot de Dapper Labs con más de un millón de usuarios o RtfktStudios, que se asocia con artistas digitales, vendiendo 3,1 millones de dólares. de NFT de zapatillas en unos siete minutos. “Desde Gucci y Balenciaga lanzando artículos específicos de moda, hasta juegos con propósitos específicos, como la adición excepcionalmente poderosa de EA Sports – Kiyan Prince en Fifa 21: no se trata de deportes electrónicos versus juegos, se trata de cultura y propósito”, argumenta.

¿Y ahora qué? ¿Qué ventajas puede tener el metaverso en comparación con otros canales? 

Según Hurtado, si algo se ha visto en los últimos años es que el propio consumidor de contenidos ha cambiado siendo, “más exigente, mejor informado y más tecnócrata; y lo más importante, busca nuevas propuestas que le hagan vivir una experiencia incomparable; y ahí está el reto del metaverso, en crear una experiencia única en sus usuarios”.

“El metaverso abre una nueva vía de comunicación para un consumidor muy concreto concreto como la generación Z, el éxito del desarrollo del metaverso, y por ende de la explotación del mismo, reside en su capacidad para fomentar las interacciones sociales y la creación de economía digital, unido al grado de realismo que los usuarios puedan vivir”, añade.

Por su parte, Ciocoiu-Muntiu cree que “es un nuevo canal de comunicación con usuarios que hasta ahora quizá las compañías no los tenían presentes en su cartera core de clientes y esto se traduce en un claro beneficio de captación y crecimiento sostenible”. “El metaverso representa una buenísima oportunidad de diversificación del negocio de las compañías apostando claramente por un canal digital que de por si presenta ventajas operativas cómo eficiencia en la operación y reducción de costes en la producción de los activos digitales necesarios para operar en el metaverso”, recuerda, insistiendo en que “una apuesta por la metaverso implica una apuesta por una transformación tecnológica impulsando cambios estructurales en las arquitecturas core de la misma”. Fuente: Palco23

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La fabricación de bicicletas se dispara un 62,4% en octubre

Posted in Actualidad 2021

La bicicleta sigue en fuga. La fabricación de bicicletas en España alcanzó en octubre un valor de 23 millones de euros, cifra que supuso un incremento del 62,4% en comparación con el mismo mes del año pasado. En los diez primeros meses del año, la facturación se ha disparado un 70,3%, hasta 199,1 millones de euros, según las cifras provisionales del Ministerio de Industria, Comercio y Turismo.

 

La fabricación continúa disparada, en septiembre creció un 45,4%, hasta 19,8 millones de euros, mientras que, en agosto, alcanzó un importe de 18,4 millones de euros, un 96,6% más que el mismo mes del año anterior, mes en el que también se superó la producción de 2020.

 

En el tercer trimestre del año la fabricación alcanzó un valor de sesenta millones de euros, cifra que supuso un incremento del 73,6% en comparación con el tercer trimestre del año pasado. En el primer trimestre del año, la fabricación aumentó un 39,3%, hasta 40,8 millones de euros, mientras que, en el segundo, lo hizo un 93,6%, hasta 75,3 millones de euros.

 

Por otro lado, el precio medio por bicicleta fabricada en octubre de 2021 fue de 776 euros, mientras que el precio medio por unidad en los primeros diez meses del año se situó en 728 euros.

El número de unidades fabricadas aumentó un 53% más en octubre, hasta 29.578 unidades, mientras que en los primeros diez meses del año se ha situado en 27.353 bicicletas, un 57,8% más. En el primer trimestre del año, las unidades producidas aumentaron un 31,8%, hasta 65.794 bicicletas, mientras que en el segundo trimestre se fabricaron 98.686 unidades, cifra que no se puede comparar con el mismo período del año pasado por el decreto de estado de alarma en el país que obligó a paralizar la producción. En el tercer trimestre España el aumento fue del 56,8% más, hasta 79.295 unidades.

 

También se sigue disparando el valor de sus unidades fabricadas, lo que significa que el sector apuesta más por la fabricación de un producto de alta gama: mientras el valor del producto fabricado va aumentado, el número de unidades no se va incrementando en la misma proporción.

 

Según los últimos datos de Ambe, en 2020, en España la facturación del sector se elevó un 39,39%, hasta alcanzar 2.607 millones de euros a causa del aumento de la demanda del ciclismo. La venta de bicicletas se incrementó un 24,10% en 2020, hasta alcanzar la cifra récord de 1,57 millones de unidades vendidas. Por otro lado, el precio medio de la bicicleta aumentó hasta 21,7%, hasta alcanzar 865 euros, importe que se apoya en el crecimiento de la venta de los modelos eléctricos con un precio medio de 2.648 euros por bicicleta. Fuente: Palco23

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El gigante Topgolf desembarca en España de la mano del expresidente de Telepizza

Posted in Actualidad 2021

Topgolf desembarca en España. La compañía de campos de golf, propiedad de Callaway, ha constituido su filial en el país. Pablo Juantegui, expresidente no ejecutivo de Food Delivery Brands Group (grupo propietario de Telepizza y Pizza Hut), estará al frente del negocio. Según consta en el Boletín Oficial del Registro Mercantil (Borme), el ejecutivo ha sido nombrado administrador único de la sociedad, que ha comenzado a operar en el país desde el pasado 24 de noviembre.

 

La nueva sociedad, constituida con un capital de 3.000 euros y con sede en el número 10 de la calle Naciones de Madrid, tiene como objeto social la actividad deportiva y gestión de instalaciones deportivas relacionadas con el golf y gestión de sus licencias y las actividades deportivas como actividad principal.

 

El pasado 1 de octubre Juantegui acabó su mandato al frente de Food Delivery Brands Group, cerrando una etapa de doce años al frente del antiguo grupo Telepizza, tras la toma del control del grupo par parte de KKR. Hasta marzo de este año, el directivo había sido presidente y consejero delegado del grupo. Food Delivery Brands integró a Telepizza y Pizza Hut en 2018.

Antes de su incorporación a Telepizza, Pablo Juantegui ocupó el cargo de director general de Negocios Internacionales para Europa, Oriente Medio y África y Latinoamérica del Grupo Bupa. Además, desde julio de 2004 hasta junio de 2008, fue consejero delegado del Grupo Sanitas.

 

Con anterioridad, fue el primer ejecutivo de la filial española de Telefónica Publicidad e Información. Desde 1998 hasta su incorporación a TPI, fue director general de la compañía de vinos y licores González Byass, y anteriormente había ocupado diversas posiciones directivas en compañías como la cervecera estadounidense Coors Brewins, el fabricante de dulces y alimentación Mars y el gigante informático IBM. Licenciado en Económicas por Cunef de Madrid, cuenta con un MBA del Instituto de Empresa y es vocal de la Junta Directiva del Círculo de Empresarios y patrono de la Fundación Sanitas y la Fundación Iter.

 

Callaway ya ha fichado en Pizza Hut a escala internacional. Tras completar la adquisición de Topgolf en marzo de este año, la compañía contrató a Artie Starrs, exdirectivo de Pizza Hut, como consejero delegado, cargo que ocupa desde el pasado 5 de abril. Artie llegó a Topgolf de la empresa Yum! grupo estadounidense de comida rápida que gestiona la marcas KFC, Pizza Hut y Taco Bell. En ella, el ejecutivo fue director general de Pizza Hut en todo el mundo, y previamente director financiero de Rave Cinemas.

 

La semana anterior, Callaway Golf culminó la fusión de Topgolf para crear un gigante en el sector del golf, en el que Callaway asumió la deuda de Topgolf, situada en 555 millones de dólares. La operación valoró la nueva empresa en 2.500 millones de dólares.

Topgolf fue creada en el año 2000 por los hermanos Steve y Davie Jolliffe, después de que los dos hermanos vendieran su empresa de mystery shopping. Callaway Golf entró en el capital de Topgolf en 2006 y, hasta la fusión, controlaba un 14% de la compañía estadounidense. En el reparto accionarial, Callaway tiene el 51,5% de la empresa y Topgolf el 48,5%.

 

Callaway cerró el tercer trimestre de 2021 con un incremento de su facturación del 79%, hasta 856 millones de dólares. Sin embargo, en el período registró unos números rojos de dieciséis millones de dólares, frente a los beneficios de 52 millones del mismo período del año pasado.

 

Hasta septiembre, Callaway facturó 2.422 millones de dólares, el doble que el año pasado, mientras que los beneficios ascendieron a 348 millones de dólares, frente a las pérdidas de 86 millones del mismo período del año del Covid-19. La compañía también aumentó sus previsiones para el ejercicio 2020, por lo que prevé terminar con una facturación de entre 3.110 millones y 3.120 millones.

 

El aumento de los ingresos se vio impulsado por las ventas de Topgolf, que se situaron en los niveles prepandemia, además de una demanda superior de la prevista de golf y actividades al aire libre. De hecho, las ventas de la compañía de campos de golf ascendieron a 334 millones de dólares, impulsado por una fuerte demanda de clientes en Estados Unidos, más reservas de las esperadas y más aperturas.

 

Callaway Golf es uno de los mayores productores de palos de golf de Estados Unidos. La empresa echó a andar en 1984 de la mano de Ely Callaway, un empresario (y ávido jugador de golf) de LaGrange (Georgia).  En 1992 la empresa dio el salto a la bolsa de Nueva York. Fuente Palco23

Topgolf desembarca en España. La compañía de campos de golf, propiedad de Callaway, ha constituido […]

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VivaGym apunta a 200 centros y un millón de socios en 2025

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VivaGym, hacia los números negros. La cadena de gimnasios española prevé cerrar 2021 habiendo superado una facturación de cincuenta millones de euros, por debajo de los 55 millones facturados en el año del Covid-19 y de los 85 millones de euros de 2019. La cadena cerrará el año con un resultado bruto de explotación (ebitda) positivo pero en números rojos. En 2022 el objetivo será recuperar la facturación y los usuarios de antes de la pandemia.

 

Pese a una reducción de su negocio a causa de las restricciones de la pandemia, la cadena, que cuenta con 96 centros operativos, quiere abrir 25 centros al año hasta 2025, lo que significará terminar 2022 con 105 centros operativos y 2025 con 200 centros y un millón de socios. En este contexto, el crecimiento será orgánico, aunque según reconoce Juan del Río, consejero delegado de la compañía, a Palco23, “exploraremos opciones inorgánicas si las hay”.

 

En este contexto, el directivo revela que septiembre y octubre han sido meses buenos pero que “todavía nos queda mucho camino por andar porque solo hemos recuperado una parte”, ya que actualmente se sitúa en un 78% de los socios que tenía en diciembre de 2019, cuando tenía 310.000 abonados y un 69% de los abonados que tenía en febrero de 2020.

 

Según el ejecutivo esto se produce porque el usuario corporate no ha regresado con la misma fuerza que el residencial o el estudiante, puesto que aún hay un componente de teletrabajo, además de “la incertidumbre económica y el cálculo de la renta disponible, ya que antes la gente se permetia más necesidades de concusmo”. También cree que “cada vez existe menos recelo en los aspectos sanitarios”.

Del Río estima que la recuperación será entre septiembre u octubre de 2022 y que la cadena no superará el 80% de los abonados de antes de la pandemia a final de año, ya que noviembre “no va mal pero los números no son tan robustos como lo esperado”. “Falta un año”, sentencia.

 

La cadena, que entre España y Portugal emplea a 700 trabajadores, no necesitará más inyecciones de capital por parte de sus accionistas tras haber recibido más de 25 millones durante la pandemia. “Hay músculo, tenemos una armonía muy fuerte entre el management y los accionistas, todos los stakeholders, proveedores de capital y de deuda, con una visión conjunta muy potente”, afirma.

Para recuperar al cliente, el directivo considera que “uno tiene que asumir lo que puede recuperar hasta cierto punto,” porque “no es que los gimnasios estén menos atendidos, sucios o viejos” en comparación con antes de la pandemia, sino que hay componentes externos. “Tenemos que recuperar la propuesta de valor, porque la hemos limitado poco a poco, por ejemplo: antes las clases eran de 45 minutos y ahora son de 30 minutos y esto tiene que aumentar, igual que la parrilla de oferta”, explica Del Río. Por otro lado, su receta también pasa por recuperar las limitaciones de horario y por poder hacer ejercicio sin mascarilla cuando la administración lo autorice. “Hay que estar más concentrado en cómo proteger las propuestas de valor cuando el público sienta que puede regresar”, resume.

 

Pese a que las restricciones se notan, como la obligatoriedad de certificado sanitario en Cataluña, el directivo cree que “las limitaciones son las que se impone la sociedad”. “Lo que me preocupa es que dependemos de enero y febrero y hay que encajarlo lo mejor preparados posibles, pero la sociedad no se puede permitir otra ola de restricciones porque la resistencia no es inifinita”, asegura, recordando que “los miedos propios, la mentalidad y los mensajes que se emiten son el verdadero rival. “No nos dejemos llevar porque los restaurantes están llenos, es conyuntural”, advierte. 

 

Fundada en 2011, Viva Gym Group es uno de los principales operadores en el segmento de gimnasios de bajo coste, pues es el dueño de la cadena homónima en España y de Fitness Hut en Portugal. El accionariado de la empresa lo componen la sociedad de capital de riesgo Bridges Ventures, con el 51% de las acciones, el equipo directivo y otros accionistas minoritarios, con un 14%, mientras que el 35% restante está en manos de Vivagym Holdings, controlado por la familia Singh. El pasado diciembre, Viva Gym Group integró en su matriz las sociedades de Happy Gym y Duet Fit. Mientras la primera fue adquirida por el grupo liderado por Juan del Río en febrero de 2020, la compra de la segunda se selló en noviembre de 2019. Fuente: Palco23

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Josep Viladot (Eurofitness): “El fitness no tiene la representación pública que se merece”

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Más ayuda por parte de las instituciones y considerar el fitness como parte del negocio del deporte. Esta ha sido una de las demandas que ha expuesto esta tarde Josep Viladot, director general de Eurofitness, en la segunda jornada de Sports Business Meeting – Rethinking Week.

 

“Que estemos excluidos de los fondos europeos es una gran frustración y se debe a un debate muy largo: si somos o no deporte”, ha reflexionado Viladot. “Si el Consejo Superior de Deportes (CSD) nos excluye es que no nos considera”, ha añadido, recalcando que “no tenemos la representación que merecemos en las instituciones”.

 

“La situación es preocupante, porque la caída fue muy grande, pero yo soy optimista”, ha asegurado el directivo, aludiendo a una sensación “agridulce” porque la recuperación ha comenzado, pero la tesorería continúa siendo una “fuente de tensión”.

“Soy optimista: creo que en 2022 acabaremos en el 90% de los niveles precrisis y en 2023 comenzaremos a crecer, aunque es verdad que el endeudamiento de las empresas es elevado”, ha adelantado.

Para seguir creciendo, el director de Eurofitness considera esencial “modular el mensaje” y vender el deporte como una fuente de salud y calidad de vida con el objetivo de ampliar la penetración de sólo el 12% que tiene actualmente el sector.

 

“Por mucho que digamos que la pandemia ha aumentado la preocupación por la salud, si eso no traduce en datos tendremos que dejar de afirmarlo”, ha repetido Viladot.

 

Algo bueno que ha dejado la pandemia es, en su opinión, la largamente aplazada transformación digital. “Necesitábamos este modelo híbrido, llegar a nuestros clientes por diferentes canales e incorporar la tecnología para poder personalizar más el servicio”, ha opinado el ejecutivo, que anticipa que el home fitness y los gimnasios convivirán en el futuro.

 

El directivo también ha apuntado el desafío que supone para el sector llegar a los extremos de la pirámide demográfica: los más jóvenes y los más mayores. “El sector más complicado son los adolescentes: tendríamos que buscar la manera de tender un puente para que ellos se sientan bien”, ha opinado, recalcando la importancia que el sector le supone la inclusión de las nuevas generaciones.

 

Sports Business Meeting 2021 (http://www.sportsbusinessmeeting.com) es la cuarta edición de una jornada profesional que cada año reúne a empresarios, directivos y expertos del negocio del deporte en España y a escala internacional. Organizado por Palco23 con el apoyo del Ayuntamiento de Barcelona, LaLiga y Mundo Deportivo, el encuentro se realiza en 2021 entre el 15 y el 18 de noviembre y se articula a través de nueve entrevistas difundidas vía streaming. Fuente: Palco23

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Los ingresos de los centros deportivos se desploman un 58,9% en el año del Covid-19

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El fitness se desploma en el año del Covid-19. En 2020, la media de ingresos anuales por instalación deportivas se desplomó un 58,9%, hasta 473.961 euros, frente a los 1,15 millones de euros del año anterior, según se desprende del estudio Situación de mercado de las instalaciones deportivas española realizado por Management Around Sports (Mas), la Universidad de Alcalá.

 

Los centros registraron un descenso del 53,8% en los ingresos por cuotas, pasando de 919.181 euros en 2019 a 424.384 euros en el año de la pandemia, mientras que los ingresos atípicos se desplomaron un 74,5%, pasando de 235.937 euros a 59.840 euros. El número de usuarios mensuales por instalación registró un descenso del 37,5%, hasta 1.700, frente a los 2.718 abonados del curso anterior.

 

La media de la superficie deportiva cubierta de las instalaciones en 2020 fue de 1.642 metros cuadrados, con una sala de fitness de 854 metros cuadrados y 300 metros cuadrados dedicados a las salas de actividades dirigidas, lo que implica una media de 1,5 usuarios por metro cuadrado.

 

Los gimnasios tuvieron una media mensual de 1.700 usuarios. La tasa de abandono medio mensual por instalación se situó en el 10%, mientras que los cursillistas representaron el 18,1% del total de usuarios. La media de edad fue de 35,5 años, con un 49,2% de mujeres.

En 2020, el ingreso medio por usuario fue de 41,5 euros, frente a los 37,9 euros de cuota media mensual por usuario. la inversión de la sala de fitness fue de 468 euros en obra, pavimento y multimedia, mientras que en equipamiento fue de 245 euros por metro cuadrado.

 

Según María Ángeles de Santiago, fundadora y consejera delegada de Mas, para 2021 las “expectativas son positivas” aunque hay factores que preocupan como la subida de los costes de suministros y materias primas y “la pérdida, real o no, de capacidad adquisitiva de gran parte de los ciudadanos”.

 

La directiva señala que la recuperación del sector se está ralentizando porque los recibos de luz y gas se han disparado y porque están aumentando los costes de obra a consecuencia de la escala desbocada de las materias primas. Asimismo, señala “la lentitud con la que los clientes se están incorporando a sus centros deportivos y la imposibilidad para volver a las capacidades pre Covid” como otras dos amenazas a tener en cuenta.

 

“Los que ya se han incorporado tienen cierta aprensión a estar compartiendo espacio con otros usuarios”, afirma la directiva, que alerta sobre las dudas de “si el sector cuenta con suficiente margen como para permanecer con estos ingresos medios por usuario teniendo en cuenta que tiene más costes y menos usuarios medios”. “Las cifras que los operadores están adelantando para el cierre del 2021 apuntan a que el ingreso medio por cliente no ha subido y los clientes medios siguen sin alcanzar las cifras medias de 2019”, apunta.

 

Para 2020, las expectativas son “positivas” porque se está demostrando que “hay un número considerables, en torno al 5% de usuarios de las instalaciones actuales que no habían pagado una cuota de gimnasio en la vida y ahora se están aumentando los índices de práctica deportiva”, remarca.  Fuente: Palco23

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‘Boom’ de demanda y ruptura en la oferta disparan el precio de las bicis a su máximo histórico

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Habrá bicicletas en Navidad, pero serán más caras que nunca. Una tormenta perfecta de explosión de la demanda y ruptura en el aprovisionamiento ha disparado la inflación del sector hasta sus máximos históricos justo a las puertas de la campaña más importante del año. Pese al desajuste y la escasez de componentes, el sector defiende que “ha hecho los deberes” y que no faltarán bicicletas en esta campaña.

 

En octubre, el Índice de Precios al Consumo (IPC) de las bicicletas registró una subida interanual del 7,6% por tercer mes consecutivo. Su máximo histórico desde que hay registros de esta categoría (la serie comenzó en 2018) se marcó el pasado junio, cuando la inflación llegó al 8%.

 

En octubre, fue el séptimo sector más inflacionista, por detrás de la electricidad, los combustibles, carburantes, aceites, gas y los servicios de alojamiento, según los últimos datos disponibles en el Instituto Nacional de Estadística (INE).

 

El primer factor que ha disparado el precio es el aumento de la demanda, un fenómeno que se aceleró tras el confinamiento y que se ha mantenido con la reactivación de la economía. Además, el mix ha cambiado, lo que también ha incrementado los precios: la categoría que más ha crecido es la bicicleta eléctrica, con precios superiores a los de la tradicional.

Mientras, en la oferta, el viento sopla en contra. El primer factor es el incremento del precio de materias primas como el acero o el aluminio, claves para la fabricación de componentes.

 

Antes de la pandemia, el precio del acero se situaba entre 500 dólares y 800 dólares y en julio superó 1.800 dólares; mientras que el aluminio alcanzó máximo sen varias décadas en octubre, aunque ya ha comenzado a moderarse.

 

Uno de los motivos de este aumento es la crisis energética en China debido a la escasez de carbón, que motivó paros en las fábricas y que, a su vez, también han impacto en el sector de los componentes.

 

Aunque Portugal es el mayor proveedor exterior de bicicletas de España (y la mayoría de compañías ensamblan en territorio nacional) los componentes vienen de China, Taiwán y Japón. Entre enero y agosto de este año (antes del pico en las disrupciones de la supply chain), sólo China y Taiwán copaban el 60% del total de las importaciones españolas de componentes.

 

En total, las compras al exterior de cuadros, horquillas; llantas y radios; bujes sin freno y piñones libres; frenos; sillines, y pedales, platos, ejes y bielas ascendieron en los ocho primeros meses del año a 152 millones de euros, un 47% más que el año anterior, encadenando tres ejercicios consecutivos de subidas a doble dígito.

Pero incluso pagando más por las materias primas y logrando obtener los componentes, el problema es traerlos. El precio de los contenedores de transporte marítimo se ha multiplicado por diez en el último año y las disrupciones en los puertos han ocasionado retrasos. Si antes de la pandemia, una entrega de componentes de China a España tardaba seis meses, ahora puede llegar a 24 meses.

 

Aun así, el sector se mantiene optimista de cara a la campaña de Navidad. Como el aumento de la demanda venía ya desde el comienzo de la pandemia, las disrupciones en la supply chain no han afectado a las bicicletas tanto como a otros sectores porque ha tenido más margen de planificación, en lugar de una avalancha de demanda contenida. “Nunca hemos estado en un momento de no tener bicicletas”, apunta Jesús Freire, secretario general y tesorero de la Asociación de Marcas de Bicicletas de España (Ambe).

Tampoco habrá un problema ahora.

 

Según Freire, “hay mucha variedad y lo vendido se repone”. “Siempre habrá tensiones, sobre todo en los últimos modelos, pero no es la situación que están viviendo otros sectores”, manifiesta. “Las bicicletas continuarán siendo el regalo estrella: la clave es planificar y hacer las compras antes”, insiste.  Fuente: Palco23

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El paro en el deporte cae un 23% en octubre y toca mínimos desde el estallido del Covid-19

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Menos paro en el sector deportivo. En octubre, el número de parados inscritos en el Servicio Público de Empleo Estatal (Sepe) en el sector de las actividades deportivas, recreativas y de entretenimiento se redujo un 23% respecto al mismo periodo de 2020, según datos publicados hoy por el Ministerio de Trabajo.

 

El número de desempleados que buscaban un puesto de trabajo en el sector se situó en 35.209 personas, frente a los 45.732 inscritos en el mismo mes del año pasado, lo que supone un descenso del 23%.

 

El número total de demandantes de empleo, teniendo en cuenta también aquellos que están trabajando, se redujo en un 42%, pasando de más de 108.000 personas en octubre de 2020, hasta apenas 62.705 demandantes en el décimo mes de este año.

 

En relación al mes anterior, el paro en el sector deportivo ha caído un 3,5%, si bien el número total de demandantes de empleo también ha acusado un descenso del 5,4%.

 

Respecto al periodo prepandemia, el sector se ha recuperado, ya que el descenso respecto a octubre en el número de parados de 2019 ha sido del 4,1%. Aun así, el número de demandantes de empleo deportivo ha aumentado, con un alza del 15,5%.

 

En términos de empleo registrado, el sector del deporte cerró 2020 con la pérdida de casi 32.000 puestos de trabajo. En enero, un mes tradicionalmente negativo para la contratación en el sector, estas actividades perdieron casi 3.000 empleos más.

 

En octubre, el número medio de afiliados a la Seguridad Social aumentó un 3,4% respecto al mismo periodo del año anterior, según los datos publicados hace una semana por el Ministerio de Inclusión, Seguridad Social y Migraciones.

 

El número de parados el décimo mes del año fue de 3,2 millones, 734 menos que en el mismo periodo del año anterior. Según el Ministerio de Trabajo es la primera vez que el paro se reduce en octubre desde 1975, cuando arranca la serie histórica, y la primera vez que encadena un descenso tan prolongado en el tiempo. Fuente: Palco23

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Eduardo Ruiz, nuevo presidente de la Asociación Española de Gerentes de Golf

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Eduardo Ruiz, director del Área Murcia de UGOLF, será el nuevo presidente de la Asociación Española de Gerentes de Golf, tras coger el relevo durante el congreso de la entidad celebrado en Logroño.  “Este Congreso hahttps://aegg.org/ sido un reencuentro muy positivo y una de las ideas fundamentales que me llevo es que la asociación tiene que ser como un colegio oficial profesional que vele y defienda los intereses de los gerentes. Tenemos que aunar esfuerzos con todas las asociaciones y estamentos del golf para mejora las condiciones de los gerentes y, como primer objetivo, nos hemos marcado subir la participación femenina, que ahora está en un 13%, hasta un 20-25%. En la nueva Junta contamos con 4 mujeres”, explicó el nuevo presidente, que añadió que “digitalización y sostenibilidad han sido los pilares fundamentales del evento”.

Eduardo Ruiz comenzó en la industria del golf en el año 2000, representando a diferentes marcas de material deportivo y, poco después, fue contratado para gestionar el megastore de Golfus en Marbella. Tras su periplo en el mundo del retail, pasó a formar parte de la plantilla de Finca Cortesín, donde pudo progresar hasta convertirse en director comercial de golf. “Esos cuatro años en Finca Cortesín me permitieron acceder al puesto de director de operaciones y ventas en La Quinta Golf Resort, desempeñando esta doble labor durante varios años. Mi siguiente salto me permitió acceder a uno de los mejores campos de golf del mundo, el de Valderrama, como director de operaciones”, relata Ruiz sobre su trayectoria.

“Mi paso por Valderrama me permitió acceder al puesto de general manager en La Manga Club, el resort con mayor número de visitantes del Europa. Durante cuatro años, pude gestionar el área de golf y, seguidamente, todos los deportes existentes en el complejo (fútbol, tenis, cricket…). Gracias a La Manga Club pude conocer a los propietarios de mi actual compañía, Ugolf, donde desempeño la labor de director de área en la zona sureste del país. Esperando siempre aprender de los mejores, continuo formándome”, añadió el nuevo presidente de los gerentes de golf, que desempeñará el cargo durante los dos próximos años.

Una noche de homenajes

En una emotiva ceremonia que se celebró al cierre del XI Congreso de la Asociación Española de Gerentes de Golf de La Rioja en las Bodegas Franco Españolas, Ruiz tomó el relevo, que ya había sido confirmado por la tarde en la Asamblea Nacional, y agradeció su servicio al anterior presidente. También recibió una placa David Bedía, gerente del Club de Golf de Logroño, por su labor para hacer posible que este congreso se celebrara en el marco incomparable del Riojafórum, con el apoyo incondicional de Turismo de La Rioja, cada vez más implicado con el golf.

Muy emotivo fue también el homenaje a Pedro Morán, director general del Real Club de la Puerta de Hierro desde el año 2000, que recibió una placa conmemorativa a toda una vida dedicada al golf. Fuente:tur43

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RPM-Mktg cambia de manos: los directivos adquieren la compañía

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RPM-Mktg cambia de manos. El consejero delegado de la compañía, Jesús García, el director general de RPM, Cristian Llorens, y Juan Draper, director general de Mktg, han comprado la empresa organizadora y gestora eventos deportivos como la Titan Desert o el Maratón de Barcelona a Dentsu Aegis Network en una operación de Management Buy Out (MBO). El hólding creado por los directivos es Experientia Sport & Entertainment.

 

Tras la operación, García ostenta el 75% del capital, mientras que los otros dos directivos se han convertido en accionistas de la sociedad. Las marcas adquiridas al grupo por los directivos son RPM, Mktg Sport & Entertainment, Mktg Live y Naturact, que tiene como negocio la producción externa de agencias de publicidad, según han explicado fuentes de la compañía a Palco23.

 

Asimismo, en la operación han entrado una serie de accionistas minoritarios vinculados al sector digital y la innovación, puesto que la compañía apostará por potenciar este aspecto, así como su internacionalización.

 

La operación, en la que no ha entrado Juan Porcar, presidente no ejecutivo de la compañía, se ha financiado con fondos propios de los nuevos accionistas. Tras la transacción, la compañía mantiene sus oficinas, marcas y estructuras en Madrid y Barcelona, aunque el negocio de Madrid ya se ha integrado en el de Barcelona.

Por otro lado, a partir de ahora, la empresa tendrá un acuerdo privilegiado con Dentsu, por lo que el grupo mantendrá su portfolio de servicios. Asimismo, el hólding mantendrá la editorial, aunque apuesta por una transformación digital, fortaleciendo el producto, y su agencia de viajes.

 

Además de potenciar su internacionalización, la sociedad pone el foco en cinco territorios: running, ciclismo, eSports, deslizamientos (que incluye desde snowboard, hasta el windsurf o el skate) y motor, un segmento histórico dentro del negocio de la compañía.

 

Con sede en L’Hospitalet de Llobregat, RPM-Mktg organiza y gestiona eventos deportivos nacionales e internacionales, eventos corporativos multidisciplinarios y es propietaria de una editorial especializada en publicaciones deportivas y de motor en formato online y offline. En 2016, la firma japonesa Dentsu Aegis Network anunció la compra del grupo Alesport, fundado en 1975 por Jaime Alguersuari.

 

La compañía tiene una sociedad al 50% con Amaury Sport Organisation (ASO), empresa organizadora del Tour de Francia y del Dakar, para organizar las Titan World Series y una unión temporal de empresas (UTE) para gestionar el Maratón y el Medio Maratón de Barcelona. También tiene los derechos del Dakar en España desde hace 25 años. La compañía lleva desde 2006 explotando el Maratón de Barcelona y en julio de 2020 logró ganar el concurso a Ironman que le permitió seguir gestionando la cita entre 2021 y 2023, con opción a prorrogar el contrato hasta 2025.

 

Además de aumentar su número de eventos dentro de las Titan Series o las Non Stop o l’Étape du Tour, entre los últimos logros de la compañía se encuentran la adquisición de la marca La Mussara a la extinta Win Sports Factory y adjudicarse la organización del Maratón de San Sebastián con el Diario Vasco. Fuente: Palco23

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Basic-Fit, a por el liderazgo del mercado español con hasta 650 gimnasios en 2025

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Basic-Fit exhibe músculo. La cadena neerlandesa de gimnasios prevé terminar 2025 con hasta 650 gimnasios operativos en España, lo que supone aumentar las previsiones realizadas el mes pasado de alcanzar entre 400 y 450 centros en el país en cuatro años. La cadena cuenta actualmente con 54 clubes operativos en el país, superado por VivaGym y Altafit en número de gimnasios, aunque prevé colocarse como número uno en el ránking el año que vienesegún ha dado a conocer durante el Capital Markets Day.

 

El objetivo es terminar con hasta 650 centros porque España es “un mercado muy fragmentado sin un líder y con una competencia débil y muy afectada por la pandemia, por lo que Basic-Fit ha lanzado una estrategia para ser “el líder del mercado nacional en 2022”. “Hemos aprendido las especificidades regionales y hemos establecido ocho socios de construcción, con un plan basado en un crecimiento orgánico pero abierto a adquisiciones interesantes”, afirma la compañía, que pretende tener un grupo de gimnasios consolidados en Madrid y una fuerte presencia en otras doce ciudades del país.

 

En este contexto, la cadena también afirma que ha detectado un mayor interés por la salud y el fitness en el país por lo que espera una mayor tasa de penetración del fitness con más ubicaciones disponibles. La compañía, además, asegura que uno de sus puntos fuertes es haber firmado cláusulas Covid-19 en el 90% de los nuevos contratos.

La cadena de gimnasios tiene previsto alcanzar 2.000 clubes operativos en toda Europa, el doble de que, a cierre de 2021, un año que estima cerrar con 1.015 clubes. En Países Bajos, prevé tener entre 300 y 350 centros operativos, en Luxemburgo y Bélgica otros 300 centros, mientras que en Francia entre 1.000 y 1.300 centros. En 2030, el objetivo es tener entre 3.000 y 3.500 centros. El crecimiento de la cadena se realizará con los 428 millones de liquidez con los que contaba la cadena a cierre de septiembre. A medio plazo, el objetivo es mantener una caja mínima de cien millones de euros.

 

La cadena estima que su número de socios crecerá en un millón en 2022 y su facturación será entre 800 millones y 850 millones de euro, frente a 515 millones de ingresos obtenidos en 2019, y el resultado bruto de explotación (ebitda) de 240 millones de euros, tras haber realizado 250 aperturas en toda Europa.

 

En 2020, la cadena abrió un total de ocho centros en el país, por lo que fue la segunda cadena con más aperturas, por detrás de Altafit. La compañía considera que, para lograr el objetivo establecido, abrirá entre 200 y 300 clubes al año. En febrero del año pasado, la cadena contaba con un total de 2,35 millones de socios, mientras que, en mayo de 2021, contaba con 1,75 millones, aunque actualmente ya ha remontado y tiene 2,25 millones de abonados.

 

La inversión inicial para abrir un centro Basic-Fit es de 1,2 millones de euros y puede alcanzar una media de 3.300 abonados, con una facturación media de más de 850.000 euros. El alquiler del local supone alrededor de un 35%, del gasto, sumados a otros 35% derivados de otros costes. El personal supone un 30% del gasto.

La cadena holandesa cerró el primer semestre del ejercicio con un descenso del 71% en su facturación respecto al mismo periodo de 2020. Además, el grupo duplicó las pérdidas respecto al año anterior, hasta 125,6 millones de euros. En 2020, tuvo una caída de su facturación del 31,2% en España en 2020, hasta 16,3 millones de euros.

 

Basic-Fit cerró dos operaciones de financiación en los últimos meses para lograr el músculo financiero necesario y proseguir su expansión en Europa. En abril, la compañía llevó a cabo una ampliación de capital por 204 millones de euros y una emisión de bonos convertibles por valor de más de 300 millones de euros, para que el cashflow aumente a casi 500 millones de euros.

Fuente: Palco23

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La Euroliga se alía con Facebook para emitir encuentros en Estados Unidos

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La Euroliga llega a Estados Unidos de la mano de Facebook. La competición de baloncesto ha llegado a un acuerdo de derechos de medios, que permitirá a Facebook retransmitir algunos encuentros de la Euroliga en directo a los usuarios estadounidenses y a través de la compra de un paquete que se efectuará mediante un único pago.

 

El acuerdo llega poco después de la destitución de Jordi Bertomeu como consejero delegado de la competición. El ejecutivo dejará el cargo a final de temporada tras la decisión tomada en una votación por los clubes propietarios de la competición. La reunión entre las entidades celebrada esta semana terminó con seis votos en contra de la continuidad de Bertomeu y cinco a favor.

 

La fase regular de la competición, que comenzó a finales de septiembre, tiene como objetivo mantener y superar las audiencias del pasado curso. El año pasado registró un crecimiento de las audiencias del 70% y 79% en la temporada regular de la Euroliga y del 50% en las cifras de audiencia en directo de los playoffs de la Euroliga. También se produjo un crecimiento del 51% en la participación en las redes sociales de la Euroliga y un 39% en visualizaciones de videos, mientras que la Final Four registró niveles de crecimiento del 82% y 99% respectivamente.

 

Del total de los jugadores de la Euroliga, un 25% de los jugadores provienen de la NBA, incluidos los exjugadores Kenneth Faried, Derrick Williams, Shane Larkin y el esloveno de los Dallas Mavericks, Luka Doncic.

La Euroliga no es la primera organización deportiva que se ha aliado con Facebook. El Wolverhampton Wanderers de la Premier League retransmitió seis partidos de pretemporada en la plataforma de pago de Facebook. En febrero, la Serie A y la Serie B de Brasil comenzaron sus retransmisiones en directo en Facebook para los aficionados extranjeros.

 

En 2018 Facebook obtuvo derechos exclusivos de retransmisión de forma gratuita para 32 partidos en directo de la Champions League en Latinoamérica y los partidos de LaLiga para las temporadas 2019-2020 y 2020-2021 en India. Tras ello la plataforma no llegó a un acuerdo con la patronal española de fútbol para renovar el acuerdo. Fuente: Palco23

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El fitness pincha en octubre con una caída de la facturación del 29%

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El fitness no cumple expectativas en octubre. Los gimnasios en España han cerrado octubre con un descenso de los ingresos del 29% respecto al mismo mes de 2019, antes del estallido de la pandemia, según se desprende de los datos facilitados por FitnessKPI, herramienta especializada en la gestión y el análisis de instalaciones deportivas y de fitness. La caída en los dos meses anteriores fue del 31%.

 

Teniendo en cuenta todos los KPIs que analiza la compañía (altas, bajas, socios, accesos e ingresos) la media de recuperación del sector se situó en el 75% en septiembre, tan solo un punto más que el mes anterior, es decir, se encuentra todavía un 25% por debajo de los niveles prepandemia. Las previsiones pasaban por una recuperación mucho más elevada.

 

El dato más positivo durante el mes fue el de altas, que aumentó un 2%, pero continúa lejos del aumento del 12% del mes anterior. Así, el fitness ha moderado su velocidad de recuperación.

 

Las bajas descendieron hasta un 85% frente al 100% del mes anterior; es decir, se produjeron menos bajas que antes de la pandemia. En cuanto a socios, la caída fue del 25%, un punto menos que el mes anterior. El sector registró un retroceso en accesos con una caída del 27%, frente al 18% del mes anterior.

“El mes de octubre no ha cumplido con las expectativas de recuperación que muchos podíamos prever; ha sido un mes de crecimiento, pero en valores muy parecidos a los de antes de la pandemia”, asegura Pablo Viñaspre, consultor y fundador de FitnessKPI. “Teníamos la esperanza de que algunas altas se hubieran retrasado a octubre, pero vemos que no ha sido así, lo que nos hace pensar que una buena parte de los clientes que se perdieron por el Covid-19, todavía no se han decidido a volver todavía”, sostiene.

 

En este sentido, el directivo apunta que la caída de socios del 25% es un dato “preocupante” porque “ahora vienen dos meses flojos en captación y será difícil recuperar un importante volumen de socios antes de final de año”. Viñaspre considera que el cliente no viene por miedo al contagio, porque ha cambiado sus hábitos deportivos o porque sigue entrenando al aire libre, con entrenadores personales o en casa.

 

“Ha sido un mes que marca una tendencia a la desaceleración en el proceso de recuperación”, comenta. “Es clave tener datos para entender por qué no están volviendo una buena parte de los clientes de 30 a 50 años y saber si es una cuestión temporal o por cuestiones estructurales”, afirma. Fuente: Palco23

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El deporte recupera músculo: el 78% de las empresas prevén mejorar su desempeño en 2021

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El sector del deporte empieza a distinguir los primeros signos de recuperación. Tras el levantamiento de gran parte de las restricciones a la actividad deportiva, hasta el 78% de las compañías y entidades deportivas españolas confían en aumentar su cifra de negocio al finalizar 2021. Aun así, el clima de incertidumbre no se acaba de disipar, después de que en 2020 el 64% de las entidades deportivas redujeran su desempeño.

 

Asimismo, el sector deportivo muestra grandes esperanzas y mira a 2022 como el año en el que, por fin, se recuperarán los niveles de negocio de 2019, antes de que la llegada de la pandemia del Covid-19 cambiara el funcionamiento, y con ello las cifras, del negocio de manera extraordinaria. En concreto, el 49% de los operadores sitúa en 2022 el momento en que el sector del deporte recuperará los niveles de negocio de 2019. Un 5% más optimista sitúa esta recuperación en 2021, y otro 46% más cauto apunta a 2023 o más adelante.

 

Son algunas de las conclusiones de la quinta edición del Barómetro del Negocio del Deporte en España, un informe elaborado por Palco23 y que cuenta con el patrocinio de la Escuela Universitaria Real Madrid–Universidad Europea. En esta edición, realizada a partir de una encuesta a cerca de 300 agentes de la industria del deporte en España, el 67% de los panelistas ven signos de mejora en la economía española en general y el 17% creen que hay una mejora clara.

 

Además, el 51% de los participantes de la edición anual del Barómetro apuntan a que la situación del mercado del deporte en España es actualmente “buena” y el peso de las compañías que la valoran como “mala” o “muy mala” ha caído hasta el 18% (frente al 40% de la edición del informe de 2020).

En cuanto al empleo, y tras un año protagonizado por los Expedientes de Regulación Temporal de Empleo (Ertes) en el ámbito laboral, el 53% de las entidades deportivas españolas afirman que su plantilla se mantuvo estable en 2020. Sin embargo, otro 27% de las compañías reconocen que su número de trabajadores retrocedió durante el pasado ejercicio. En 2021, el 47% prevé volver a crear empleo elevando su plantilla respecto a 2020.

 

Desde el punto de vista financiero, una parte importante de las empresas españolas del deporte siguen contando con la deuda bancaria como principal fuente de financiación. En concreto, el 23% de ellas. No obstante, este ratio ha caído en comparación con el 31% de 2020 y, actualmente, el 57% de las compañías del negocio del deporte se financian principalmente con recursos propios.

Por otro lado, a pesar de la fuerte atomización de algunos ámbitos del negocio del deporte en España, el Barómetro 2021 revela que continúa reduciéndose la proporción de empresas del sector que ha participado o planea participar en una operación corporativa. En concreto, el 72% de las compañías activas en esta industria afirman no tener previsto participar en este tipo de procesos, frente al 66% del año anterior.  Fuente: Palco23

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¿Quiénes son los más ricos de la industria del deporte de España en 2021?

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La industria del deporte cuenta con seis empresarios en la lista Forbes en 2021. La lista de las 100 fortunas más grandes de España elaborada por Forbes este año suma nuevas figuras como Óscar Serra Duffo, uno de los fundadores y accionistas de Fluidra y Miguel Ángel Marín, principal accionista del Club Atlético de Madrid, a la vez que otras caen.

 

Óscar Serra Duffo, en la posición número 44, cuenta con una fortuna de 600 millones de euros. El empresario es uno de los fundadores y accionistas de Fluidra, fabricante especializado en el diseño y la producción de piscinas. Desde 2007, Fluidra, ha quintuplicado su valor en bolsa hasta superar los 7.100 millones de euros de capitalización y ha reforzado su expansión con la compra de S.R. Smith, fabricante estadounidense de equipamiento, material exterior y accesorios para piscinas comerciales y residenciales.

 

La otra novedad es Miguel Ángel Gil Marín, hijo de Jesús Gil, en la posición número 67 y con una fortuna de 400 millones de euros, es el principal accionista del Club Atlético de Madrid, a través de Atlético Holdco, hólding de Miguel Ángel Gil y Enrique Cerezo. El club amplió capital en 181,8 millones de euros en junio de este año y Ares Management se incorporó como accionista a través de Atlético Holdco.

 

Entre las top 5 fortunas se mantiene Juan Roig Alfonso, presidente de Mercadona, aunque baja una posición de la tercer a la cuarta. Con una fortuna que disminuye de 4.100 millones de euros a 3.700 millones de euros, el presidente de Mercadona es propietario del Valencia Basket, de l’Alqueria de Basket y patrono de la Fundación Trinidad Alfonso. En 2021, el empresario ha invertido 100 millones de su patrimonio en actividades para impulsar las economías valenciana y española.

Florentino Pérez, presidente del Real Madrid, ocupa la decimosegunda posición, con una fortuna de 1.700 millones de euros y que crece 200 millones respecto al año pasado. El presidente del club blanco es también accionista y presidente del grupo de infraestructuras ACS. La compañía ha perdido un 37% de valor en bolsa desde su máximo de 2019, cuando alcanzó 11.218 millones de euros. En marzo del año pasado, tras marcar el mínimo, ACS duplicó su capitalización hasta los 7.100 millones de euros.

 

La decimoquinta posición la mantiene Fernando Roig, hermano de Juan Roig. El presidente del club de fútbol Villarreal y de la empresa de renovables Renomar, es el propietario del grupo cerámico Pamesa, uno de los cinco mayores grupos de cerámica del mundo tras la compra de Azuliber y el 40% de Argenta.

 

Los empresarios Víctor y Raimon Grifols junto a su primo Ignacio Twose y el directivo Ramón Riera, que controlan el 74,8% del Club Baloncesto Joventut a través de Scranton, se han caído este año de la lista Forbes.

 

En el top se mantiene Amancio Ortega como la persona más rica del país, seguido de su hija Sandra. En tercer lugar, desde el quinto puesto del año pasado, sube Rafael del Pino y Calvo-Sotelo, presidente de Ferrovial y a la cuarta posición de Juan Roig le sigue Juan Carlos Escotet, presidente y principal accionista de Abanca Corporación Bancaria y Banesco Grupo Financiero.

 

La séptima posición de la lista lleva el nombre de Alicia Koplowitz, propietaria de Omega Capital con una fortuna de 2.300 millones de euros. El pasado mes de junio apostó por el sector del gaming entrando en el capital de Team Heretics a través de Omega Capital. Fuente: Palco23

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Los precios de las exportaciones de artículos deportivos suben un 1,7% en septiembre

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Los precios del comercio exterior de artículos deportivos se mantienen al alza. En septiembre, los precios de exportación de la fabricación de artículos deportivos anotaron una subida del 1,7%, mientras que el Índice de Precios de Exportación de Productos Industriales (Iprix) general registró su mayor alza desde que hay registros, con un incremento interanual del 12,7%.

 

Con la subida anotada en el noveno mes del año, el Iprix del sector deportivo continúa su periodo alcista, ininterrumpido desde diciembre de 2014, según datos provisionales publicados hoy por el Instituto Nacional de Estadística (INE).

 

Dentro de esta categoría se incluye la producción de artículos como pelotas, esquís, raquetas, piscinas o patines, pero no la producción de calzado deportivo, pesas o la fabricación de vehículos deportivos como trineos.

Aun así, la inflación de la exportación de artículos deportivos continúa muy por debajo del Iprix general, que en septiembre se situó en el 12,7%, casi dos puntos más que en el mes anterior. Con todo, se ha convertido en la tasa más alta desde que dio comienzo la serie, en enero de 2006.

 

Por su parte, el Índice de Precios de Importación de Productos Industriales (Iprim) general anotó una subida del 15,3% en septiembre, casi un punto y medio por encima de la tasa de agosto y también la más alta desde el comienzo de la serie histórica en enero de 2006, con subidas en todos los sectores industriales. A diferencia del Iprix, el INE no segrega los datos del Iprim por rúbricas.

 

El Iprix es un indicador coyuntural que mide la evolución mensual de los precios de los productos industriales fabricados en el mercado interior y vendidos en el mercado exterior. Por su parte, el Iprim mide la evolución de los precios de los productos industriales procedentes del resto del mundo. Para su obtención se realiza una encuesta continua de periodicidad mensual, que investiga todos los meses establecimientos industriales que realizan operaciones en el mercado exterior. Fuente: Palco23

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La fabricación de bicicletas finaliza el tercer trimestre con un crecimiento del 73,6%

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La bicicleta marca un nuevo récord.  La fabricación de bicicletas en España alcanzó en el tercer trimestre del año un valor de sesenta millones de euros, cifra que supuso un incremento del 73,6% en comparación con el tercer trimestre del año pasado. En septiembre, la fabricación se disparó en septiembre un 45,4%, hasta 19,8 millones de euros.

 

La fabricación continúa disparada y en agosto se superó la producción de 2020. En los nueve primeros meses del año, el valor acumulado fue de 176,1 millones de euros, lo que supone un incremento del 71,4% en comparación con los primeros nueve meses del mismo período del año pasado.

 

En el primer trimestre del año, la fabricación aumentó un 39,3%, hasta 40,8 millones de euros, mientras que, en el segundo, lo hizo un 93,6%, hasta 75,3 millones de euros, según las cifras provisionales del Ministerio de Industria, Comercio y Turismo.

 

En agosto, la fabricación de bicicletas se situó en 18,4 millones de euros, un 96,6% más que el mismo mes del año pasado, mientras que, en julio, el importe fue de 21,9 millones de euros, un 88,2% más que el mismo mes del año pasado.

 

Por otro lado, el precio medio por bicicleta fabricada en septiembre de 2021 fue de 628 euros, mientras que el precio medio por unidad en los primeros nueve meses del año se situó en 723 euros.

En cuanto a unidades fabricadas, España anotó un 56,8% más en el tercer trimestre, hasta 79.295 unidades, mientras que en los primeros nueve meses del año se ha situado en 243.775 bicicletas, un 58,4% más.

 

En el primer trimestre del año, las unidades producidas aumentaron un 31,8%, hasta 65.794 bicicletas, mientras que en el segundo trimestre se fabricaron 98.686 unidades, cifra que no se puede comparar con el mismo período del año pasado por el decreto de estado de alarma en el país que obligó a paralizar la producción.  En septiembre se fabricaron 31.477 unidades, un 88,8% más que el mismo mes del año anterior, mientras que, en agosto, la fabricación fue  de 22.254, un 62,7% más.

 

En 2020, la cantidad de unidades fabricadas descendió un 6,4%, lo que supuso una reducción hasta 210.950 bicicletas, lejos de las 360.000 bicicletas fabricadas en 2017, cuando inició una tendencia a la baja. Este efecto se sigue produciendo en España, ya que el sector apuesta más por la fabricación de un producto de alta gama, por lo que mientras el valor del producto fabricado ha aumentado, el número de unidades ha descendido.

 

Según los últimos datos de Ambe, en 2020, en España, la facturación del sector se elevó un 39,39%, hasta alcanzar 2.607 millones de euros a causa del aumento de la demanda del ciclismo. La venta de bicicletas se incrementó un 24,10% en 2020, hasta alcanzar la cifra récord de 1,57 millones de unidades vendidas. Por otro lado, el precio medio de la bicicleta aumentó hasta 21,7%, hasta alcanzar 865 euros, importe que se apoya en el crecimiento de la venta de los modelos eléctricos con un precio medio de 2.648 euros por bicicleta. Fuente: Palco23

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Alejandro Blanco renueva como presidente del COE hasta 2025

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Alejandro Blanco llegará a las dos décadas al frente del Comité Olímpico Español (COE). El ejecutivo gallego, que entró en la dirección del organismo en 2005, ha sido el único candidato que se ha presentado a las elecciones, por lo que alcanzará un quinto mandato, que tendrá una duración de cuatro años, hasta 2025.

 

Durante los últimos meses, el directivo había recibido el apoyo unánime de las federaciones olímpicas y no olímpicas, por lo que su continuidad al frente del COE no ha peligrado en ningún momento.

 

El próximo jueves, 4 de noviembre, la Junta Electoral se reunirá para examinar y admitir o rechazar dicha candidatura, proclamando, si así lo considera, a Alejandro Blanco como candidato único a las elecciones a la presidencia del COE hasta después de los Juegos Olímpicos de París 2024.

En el borrador de la nueva Ley del Deporte, presentado hace apenas unos meses, se quería incluir una limitación de dos mandatos en las federaciones nacionales, aunque, apenas una semana más tarde, ese punto fue eliminado de la lista.

 

A apenas cuatro meses para la celebración de los Juegos de Invierno de Pekín, el COE percibirá el próximo curso una cifra cercana a 3,3 millones de euros por parte del del Consejo Superior de Deportes (CSD), lo que supone un descenso del 30% respecto al año pasado, cuando se celebraron los Juegos Olímpicos de Tokio 2020.

 

De hecho, en el ejercicio 2021, el Comité Olímpico Español contó con el mayor presupuesto de su historia: 10,7 millones de euros para preparar el evento de Tokio 2020, que se aplazó un año a causa de la pandemia del coronavirus. Fuente: Palco23

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La mayor inversión pública del siglo en deporte

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Poco a poco estamos recuperando aquello que en los últimos meses nos fue arrebatado y que parecía que no volvería, la normalidad de esa vida que tanto ansiamos y que tanto dice de quienes somos. Ahora estamos empezando a ver la mejoría de la situación sanitaria y, con ella, el retorno de nuestros hábitos y costumbres más propios.

 

Y es que el momento nos invita a seguir adelante, con prudencia, pero con el optimismo de que existen muchas cosas positivas por llegar. Y lo tenemos que hacer desde la seguridad de que los retos y desafíos que tenemos en el horizonte son vitales para el progreso y el avance de nuestro país. Las ideas, los principios y las convicciones están. Es momento de dotarlos de recursos. Y desde el Gobierno lo vamos a hacer porque España necesita de una recuperación justa que dé a nuestro país el impulso que necesita para un crecimiento que nos haga mejores.

 

Todos los ámbitos de nuestra sociedad van a estar implicados y entre ellos, por supuesto, el deporte. La apuesta del Consejo Superior de Deportes (CSD) es clara y contundente por hacer del sector deportivo un motor del crecimiento de la economía de nuestro país. No podemos olvidar que la actividad física, y todo lo que conlleva, es crucial para cualquier sociedad, por lo que poner a su disposición los mejores y mayores medios es imperativo de nuestra gestión.

Los presupuestos de 2022 así están concebidos. En ellos se recoge la inversión en deporte más alta de la historia: 315 millones de euros, un 25% más que el año pasado, 208 del presupuesto ordinario y 107 procedentes de los fondos europeos. O lo que es lo mismo, el mayor apoyo económico público al deporte en treinta años. Un hito que se refleja también en los 1000 millones que en el periodo que abarca desde 2019 hasta 2022 vamos a destinar a potenciar un sector clave como este.

 

Es, en definitiva, una evidente apuesta por mejorar el deporte y por hacer de su práctica y gestión uno de los ejes transversales de nuestro sistema económico. De hecho, somos el único país europeo que lo ha incluido como una de las palancas de cambio dentro del Plan de Recuperación, Transformación y Resiliencia. En él se contemplan los tres ejes principales en torno a los cuales van a girar las políticas públicas deportivas en España en los próximos años: la digitalización del sector; la transición ecológica de las instalaciones deportivas; y un plan Social del Deporte al que se destinarán cerca de 32 millones de euros procedentes de los fondos de la UE a lo largo de 2022.

 

Todo ello en consonancia con uno de los actores fundamentales del sistema deportivo español y sin el que el tejido actual no sería posible: las federaciones. Para que puedan seguir con su labor con las mejores garantías y con un aumento de la eficiencia de su labor, el dinero que se les concederá el año que viene es un 5,3% mayor que en 2021, cerca de 56 millones de euros, de los cuales, 1,5 irán destinados a programas de Tecnificación y Promoción Deportiva.

 

El dinero que se les concederá a las federaciones el año que viene es un 5,3% mayor que en 2021, cerca de 56 millones de euros

Y siempre con la idea clara de que estos son unos presupuestos con un marcado carácter social. El foco sigue puesto en seguir impulsando el deporte femenino y el deporte inclusivo, dos líneas sobre las que el CSD lleva tiempo trabajando y que van a seguir recibiendo el impulso necesario a lo largo del próximo año para que continúen mejorando y creciendo como les corresponde y merecen.

 

Y es que estos son unos presupuestos para crecer, para aprovechar la oportunidad histórica de inversión que tenemos, y para hacer del deporte, la actividad física y el ejercicio, la mejor de las banderas de la recuperación. Los PGE de 2022 ya la enarbolan. Fuente: Palco23

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Los precios de la industria del deporte suben un 0,3% en septiembre

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Los precios de la industria del deporte prosiguen su escalada en España. El Índice de Precios Industriales (Ipri) de la fabricación de artículos de deporte continuó con sendas positivas en septiembre, con una variación del 0,3% respecto al mismo mes del año anterior, según datos facilitados y publicados provisionalmente este martes por el Instituto Nacional de Estadística (INE).

 

En enero, el Ipri de la industria deportiva subió hasta el 1%, la mayor cifra en lo que va de 2021, a la que le siguió un descenso del 0,4% en febrero. En los cuatro meses siguientes, el incremento interanual fue del 0,5%, hasta que en julio los precios del deporte se estancaron. En agosto, el aumento interanual fue del 0,1%, que se elevó hasta el 0,3% en septiembre.

 

La subida de precios de la industria del deporte continúa muy por debajo de la registrada por el Ipri general, que se disparó un 23,6% en septiembre, más de cinco puntos por encima de la registrada en el agosto y la tasa más alta desde octubre de 1983, cuando dio inicio la serie.

Por destino económico de los bienes, el sector que ha tenido una mayor influencia en la evolución del Ipri general es la energía, cuya variación en septiembre aumentó casi diecinueve puntos, hasta el 59,8%, la más alta desde el comienzo de la serie en enero de 1976.

 

Por su parte, tuvo una influencia menos positiva el sector de los bienes de consumo no duradero, que en septiembre aumentó su variación interanual en apenas dos décimas, debido al incremento de los precios de la fabricación de otros productos alimenticios, que bajaron en 2020.

 

El Ipri es un indicador coyuntural que mide la evolución mensual de los precios de los productos industriales fabricados y vendidos en el mercado interior, en el primer paso de su comercialización, es decir, los precios de venta a salida de fábrica, excluyendo los gastos de transporte y comercialización y el IVA facturado. Fuente: Palco23

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El Granada reestructura su organización y asciende a Patricia Rodríguez a la dirección general

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El Granada CF apuesta por la dirección de Patricia Rodríguez. El consejo de administración del club granadino ha reestructurado la composición organizativa de la entidad y ha ascendido a Patricia Rodríguez a la dirección general.

 

El movimiento se ha llevado a cabo “con el objetivo de crear una estructura más eficiente y sólida para profesionalizar, asentar y potenciar el crecimiento del club”, señala el Granada CF en un comunicado.

 

La exdirectora general del Elche CF y de la SD Eibar a principios de año entró en el club nazarí como miembro del consejo de administración. La ejecutiva también ejerció como vicepresidenta segunda de la Liga de Fútbol Profesional (LFP).

Tras el cambio de posición, el consejo de administración del club nazarí seguirá compuesto por sus restantes tres miembros, que trabajarán juntamente con la nueva directora general para seguir con las líneas estratégicas del club.

 

Licenciada en Administración y Dirección de Empresas, en la especialidad de Finanzas y Contabilidad, previamente había desarrollado toda su carrera profesional en Pwc, donde recaló en 2005 tras obtener un Máster en Gestión Internacional por el ISC Institute Supérieur du Comerce de París. En la firma de servicios profesionales empezó como auditora y en sus últimos cuatro años fue la gerente de auditoría en el sector de telecomunicaciones, ocio y entretenimiento.

 

El Granada CF cerró la primera mitad del curso el pasado 31 de diciembre con una cifra de negocio de 44,5 millones de euros, un 47% más que en el mismo periodo del ejercicio anterior (30,19 millones de euros) y con una reducción del 31% de su beneficio neto, hasta 4,7 millones de euros. Fuente: Palco23

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Jesús Castellanos sale de la directiva de la Federación Internacional de Taekwondo

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Jesús Castellanos, excluido de World Taekwondo. El presidente de la federación española desde 2005, que ocupaba una plaza en el anterior consejo directivo de la federación internacional de taekwondo, no ha sido renovado y saldrá de órgano ejecutivo.

 

El surcoreano Chungwon Choue ha sido reelegido presidente de la federación internacional, que preside desde 2004 sin candidatos de oposición. Choue ha obtenido 129 votos a favor y dos en contra, en una votación que se ha llevado a cabo de forma telemática y en la que han ejercido su derecho a voto 132 de 150 miembros de la asamblea.

 

El surcoreano, de 73 años, ha sido reelegido a pesar de que según una normativa interna del organismo, los candidatos que aspiraban a un nuevo cargo tenían un límite de edad de 70 años.

 

Para la formación del consejo directivo se han elegido representantes por continente. Asia, Europa y América cuentan con la representación de cuatro directivos mientras que África cuenta con tres y Oceanía con dos.

 

Los candidatos europeos más votados han sido el ruso Anatoly Terekhov, el turco Metin Sahin, el italiano Angelo Cito y la maltesa Anna Vassallo. Entre los directivos de cada país se ha exigido que haya al menos una mujer. En el caso de los candidatos del continente que no han sido reelegidos están el búlgaro Slavtcho Binev que tenía 74 votos y el español Castellanos que se ha quedado fuera con 72 votos.

 

La mujer más votada ha sido María Rosario Borello. La guatemalteca será la próxima vicepresidenta de la federación.

Castellanos inauguró su primer gimnasio de taekwondo en el año 1985, pasando a ser delegado de la provincia de Alicante y vicepresidente de la Federación de Taekwondo de la Comunidad Valenciana en 1992. Posteriormente, en el año 2000, se convirtió en presidente de la federación Valenciana.

 

Cinco años más tarde, en 2005, tras las deudas millonarias derivadas del Campeonato del Mundo de Taekwondo celebrado ese año en Madrid, la Federación Española decidió dar un cambio de rumbo, momento en el que Jesús Castellanos accedió al cargo de presidente. Fuente: Palco 23

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El fitness gana terreno en UK: crecimiento del 24% respecto a 2019

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El fitness británico ve la luz al final del túnel. Según el estudio Leisure Rediscovered de la banca británica Barclays, el sector del fitness está experimentando una recuperación gradual tras el lockdown, pero para finales de año todavía prevé un aumento de los ingresos del 24% respecto a la etapa prepandemia.

 

Uno de los principales motivos de la recuperación recae en un aumento generalizado de abonados en los gimnasios, situándose en niveles prepandemia. Como consecuencia del auge de la actividad deportiva en el país, algunos operadores se encuentran actualmente buscando locales adicionales debido a la alta demanda, mientras algunas cadenas específicas como PureGym exploran opciones de crecimiento a través de una oferta pública inicial (OPI).

 

El ritmo forzado de la adopción digital no ha sido bueno para todos: una cuarta parte de las empresas (25%) opinan que les ha hecho la vida más difícil. Sin embargo, más de un tercio (34%) opina lo contrario. Concretamente, los gimnasios (con el 41%) son especialmente propensos a decir que la aceleración de la tecnología ha cambiado positivamente su forma de trabajar.

 

Asimismo, los consumidores están dispuestos a pagar un 19% más de media por opciones de comida y bebida más saludables, y un 18% por un alojamiento de vacaciones que incluye servicios de salud y bienestar, como como un gimnasio o un spa.

A principios de año, UKactive, la patronal británica del sector del fitness, estimó que el coste de cerrar los gimnasios, piscinas y los centros de ocio públicos sería de 90 millones de libras (99,5 millones de euros) semanales.

 

Como consecuencia, la patronal pidió una ayuda extra al Gobierno británico para proteger los puestos de trabajo y mantener el sector activo. UKactive consideró que el fondo de cien millones de libras (110,6 millones de euros) anunciado en otoño y las subvenciones de 9.000 libras (9.950 euros) para las pequeñas empresas eran insuficientes para paliar el golpe sufrido después de mantener cerrados los centros deportivos durante largos periodos de tiempo.

 

El 12 de abril fue el día clave el sector en Reino Unido, ya que todo ciudadano británico podía volver a hacer uso de las piscinas y gimnasios del país, además de la reapertura de peluquerías, parques temáticos, bibliotecas y centros comunitarios.

 

Desde el último lockdown hasta la última reapertura, 400 gimnasios, piscinas y centros de ocio públicos, gestionados por los consejos locales, que suelen contar con piscina, gimnasios y otras instalaciones deportivas, tuvieron que bajar la persiana en 2021 por los efectos derivados de la pandemia.

 

Además, hoy en día existen más de 2.400 centros más en riesgo de cerrar si no reciben el suficiente apoyo financiero del Gobierno, que podría poner en riesgo a 17,1 millones de usuarios al año y hasta 100.000 puestos de trabajo. Fuente: Palco 23

El fitness británico ve la luz al final del túnel. Según el estudio Leisure Rediscovered de la […]

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Baviera Golf renueva su flota de buggies con Riversa

Posted in Actualidad 2021

El Club de Golf de Baviera renueva su flota de buggies con Riversa, empresa de importadores y distribuidores de productos y maquinaria para el cuidado y el mantenimiento profesional del césped y de los campos de golf. En esta ocasión el modelo elegido es el Club Car, vehículo de última generación, caracterizado por su resistencia y máxima fiabilidad. Este vehículo asegura un transporte de gran comodidad, seguridad y silencioso.

La relación entre Baviera Golf y Riversa viene determinada por una estrecha relación. Es gracias a esta unión por lo que se ha podido hacer la renovación de su flota con 15 nuevos vehículos de alta gama para que sus clientes disfruten mas cómodamente de la practica del golf.

En este vínculo de grandes empresas en el sector del golf, no podía faltar Reale Seguros y Galpe Agencia de Seguros, quienes han acordado una póliza especializada en buggies para la tranquilidad del campo de golf de Baviera Golf, quienes han asegurado toda la flota con un seguro a todo riesgo para cubrir todas las necesidades del campo de golf y de sus jugadores.

La formación de este tándem de empresas tiene el objetivo de dar un servicio de atención al cliente único, garantizando un servicio de calidad y eficaz para todos los socios y jugadores de golf de Baviera Golf. Fuente: Riversa

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retail deportivo

El retail deportivo pasa página del Covid-19 y se encamina hacia el mejor año de su historia en EEUU

Posted in Actualidad 2021

El Covid-19 los encumbró, pero con la recuperación han pulverizado todos los récords. Los retailers de artículos deportivos en Estados Unidos, el mayor mercado para el sector, alcanzarán este año su máximo histórico de ventas, superando por primera vez los 60.000 millones de dólares, pese a que las disrupciones en la cadena de suministro y la paralización de la producción en Vietnam, que afecta particularmente al mercado de sneakers.

 

Sólo entre enero y julio, los comercios especializados en ropa y equipamiento deportivo (excluyendo los pure playersgeneraron ventas por valor de 37.640 millones de dólares, según datos de US Census Bureau.

 

Se trata del máximo para este periodo al menos desde 1992, cuando comenzó la serie histórica, y supone un aumento del 54,1% respecto al mismo periodo del año anterior, muy afectado por las restricciones para frenar la pandemia del Covid-19. En relación a 2019, la subida es del 49,6%.

El año ya comenzó de récord: en enero, se marcó un máximo histórico, con más de 4.000 millones de dólares en ventas, aupado por el programa de estímulo del Gobierno de Joe Biden, que tuvo un fuerte impacto en el consumo.

 

El récord no tardó en pulverizarse de nuevo: las ventas superaron los 6.000 millones en marzo y junio y los 5.000 millones el resto de meses del año, dos cotas que no se habían alcanzado antes ni siquiera en meses como noviembre o diciembre, en plena campaña del Black Friday y Navidad.

 

Aun en el peor de los escenarios, si en lo que resta de año apenas se facturasen 3.500 millones de dólares al mes, se superaría ampliamente el último máximo histórico anual, alcanzado en 2020.

Pero teniendo en cuenta que quedan por delante los meses más importantes del año, y pese a los problemas en la cadena de suministro, lo más previsible sería alcanzar una media de unos 5.000 millones de dólares al mes hasta diciembre, lo que elevaría el saldo total del ejercicio por encima de 60.000 millones de dólares por primera vez en la historia.

 

Aún de no alcanzarse esa cota, el año se cerrará en récord y con el tercer crecimiento anual consecutivo, tras el incremento del 1,9% registrado en 2019 y el avance del 18,2% anotado en 2020.

Dos de los mayores retailers especializados del país, Dick’s Sporting Goods y Academy Goods, han mejorado en el último mes sus previsiones para el cierre del ejercicio.

 

Dick’s cerró el periodo (finalizado en julio) con un crecimiento del 27% en relación al segundo trimestre de 2020 y del 45% respecto a 2019. La empresa prevé terminar 2021 con un alza del 21%, hasta superar los 11.000 millones de dólares.

 

Academy Sports, por su parte, elevó sus ventas un 11,5% en el segundo trimestre en relación al mismo periodo de 2020. En el acumulado de enero a julio, la compañía disparó su facturación un 22,9%. Para el ejercicio completo, el grupo anticipa ahora un crecimiento del 15%, hasta un máximo de 6.620 millones de dólares.

 

Foot Locker, que depende más de la oferta de zapatillas, es más cauto para la recta final del año debido a los problemas en la cadena de suministro, aunque cerró el segundo trimestre con un incremento de ventas del 6,9%. Fuente Palco23

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Con cerca de dieciocho millones de jugadores en alrededores de noventa países el pádel es uno de los deportes de más rápido crecimiento en todo el mundo.

Hoja de ruta del pádel en Europa: explosión de pistas en Suecia, Bélgica, Países Bajos y Reino Unido

Posted in Actualidad 2021

El pádel está de moda. Verano es una época propicia para la apertura o el desarrollo de nuevos proyectos de pádel. En Francia, Italia, Dinamarca, Reino Unido, Finlandia, Bélgica, Países Bajos, Hungría o Suecia se están construyendo nuevas pistas de pádel. Esas instalaciones permitirán ampliar la huella de un deporte con alrededor de dieciocho millones de practicantes actualmente.

 

En Europa crece la pasión por el pádel. Así lo demuestran las decenas de proyectos que actualmente están en desarrollo o que han culminado en las últimas semanas con la apertura de nuevas pistas o clubes. Un buen ejemplo de ello es Padel Club, cadena de los exjugadores de balonmano Lars Krogh Jeppesen (ex del FC Barcelona), Anders Oechsler y Søren Stoklund, que se aliaron en 2019 para convertir su pasión por el pádel en un negocio, creando el Padel Club Kolding, la primera piedra de una cadena que espera cerrar 2021 con al menos 18 clubes en Dinamarca y se prepara para dar el salto al extranjero.

 

Las últimas semanas han sido frenéticas para la compañía danesa, que ha inaugurado sus nuevas instalaciones en Sonderborg, un club donde cuenta con doce pistas y  tres pistas individuales; así como el Padel Club Ringsted, con dos pistas exteriores; el Padel Club Tonder, con tres pistas y una individual; además del Padel Club Lalandia, con una sola pista exterior.

También en Dinamarca, el socio del World Padel Tour, Brian Sorensen, trabaja en la apertura de cinco centros con una inversión aproximada de 125 millones de coronas danesas (16,81 millones de euros) financiada por el propio empresario a diez años, con la previsión de que los clubes logren beneficios el año que viene gracias al alquiler de las pistas. En junio inauguró el primer club de Padel Padel en Aarhus, con doce pistas de pádel indoor, y está en desarrollo una segunda fase, con otras seis pistas interiores y dos pistas exteriores, para un total de veinte pistas.

 

El segundo centro de Sorensen, situado en Aalborg, pronto estará listo para abrir sus puertas, con doce pistas indoor; y el tercero, también en fase de construcción, estará en Odense, donde contará con otras doce pistas. La llegada a Copenhague, en cambio, está prevista para el primer trimestre de 2022.

 

Al mismo tiempo, DGI Byen se ha aliado con Match Padel para inaugurar a final de mes tres pistas que estarán situadas en el techo de uno de sus párkings en la capital danesa, para aprovechar la creciente popularidad del pádel en el país. Y acaba de abrir sus puertas Padel Yard Reffen, también en Copenhague, el mayor club al aire libre de Dinamarca, con diez pistas, y la previsión de abrir un segundo centro antes de final de año.

 

En Países Bajos, la cadena Peakz Padel ha cerrado con éxito una ronda de inversión, recursos que destinará a expandirse y fortalecer su posición como uno de los principales actores del mercado del pádel, con aperturas en Ámsterdam, Eindhoven, Haarlem, Sittard-Geleen, Groningen, Leeuwarden y Deventer. Su objetivo es abrir hasta cincuenta nuevos centros, incluyendo el salto al extranjero. Actualmente dispone de unas sesenta pistas repartidas entre diez centros.

Además, el complejo deportivo Plaza Padel abrirá sus puertas en Waalwijk este mes, convertido en uno de los centros cubiertos con una mayor oferta de pádel en Países Bajos, con nueve pistas y una tienda de pádel, a las que en una segunda fase se unirán cuatro pistas exteriores.

 

El mercado neerlandés está en ebullición. The Padellers ha abierto su primer centro en Ámsterdam y prevé inaugurar clubes en hasta doce nuevas ciudades en las próximas semanas, con Den Bosch, Breda, Zwolle, Hoorn o Amersfoort, como algunas de las ubicaciones escogidas, como parte de un plan que incluye hasta un total de veinticinco centros. Por otro lado, hace unas semanas abrió sus puertas el Padel Club Nijmegen, con tres pistas, y la particularidad de haber sido construido bajo un puente de la localidad.

 

En Reino Unido, La Lawn Tennis Association (LTA), organismo rector del pádel, ha pronosticado un crecimiento del 400% en el número de pistas hasta 2023, donde Game4Padel promete ser uno de los principales actores. Hace unos meses, la compañía con sede en Edimburgo cerró una ampliación de capital de 1,3 millones de libras, tras una operación que valoró la compañía apoyada por Andy Murray en diez millones de libras. La empresa escocesa pretende construir hasta 300 pistas en los próximos cinco años.

El pasado junio, Game4Padel acordó con Westfield London instalar y gestionar tres pistas cubiertas, que serán inauguradas el próximo enero, como parte de un plan de crecimiento que incluye conversaciones con hasta cincuenta posibles ubicaciones para construir sus centros.

 

Por otro lado, Padel4all inaugura esta semana el club Basset Down, en Swindon, con tres pistas cubiertas, restaurante y tienda, y trabaja en la construcción de un club en Garon Park, Southend-on-Sea, con tres pistas cubiertas y una exterior. Al mismo tiempo, el Ayuntamiento de Bristol ha dado el visto bueno para un tercer centro, que contará conm cuatro pistas cubiertas.

 

Holmer Green Padel será el primer club de pádel público en Buckinghamshire, donde dispondrá de dos nuevas pistas de pádel. Y Go Padel Maldon, situado en Essex y gestionado por la cadena Go Padel UK, crece con una cuarta pista, nuevos vestuarios, almacén y oficinas, así como con una marquesina para cubrir las tres pistas ya existentes.

 

Mientras que en Suecia, Centurion Padel inaugurará en noviembre un club en el centro comercial Magasinet, en Sickla, con tres pistas, cafetería y tienda. Un país en el que la fiebre por el pádel ha llevado al futbolista Zlatan Ibrahimovic, jugador del AC Milan, a contar con su propia cadena, Padel Zenter, formada por cuatro clubes y la previsión de abrir un quinto. Y donde el pasado febrero fue inaugurado Padel Panorama, uno de los mayores clubes de Europa, que cuenta con 23 pistas cubiertas (de las que dos son para jugar a individuales).

 

Por su parte, Padel Arena Group, tras la apertura de su club en Katrineholm, con nueve pistas, trabaja en la construcción de un nuevo centro en Östersund y del Borga Padel Arena, en Skara, con seis pistas cubiertas, así como una exterior y otra individual. Una cadena que cuenta con las jugadoras Carolina Navarro Björk y Cecilia Reiter como embajadoras. Y PHL Lidköping ha encargado a MVB la construcción de un Padel Arena con siete pistas, más otras dos individuales, vestuarios, dos salas de reuniones y una tienda, con la previsión de inaugurar en marzo de 2022.

También en Suecia, Total Padelcenter abrirá su sexto club de la mano de Skellefteå Padel, donde contará con un total de diez pistas, de las cuales seis serán indoor, dos al aire libre y otras dos individuales, con la previsión de que sea inaugurado este otoño.

 

En Finlandia, Billebeino Padel está en plena expansión. El pasado abril inauguró seis pistas de pádel en el Hartwall Arena, un antiguo pabellón de hockey hielo.  Luego dio el salto al Hippos Center, construyendo otras seis pistas como parte de la oferta polideportiva del centro deportivo. Además, a principios de 2022 inaugurará otros dos clubes en Lahti y Kuopio, y pistas al aire libre unos meses más tarde en Espoo.

 

Al mismo tiempo, el pádel sigue desarrollándose en la región de París. El Ayuntamiento de Asnières-sur-Seine apuesta por ese deporte apoyándose en Casa Padel, que inaugurará su segundo centro, de 28.000 metros cuadrados con seis pistas de pádel, un restaurante con terraza y un polideportivo.

 

En Hungría, el presidente de la federación nacional, Peter Kerekes, se ha convertido en director de franquicias de Premier Padel Club, que a finales de agosto abrió su segunda sede, con tres nuevas pistas, y tiene planes para expandir la cadena en base a un modelo de franquicias.

En Italia, el Circolo Canottieri de Padua ha construido tres pistas de pádel. Además, en julio abrió el Bombonera Padel Club, situado en Chieti, con tres pistas también, mientras que el club de Padel Punta Baja ha abierto sus puertas con dos pistas de pádel con vistas al mar en Baja Sardinia. Por otro lado, el Club La Meridiana, Modena, y el Centro Sportivo Ruggeri, Clusone, han estrenado dos pistas de pádel; ha sido inaugurado un club de nombre Power Padel, en Chiusi (ciudad europea del deporte en 2020), con dos pistas de pádel y una para individuales; el centro comercial Quasar Village, de Ellera di Corciano, ha apostado por dos pistas de pádel; ha sido construido el El Barrio de Padel, en Spilamberto, con tres pistas de pádel cubiertas, y el club La Mirage, Roma, ha inaugurado otras dos pistas de pádel.

 

El pádel se ha disparado en tierras transalpinas. Maria Maderna, concejala regional de la Federación Italiana de Tenis encargada del pádel, explicó el pasado junio en declaraciones a medios locales que “cuando hace más de cuatro años recibí el cargo, en Lombardía había 36 pistas, mientras que ahora son más de 330 pistas” y “si seguimos así, para finales de 2021 la estimación dice que no estaremos lejos de las 400”

 

Finalmente, en Bélgica el Smashing Tennis & Padel Club Le Roeulx ha construido tres nuevas pistas de pádel, para un total de ocho, que ha cubierto con una estructura de madera y una membrana de policloruro de vinilo (PVC). En junio, Marc Couck cofundador de la empresa farmacéutica Omega Pharma, fundó Padelworld, y anticipó la construcción de entre cien y doscientas pistas antes de final de 2021.

 

Thomas Janssens, presidente de la Federación Belga de Pádel, aseguró en junio que en 2017 había 115 pistas en todo el país, una cifra que sólo en el norte de Bélgica se había disparado hasta 551 pistas y 48.000 jugadores a principios de 2021, en declaraciones recogidas por Padel Alto, antes de asegurar que casi duplicaremos el número de canchas este año.  Fuente: Palco23

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Los precios del deporte continúan su escalada con un aumento del 1,3% en agosto

Los precios del deporte continúan su escalada con un aumento del 1,3% en agosto

Posted in Actualidad 2021

Los precios del deporte prosiguen con su escalada. En agosto, el Índice de Precios al Consumo (IPC) de los servicios recreativos, deportivos y culturales se elevó un 1,3% interanual, y encadena así doce meses consecutivos al alza, según publica este martes el Instituto Nacional de Estadística (INE).

 

El sector deportivo se ha desmarcado del IPC general, que se situó en el 3,3%, superando así los datos de julio y convirtiéndose en la mayor tasa desde octubre de 2012. Los grupos que destacan por su influencia en el incremento de la tasa anual son la vivienda, con una tasa del 11,5%, más de dos puntos por encima de la registrada el mes anterior, como consecuencia del aumento de la electricidad.

 

Por segmentos más concretos de actividad, los precios de los servicios recreativos y deportivos para los espectadores subieron en agosto un 2,2% respecto al mismo periodo que el año pasado, la misma cifra que en el mes anterior.

Por el contrario, los precios de la participación en servicios recreativos y deportivos han vuelto a registrar por segundo mes consecutivo un descenso del 0,3%. Los precios de estos servicios se mantienen a la baja con descensos en los últimos cinco meses.

 

En los equipos para deporte, los precios han tenido una subida interanual del 0,6% en agosto respecto al mismo mes del año anterior, encadenando así cuatro meses consecutivos al alza.

 

El IPC es un indicador coyuntural que mide la evolución de los precios de los bienes y servicios de consumo adquiridos por los hogares residentes en España. El indicador, con base 2016, se elabora mensualmente a partir de la observación de alrededor 220.000 precios mensuales. Fuente: Palco23

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Juan Roig destina 1,4 millones a 39 clubes de la Comunidad Valenciana

Juan Roig destina 1,4 millones a 39 clubes de la Comunidad Valenciana

Posted in Actualidad 2021

Juan Roig sigue invirtiendo en el deporte valenciano. La Fundación Trinidad Alfonso, a través del programa Actívate Equipos, que tiene como objetivo impulsar a clubes de la Comunidad Valenciana con equipos que militen en las primeras o segundas categorías de sus respectivos deportes, Roig repartirá 1,4 millones de euros anuales de su patrimonio personal.

 

Las ayudas tienen como objetivo evitar la desaparición de clubes de nivel tras la previsible falta de patrocinios, dotar de herramientas a los clubes que les permitan conseguir más recursos con el objetivo de ser sostenibles económicamente en el tiempo y conseguir representación de equipos de la Comunidad Valenciana en las principales ligas nacionales

 

La ayuda final asignada a cada club se ha determinado a partir del presupuesto total de cada uno de ellos y de una serie de parámetros variables, como el nivel de liga en el que participan, el número deportistas en la base, el número de deportistas de ambos géneros, la presencia de valencianos, o la captación de patrocinios privados, entre otros.

Once de estos 39 clubes militarán esta temporada en la máxima categoría de su deporte. El número de deportes a los que pertenecen estos equipos son siete: baloncesto, balonmano, voleibol, rugby, patinaje, hockey y waterpolo. Entre los equipos beneficiados figuran el Club Voleibol Valencia, Balonmano Elche o Tau Castelló.

 

“El programa nació hace un año con la intención de mitigar el efecto de la grave crisis económica derivada de la pandemia del Covid-19 y evitar que, debido a ella, los equipos de la Comunidad Valenciana que militaban en las dos primeras divisiones nacionales perdieran potencial competitivo, bien sea por la fuga se sus mejores jugadores, bien sea por la merma de ingresos publicitarios y de patrocinio que se puede derivar de esta crisis”, explica Juan Miguel Gómez, director de la Fundación Trinidad Alfonso. “Se preveía que esta acción se prolongará en el tiempo, de hecho, ha habido un aumento tanto de clubes como de equipos valencianos en la élite de sus respectivos deportes”, remarca. Fuente: Palco23

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El mercado del fitness interactivo crecerá un 7% al año hasta 2024

El mercado del fitness interactivo crecerá un 7% al año hasta 2024

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El mercado del fitness interactivo está en auge. El sector recerá a una tasa anual cercana al 7%, para un aumento total de 4.810 millones de dólares hasta 2024, de acuerdo con el informe de la consultora Technavio. Un 64% de ese crecimiento se producirá en Estados Unidos.

 

La pandemia del coronavirus ha renovado el interés por la preparación física y un estilo de vida saludable, lo que se ha traducido en una renovación del sector a través de la innovación en productos una cada vez mayor oferta de servicios premium, que ofrecen “inmensas oportunidades de crecimiento”, según el estudio.

 

En cambio, la creciente popularidad de otras actividades de entrenamiento y la falta de conciencia y penetración en los países en desarrollo son algunos de los factores que limitan el crecimiento del mercado a largo plazo, detalla la consultora.

 

Actualmente, el mercado está fragmentado y ese proceso se acelerará hasta 2024. Axtion Technology, Echelon Fitness, Egym, Motion Fitness, Nautilus, Nexersys, Paradigm Health and Wellness, Peloton Interactive, Technogym y Tonal Systems son algunos de los principales operadores del mismo.

Peloton es una de las grandes protagonistas del mercado. La empresa nisparó sus ingresos, rompiendo el umbral de los 4.000 millones de dólares en el ejercicio 2021 (finalizado a 30 de junio). La compañía estadounidense especializada en la fabricación y venta de bicicletas estáticas asociadas registró una facturación de 4.021 millones, por lo que más que duplicó el negocio de 1.825 millones de dólares del año pasado.

 

No obstante, Peloton no logró dejar atrás las pérdidas. De hecho, los números rojos del grupo se más que duplicaron, al pasar de 71,6 millones de dólares en 2020 a 189 millones de dólares en el ejercicio 2021.

 

Por otro lado está la italiana Technogym que el pasado febrero decidió redoblar su apuesta por el home fitness con el lanzamiento de MyRun, una cinta de correr con una pantalla táctil con la que los usuarios pueden hacer sus sesiones de running con vídeos integrados. La compañía pretende llegar a los mil millones de euros de ingresos a medio plazo, de los cuales un tercio, esperan que proceda del equipamiento destinado al fitness practicado en el hogar.

 

Fundada en 1983 por Nerio Alessandri, el fabricante italiano de máquinas para el gimnasio ha diversificado con el paso del tiempo su línea de negocio para vender tanto a gimnasios como a hoteles, centros de salud, universidades y hogares particulares. En 2016 decidió salir a bolsa tras rebasar los 500 millones de euros de facturación y, en febrero de 2020, vendió el 4,9% de la compañía por 112,8 millones de euros, controlando Alessandri el 39,8% del capital de la empresa.

En el caso de Echelon Fitness, fabricante de bicicletas estáticas y otros equipos de entrenamiento, multiplicó por cinco sus ingresos en 2020 debido al boom del home fitness, superando los 100 millones de dólares. Para este curso, la empresa prevé superar los 200 millones de dólares a través de su aplicación que ofrece clases en vivo y bajo demanda a más de 100.000 miembros.

 

Por su parte, Nautilus ha recuperado su tono muscular por el Covid-19. En 2020, la empresa disparó su facturación un 78,7%, alcanzando un negocio de 552,6 millones de dólares, gracias a la expansión del home fitness. La empresa abandonó los números rojos y registró un beneficio de 59,8 millones de dólares, frente a las pérdidas de 92,8 millones del año anterior.

 

Diferente fue el caso de eGym, que el pasado febrero levantó 28 millones de euros tras un año difícil, superando los cien millones captados desde su fundación en 2010. La start up alemana especializada en equipamiento para centros de fitness facturó 82 millones en 2020, una cifra de negocio similar a la de 2019, pero lejos de los cien millones de facturación previstos antes de la llegada del Covid-19. Fuente: Palco23

El mercado del fitness interactivo está en auge. El sector recerá a una tasa anual […]

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Más para el pádel: la campeona Marta Marrero lanza moda y diez clubes hasta 2025

La campeona de pádel Marta Marrero lanza moda y diez clubes hasta 2025

Posted in Actualidad 2021

Aurial Padel mira hacia el futuro. El grupo operador de pádel que gira en torno a la figura de Marta Marrero, actual número nueve del ránking del World Padel Tour, inicia la segunda fase de las obras de su club en Cornellà mientras planea una nueva apertura en los próximos meses. Además, prepara el lanzamiento de su propio ecommerce, así como la apertura de un cuarto club como parte de un plan que pasa por contar con diez centros en cuatro años. Por otro lado, en unas semanas la empresa lanzará su marca propia de ropa para el uso de los clientes de sus instalaciones, de la que Marrero no será embajadora, a lo que sumará el estreno de una agencia de representación de la mano de Tennium y un restaurante propio, entre otras novedades.

 

La cadena Aurial Padel nació en 2017 con la gestión del Augusta Padel Sant Cugat, en la que fue la primera intervención empresarial para dar continuidad al plan posretirada de la jugadora, según explica Jon Grau, marido de la deportista y socio del proyecto, a Palco23. Desde hace ocho meses, Grau se dedica íntegramente al proyecto con el objetivo de consolidarlo y completarlo con las nuevas unidades de negocio de la compañía, incluyendo a marcas, jugadores, entrenadores, clubes y clientes. Daniel Oses también forma parte del proyecto, como socio y cofundador del mismo.

Una vez se retire, Marrero pasará a formar parte del consejo de administración de la cadena, y se centrará en el desarrollo de la escuela y la academia, como parte de un proceso en el que están trabajando desde hace cinco años.

En 2020, la cadena incrementó su volumen de ventas un 40%, con un ebitda entre el 35% y el 40%, mientras que en 2021 el crecimiento alcanzará un máximo del 25%, aunque la empresa no comunica la cifra de facturación. Por otro lado, en 2022, con el impulso del nuevo club de Cornellà a pleno rendimiento y la apertura de un cuarto centro en la provincia de Barcelona (prevista para finales de 2021 o principios del año que viene), Aurial Padel trabaja con una previsión de mejora de las ventas del 200%. Actualmente, forman parte de la plantilla de la cadena cuarenta personas.

 

Aurial Padel se apoya en inyecciones de capital propio de los fundadores, sin financiación externa. Actualmente gestiona un total de tres centros, donde anualmente da servicio a cerca de 33.000 clientes. Además de en Sant Cugat, está presente en Vic, desde agosto del año pasado, y en Cornellà, siendo este último un centro de reciente adquisición, ya que el grupo asumió su gestión a finales de julio.

 

En estos momentos, la empresa cuenta con 33 pistas de pádel, de las que once están en Sant Cugat (siete son outdoor y cuatro semicubiertas), catorce en Cornellá y ocho en Vic (todas ellas indoor).

Entre sus planes de futuro destaca la apertura del primer restaurante Aurial en el club de Cornellà, en la que será la primera incursión del grupo en el sector de la restauración, acompañado de un operador, que puede ser la primera piedra de una nueva unidad de negocio que podría ser protagonistas en próximas aperturas.

 

Al mismo tiempo, en las próximas semanas la empresa presentará su proyecto de ecommerce propio, como parte de su apuesta por la omnicanalidad, y lanzará su marca de ropa propia, Blousa, que se venderá en los clubes de la cadena aunque no usará la imagen de Marrero. En la gestión de las tiendas implementarán un software de retail junto a STM, para el control y optimización de stocks.

En octubre se presentará otra división del grupo, una agencia de márketing y representación deportiva, que se encargará tanto de la activación de marcas como de relaciones públicas con la que pretenden tener un papel protagonista en el nicho de la gestión de carreras de deportistas, siendo este último un proyecto para el que cuentan con la colaboración de Tenium.

 

Sus planes de futuro pasan por contar con hasta diez clubes en un plazo de entre tres y cuatro años, con el foco puesto en el posicionamiento de la cadena a nivel local, en Cataluña, en base a clubes propios, descartando de momento la posibilidad de crecer en base a franquicias.

Al mismo tiempo, Aurial Padel se mantiene abierto a propuestas internacionales, “exploramos vías en otros mercados, pero con el foco puesto aquí salvo que salga una oportunidad”, detalla su cofundador.

 

Aurial Padel apuesta por un sistema pay and play, por lo que no cuenta socios sino que los jugadores pagan por lo que juegan, aunque ofrecen bonos de fidelidad para que los deportistas que hagan uso de manera regular de sus instalaciones se beneficien de descuentos. Al mismo tiempo, ofrece el servicio de escuela de pádel (con cerca de 900 alumnos entre los tres centros), organiza torneos y ligas y organiza eventos corporativos.

 

Entre los socios del proyecto se encuentra la aplicación de reserva de pistas Playtomic, patrocinador global de la cadena, que cuenta con Marta Marrero como una de sus embajadoras, y que es socio tecnológico Aurial Padel. Al mismo tiempo, patrocinadores como Nacex, Stern Motor, Estrella Damm, Adelslas, Canexel, Black Crown, Bullpadel, Munich Sports, Benito Novatilu, Adeslas, Orpea y Cano&Pujol, así como socios locales, acompañan al grupo.

 

Finalmente, la cadena trabaja para el lanzamiento, en noviembre, de Aurial Travel, con la que potenciar los stage a escala amateur para traer jugadores del norte de Europa, principalmente, para que entrene en sus clubes; y, al mismo tiempo, para fomentar la participación de jugadores españoles en stages internacionales para potenciar el turismo deportivo. Sin olvidar el proyecto de una academia internacional, Aurial academy, creando un hub de formación en Barcelona abierto a deportistas nacionales y extranjeros. Fuente: Palco23

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El CSD destina dos millones de euros al deporte escolar, universitario y a las comunidades autónomas

El CSD destina dos millones de euros al deporte escolar, universitario y a las comunidades autónomas

Posted in Actualidad 2021

El CSD anuncia nuevas convocatorias. El Consejo Superior de Deportes ha presentado tres convocatorias de subvenciones para el deporte escolar, deporte universitario y programas de actividad física de comunidades autónomas por 2,04 millones de euros, según consta en el Boletín Oficial del Estado (BOE).

 

La primera subvención, de un millón de euros, está destinada a sufragar gastos derivados de la organización de los Campeonatos de España en edad escolar 2021 convocados por el CSD (Cesa 2021). Los Cesa abarcan 28 especialidades o modalidades deportivas, que se celebrarán a lo largo de todo el año en once comunidades autónomas sede.

 

Este programa implica a 23 federaciones deportivas españolas y dentro del programa se integran ocho competiciones inclusivas. Son beneficiarias todas las federaciones que hayan sido designadas como organizadoras de los Campeonatos de España en edad escolar convocados por el CSD para 2021.

La segunda subvención, de 480.000 euros para universidades públicas y 61.253 euros para universidades privadas, está destinada a sufragar gastos derivados de la organización de los Campeonatos de España Universitarios CEU) convocados por el CSD. Los CEU abarcan once especialidades o modalidades deportivas, que se celebrarán entre septiembre y noviembre.

 

Las pruebas se disputarán en tres comunidades autónomas sede (Andalucía, Comunidad Valenciana y Madrid) y están organizados por cinco universidades.  En 2020 se suspendió la convocatoria por el Covid-19.

 

Finalmente, la tercera convocatoria, de medio millón de euros, está destinada al desarrollo de proyectos o programas de actividad física y deporte dirigidos a la generación de hábitos saludables y la promoción del ejercicio físico entre la población.

 

Esta convocatoria, de nueva creación, viene enmarcada dentro de la situación creada por pandemia Covid-19 y la nueva normalidad que ha seguido a las etapas de confinamiento y desescalada, “dónde la actividad física ha cobrado especial relevancia, poniéndose de manifiesto aún más, la necesidad de una práctica regular de actividad física como un elemento fundamental en la salud integral de las personas”, ha explicado el CSD en un comunicado. Son beneficiarios las comunidades y ciudades autónomas, además de organismos o entidades públicas vinculadas o dependientes de estas.  Fuente: Palco23

El CSD anuncia nuevas convocatorias. El Consejo Superior de Deportes ha presentado tres convocatorias de […]

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SIP23: El deporte recula en agosto en las bolsas internacionales con una caída del 1,9%

SIP23: El deporte recula en agosto en las bolsas internacionales con una caída del 1,9%

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Mes negativo para el deporte en las bolsas internacionales. Después de tres subidas consecutivas que han permitido alcanzar un nuevo récord histórico por encima de los 23.000 puntos, el Selectivo Internacional Palco23 de Bolsa (SIP23) cerró agosto con un descenso del 1,85%, hasta 22.944 puntos. Sólo ocho valores han arrastrado a la baja el SIP23: Peloton, Callaway, Technogym, Johnson Health Tech, Anta, Nike, Adidas y Ajax.

 

La mayor caída correspondió a la compañía estadounidense de bicicletas estáticas, que en agosto presentó sus resultados correspondientes a 2021, ejercicio cerrado el pasado 30 de junio. Pese a haber elevado su facturación un 120%, hasta superar los 4.000 millones de dólares, la empresa no dejó atrás las pérdidas y las elevó de 71,6 millones a 189 millones de dólares. Los resultados aceleraron las caídas de Peloton, que redujo su cotización un 16,5% del 30 de julio al 3 de septiembre.

 

Otro grupo estadounidense, el gigante del equipamiento para la práctica del golf Callaway, anotó la segunda mayor caída del periodo, del 12,1%. En agosto, la compañía (que en marzo se hizo con Topgolf en una operación clave en este deporte) anunció un alza del 111% en sus ventas en el primer semestre, concluido el pasado 30 de junio. Este crecimiento no permitió convencer a los inversores y las acciones de la compañía se han devaluado un 12,1% en agosto.

 

El tercer peor resultado correspondió al grupo italiano Technogym, fabricante de equipamiento para fitness. La compañía se dejó en bolsa un 5,3% en un mes en negativo también para otro fabricante de material para gimnasios, el grupo taiwanés Johnson Health Tech (matriz de Matrix), que redujo su valor bursátil un 5,3%.

Las grandes marcas globales de moda y equipamiento deportivo tuvieron también una evolución negativa en agosto tras un largo ciclo de subidas en la mayoría de los casos. El líder del sector, la estadounidense Nike (la mayor empresa del SIP23 por capitalización bursátil y por tanto el valor que más influye en la evolución del selectivo) cerró el periodo con un retroceso en el parqué del 2,5%, la sexta mayor caída del mes.

 

La china Anta Sports, se situó en quinto lugar entre los más bajistas, con una caída del 5,3%, y la alemana Adidas, en la sexta posición, con una contracción del 2,3% en su valor bursátil. La japonesa Asics, esquivó las caídas, pero cerró el periodo con una de las subidas más débiles, del 1,5%.

 

Al contrario de lo ocurrido con los fabricantes de equipamiento deportivo, agosto fue un buen mes para las grandes empresas internacionales de distribución. La estadounidense Dick’s logró de hecho el mejor resultado del mes en el SIP23, con una revalorización en bolsa del 39,4% impulsada por el anuncio de dividendos y la presentación de resultados semestrales, que revelaron un aumento de las ventas del 53% y un incremento del beneficio de casi el 30%.

 

La británica JD Sports logró el segundo mayor incremento del selectivo en agosto, con una revalorización de sus títulos del 15,1% (casi empatada con la tercera mayor subida, correspondiente al broadcaster estadounidense Fubo TV), mientras que el cuarto mejor resultado fue para la empresa propietaria del mundial de Fórmula 1, con un alza en el parqué del 13,6%.

La quinta plaza entre las subidas fue para The Madison Square Garden Company (MSG Sports), propietaria de los New York Nicks y los New Yorks Rangers, entre otros activos en el ámbito del deporte. La compañía se revalorizó un 13,3% en agosto.

 

Los clubes de fútbol ocuparon diferentes posiciones en la parte media de la tabla. El mejor resultado correspondió al británico Manchester United, que cotiza en la bolsa estadounidense, con una subida del 7,6%, y el peor al holandés Ajax, que redujo su valor un 1,3%.

 

El alemán Borussia Dortmund se anotó una moderada subida del 0,4%; el francés Olympique Lyonnais, un alza del 1,3%; el italiano Juventus, una escalada del 2,3%, y el portugués Bemfica, una revalorización del 3,8%.

 

También experimentaron subidas los tres grupos cotizados de explotación de gimnasios presentes en el SIP23: la mayor escalada, del 4,2%, fue para la empresa británica The Gym; la segunda, del 2,2%, para la neerlandesa Basic-Fit, y la tercera, del 1,7%, para la estadounidense Planet Fitness.

 

El fabricante de equipamiento para piscinas Fluidra, la única empresa española incluida en el selectivo, se situó en agosto en le grupo de cabeza. Los títulos del grupo, que acaba de anunciar una nueva compra en Estados Unidos, se elevaron un 6,6% en bolsa.

El SIP23, cuya evolución mide la capitalización agregada en euros de las 23 cotizadas que forman el selectivo, se vio ligeramente perjudicada por la evolución del euro en el mercado de divisas. A tipos de cambio constante, la caída se habría situado en el 1,81%.

 

La caída en el SIP23 fue a contracorriente en agosto a la evolución de lss grandes bolsas internacionales. En el mismo periodo, el selectivo estadounidense Dow Jones registró por ejemplo un alza del 1,24%, mientras que el Ibex35, de referencia en España, subió un 2,17%.

 

Actualizado mensualmente por Palco23, el SIP23 es el resultado de la multiplicación del valor del mes anterior por la división de la suma de las capitalizaciones bursátiles en euros del mes actual de las 23 empresas que componen el selectivo entre la suma de las capitalizaciones del mes anterior, teniendo en cuenta un factor corrector si se producen alteraciones en el número de acciones. Fuente: Palco23

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El fitness inicia nuevo curso tras una oleada de operaciones, nuevas cadenas y aperturas

El fitness inicia nuevo curso tras una oleada de operaciones, nuevas cadenas y aperturas

Posted in Actualidad 2021

Curso nuevo, vida nueva. El fitness encara septiembre con mucha esperanza tras haber pasado un verano intenso marcado por una oleada de operaciones corporativas, entradas de fondos, desembarco de nuevas cadenas en España y anuncios de planes de expansión ambiciosos.

 

El fitness se encuentra actualmente en una encrucijada. Todas las cadenas ya están dando rienda suelta a sus planes de expansión con la mirada puesta en una recuperación total a corto-medio plazo. Y, a menos que una nueva ola de Covid-19 obligue a frenar, parece que el sector va por el camino de la recuperación. Aunque también hay muchas cadenas que prefieren ser prudentes.

 

Las dos grandes operaciones corporativas que se han realizado en los últimos meses han sido la de Viding Fitness y la de Forus. El pasado junio Viding adquirió los centros de Fitness Illes, que cuentan con seis instalaciones en la isla de Mallorca y anunció tres aperturas (Salamanca, Madrid y Valladolid) para situarse con 14 centros en España.

Por otro lado, el pasado 1 de julio Forus reforzó su posición en el mercado a través de la absorción de diez centros en España a Holmes Place. Un fondo gestionado por JP Morgan Asset Management, que el pasado febrero entró en el capital de Forus junto con Ben Oldman, fue el encargado de realizar la adquisición de los activos. De esta manera, Holmes Place redujo su red a cinco centros, tras ceder a la cadena concesional siete centros privados y tres concesiones.

 

Esta operación se enmarcó en la apuesta de Forus por el crecimiento mediante compras, tras abrir su capital a JP Morgan y Ben Oldman. De hecho, Forus salió de compras posteriormente y adquirió de 18 instalaciones deportivas en el norte de Italia más un contrato de concesión que elevará a 19 centros deportivos su presencia en el país el próximo año, por lo que no es descartable que pueda seguir de compras.

 

La compra de Holmes Places está directamente relacionada con los planes de Trib3 en España, donde está armando estructura. La cadena de gimnasios, participada por la familia Fisher, dueños de Holmes Place, espera cerrar 2021 con 25 centros en Europa, ya que la familia está centrando su negocio en el segmento premium urbano existente de Holmes Place. Como consecuencia de este cambio en el negocio por parte de la familia Fisher, Holmes Place decidió vender diez centros de su cartera en España al fondo JP Morgan, con el objetivo de centrar su inversión en el crecimiento de Trib3.

 

Otro actor importante es Distrito Estudio, la cadena de estudios boutique estudia dar entrada en su accionariado a fondos de inversión con los que dar un impulso a su plan de expansión, que actualmente se basa en la apertura de entre tres y cuatro instalaciones al año.

Ferrovial, propietaria de Inacua, está negociando la venta del negocio de infraestructuras de su división de servicios con el fondo español Portobello Capital, propietario de la cadena de gimnasios Sidecu, que gestiona centros deportivos bajo la marca Supera. Inacua, de hecho, también está trabajando en nuevas concesiones.

Por otro lado, en España han desembarcado recientemente varias cadenas. En junio del año pasado, la francesa Fitness Park, liderada por Frédéric Conquet, lanzó en España su masterfranquicia con la apertura de un centro en Barcelona y otro en Madrid y antes de 2022 alcanzará los nueve centros. A medio plazo, la cadena quiere alcanzar los 15 centros, mientras que a largo, tiene ambiciosos planes para alcanzar cien locales.

 

La masterfranquicia de la cadena británica de fitness, controlada por los empresarios Rod Hill y George Houtenbos, y que planea la apertura de 75 centros en los próximos diez años en España, ya ha firmado seis centros franquiciados que abrirán en Cataluña, Madrid y País Vasco, tras anunciar su desembarco en España a finales del año pasado.

 

La cadena estima que terminará 2022 con, al menos, doce centros operativos en el país, por encima de los ocho centros previstos inicialmente, tres de ellos corporativos. Su primer centro operativo será el de Sant Cugat (Barcelona), su flagship, que abrirá las puertas inminentemente, tras haberse aplazado por la pandemia desde enero, mientras que los dos otros centros propios se ubicarán en Madrid y Barcelona. Además, la cadena está manteniendo conversaciones para expandirse también a Málaga y Lisboa.

 

Club Pilates, la mayor franquicia de Pilates Reformer del mundo, anunció oficialmente su desembarco en España en junio. La firma tiene previsto abrir el primer estudio en Barcelona este septiembre. Este primer estudio será el inicio de la expansión por las principales ciudades españolas. La marca tiene previsto abrir 30 centros en España durante los próximos cinco años, el segundo en Madrid durante el primer semestre de 2022.

La alemana John Reed prepara su desembarco en el mercado español apoyada en el exmadridista Sergio Ramos. La cadena alemana pondrá un pie en España para abrir su primer gimnasio, basado en un modelo que ya está presente en ciudades como Berlín, Estambul, Londres y Los Ángeles. La cadena forma parte de RSG Group junto a otras 16 marcas, como McFit, siendo parte de un conglomerado con 6,4 millones de clientes entre sus gimnasios y su plataforma de entrenamiento virtual.

 

Por otro lado, el fondo de inversión estadounidense Regiment Group, que controla el negocio de la cadena australiana F45 en España, donde ha empezado a operar a través de una multifranquicia, tiene tres centros operativos en el país (dos en Madrid y otro en Ibiza) y planea terminar 2021 con un total de cinco centros operativos, habiendo abierto en Palma y en Barcelona. En 2022, planea alcanzar un total de 15 centros operativos. Creada en 2012 en Australia, F45 es una franquicia de fitness que cuenta con más de 2.200 estudios en 60 países de todos los continentes del mundo y basa su programa en un entrenamiento Hiit de 45 minutos de duración.

 

Las cadenas que ya cuentan con un importante grado de solidez en el país también tienen grandes planes de expansión, después de haber realizado varias aperturas en lo que va de año.

Por ejemplo, Altafit, propiedad de MCH y fundada en 2011, tiene 81 centros en España y tiene firmados diez más, mientras la canaria Macrofit abrirá entre dos y tres centros en dos años en las Islas Canarias y después dará el salto a la Península.

 

Por su parte, Dreamfit abrirá su centro en Barakaldo en octubre y ha empezado las obras en su centro de San Sebastián de los Reyes, que espera poder inaugurar en noviembre. En septiembre también espera poder empezar las obras de los centros de Parla y Vitoria, que estarán terminadas en enero o febrero de 2022. Para el año que viene, la cadena tiene firmados contratos en Córdoba, L’Hospitalet de Llobregat, Getafe, Coslada y La Coruña. Por otro lado, Synergym, que ha abierto este mes un nuevo centro en Almería, tiene 26 clubes en proceso.

 

Asimismo, la catalana Cet10 firmará en este último trimestre un contrato con otra entidad para gestionar un centro privado fuera de Cataluña. En 2022, prevé inaugurar, al menos, otro centro.

 

Basic-Fit, por su parte, prevé abrir seis centros, mientras que VivaGym, que ha recibido varias inyecciones de capital por parte de sus accionistas, terminará el año con tres o cuatro aperturas, por debajo de las nueve o diez previstas, por lo que dejará su plan de expansión para el año que viene.

 

Paidesport abrirá dos nuevos centros y estudia desembarcar en el modelo concesional, Infinit Fitness y Beone abrirán uno en Galicia y McFit realizará dos nuevas aperturas, en Zaragoza y Santander. Asimismo, la española Brooklyn Fitboxing desembarcará en Francia y Alemania y estima cerrar 2021 con alrededor de treinta nuevos centros, por encima de los 20 abiertos en 2020.

 

Por otro lado, el sector está atento a dos cadenas: Snap Fitness y Áccura. Snap Fitness ha sufrido cinco salidas desde 2020 pero está en conversaciones para llegar a un acuerdo con un masterfranquiciado con el objetivo de retomar la expansión en España. El acuerdo se producirá antes de un año. Áccura, por su parte, ha realizado varias desinversiones en los últimos meses y podría anunciar novedades próximamente.

 

Finalmente, la cadena argentina Bigg ha anunciado su desembarco en España con la apertura de su primer centro en la ciudad de Madrid este otoño, el primero en Europa, como parte de un plan que incluye un total de cuatro centros en la capital de España. Fuente: Palco23

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El empleo en el deporte prosigue su recuperación y crece un 6,7% en agosto

El empleo en el deporte prosigue su recuperación y crece un 6,7% en agosto

Posted in Actualidad 2021

El sector del deporte prosigue su recuperación. En agosto, el sector de las actividades deportivas, recreativas y de entretenimiento registró un alza del 6,7% en el número medio de afiliados a la Seguridad Social en relación al mismo mes de 2020, con una subida en términos absolutos de 12.839 puestos de trabajo.

 

De esta forma, el sector ha encarado el final del verano con un número medio de afiliados a la Seguridad Social de 205.082 afiliados, sólo 5.986 menos que en agosto de 2019, antes del estallido de la pandemia. En relación al mes anterior, el empleo en el sector del deporte ha caído en agosto un 5,6%, con 12.109 trabajadores menos, como es habitual, debido a la estacionalidad del sector.

 

La recuperación respecto a 2020 se da tanto entre los asalariados como entre los autónomos. Entre los trabajadores inscritos en el régimen general de la Seguridad Social, 172.594 en agosto (el 84% del total), el aumento respecto al año anterior se situó en el 6,8%; en los afiliados en el régimen de autónomos, 32.488 trabajadores, el aumento interanual es del 5,5%.

El empleo en el sector del deporte llegó a valores mínimos el pasado septiembre, cuando sólo sumó 185.282 afiliados de media a la Seguridad Social, según datos de este organismo. El mínimo en 2021 se alcanzó en febrero, con 189.484 trabajadores afiliados a ambos regímenes, y la recuperación ha sido constante desde entonces.

 

En el conjunto de la economía española, agosto ha sido un mes extraordinario en términos de empleo. El paro registró una caída de 82.583 personas respecto a julio, dejando el total de desempleados en 3,33 millones de trabajadores, algo inusual en la recta final de la temporada de verano. Es la mayor caída de toda la serie histórica, que comenzó en 1999.

 

Esta mejora no se refleja en las afiliaciones a la Seguridad Social, que se redujo en 118.004 cotizantes respecto a julio, hasta 19,47 millones de personas, aunque se mantiene por encima de los datos de agosto de 2020, cuando había 18,79 millones de trabajadores. Fuente: Palco23

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Canal+ se hace con los derechos del World Padel Tour hasta 2026

Canal+ se hace con los derechos del World Padel Tour hasta 2026

Posted in Actualidad 2021

Canal+ apuesta por uno de los deportes de moda. La cadena de televisión de pago francesa se ha asegurado los derechos del World Padel Tour para los próximos cinco años, hasta 2026, según Marca.

 

La emisora del grupo Vivendi arrancará sus emisiones del circuito a finales de año, con motivo de la celebración del Master Final de Madrid, que tendrá lugar del 16 al 19 de diciembre, y en el que participarán las ocho mejores parejas femeninas y masculinas del World Padel Tour.

 

Para el circuito de pádel, este acuerdo supone un paso más en su proceso de internacionalización. El año pasado, Nordic Entertainment (Nent) Group adquirió los derechos del World Padel Tour fruto de un acuerdo por el que emitirá los torneos del circuito a través de su servicio de transmisión Viaplay hasta 2023.

 

En España, la cadena deportiva Gol, perteneciente al grupo Mediapro, es la propietaria de los derechos del campeonato de pádel, mientras que en Italia es Sky Italia la encargada de dar cobertura al World Padel Tour tras la firma de un acuerdo el pasado abril que estará en vigor hasta el final de la presente temporada.

A esta oferta televisiva se sumará a partir de la próxima temporada un aumento de los partidos retransmitidos a través del servicio de streaming oficial de World Padel Tour, un proyecto que incluye la creación de una plataforma over-the-top propia (OTT).

 

El pasado mayo, World Padel Tour se reforzó tras el Covid-19. Damm, accionista de referente del circuito, decidió fortalecer la estructura empresarial de World Padel Tour con la entrada de Rucio Investments en el capital de la empresa, como socio minoritario para contribuir a impulsar su crecimiento internacional.

 

Tras esta operación, Demetrio Carceller, presidente ejecutivo de Damm, preside el consejo de administración de Setpoint Events, empresa que gestiona el circuito. Además, Ignacio Aguillo pasó a formar parte del consejo como representante de Rucio Investments, grupo empresarial con más de 30 años de experiencia en la industria del deporte. Ramón Agenjo sigue ostentando la presidencia de World Padel Tour y Mario Hernando la dirección general de la compañía.  Fuente: Palco23

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La fabricación de bicicletas en España se dispara un 70,3% en el primer semestre

La fabricación de bicicletas en España se dispara un 70,3% en el primer semestre

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La bicicleta suma y sigue. La fabricación de bicicletas en España se ha disparado un 70,3% en el primer semestre de 2021, hasta 116,2 millones de euros, en comparación con el mismo período del año pasado, cuando la producción de bicicletas se vio alterada por el estado de alarma para contener la expansión del Covid-19, particularmente en marzo y abril.

 

Concretamente, en junio la fabricación de bicicletas registró un crecimiento del 73,1%, hasta 24,8 millones de euros. En el primer trimestre del año, la fabricación aumentó un 39,3%, hasta un valor de 40,8 millones de euros, mientras que en el segundo trimestre la fabricación casi se duplicó, con un crecimiento del 93,6%, lo que supuso un valor de 75,3 millones de euros, según las cifras provisionales del Ministerio de Industria, Comercio y Turismo.

 

El precio medio por bicicleta fabricada en junio de 2021 fue de 784,4 euros, mientras que el precio medio por unidad en el primer semestre se situó en 706,2 euros.

 

En cuanto a unidades fabricadas, durante el primer semestre del año se fabricaron 164.480 bicicletas en el país, lo que supuso un 59,2% más que el mismo periodo del año pasado.  En el primer trimestre del año, las unidades producidas aumentaron un 31,8%, hasta 65.794 unidades, mientras que en el segundo trimestre se fabricaron 98.686 unidades, cifra que no se puede comparar con el mismo período del año pasado por el decreto de estado de alarma en el país que obligó a paralizar la producción. En junio se fabricaron 31.659 unidades, un 59,6% más que el mismo mes del año pasado.

En 2020, la cantidad de unidades fabricadas descendió un 6,4%, lo que supuso una reducción hasta 210.950 unidades, lejos de las 360.000 bicicletas fabricadas en 2017, cuando empezó la tendencia a la baja. Este efecto se produce porque en España se apuesta más por la fabricación de un producto de alta gama, por lo que mientras el valor del producto fabricado ha aumentado, el número de unidades ha descendido. En el año del Covid-19, la fabricación de bicicletas aumentó en todos los trimestres, incluso durante el confinamiento.

 

“En España hay una apuesta clara por el I+D y esto conlleva aumentar la capacidad de producir en España: hay empresas que hace siete años estaban investigando nuevos materiales y ahora ya están consolidando la producción de alto valor añadido, tanto en bicicletas como en componentes”, explica Jesus Freire, secretario general de la Asociación de Marcas de Bicicletas de España (Ambe), a Palco23.

 

“En España, aunque el número de unidades fabricadas se mantenga estancado, el volumen es mucho mayor porque se apuesta por el empleo: en Europa, por cada mil bicicletas producidas se pueden llegar a generar nueve empleos calificados”, remarca. “En España se está apostando por la calidad, que es lo único en lo que podemos competir”, sentencia.

“Pese a que España es un mercado que en algunos aspectos puede ser un poco inmaduro, los datos van a la par con el mercado europeo”, recuerda el directivo, insistiendo en el hecho de que “en el país ha habido un cambio en la última década, además, en 2021 se han producido un gran número de acciones en movilidad sostenible, mientras que políticamente ha habido un cambio después de muchos años”.

 

Por otro lado, según Manuel Marsilio, director general de la Confederación de la Industria de la Bicicleta Europea (Conebi), “hay que estar cerca del consumidor, tener menos almacen, reducir los tiempos de suministro de los componentes y contribuir a la economía europea: cada vez hay más empresas que apuestan por producir en Europa”.

 

En 2020, en España, la facturación del sector se elevó un 39,39%, hasta alcanzar 2.607 millones de euros a causa del aumento de la demanda del ciclismo, según Ambe. La venta de bicicletas se incrementó un 24,10% en 2020, hasta alcanzar la cifra récord de 1,57 millones de unidades vendidas. El precio medio de la bicicleta en España aumentó hasta 21,7%, hasta alcanzar 865 euros, importe que se apoya en el crecimiento de la venta de los modelos eléctricos con un precio medio de 2.648 euros por bicicleta.

 

En 2020 en España había 339 empresas y 168 fabricantes dedicados a la bicicleta. En el país, el año pasado operaron en el mercado ciclista 2.891 tiendas de venta, reparación o alquiler de bicicletas, lo que supone un 1,02% más que el año anterior, es decir, 30 más que en 2019. 

 

Por otro lado, el crecimiento de las ventas de bicicletas en los 27 países de la Unión Europa y Reino Unido en 2020 fue de un 40%, lo que supuso un récord de 18.300 millones de euros. Asimismo, se vendieron un total de 22 millones de unidades en el año de la pandemia. Las inversiones alcanzaron un importe de 1.500 millones de euros, superando los 1.000 millones de euros de 2019.  Fuente: Palco23

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La licitación de instalaciones deportivas se dispara un 88,4% en el primer semestre

La licitación de instalaciones deportivas se dispara un 88,4% en el primer semestre

Posted in Actualidad 2021

La licitación de instalaciones deportivas recupera parte del terreno perdido en el año de la pandemia. En el primer semestre de 2021, las licitaciones de obras de equipamiento deportivo por parte de todas las administraciones españolas alcanzaron 308,4 millones de euros, lo que supone una subida del 88,4% en relación al mismo periodo de 2020.

 

El valor de las licitaciones fue incluso superior al que se dio en el primer semestre de 2019, antes del estallido de la pandemia y la declaración del estado de alarma, cuando la inversión en instalaciones deportivas se situó en 283,8 millones de euros.

 

Según recoge la Asociación de Empresas Constructoras y Concesionarias de Infraestructuras (Seopan), junio marcó el récord anual en importe de las licitaciones de obras deportivas, con 71,7 millones de euros. La subida frente al año anterior fue, no obstante, inferior a la de los meses precedentes.

 

En términos interanuales la licitación de deportiva subió en junio un 70,3%, frente a las alzas del 282% de marzo (con 59,2 millones de euros licitados), del 1.765% en abril (con 48,5 millones) y del 125% en mayo. Los comparables son, sin embargo, excepcionales, ya que el estado de alarma paralizó casi por completo las licitaciones.

 

En conjunto, la licitación pública de proyectos de edificación no residencial aumentó de enero a junio un 79% y, en concreto, la de equipamiento social (donde Seopan incluye las instalaciones deportivas) se disparó un 107,2%, impulsada por el incremento del 241,7% en la licitación de instalaciones sanitarias.

Con las cifras de enero a junio, las instalaciones deportivas coparon el 2,9% del conjunto de las licitaciones públicas (incluyendo edificación y obra civil) de las administraciones españolas, que elevaron su inversión un 68,6%, hasta 10.567,3 millones de euros.

 

La construcción de nuevas instalaciones concentró en el primer semestre el esfuerzo inversor de las administraciones públicas. En concreto, la edificación de nuevas instalaciones concentró licitaciones por 184,4 millones de euros, un 117% más que en el mismo periodo del año anterior y el 59,8% de la inversión total en equipamientos deportivos. Asimismo, las licitaciones destinadas a rehabilitación y mantenimiento alcanzaron 124 millones de euros, un 57,4% más que en el primer semestre de 2020. Fuente: Palco23

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La facturación de la industria del deporte aumenta un 14,5% en junio

La facturación de la industria del deporte aumenta un 14,5% en junio

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La facturación de los fabricantes de artículos deportivos sigue aumentando tras el Covid-19. En junio, el Índice de Cifra de Negocio (ICN) del sector registró un alza interanual del 14,5%, encadenando así cuatro meses consecutivos al alza, según datos provisionales publicados hoy por el Instituto Nacional de Estadística (INE). En términos intermensuales la cifra de negocios de los artículos deportivos registró un descenso del 9,2%.

 

Los ingresos del sector registraron un aumento del 3,1% en el primer mes del año, seguidos por un descenso del 5,5% en febrero. La facturación de la industria del deporte repuntó de forma considerable en marzo y abril, con subidas interanuales del 39,3% y del 73,7%, respectivamente, a causa del confinamiento provocado por el Covid-19 el año anterior. En mayo, la subida fue más moderada, con un 23,7%.

 

A lo largo del año pasado, la evolución fue mayoritariamente negativa. En marzo, con la declaración del estado de alarma, llegaron los descensos a doble dígito: del 31,3% en marzo, un 42,8% en abril y del 19,2% en mayo.

El ICN general anotó una subida del 19% respecto al mismo periodo del año anterior. La industria española encadena así cuatro meses de crecimiento de forma consecutiva, debido a las bajas bases comparables de 2020.

 

Los Índices de Cifras de Negocios en la industria son indicadores coyunturales cuyo objetivo es medir la evolución mensual de la demanda dirigida a las ramas industriales excluyendo la construcción. La información necesaria para su elaboración comenzó a recogerse en enero de 2002, mediante la puesta en marcha de una encuesta continua que investiga, cada mes, más de 12.000 establecimientos industriales distribuidos por todo el territorio nacional. Fuente: Palco23

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El deporte pierde a su cliente estrella: los ricos lideran la caída en gasto en 2020

El deporte pierde a su cliente estrella: los ricos lideran la caída en gasto en 2020

Posted in Actualidad 2021

os hogares que más tienen son también los que más reducen su gasto en deporte. En el año de la pandemia, las familias españolas que perciben 5.000 euros o más de ingresos netos mensuales fueron las que más contrajeron su gasto en servicios recreativos, deportivos y de entretenimiento, según la Encuesta de Presupuestos Familiares elaborada por el Instituto Nacional de Estadística (INE).

 

En términos relativos, este tipo de hogares destinaron sólo un 1,28% de su presupuesto a actividades deportivas, un punto menos que el año anterior, el mayor descenso entre todas las categorías.

 

El dato incluye la visita y participación en eventos deportivos, así como la venta de entradas o los abonos de temporada, pero no la compra de artículos deportivos tales como ropa y calzado (que se incluyen en esa categoría) o bicicletas (que entran dentro del grupo de transporte).

 

El grupo de hogares que más dinero destina al deporte en proporción a su presupuesto total es aquel cuyos ingresos mensuales se encuentran entre 3.000 euros y 4.999 euros, con un porcentaje del 1,38% de sus gastos totales.

 

Por otro lado, el grupo que menos dinero destina al gasto en servicios recreativos, deportivos y culturales es aquel que tiene una renta mensual de hasta 499 euros, que apenas destina un 0,44% de su presupuesto anual a comprar entradas para espectáculos deportivos o culturales o a la participación de eventos deportivos, entre otros.

Los hogares que cuentan con una renta mensual situada entre 500 euros y 999 euros son aquellos cuya variación en puntos porcentuales menos ha disminuido en el año de la pandemia respecto a 2019, con un descenso de 0,43 puntos.

 

La pandemia del Covid-19 ha provocado que el conjunto de españoles redujese su gasto en actividades deportivas, pues los gimnasios de todo el país han sufrido continuos cierres durante las distintas olas de la pandemia.

 

Desde el comienzo de la serie realizada por el INE en 2006, la media de gasto en deporte por persona se movía entre 90 euros y 100 euros hasta 2016, cuando se elevó hasta alrededor de 115 euros y 120 euros. El gasto de 2020 es el mínimo histórico, con 66 euros por persona.

 

Respecto al total del gasto en España, el gasto deportivo descendió un 0,37%, hasta ocupar el 0,6% del gasto total del país. En la clasificación por subgrupos, el porcentaje de gasto en equipo para deporte acampada y ocio y otros bienes para el ocio, el deporte y la cultura se ha mantenido estable respecto al año anterior, mientras que los cambios más significativos se han producido en el gasto de la asistencia y la participación en servicios recreativos y deportivos, con un descenso del 0,06% y 0,30% respectivamente. Fuente: Palco23

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Padel Nuestro culmina su venta al hólding madrileño Backspin Capital Investments

Padel Nuestro culmina su venta al hólding madrileño Backspin Capital Investments

Posted in Actualidad 2021

Padel Nuestro cambia de manos. La compañía murciana de equipamiento de pádel ha cerrado su venta al hólding madrileño Backspin Capital Investments. Tras ello, los tres socios fundadores de Padel Nuestro continuarán como asesores, mientras que Iñigo Coloma, socio de Playtomic y Trainingym, ejercerá como consejero delegado de la compañía. Los términos económicos de la operación no han trascendido.

 

A finales de julio la sociedad murciana publicaba los cambios en la administración de la empresa, pasando de estar gestionada por un consejo de administración a un administrador único, según recoge el diario CMD Sport.

 

El nuevo consejero delegado de la empresa murciana es fundador de la compañía Gtak Capital, especializada en tecnología e inversiones y que posee participaciones en Playtomic, Trainingym Residelia o Egogames.

Por su parte, los tres socios fundadores de la empresa, Ismael Cancho, José Ignacio Simón y Pascual López, continuarán ligados a Padel Nuestro como asesores durante los próximos cinco años.

 

En los últimos meses, Padel Nuestro y Signa Sports United (empresa matriz de Tennis-Point) mantuvieron negociaciones para que el grupo alemán obtuviera una participación mayoritaria en la empresa murciana, aunque las negociaciones no terminaron prosperando.

 

Padel Nuestro cerró el ejercicio 2020 con una facturación de 38 millones de euros, con un aumento de las ventas del 46% respecto al año anterior. Su principal foco de negocio, además del pádel, es el running, y juntos suponen más del 50% de la facturación total del grupo. Fuente: Palco23

Padel Nuestro cambia de manos. La compañía murciana de equipamiento de pádel ha cerrado su venta […]

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Los precios de la industria del deporte se estancan en julio

Los precios de la industria del deporte se estancan en julio

Posted in Actualidad 2021

Los precios de la industria del deporte se estancan en España. El Índice de Precios Industriales (Ipri) de la fabricación de artículos de deporte sufrió un frenazo en julio, una variación del 0% respecto al mismo mes del año anterior, según datos provisionales del Instituto Nacional de Estadística (INE).

 

En enero, el Ipri de la industria deportiva subió hasta el 1%, la mayor cifra en lo que va de 2021, a la que le siguió un descenso del 0,4% en febrero. En marzo, abril, mayo y junio la subida interanual fue del 0,5%.

 

 

La subida de precios de la industria del deporte continúa muy por debajo de la registrada por el Ipri general, que se disparó un 15,3% en julio, dos décimas más que la registrada en mayo y la tasa más alta desde octubre de 1983.

Por destino económico de los bienes, el sector que ha tenido una mayor influencia en la evolución del Ipri general son los bienes intermedios, que se han encarecido un 14,9%, más de un punto por encima del mes anterior.

 

También tuvo una influencia negativa el sector de la energía, que en julio disminuyó su variación interanual en más de dos puntos, hasta el 33,5%, debido a que los precios del petróleo subieron más en julio del año anterior.

 

El Ipri es un indicador coyuntural que mide la evolución mensual de los precios de los productos industriales fabricados y vendidos en el mercado interior, en el primer paso de su comercialización, es decir, los precios de venta a salida de fábrica, excluyendo los gastos de transporte y comercialización y el IVA facturado. Fuente: Palco23

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producción bicicletas

La producción de bicicletas se dispara en Europa hasta máximos desde 2016

Posted in Actualidad

Las bicicletas están de moda. La producción de este tipo de artículos se dispara en Europa hasta máximos desde 2016, de acuerdo a los datos recogidos por Eurostat. En 2020, se produjeron aproximadamente 12,2 millones de bicicletas en la Unión Europea (UE), en un sector en que ha crecido un 22,7% desde el batacazo de 2017, año en que se produjeron 9,9 millones de bicicletas.

 

La producción de bicicletas varía mucho entre los diferentes estados miembro de la UE de los que se dispone de datos, que proceden de la encuesta Prodcom, desde aproximadamente 1.500 bicicletas en Dinamarca hasta más de 2,1 millones de bicicletas en Italia o más de 2,6 millones en Portugal.

 

En 2020 la producción de bicicletas ha superado de nuevo los 12 millones de unidades, tras un crecimiento del 1,2% respecto a 2019. Tan sólo en tres ocasiones más en los últimos nueve años la producción ha superado esa cifra, precisamente en 2019, además de 2015, que se cerró con la cifra récord de 13,7 millones de bicicletas producidas, y 2016, cuando la producción fue de 12,52 millones. El peor ejercicio del ciclo de nueve años fue 2017, año en que cayó un 21%, hasta 9,91 millones de unidades.

 

En cambio, el valor de la producción logra cifras históricas en 2020, creciendo un 1,1% en relación a 2019, hasta 3.463 millones de euros. Desde 2012, año en que se situó en 2.205 millones de euros, el valor de la producción ha crecido paulatinamente año tras año, excepto en 2017 (coincidiendo con la menor producción). En los últimos nueve años, el valor de la producción se ha disparado un 57%.

Entre cuatro países de la Unión Europea acaparan en 2020 el 59% del total de la producción de bicicletas. Portugal es el país con mayor producción, con 2,6 millones de unidades, pese a la caída del 17% respecto a 2019, seguido de Italia, con 2,13 millones de bicicletas producidas el año pasado, después de un crecimiento interanual del 2,1%. A mucha distancia de estos dos países se encuentran Alemania, con 1,29 millones y una disminución de casi el 15%, y Polonia, con 1,08 millones de unidades fabricadas y un aumento del 11%.

 

Desde 2012, año en que fabricaron 1,11 millones de bicicletas, Portugal ha más que duplicado su producción. En cambio, Italia ha perdido producción, ya que hace nueve años su volumen de fabricación fue de 3,22 millones de unidades, un 51% más que en 2020. El país transalpino no es el único que ha visto mermada su producción en el periodo objeto de estudio, ya que Holanda ha reducido casi un 66% su fabricación, hasta 334.000 bicicletas, mientras que Bulgaria la ha disminuido hasta cerca de la mitad, hasta 484.000 unidades.

En cuanto al valor de la producción, Alemania no tiene rival, ya que en 2020 la producción de este artículo alcanzó un valor de 694 millones de euros, pese a una reducción de casi cien millones de euros respecto a 2019. Austria, con apenas 406.000 bicicletas producidas, sigue a Alemania en la clasificación de países con un aumento del 31%, hasta 413 millones de euros. Mientras que Italia, segunda en producción, cae a la tercera plaza en este apartado pese a un aumento del 5%, hasta 391 millones. Finalmente, Portugal, el país más productor, es sólo el cuarto en cuanto a valor de producción con 336 millones de euros, tras un incremento del 16% interanual.

 

Desde 2012, España ha visto reducida su producción de bicicletas un 42%, hasta 186.000 unidades en 2020, con una fabricación que se había mantenido por encima de las 200.000 bicicletas hasta ahora. Pero el valor de la producción casi se ha triplicado, pasando de 90,6 millones de euros en 2012 a 267,9 millones de euros en 2020, tras un aumento del 33% en relación a 2019.

Fuente: Palco23

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madrid deportes urbanos

Madrid Urban Sports acogerá el festival de deportes urbanos

Posted in Actualidad 2021

Madrid quiere convertirse en el epicentro de los deportes urbanos. Durante el fin de semana del 8 al 10 de octubre, la capital española acogerá el Madrid Urban Sports, un evento polideportivo que contará con los mejores deportistas del sector en el parque Madrid Río-Matadero.

 

En el evento se encontrarán las disciplinas de skateboardscooterroller freestylebreaking y BMX, en un año en que el skateboard ha hecho su debut en los Juegos Olímpicos de Tokio 2020.

 

En el MUS participarán atletas como Daniel Dhers, que ha conseguido medalla en la disciplina de BMX o Danny León, que ha representado a España en la disciplina de park de skateboarding.

El MUS 2021 llega por primera vez de forma presencial a la capital tras haberse estrenado el año pasado con una edición virtual, debido a las restricciones por Covid-19. Entre los ganadores hubo nombres internacionales como Courage Adams (BMX) o Kelvin Hoefler (skateboarding), quién ha logrado la medalla de plata en el debut del skateboarding en los Juegos Olímpicos de Tokio.

 

En paralelo a la competición deportiva, el MUS ofrecerá una amplia oferta cultural apostando por el rap y el trap como emblemas de la música urbana y también con un espacio dedicado al arte, donde artistas del graffiti madrileños exhibirán su creatividad.

 

Los asistentes al Madrid Urban Sports tendrán también la oportunidad de participar en las actividades de la zona Enjoy, un espacio para todos los públicos y edades basado en las tendencias urbanas actuales. En él se llevarán a cabo actividades como pump trackwood wave, Mini ramps, parkour, entre otras. Además, se instalará un Kids Park para los más pequeños que asistan al evento. Fuente: Palco 23

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El empleo en el deporte prosigue su recuperación y crece un 6,7% en agosto

El empleo en la industria del deporte rebota un 16% en el segundo trimestre

Posted in Actualidad 2021

El empleo en la industria del deporte recupera músculo con el fin del segundo estado de alarma y el arranque de la campaña veraniega. En el segundo trimestre, el empleo estimado en el sector de las actividades deportivas, recreativas y de entretenimiento se incrementó un 16,3%, hasta recuperar la barrera de los 200.000 trabajadores.

 

Según la última Encuesta de Población Activa (EPA), elaborada por el Instituto Nacional de Estadística (INE), el sector empleaba a 210.700 personas en el segundo trimestre, el máximo desde el tercer trimestre del año pasado y todavía por debajo de niveles pre-Covid.

 

El sector, que es altamente estacional, ha dibujado una evolución de dientes de sierra en el último año, con un rebote del 17% en el tercer trimestre de 2020, un descenso del 4,5% en el cuarto, una nueva caída del 11,5% en el primer trimestre de 2021 y ahora el nuevo repunte del 16,3%.

En el conjunto de actividades económicas, el número de ocupados aumentó en 464.900 personas en el segundo trimestre de 2021, hasta alcanzar 19,67 millones de trabajadores, un 2,42% más que el trimestre anterior.

 

La tasa de empleo (porcentaje de ocupados respecto de la población de 16 y más años) es del 49,63%, con un incremento de 1,16 puntos respecto del trimestre anterior. En variación anual, esta tasa ha subido 2,6 puntos. Fuente: Palco23

El sector de las actividades deportivas, recreativas y de entretenimiento recupera la barrera de los 200.000 trabajadores, según datos de la Encuesta de Población Activa.

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El coste laboral en las actividades deportivas cae a su mayor ritmo desde 2015

El coste laboral en las actividades deportivas cae a su mayor ritmo desde 2015

Posted in Actualidad 2021

El coste laboral se reduce en el año del Covid-19, los cierres y los expedientes de regulación temporal de empleo (Erte). En 2020, cada trabajador de actividades deportivas, recreativas y de entretenimiento costó, de media, 18.557 euros a las empresas al año, un 7,8% menos que el año anterior. Se trata del mayor descenso desde 2015 y el primero desde 2016, según datos de la Encuesta Anual del Coste Laboral elaborada por el Instituto Nacional de Estadística (INE).

 

En términos absolutos, el coste en el textil también marcó su mínimo desde 2017, cuando se situaba en 18.551 euros por trabajador. Ese año, subió un 2,5%; en 2018 repuntó un 1,3%, y en 2019, un 7,1%. Los salarios representan el 73,8% del coste total bruto.  Otro 22,7% corresponde a las cotizaciones obligatorias y un 0,32%, a cotizaciones voluntarias.

 

Los datos del sector se alejan así todavía más de la media nacional, que se situó en 31.150,2 euros brutos en 2020, un 2,1% menos que el año anterior. El salario anual bruto por trabajador fue de 22.837,59 euros, un 2,6% menos que en 2020, y representó el 73,3% del coste total.

“Durante 2020 y debido a las medidas de apoyo a los trabajadores como consecuencia de la pandemia Covid-19, se vivió una dualidad en el empleo de las empresas”, recuerda el INE, ya que convivieron trabajadores remunerados con salarios y empleados acogidos a expedientes de regulación temporal de empleo (Erte), que no fueron remunerados con salarios sino con prestaciones aportadas directamente por el Servicio Público de Empleo Estatal (Sepe).

 

“Como consecuencia de ello, la masa salarial total percibida por los empleados no guardó relación con el número total de efectivos de las empresas, pues, aunque solo una parte de ellos recibieron rentas salariales, todos estuvieron dados de alta en las plantillas. Por este motivo, el resultado obtenido para el salario medio a partir de la encuesta está distorsionado y su comparación con el resultado de la encuesta de 2019 (en el que el pago de salarios era generalizado) no es apropiada”, precisa. Fuente: Palco23

Cada empleado del sector supuso un coste bruto de 18.557 euros, un 7,8% menos que el año anterior, poniendo fin a tres años consecutivos en aumento

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La compañía, especializada en la fabricación y venta de pistas de pádel y proveedor oficial del circuito profesional World Padel Tour, innova con una pista que se transforma para adaptarse para hasta siete deportes.

Padel Galis patenta una pista de pádel multideporte

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Padel Galis patenta una pista de pádel multideporte para la práctica de siete modalidades deportivas. La pista puede acoger partidos de pádel, baloncesto, fútbol sala, hockey, vóley-playa, bádminton y tenis-playa.

Construida sobre una pista homologada de pádel, de veinte metros de largo y diez de ancho, en sólo 30 segundos se transforma domóticamente en una cancha multideporte gracias a una aplicación. El proyecto cuenta con el apoyo de World Padel Tour.

El grupo Galis World, propietario de Padel Galis, fue fundado en Valencia y cuenta con más de diez años de experiencia. La empresa duplicó sus ventas entre 2018 y 2019, hasta 5,5 millones de euros. Bajo la marca Padel Galis, fabrica pistas de pádel y se encarga tanto del montaje y construcción de pistas como de instalaciones deportivas y su mantenimiento.

La compañía opera globalmente y ha estado presente en eventos el Máster Series de Tenis en Italia y el Máster Series de Tenis Sony Open de Miami. Además, es proveedor oficial del World Padel Tour. Fuente: Palco23

La compañía, especializada en la fabricación y venta de pistas de pádel y proveedor oficial del circuito profesional World Padel Tour, innova con una pista que se transforma para adaptarse para hasta siete deportes.

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La fabricación del deporte se desmarca de la subida histórica de los precios industriales en junio

La fabricación del deporte se desmarca de la subida histórica de los precios industriales en junio

Posted in Actualidad 2021

La fabricación de artículos deportivos esquiva la subida histórica de los precios industriales. En junio, el Índice de Precios Industriales de este sector subió sólo un 0,4%, una décima menos que el mes anterior, según datos publicados hoy por el Instituto Nacional de Estadística.

 

El sector comenzó el año con una subida interanual del 1%, pero en febrero se abarató un 0,4%. En marzo, abril y mayo, con la base comparable ya afectada por la pandemia, el Ipri de la producción de artículos de deporte repuntó un 0,5%.

 

La subida de precios de la industria del deporte continúa muy por debajo de la registrada por el Ipri general, que se disparó un 15,4% en junio, dos décimas más que en mayo y la tasa más alta desde octubre de 1983.

Por destino económico de los bienes, el sector que ha tenido una mayor influencia en la evolución del Ipri general son los bienes intermedios, que se han encarecido un 13,7%, casi un punto por encima del mes anterior, debido a que los precios de la fabricación de productos básicos de hierro, acero y ferroaleaciones se incrementaron este mes, mientras que descendieron en junio del año pasado.

 

La energía, por su parte, continuó disparada, con una subida de precios del 35,2%, dos puntos menos que en mayo. Descontando este sector, el Ipri general aumentó en cinco décimas, hasta el 7,6%, la tasa más alta desde julio de 1995.

 

El Ipri es un indicador coyuntural que mide la evolución mensual de los precios de los productos industriales fabricados y vendidos en el mercado interior, en el primer paso de su comercialización, es decir, los precios de venta a salida de fábrica, excluyendo los gastos de transporte y comercialización y el IVA facturado. Fuente: Palco23

El Índice de Precios Industriales (Ipri) del sector subió un 0,4% en junio, una décima menos que el mes anterior, mientras que el Ipri general se disparó a su mayor ritmo desde 1983.

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El Tsjc confirma la legalidad del cierre de centros deportivos del pasado verano en Cataluña

El Tsjc confirma la legalidad del cierre de centros deportivos del pasado verano en Cataluña

Posted in Actualidad 2021

El Tribunal Superior de Justicia de Cataluña (Tsjc) ha dado la razón a la Generalitat. La justicia se ha posicionado del lado del ejecutivo, desestimando el recurso presentado por varias entidades deportivas contra el primer cierre de centros deportivos decretado por el Gobierno autonómico en julio de 2020, según CMD Sport.

 

Con esta decisión, el Tsjc ha validado la legalidad del cierre de gimnasios e instalaciones deportivas decretado por la Generalitat entre 18 y 29 de julio de 2020, un año después de aceptar la suspensión cautelar, tres días antes de la conclusión del plazo, del cierre que afectó a Barcelona y otros doce municipios del área metropolitana.

 

La sala del Tsjc ha inadmitido el recurso contencioso administrativo presentado por Indescat “por falta de legitimación activa”. Además, ha desestimado el recurso impuesto por la Unión de Federaciones Deportivas de Cataluña (Ufec) y el resto de entidades deportivas, que deberán hacerse cargo de las costas del proceso, limitadas a 3.000 euros. Ante la sentencia, que no es firme, cabe recurso de casación ante la sala del Tsjc.

El 17 de julio de 2020, Cataluña anunció el cierre de gimnasios en Barcelona y su área metropolitana durante quince días, buscando reducir la actividad social de la población para frenar los rebrotes de Covid-19.

 

Ante esta decisión, Ufec, Indescat, Gestiona, Adecaf, la Federación Catalana de Natación y la Asociación de Clubes de Natación se aliaron para posicionarse en contra de la decisión del Gobierno presidido por Quim Torra. Fuente: Palco23

El deporte catalán se unió contra el cierre de las instalaciones decretado por la Generalitat, pero la justicia ha avalado la actuación del ejecutivo.

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Evolución de la fabricación de artículos deportivos en España, mes a mes

La facturación de la industria del deporte aumenta un 3,8% en mayo

Posted in Actualidad 2021

La facturación de artículos deportivos sigue recuperándose un año después del Covid-19. En mayo, el Índice de Cifra de Negocio (ICN) del sector registró un alza intermensual del 3,8%, encadenando así tres meses consecutivos al alza, según datos provisionales publicados hoy por el Instituto Nacional de Estadística (INE).

En términos interanuales la cifra de negocios de los artículos deportivos registró un alza del 41,7%, encadenando tres meses de subida a doble dígito tras una caída del 5,3% en febrero, debido a la baja base comparable de 2020.

A lo largo del año pasado, la evolución fue mayoritariamente negativa. En marzo, con la declaración del estado de alarma, llegaron los descensos a doble dígito: del 31,3% en marzo, un 42,8% en abril y del 19,2% en mayo.

Durante los cinco primeros meses de este curso, los ingresos registraron un aumento del 3,1% en el primer mes del año, seguidos por un descenso del 5,6% en febrero, que repuntó de forma considerable en marzo y abril, con una subida interanual del 39,1% y del 73,4% respectivamente, a causa del confinamiento provocado por el Covid-19 el año anterior.

El ICN general anotó una subida del 41,7% respecto al mismo periodo del año anterior. La industria española encadena tres meses de crecimiento de forma consecutiva, debido a las bajas bases comparables de 2020. En términos intermensuales, la facturación del ICN general aumentó un 3% en mayo, volviendo a términos positivos tras el descenso del 9,2% en abril.

Los Índices de Cifras de Negocios en la industria son indicadores coyunturales cuyo objetivo es medir la evolución mensual de la demanda dirigida a las ramas industriales excluyendo la construcción. La información necesaria para su elaboración comenzó a recogerse en enero de 2002, mediante la puesta en marcha de una encuesta continua que investiga, cada mes, más de 12.000 establecimientos industriales distribuidos por todo el territorio nacional. Fuente: Palco23

El Índice de Cifra de Negocio del sector registró en el quinto mes del año un alza interanual del 23,8%, encadenando tres meses consecutivos de subidas.

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La Junta de Andalucía destinará seis millones a subvenciones para infraestructuras deportivas

Posted in Actualidad 2021

La Junta de Andalucía invierte en deporte. La Consejería de Educación y Deporte de la Junta de Andalucía ha publicado hoy en su Boletín Oficial (Boja) la convocatoria para el ejercicio 2021 de las subvenciones destinadas al fomento de infraestructuras deportivas para las entidades locales de Andalucía, dotada con seis millones de euros.


Cada entidad local optará a un máximo de 200.000 euros
. Entre los conceptos subvencionables están la reforma o reparación de campos de fútbol o de fútbol 7, pabellones cubiertos, pistas polideportivas descubiertas o piscinas.

 

Al mismo tiempo, podrán beneficiarse de estas ayudas aquellas instalaciones destinadas a deportes que requieren espacios deportivos que por sus características son incompatibles con otros deportes, no se encuentran normalizados, o no están incluidos en la Red Básica del Plan Director de Instalaciones y Equipamientos Deportivos de Andalucía (Pdieda), como es el caso de campos de rugby, béisbol o hockey hierba.

 

El plazo de presentación de solicitudes es de diez días hábiles, contados a partir del día siguiente al de la publicación en el Boja, por lo que las interesadas podrán optar a ellas del 16 al 29 de julio de 2021.

En la convocatoria de las subvenciones, la Junta detalla que el porcentaje máximo “ será del 50% del presupuesto de la inversión subvencionable para entidades beneficiarias con una población mayor a 20.000 habitantes; el 60% del presupuesto de la inversión subvencionable para entidades beneficiarias con una población mayor a 5.000 y menor o igual a 20.000 habitantes; y el 70% del presupuesto de la inversión subvencionable para entidades beneficiarias con una población menor o igual a 5.000 habitantes”. Siempre con una cuantía máxima a conceder de 200.000 euros.

 

La última vez que la Junta convocó esta línea de ayudas fue en 2017. Se presentaron más de 600 solicitudes de las cuales 88 entidades locales llegaron a ser beneficiarios.

 

Esta misma semana, la Junta de Andalucía convocó la concesión de ayudas al deporte no olímpico (ADN) con un presupuesto máximo de 200.000 euros, a las que los interesados pueden presentar sus solicitudes también durante un plazo de diez días hábiles. Fuente: Palco23

La Consejería de Educación y Deporte aportará un máximo de 200.000 euros por instalación deportiva en esta convocatoria de subvenciones.

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La ‘app’ Playtomic prevé alcanzar cien millones de facturación en 2021

Posted in Actualidad 2021

Playtomic apunta alto. La empresa española, especializada en la gestión de reservas en instalaciones deportivas, prevé llegar a los cien millones de euros de facturación este 2021, según ha informado CMD Sport.

 

Con el boom del pádel y otros deportes a través de los que se puede reservar pista mediante la appla compañía ha registrado más de un millón de usuarios activos mensuales, y da servicio a más de 3.000 clubes deportivos repartidos por 35 países.

 

Para lograr tal crecimiento, la empresa española ha tratado de crecer en el extranjero, desembarcando en países latinoamericanos como Ecuador o Panamá. Además, Playtomic cuenta con una estructura física en España, Italia, Suecia, Países Bajos, Bélgica y Emiratos Árabes.

De hecho, en Emiratos Árabes se ha vislumbrado uno de los crecimientos más exponenciales de la compañía, pasando de tener apenas dos centros registrados a más de cincuenta en tres meses.

 

La empresa también ha crecido a través de la compra de pequeñas empresas que operen con servicios parecidos en otros países. Hace justo un año, Playtomic compró la italiana PrenotaUnCampo, que gestiona alrededor de un millar de clubes en Italia.

 

La compañía, que ha recaudado 11,3 millones de euros contando las anteriores rondas de financiación, ha desarrollado la app que permite al usuario realizar reservas en más de 3.000 pistas de tenis y pádel gestionadas por más de 3.000 clubes. De esta forma, se pone en contacto directo al practicante con el complejo deportivo. Fuente: Palco23

La aplicación de reserva de pistas deportivas, que en 2020 facturó algo más de 25 millones de euros, se ha ido expandiendo fuera de España.

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Sportfive crece en golf con la adquisición de Global Golf Management

Posted in Actualidad 2021

Sportfive cree en el golf. La agencia de negocios deportivos situó el golf como uno de sus “pilares estratégicos” en un proyecto al frente del cual situó a Steve Loy como presidente de Global Golf. Ahora da un paso más en su presencia en este sector con la adquisición de Global Golf Management, según Sportico.

 

Bajo el liderazgo de Loy, la agencia ha renovado su estrategia mundial de golf y  busca incrementar el peso de la compañía en este deporte en mercados más allá de Estados Unidos y Asia. Como parte de su proceso de expansión, la compañía se queda con Global Golf Management, empresa que ha organizado más de 1.000 torneos en los cinco continentes desde su nacimiento hace más de treinta años, incluyendo los principales campeonatos de la PGA, LPGA y PGA Tour Champions.

 

Como parte del acuerdo, los directores de la compañía, Mike Harmon y Jeff Raedle pasan a formar parte de Sportfive como vicepresidentes de eventos de golf y reportarán a Steve Loy. Los acompañarán los otros 25 empleados de la compañía, que se integran en la estructura de la agencia.

Sportfive tiene un negocio de golf construido en torno a la representación de talentos, como Phil Mickelson o Jon Rahm, la gestión de eventos y la comercialización, principalmente centrado en Estados Unidos, algo que quiere cambiar con su nueva estrategia aprovechando su infraestructura mundial.

 

La agencia gestiona actualmente los torneos American Express y Safeway Open, que forman parte del calendario del PGA Tour 2021, y en Asia promueve y gestiona eventos como el SMBC Singapore Open, el Australian Open y el BNI Indonesian Masters.

 

Stefan Felsing, director ejecutivo de Sportfive, asegura que “el golf es una de nuestras iniciativas de crecimiento global y esta adquisición demuestra nuestro compromiso y entusiasmo por ejecutar nuestra estrategia a nivel mundial”, al tiempo que señala que “con Global Golf Management mejoraremos aún más nuestras capacidades y podremos crear aún más valor”.

 

Esta semana, Sportfive ha ampliado su oficina en Barcelona para acelerar su posicionamiento en España.La agencia refuerza su estrategia de crecimiento global, incrementando su presencia y actividad en el mercado español, donde recientemente se ha aliado con el Atlético de Madrid, Cádiz CF o la Real Federación Española de Fútbol. Fuente: Palco23

La agencia internacional de marketing deportivo amplía su negocio de golf con la compra de la agencia de gestión de eventos golfísticos, fruto de un acuerdo que se cerró la semana pasada.

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El fitness inicia nuevo curso tras una oleada de operaciones, nuevas cadenas y aperturas

El ecommerce de artículos deportivos se dispara un 79% en el año del Covid-19

Posted in Actualidad 2021

Cara y cruz para el deporte en el año del Covid-19. El negocio online de juguetes y artículos de deporte (donde se incluyen artículos como mancuernas u otro tipo de equipamiento deportivo) se catapultó el año pasado cerca de un 80% avivado por el auge de la actividad deportiva y el cierre de las tiendas, según datos publicados hoy por la Comisión Nacional de los Mercados y la Competencia (Cnmc). En cambio, las otras dos categorías deportivas que recoge la estadística, actividades y espectáculos, contrajeron sus ventas online debido a la suspensión motivada por el Covid-19.

 

En total, la venta online de productos y actividades deportivas facturó, incluyendo las tres categorías, 1.529 millones de euros en España en el año de la pandemia, un 25,1% menos que en 2019.

 

La comercialización de juguetes y artículos deportivos se situó en 131,1 millones de euros en el primer trimestre de 2020. La cifra creció hasta 252,1 millones de euros en el segundo trimestre, pero en el tercer trimestre reculó un 26,1%, hasta 186,1 millones de euros. En el último trimestre del año, logró un repunte del 53% en los ingresos, hasta 284,7 millones de euros.

El volumen de negocio de los espectáculos se situó en el primer trimestre del año pasado en 288,9 millones de euros. De abril a junio, la cifra se incrementó hasta 306,6 millones. Debido a la suspensión de toda práctica deportiva y la incapacidad de asistir a los distintos estadios deportivos, la cantidad de entradas de espectáculos cayó en el tercer trimestre del año hasta 107,5 millones de euros, aunque remontó en el cuarto trimestre del año hasta 955,2 millones.

 

La comercialización de actividades deportivas y recreativas anotó durante el primer trimestre del año una facturación de 54,4 millones de euros, y descendió más de un 70% en el segundo trimestre, hasta 15,4 millones de euros. Sin embargo, en el tercer trimestre se recuperó y la cifra de negocios aumentó se duplicó, hasta 38 millones. La facturación de la actividad cerró el año con otra subida, esta vez del 15,4%, hasta 44 millones de euros.

 

Las transacciones se dispararon un 77%, hasta 12,6 millones de operaciones. La subida en el número de compras estuvo por debajo de la registrada por el volumen de negocio, lo que apunta que no sólo se compró más, sino también más caro.

 

Uno de los factores a tener en cuenta es que los datos de comercio electrónico de la Cnmc no tienen en cuenta las ventas que provienen del retail deportivo a través de los canales de venta de fabricantes y distribuidores. Fuente:Palco23

Las ventas de actividades deportivas y espectáculos artísticos, deportivos y recreativos han registrado un descenso del 32% y del 61%, respectivamente.

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La licitación deportiva se duplica hasta mayo y supera 237,5 millones de euros

Posted in Actualidad 2021

La licitación de obras deportivas sigue al alza. Desde principio de año hasta mayo, en la construcción de obra nueva y rehabilitación de instalaciones públicas se invirtieron 237,5 millones de euros, lo que supone un aumento del 94,5% respecto al mismo periodo de 2020.

 

Según datos de la Asociación de Empresas Constructoras y Concesionarias de Infraestructuras (Seopan), la licitación se situó en 50,4 millones de euros en abril, la segunda cifra más alta de lo que va de año, tras los 59,3 millones de euros de inversión en obra pública deportiva de marzo.

 

En términos intermensuales, la licitación de obra pública deportiva ha ido en aumento mes a mes hasta abril, cuando descendió por primera vez, pasando de 58,9 millones de euros en marzo a 48,7 millones de euros en abril. La inversión se repartió de forma desigual entre rehabilitación (con 101,4 millones de euros entre enero y mayo) y obra nueva (con 136,1 millones de euros en el mismo periodo).

 

La inversión licitada en los cinco primeros meses del año en obra nueva se situó en 136,1 millones de euros, casi duplicando la inversión que se realizó entre enero y mayo del año anterior, cuando la licitación de obra deportiva se vio mermada por la crisis del coronavirus.

 

En total (teniendo en cuenta todo tipo de obra), en los cinco primeros meses del año, se licitó obra pública por valor de 8.741 millones de euros, un 74,5% más que en el mismo periodo del año anterior.

La inversión en obra pública para construir equipamiento deportivo en España se ha incrementado un 94,5% en los cinco primeros meses del año respecto al mismo periodo del año pasado.

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Cataluña destina 7,8 millones a ayudas para las federaciones deportivas catalanas

Posted in Actualidad 2021

La Generalitat de Cataluña acude al rescate del deporte federado catalán. El Consell Catalá del Esport (CCE) continúa destinando recursos para que las entidades deportivas catalanas puedan recuperar su actividad de manera progresiva. La administración ha abierto la convocatoria para la concesión de subvenciones plurianuales para el apoyo a la acción de las federaciones deportivas catalanas y de las uniones deportivas de clubes y asociaciones para el año 2021, que tiene una dotación de 7,8 millones de euros.

 

Días después de hacer efectivo el pago de varias subvenciones pendientes y de abrir el plazo de solicitudes para optar a las convocatorias destinadas a los consejos deportivos para desarrollar los programas de deporte escolar, de 3,8 millones, y a los clubes para la participación en competiciones femeninas e internacionales, de 750.000 euros, el gobierno abre una nueva convocatoria.

Esta convocatoria pretende apoyar la organización y participación en actividades deportivas internacionales y no internacionales, la promoción del deporte y la proyección internacional de las entidades federadas o miembros de una unión deportiva de clubes y asociaciones, al mismo tiempo que da apoyo al Programa de alto rendimiento deportivo (Programa Arco).

 

Las actuaciones subvencionadas se tienen que desarrollar en el periodo comprendido entre el 1 de octubre de 2020 y el 30 de septiembre de 2021. Por otro lado, del importe total, el 80%, 6,24 millones de euros, se pagará durante el ejercicio 2021 y el 20% restante, 1,56 millones de euros, durante el 2022.

 

Hace dos semanas, la Generalitat aprobó dedicar 11,6 millones de euros en subvenciones a repartir entre diferentes actores del sector para el fomento de la actividad deportiva, como parte de su programa de recuperación de la actividad.

 

Esta es una más de las medidas adoptadas por la Generalitat en apoyo al deporte en Cataluña. En febrero aprobó destinar 23,6 millones de euros a un nuevo rescate. De esta ayuda extraordinaria, quince millones estaban destinados a los gestores de instalaciones deportivas y otros 8,6 millones a los organizadores de competiciones oficiales.

 

Además, también ha concedido ayudas a clubes deportivos como la cadena de gimnasios Dir, que hace un mes recibió un préstamo participativo de 2,6 millones de euros de Avançsa, una empresa pública de la Generalitat catalana semejante a la Sociedad Estatal de Participaciones Industriales (Sepi). Fuente: Palco23

Esta convocatoria pretende apoyar la organización de actividades deportivas no internacionales.

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El gasto en deporte se hunde a mínimos históricos en el año del Covid-19 hasta sólo 66 euros por persona

Posted in Actualidad 2021

El deporte español sale del presupuesto de los españoles en el año de la pandemia. Debido al parón de las competiciones, el cierre de gimnasios y los comercios físicos, la industria deportiva ha registrado la menor cifra de gasto de su historia: los residentes en España destinaron de media apenas 66 euros a la cesta deportiva en 2020, un 44,2% menos que el año anterior, hundiendo su peso en el presupuesto total a niveles residuales, hasta el 0,6%.

 

Cada español gastó, de media, 66 euros en deporte el año pasado, frente a los 118,5 euros del año anterior. El dato incluye el equipo para deporte, acampada y ocio; otros bienes para el ocio, el deporte y la cultura; la asistencia a los servicios recreativos y deportivos y la participación en los mismos. Desde el comienzo de la serie en 2006, la media de gasto en deporte por persona se movía entre 90 euros y 100 euros hasta 2016, cuando se elevó hasta alrededor de 115 euros y 120 euros. El gasto de 2020 es el mínimo histórico, con 66 euros por persona.

 

El grueso se destinó a la participación en eventos deportivos o culturales, donde se incluyen desde las carreras populares a las cuotas de los gimnasios, con un desembolso de 42,6 euros. Le siguieron los equipos para deporte, acampada y ocio, donde destacan las tablas de esquí o los accesorios de piscina, con un gasto de 13,3 euros; otros bienes para el ocio, el deporte y la cultura, en los que se incluyen mesas de ping-pong o artículos de gimnasio, con un gasto de 5,4 euros, y, por último, la asistencia a servicios recreativos y deportivos, donde se incluyen las competiciones de cualquier disciplina deportiva con un gasto de 4,6 euros. El mayor golpe en términos relativos lo registró la asistencia a los servicios recreativos y deportivos, con una caída del 62%.

 

El mayor gasto en deporte se concentra en la categoría de la participación de eventos deportivos o culturales, donde se incluyen desde las carreras populares, las cuotas de los gimnasios o el alquiler de grandes equipos para el ocio. El desembolso de los españoles en este tipo de actividades descendió un 49,5% respecto a 2019, por lo que cada residente en España destinó 42,6 euros de media a este tipo de actividad, casi 42 euros menos que en 2019.

 

El gasto total de los españoles en la cesta deportiva también ha caído a mínimos históricos desde que el Instituto Nacional de Estadística (INE) realiza la Encuesta de los Presupuestos Familiares, en 2006. El descenso respecto al año anterior llega al 44%, hasta tres millones de euros, en comparación con los 5,5 millones de euros gastados en la cesta deportiva en el año prepandemia.

 

Por sectores, el grueso de los gastos se asignó también a la participación en eventos deportivos o culturales, con un desembolso total de casi dos mil millones de euros. Le siguió los equipos para deporte, acampada y ocio, con un gasto de 625 millones euros; los bienes para el ocio, el deporte y la cultura, con un gasto de 256 millones euros, y, por último, la asistencia a servicios recreativos y deportivos, con un gasto total de 215 millones de euros.

Respecto al total de la industria en España, el gasto deportivo bajó un 0,37%, hasta ocupar el 0,6% del gasto total del país. En la clasificación por subgrupos, el porcentaje de gasto en equipo para deporte acampada y ocio y otros bienes para el ocio, el deporte y la cultura se ha mantenido estable respecto al año anterior, mientras que los cambios más significativos se han producido en el gasto de la asistencia y la participación en servicios recreativos y deportivos, con un descenso del 0,06% y 0,30% respectivamente.

 

El INE apunta que, debido a la crisis sanitaria consecuencia de la Covid-19, los hogares modificaron sus hábitos de consumo a lo largo del año 2020. Así, el gasto monetario medio por hogar se redujo un 14,4% en el conjunto del año, a lo que contribuyó de manera intensa el periodo de confinamiento.

 

 

De hecho, durante los tres meses del primer estado de alarma (de marzo a junio de 2020) el gasto en las familias se redujo un 28,2% respecto al mismo periodo de 2019. En la nueva normalidad, el gasto medio creció hasta 20.818 euros, un 24% por encima de los datos del confinamiento, pero un 13,7% por debajo del periodo prepandemia.  Fuente: Palco23

El gasto total de los españoles en la cesta deportiva también descendió en 2020, hasta 3.096 millones de euros, lastrado por la asistencia a eventos, que registró un descenso del 62%.

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Los precios de la industria del deporte suben un 0,5% en mayo

Posted in Actualidad 2021

Los precios de la industria del deporte vuelven a subir en España. El Índice de Precios Industriales (Ipri) de la fabricación de artículos de deporte subió en mayo un 0,5% respecto al mismo mes del año anterior, según datos provisionales del Instituto Nacional de Estadística (INE).

 

La inflación de la fabricación de artículos deportivos anotó máximos en diciembre de 2018, cuando se situó en el 3,1%. Desde entonces, el Ipri ha mantenido subidas de hasta el 1% cada mes.

 

En enero, el Ipri de la industria del deporte subió hasta el 1%, rompiendo cuatro meses consecutivos de bajadas del 0,1% interanual, desde septiembre de 2020. En marzo, abril y mayo, el Ipri deportivo ha subido un 0,5% interanual cada mes.

La tasa anual del Ipri general fue del 15,3% en mayo, más de dos puntos por encima de la registrada en abril y la más alta desde enero de 1983.

 

El Ipri es un indicador coyuntural que mide la evolución mensual de los precios de los productos industriales fabricados y vendidos en el mercado interior, en el primer paso de su comercialización, es decir, los precios de venta a salida de fábrica, excluyendo los gastos de transporte y comercialización y el IVA facturado. Fuente_ Palco23

El Ipri del sector deportivo encadena tres meses de subidas del 0,5%, a diferencia del indicador general, que rebotó un 15,3%, la mayor subida desde enero de 1983.

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Opacidad o desidia: las federaciones españolas suspenden en transparencia

Posted in Actualidad 2021

Las federaciones, suspenso en transparencia. En general, las federaciones españolas cumplen con las obligaciones de transparencia muy al límite, jugando con todos los márgenes posibles. Además de una accesibilidad muy complicada a los documentos y poca claridad en sus portales de transparencia, la mayoría de las veinte federaciones deportivas con más federados de España no tienen actualizados los documentos o no están lo suficientemente detallados, son pocas las que tienen disponibles los presupuestos de 2021 o todos los contratos y convenios firmados. Algunas de las federaciones han ofrecido algunos de los datos económicos de 2020 y 2021 en notas de prensa, pero sólo algunas pinceladas y sin detallar.

 

Según fuentes jurídicas consultadas por Palco23, “las fronteras entre los conceptos establecidos por la ley son sencillas de delimitar, aunque es habitual escudarse en la protección de los datos personales para burlar los deberes de información”. En esta línea, las federaciones que reciben subvenciones importantes se han tenido que adaptar, “mal que bien, a la normativa de transparencia, porque es obligatoria”.

 

No obstante, “si la información que dan es veraz, suficiente o completa, se pueden discutir, primero, internamente (con previa solicitud formal), y luego, ante los jueces de la jurisdicción contencioso-administrativa”, algo que “ha sido habitual en los primeros años, por la falta de cultura y costumbre”, explican. Por otro lado, toda entidad no obligada a ser transparente sólo puede verse compelida según códigos internos.

Por opacidad, falta de recursos o desidia de sus administradores, lo cierto es que las páginas de transparencia de la mayoría de las mayore entidades federativas del deporte español tienen carencias significativas. La Real Federación Española de Atletismo (Rfea) y la Real Federación Española de Hípica (Rfeh) son las más claras; la de tiro olímpico y la de patinaje, las más inaccesibles, en apariencia por problemas técnicos.

 

“La transparencia se entiende por poner en la web cierta información agregada sin detalle, pero como no está definido, se cumple al mínimo; y si nadie pregunta, se aprueba”, señalan fuentes jurídicas. Este hecho se produce sobre todo por “una falta de cultura” de renidicón de cuentas, aunque esta circunstancia ha mejorado en los últimos 15 años. Asimismo, también hay que tener en cuenta que el Covid-19 ha impedido que se celebren muchas reuniones.

 

La ley 19/2013 es por la que se rige la transparencia de las federaciones deportivas. La norma les obliga a publicar toda la información relativa a los contratos, con indicación del objeto, duración, el importe de licitación y de adjudicación, el procedimiento utilizado para su celebración, así como los convenios suscritos, con mención de las partes firmantes, su objeto, plazo de duración, modificaciones realizadas, obligados a la realización de las prestaciones y, en su caso, las obligaciones económicas convenidas

 

Las entidades también tienen como obligación publicar las subvenciones y ayudas públicas concedidas con indicación de su importe, objetivo o finalidad y beneficiarios, así como los presupuestos, con descripción de las principales partidas presupuestarias e información actualizada y comprensible sobre su estado de ejecución y sobre el cumplimiento de los objetivos de estabilidad presupuestaria y sostenibilidad financiera de las administraciones públicas.

La ley también establece la obligatoriedad de publicar las cuentas anuales que deban rendirse y los informes de auditoría de cuentas y de fiscalización por parte de los órganos de control externo que sobre ellos se emitan, además de las retribuciones percibidas anualmente por los altos cargos y máximos responsables de las entidades.

 

La normativa es de aplicación directamente a las entidades de derecho público (o sociedades de capital participadas en más del 50% por capital público) y también a las entidades privadas (incluidas asociaciones), que perciban subvenciones de más de 100.000 euros. Es el caso de la maypría de federaciones, entidades privadas de utilidad pública.

 

 

 

 

Del fútbol al taekwondo, quién cumple poco y quién no cumple nada

 

La Real Federación Española de Fútbol (Rfef) tiene publicadas las cuentas anuales a cierre de 2019 y el presupuesto de ingresos y gastos de 2019, pero poco detallado. Consta la cobertura de seguros de responsabilidad civil, así como los contratos de larga duración firmados en 2019, pero sólo constan los importes económicos de los derechos audiovisuales de la Copa del Rey y de la Supercopa.

 

En cuanto a convenios, en el portal de transparencia de la entidad con más federados (y presupuesto) sólo se encuentra la relación de entidades, naturaleza jurídica y el objeto a fecha de 2018. También establece el importe de las subvenciones del año 2019, aporta la retribución del presidente y el secretario general y especifica cuatro conceptos dentro de la junta directiva (comités, contratos mercantiles, contratos laborales y derechos arbitrales), pero con fecha 2018. La entidad revela el endeudamiento de 2019.

 

En el portal de transparencia de la Federación Española de Baloncesto (FEB) constan cuatro contratos con las administraciones con importes de 2018, así como cuatro convenios con administraciones de 2016 y 2018. La información de las subvenciones corresponde a la temporada 2018-2019. La FEB ofrece un presupuesto del año 2020 detallado y las últimas cuentas disponibles son las de 2019, auditadasEl apartado de retribuciones órganos de gobierno y alta dirección da error, por lo que no se puede acceder. Por otro lado, constan las licitaciones a la Capital Española del Baloncesto y su agencia de viajes y su servicio de impresión, fotocopiado y escaneado.

 

La Federación Española de Deportes de Montaña y Escalada tiene publicados los convenios activos con la duración, el importe, el procedimiento de la empresa y no figuran contratos con administraciones. La entidad detalla las subvenciones, con el organismo, el importe, la fecha de concesión, el objetivo o finalidad y los beneficiarios. Tiene públicos los presupuestos de 2019 y las cuentas auditadas publicadas el 31 de diciembre de 2020 referentes a 2019.

Especifica que ni presidente ni altos cargos reciben retribución y detalla los gastos relevantes de la entidad por retribuciones, dietas y gastos de 2019.

Por otro lado, la cuarta entidad con más federados, la Real Federación Española de Golf (Rfeg) pública los contratos y los convenios, con nombre de empresa, fecha de la firma y objeto, así como el año de su firma, la finalización y la resolución, pero no establece cuantía, aunque si las separa por importes inferiores o superiores a 18.000 euros, 50.000 en caso de obras. La entidad detalla el importe, la finalidad y los beneficiarios de las subvenciones otorgadas en 2020, así como un presupuesto actualizado de 2021 y sus cuentas no auditadas publicadas a cierre de 31 de diciembre del año pasado. Ofrece las cuentas auditadas de 2019 y descibre que la presidencia no es remunerada. Por otro lado, recuerda que no existen importes percibidos por participación en competiciones internacionales ni por pertenencia a estructuras internacionales.

 

 

La Real Federación Española de Judo y Deportes Asociados (Rfejda) tiene públicos los contratos firmados en 2018 con nombre, importes, descripción y localización y los convenios firmados en 2019, con entidad, importe y objeto. Las últimas subvenciones detalladas son las de 2019, con importe y fecha de cobro. Asimismo, sus últimas cuentas anuales son las cerradas el 31 de diciembre de 2018 y su último presupuesto disponible es el de 2019. Establece la retribución del presidente, pero no especifica la fecha de esta, tampoco detalla los sueldos y salarios.

 

 

Por su parte, la Real Federación Española de Voleibol (Rfev), entidad com más de 90.000 federados, establece que “no hay en la actualidad ningún contrato vigente con entidades públicas y que “tampoco existe ninguno que haya caducado en el último año”. Además, publica la relación de los convenios suscritos, con mención de las partes firmantes, su objeto y en su caso las obligaciones económicas convenidas con fecha del 18 de septiembre del año pasado. La entidad pública las subvenciones y ayudas públicas concedidas con indicación de su importe, objetivo o finalidad y beneficiarios, enlazando las últimas cuentas auditadas disponibles, las de 2019. Asimismo, detalla las retribuciones en este documento.

La Real Federación Española de Balonmano (Rfebm) va un poco rezagada en cuanto a transparencia y ofrece los contratos con la administración pública entre 2015 y 2019, con el año, el nombre, el objeto y el importe y los convenios de colaboración entre 2016 y 2018, con entidad e importe. Asimismo, detalla las subvenciones entre 2015 y 2019, presenta el presupuesto de 2020 y las cuentas auditadas de 2019. Por otro lado, también da a conocer las retribuciones del presidente y altos cargos hasta 2019, los gastos de viaje y los ingresos por publicidad y campeonatos de 2019.

 

Contrasta el ejercicio de transparencia realizado por la Real Federación Española de Atletismo (Rfea). La entidad detalla el presupuesto de 2021 aprobado por la asamblea general del 18 de abril de este año y presenta la liquidación definitiva del presupuesto de este año aprobado el mismo día. Asimismo, aporta el informe de la auditoría de 2020 y los convenios y las subvenciones con el organismo, el motivo y el importe. También da a conocer la retribución del presidente y recuerda que no tiene contratos con administraciones públicas.

 

Por su parte, la Real Federación de Española de Ciclismo (Rfec) recuerda que “no ha suscrito ningún contrato con administraciones públicas en 2019” y pública sólo los convenios vigentes con las empresas pertinentes, pero sin especificar ni el importe ni la fecha. También pública separadamente los ingresos (detallados) de las subvenciones públicas recibidas (CSD u otras) y los ingresos, pero sin fecha. El último presupuesto disponible es del 2019 y es accesible el informe externo de auditoría sobre las cuentas de 2019. Aporta la retribución de altos cargos y presidente de 2018, así como los gastos de representación. Por otro lado, recuerda que la entidad “no percibe importes por participación en competiciones internacionales, pertenencia a estructuras internacionales”, aporta su deuda con el CSD en 2018 y recuerda las entidades de las que percibe ingresos privados.

En su portal de transparencia, la Federación Española de Pádel (FEP) sólo establece el contrato del préstamo con el CSD de 2019 y adjunta los documentos completos de los contratos firmados con tres marcas en 2017 y 2018. También aporta el importe de la subvención de 2018 del CSD y no detalla las otras subvenciones de las que aporta un importe. La entidad permite acceder al presupuesto de 2020 actualizado por el Covid-19 y a las cuentas auditadas de 2019, publicadas el 30 de octubre del año pasado. Detalla el salario del presidente y establece sus dietas y sus gastos o cargas sociales, pero no especifica la fecha. La entidad detalla el importe de los ingresos propios e indica la deuda a 31 de diciembre, pero no especifica el año.

 

La Real Federación Española de Tenis aporta la relación de proveedores, servicio contratado y vencimiento, pero sin importe, actualizado en abril del año pasado. También la relación de patrocinadores con tipo de servicio y vencimiento, pero sin importes. En cuanto a subvenciones, sólo aporta información detallada de 2017. El último presupuesto publicado es el de 2020 y las cuentas disponibles son a cierre de 2019. También aporta detalle de retribución y gastos de representación de presidencia, dirección general y dirección deportiva, pero sin especificar año. Por otro lado, en la web de la entidad constan las licitaciones hasta el 19 de octubre del año pasado y publica su memoria anual en la que se recoge la actividad deportiva, económica y social del ente federativo a lo largo de la temporada.

 

En el podio de federaciones más transparentes se encuentra la Real Federación Española de Natación, aunque con algún pero. La entidad aporta algunos datos intermedios de ingresos y gastos de 2021, a cierre de marzo de este año, así como un detallado desglose de endeudamiento de la federación a cierre de marzo de 2019. Por otro lado, sólo especifica el nombre de las entidades con las que tiene contrato en 2021, no aparecen convenciones y específica las subvenciones recibidas en 2020, con el nombre de la entidad, la finalidad y el importe. Por otro lado, ofrece el presupuesto de ingresos y gastos en 2021 sin detallar y las cuentas anuales de 2019 depositadas el 22 de julio del año pasado. La Rfen también recuerda que no tiene contratos de alta dirección.  

La Real Federación Española de Karate (Rfek) tiene publicado el presupuesto de 2020 y las cuentas y el informe de auditoría de 2019. La entidad no tiene suscrito ningún contrato ni convenio con administraciones públicas y detalla las subvenciones recibidas antes del Covid1-9, con el concepto y el importe. Aporta las retribuciones del personal administrativo y técnico de 2020, así como del presidente, detallando el cargo, el sueldo, las dietas, los gastos de viaje y los de representación.  También añade los trabajos complementarios de las auditorías 2019.

 

Si hay una federación que suspende en transparencia es la Real Federación Española de Patinaje (FEP). Al intentar acceder a los contratos, convenios, retribuciones y subvenciones, el usuario topa con un aviso que dice que “Se ha quitado el recurso que está buscando, se le ha cambiado el nombre o no está disponible en estos momentos”. Publica el presupuesto de 2020 y las cuentas de 2019.

 

Totalmente opuesto al caso de la FEP es el de la Real Federación Española de Hípica (Rfeh), que es la federación más transparente de las analizadas. La entidad pública el documento de todos los convenios firmados en 2021 así como el documento oficial de las subvenciones a fecha del 7 de julio de 2020. También detalla el presupuesto de 2021 con ingresos propios y subvenciones y aporta las cuentas anuales auditadas de 2019. La entidad establece que “no tiene otros contratos o convenios formalizados en la actualidad con entidades públicas o bajo el control público” y que no existen retribuciones del presidente, junta directiva y órganos representativos, pero ofrece las retribuciones y gastos de representación del personal de alta dirección. Además, ofrece detalles desu endeudamiento.

La Federación Española de Surf (FES) sólo establece el nombre de las entidades con las que tiene contratos y no pública ni los convenios ni las subvenciones. El último presupuesto disponible es de 2019, mientras que sus últimas cuentas son las de ese mismo año. Aporta la retribución de su gerente, el único alto cargo remunerado.

 

Por otro lado, Real Federación Española Gimnasia (Rfeg) establece que ha suscrito un contrato con el Ayuntamiento de Burgos en 2020 y recuerda que en 2019 no tiene ningún convenio vigente o suscrito. Aporta todos los documentos pertinentes a las subvenciones de 2019 así como el presupuesto del mismo año y el avance del primer trimestre de 2020. Las últimas cuentas disponibles son las de 2018 pero pública la retribución de los altos cargos del año pasado. La entidad tiene un formulario de acceso a la solicitud de información.

 

Por su parte, la Federación Española de Tiro Olímpico falla en cuanto a transparencia y directamente no tiene operativo su portal de transparencia, por lo que incumple toda la normativa.

 

La Federación Española de Rugby (FER) pública la relación de contratos y convenios, subvenciones y pólizas de seguro para el periodo 2017-2019 con entidad o servicios profesionales más su importe económico, así como el presupuesto 2021 aprobado por la comisión delegada el pasado 15 de abril y el cierre provisional de las cuentas de 2020. También ofrece la retribución de altos cargos de 2018 y en su portal recuerda que la entidad, igual que el resto de las federaciones españolas “ha sido sometida a un análisis y estudio de su cumplimiento en esta materia en abril de 2018 por la entidad Transparency International España”.

 

Finalmente, en el portal de transparencia, en el que recuerda que son las “obligaciones impuestas por la Ley de Transparencia” la Real Federación Española de Taekwondo no constan ni contratos ni convenios, pero desvela las subvenciones recibidas por el CSD con importe. Además, aporta el presupuesto de 2019 y las cuentas auditadas del mismo año presentadas en julio del año pasado. Aporta las retribuciones y dietas de 2019 y detalla las subvenciones públicas y los recursos propios de 2019. Fuente: Palco23

Con excepciones como las federaciones de atletismo o hípica, la mayor parte de las mayores entidades federativas incumplen parte de los requisitos de publicación de sus cuentas y contratos.

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El fitness en Europa pierde un 32,9% de ventas y un 15,4% de abonados en 2020

Posted in Actualidad 2021

El fitness se contrae por la pandemia. EuropeActive ha presentado el estudio 2021 European Health & Fitness Market Report, en el que trata de la evolución del mercado del fitness en 2020, un año marcado por la pandemia, con un retroceso de la facturación del 32,9% hasta 18.900 millones de euros.

La octava edición del informe revela el impacto del coronavirus en el sector del fitness, como consecuencia de los cierres y las medidas de limitación de aforo aplicadas por los diferentes gobiernos europeos, que se tradujeron en una limitación de los días de apertura de entre el 40% y el 50%, tras décadas de crecimiento continuo.

 

En España, el sector del fitness perdió un 43,4% de su negocio, lo que supuso una facturación de 1.340 millones de euros en el año del Covid-19. En cuanto a clientes, España cerró con 4,32 millones de abonados, un 21,7% menos que el año anterior.

Según el informe, los clubes de fitness perdieron aproximadamente 10 millones de miembros, tras una caída del 15,4% hasta 54,8 millones de abonados a finales de 2020. La disminución de clientes ha ido acompañada de una rebaja de los ingresos del 32,9% hasta 18.900 millones de euros, muy lejos del negocio de 28.200 millones de euros de 2019, un año de facturación récord. Los quince principales operadores de fitness europeos alcanzaron unos ingresos totales de 2.600 millones de euros en 2020.

Los veinte mayores operadores vieron como su número de abonados se reducía en 900.000 socios, con  una disminución del 7%, hasta 12,3 millones en comparación con 2019.

Además, el número total de gimnasios se redujo un 1,4% hasta 62.775 centros, una disminución moderada que el estudio vincula al apoyo financiero que muchos gobiernos han ofrecido a las empresas durante la pandemia. Además, los operadores de grandes cadenas y los estudios boutique, realizaron “una cantidad significativa de nuevas aperturas de clubes en 2020, a pesar de los diversos cierres”, según el informe.

Por otro lado, “la digitalización y la ampliación del ecosistema se aceleraron en 2020”, junto a un crecimiento significativo en equipos y accesorios de fitness para el hogar, además de productos o servicios digitales y soluciones para exteriores.

Al mismo tiempo, la confianza de los inversores en el sector se mantiene, como se constata “por las grandes sumas invertidas durante 2020 en los distintos segmentos del ecosistema fitness a través de empresas existentes y startups, tanto online como offline”. Una parte importante de esa inversión proviene de compañías como Apple, Google y Amazon.

En 2020, se registraron 16 transacciones importantes de fusiones y adquisiciones, que involucraron un total de 854 clubes. Un total de 505 clubes cambiaron de propietario antes de marzo.

 

El director ejecutivo de EuropeActive, Andreas Paulsen, destaca que “necesitamos datos fiables para evidenciar fácticamente el impacto del Covid-19 en nuestro sector y, lo que es más importante, para evidenciar el impacto positivo y esencial de nuestro sector en nuestras comunidades en toda Europa”.

En el primer trimestre de 2021, aproximadamente entre el 80% y el 90% de la industria europea se enfrentaba a medidas restrictivas. Pero durante los meses de mayo y junio de 2021, las reaperturas se han acelerado en la mayoría de los mercados europeos del fitness. Fuente: Palco23

La pandemia del coronavirus ha pasado factura al sector del fitness, que se ha visto golpeado duramente pese a los esfuerzos para adaptarse apoyada en la digitalización y las clases online.

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El Gobierno saca a información pública la nueva Ley del Deporte

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La nueva Ley del Deporte, cada día más cerca. El Gobierno ha sacado esta semana a información pública el anteproyecto de la nueva ley para que las entidades del sector puedan realizar sus aportaciones. La fecha límite para poder hacerlo es el 12 de julio de 2021.

El objetivo de esta ley, que consta de 108 páginas y que puede consultarse en la web del Ministerio de Cultura y Deporte, es actualizar la situación jurídica de la actividad física y el deporte dentro de las competencias que ostenta el Estado y adaptar la regulación a los tiempos actuales, “eliminando toda clase de desigualdades existentes y creando instrumentos que propicien el crecimiento del deporte a todos los niveles”.

 

Este ley, entre otras novedades, pretende establecer un límite a los mandatos de los órganos de las federaciones deportivas según establece la ley no podrá superar los dos mandatos consecutivos ni tres en períodos alternos”.

 

Por otro lado, la ley establece que “se aplicará el porcentaje del 7% sobre los rendimientos de actividades profesionales que se establezcan reglamentariamente, entre los que se encontrarán los premios obtenidos por deportistas en competiciones deportivas”, es decir, la mitad que la actualidad, y establece una igualdad efectiva entre hombres y mujeres con la paridad administrativa, igualdad en premios y extensión de derechos.

Además, el anteproyecto de ley eliminará la obligación de transformarse en Sociedad Anónima Deportiva  (SAD) para la participación en competiciones oficiales profesionales de ámbito estatal, “con las salvedades establecidas para algunos clubes que pudieron mantener su forma jurídica tras la aprobación de la Ley del Deporte del año 1990”.

 

“Este modelo de participación ha demostrado su ineficacia a raíz de las múltiples crisis que han sufrido las SAD desde el año 1990, y cuya recuperación se ha debido a otros factores que nada tienen que ver con la exclusión de otras formas jurídicas para la participación en esta clase de competiciones”, asegura el ejecutivo en el documento.

 

Asimismo, la ley establece que “las ligas profesionales únicamente podrán ser organizadoras de una competición profesional” pero “por acuerdo con la federación deportiva española correspondiente, podrán ser organizadoras de competiciones oficiales de la misma modalidad o especialidad deportiva en la que la participación esté restringida a la totalidad o a una parte de los miembros de dicha liga”. En cuanto a derechos televisivos, la ley reconoce que su titularidad corresponde en cualquier caso a los clubes y entidades deportivas participantes en las mismas. Fuente Palco23

El ejecutivo toma la decisión para que las entidades del sector puedan realizar sus aportaciones hasta el 12 de julio.

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El deporte se digitaliza: 830 millones de personas usaron ‘wearables’ o aplicaciones de fitness en 2020

Posted in Actualidad 2021

La pandemia ha acelerado la digitalización del deporte. En 2020, más de 830 millones de personas en todo el mundo usaron wearables o aplicaciones de fitness, de acuerdo a un estudio realizado por SIGNA Sports United y Boston Consulting Group. Actualmente, el tamaño del mercado mundial del deporte alcanza 1,1 billones de dólares.

 

La digitalización ha emprendido un camino imparable. El 56% de todos los deportistas esperan usar wearables en el futuro, principalmente para medir su rendimiento, para formarse sobre un estilo de vida saludable o para participar en sesiones de entrenamiento online.

 

En paralelo, la pandemia del coronavirus ha acelerado el negocio del deporte. El 47% de las personas se ha centrado más en la salud y el bienestar, mientras que el 55% espera mantener este hábito, de acuerdo a dicho estudio. Además, aquellos más comprometidos con el deporte, los que hacen ejercicio al menos cuatro veces por semana, han gastado un 10% más en artículos deportivos durante la crisis del Covid-19.

 

La participación en deportes está creciendo a un ritmo tan elevado que se ha convertido en la segunda actividad de ocio global más común después de viajar, con el 35% de la población mundial practicando deporte al menos una vez al mes.

 

En Estados Unidos, la tasa de participación deportiva se disparó en 2020 un 4% interanual hasta llegar a 230 millones de personas activas, siendo el aumento más pronunciado en la participación durante más de una década. Por otro lado, la participación de las mujeres estadounidenses ha aumentado un 15% desde 2010.

El deporte global es un mercado global de 1,1 billones de dólares y sigue creciendo. El comercio minorista representa la mayor parte del mercado deportivo, con un gasto de 475.000 millones, una cifra que está previsto que crezca ritmo del 7% anual hasta alcanzar 670.000 millones en 2025.

 

Por otro lado, están previstas tasas de crecimiento continuas de dos dígitos para el comercio electrónico de deportes durante los próximos cinco años, creciendo tres veces más rápido que el comercio minorista físico de deportes, con un aumento del 30% de la participación en las ventas online a nivel mundial.

 

El informe detalla que la estrategia ganadora online se basa en ser el minorista más grande o especializarse en verticales. Los minoristas especializados en deportes online tienen de dos a tres veces más probabilidades de ser el destino de compras preferido para compradores de productos de ciclismo, tenis, golf, caballo o deportes de invierno. Además, los consumidores gastan más en especialistas en deportes verticales online, hasta el punto de que reciben un mayor volumen de pedidos superiores a cien dólares, y obtienen el doble de ingresos brutos por pedido en comparación con los minoristas de moda online multimarca.

Las principales razones para comprar a un especialista vertical online son la selección y la recomendación de un producto exclusivo, junto a servicios de valor agregado y potencial de personalización, así como la oportunidad de formar parte de una comunidad y acceder a las últimas tendencias, colecciones e innovaciones de productos.

 

El mercado deportivo está muy fragmentado, ya que los tres mayores minoristas deportivos del mundo (Decathlon, Dick’s Sporting Goods y JD Sports) apenas suman, de manera conjunta, el 7% de la cuota de mercado del mercado minorista deportivo mundial. Fuente: Palco 23

La participación deportiva a nivel mundial ascenderá a 3.500 millones de personas en 2025, y sitúa el tamaño del mercado mundial del deporte actualmente en 1,1 billones de dólares.
La pandemia del coronavirus ha acelerado el interés por el deporte y el uso de ‘wearables’ o aplicaciones de fitness

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Evolución de la fabricación de artículos deportivos en España, mes a mes

Más gimnasia y menos fútbol, ciclismo y natación: cómo ha cambiado el deportista español en un lustro

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Más deporte, pero diferente. En el último lustro, España ha ganado tres millones de nuevos deportistas, pero el mapa de deportes favoritos ha cambiado. Mientras la gimnasia y, en menor medida, el surf, se han disparado, la natación, el fútbol o el ciclismo han perdido adeptos, lastrados en parte por las restricciones por la pandemia, según datos de la Encuesta de Hábitos Deportivos realizada por el Ministerio de Cultura y Deporte junto con el Consejo Superior de Deportes y el Instituto Nacional de Estadística (INE).

 

En 2020, 23,90 millones de personas en España practicaron algún deporte, lo que supone un 59,6% del total de encuestados. Cinco años antes, cuando se realizó la última encuesta, la cuota no llegaba al 54%, con 20,8 millones de deportistas.  De ellos, el 65,1% tienen menos de catorce años y otro 19,9%, entre 15 y 24 años. Las cuotas del resto de tramos de edad no llegan al 5%.

El hábito se mantuvo incluso durante el estado de alarma decretado el año pasado por el Covid-19. Entre abril y mayo, el 41,8% de los españoles de más de quince años practicaron alguna actividad deportiva. Además, el confinamiento y la inclusión del deporte como una de las pocas actividades permitidas en el exterior motivaron un aumento de los deportistas más habituales: un 29,5% de los encuestados hicieron deporte todos los días durante ese periodo, frente al 29,5% que lo practicó cada día durante el último año.

 

Además, durante el confinamiento la cuota casi se igualó entre hombres y mujeres: un 43,9% de los hombres practicaron ejercicio entre abril y mayo, mientras que entre las mujeres se situó en el 39,9%. La brecha, de sólo cuatro puntos, está muy por debajo de la observada en el conjunto del año, cuando llega a 11,7 enteros.

¿Qué deportes practican los españoles?

En el conjunto del año, motivado también en parte por las restricciones por la pandemia, la radiografía de los deportes más practicados ha dado un vuelco. Si, en 2015, el deporte más popular era el ciclismo, en 2020 lo fue la gimnasia suave.

 

La natación, que ocupaba la segunda posición, cae al número siete, en parte por el cierre de gimnasios, piscinas y otras instalaciones deportivas donde se practica esta actividad. La gimnasia intensa ha adelantado al senderismo y el fútbol 11 y 7 cae una posición, hasta la octava, entre los deportes con más adeptos.

 

La gimnasia suave, que puede practicarse en cualquier lugar, es la que más población ha sumado en términos relativos. Si, en 2015, sólo un 25,8% de los deportistas españoles optaban por esta actividad, cinco años después la cuota llega casi al 50%.

 

Es la mayor subida de la tabla, muy por encima de los cuatro puntos que han arañado otras actividades físicas con música, los 2,2 enteros que suma la gimnasia intensa y el punto que escala el surf.

Rugby, lucha, automovilismo, triatlón, actividades marciales, actividades aeronáuticas y bádminton completan la lista de deportes que han ganado cuota, aunque no suman ni siquiera un punto porcentual. El squash y la vela se han mantenido en el 1,9% en ambos casos, mientras que todos los demás deportes han perdido peso sobre el total.

 

A la cola se sitúa la natación, que se ha dejado 20,1 puntos, hasta ser el deporte practicado por un 18,4% de la población. El fútbol, por su parte, ha pasado de ser practicado por un 22,4% de los deportistas españoles a un 14,1%, mientras que el ciclismo se ha dejado más de siete puntos, hasta el 31,3%.

Casi un 60% de los españoles ya practican algún deporte, frente al 53,5% de cinco años atrás. Los más deportistas (el 65,1%) tienen menos de catorce años.

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Los deportistas con licencia caen al 8,9% de la población en 2020

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No todo el mundo se aventura a hacer deporte, pese a que represente un estilo de vida saludable, sobre todo después de la pandemia. Aunque la mayoría de los españoles crea conveniente realizar alguna actividad física, no todos la llevan a cabo. Sólo el 8,9% de los residentes en España tienen, al menos, una licencia deportiva en vigor, pero esta fase cae en 0,9 puntos respecto a la Encuesta de Hábitos Deportivos en España 2015, cuando el porcentaje era del 9,8%.

 

El estudio, realizado por el Ministerio de Cultura y Deporte junto al Consejo Superior de Deportes (CSD) cada cinco años, recoge los datos relevantes sobre el interés que crea la práctica deportiva en España y, en este caso, la vinculación que tiene con las federaciones o entidades deportivas.

 

Por sexos, el índice se mantiene estable respecto a cinco años atrás. Un 12,8% de los hombres posee una licencia deportiva, superando en más del doble a las mujeres, que apenas llegan al 5,3%. Estos datos son similares a los de 2015, cuando un 14,8% del género masculino disponía de licencia deportiva y apenas un 5% de las mujeres contaban con esa cartilla.

 

Los más activos en la práctica deportiva con licencia son las personas más jóvenes, ya que aquellos cuyas edades se sitúan entre los 15 y los 24 años copan el máximo de vinculación con alguna entidad federativa, con un 18% de la población de esas edades en 2020, en comparación con los 22,4% registrado cinco años atrás.

Les siguen con un porcentaje muy similar entre sí las personas de 25 a 44 años (dividida en dos grupos) con una media de 10,5%, que ha bajado algo más de dos puntos respecto a 2015, cuando se situaba cerca de los trece puntos.

 

La situación laboral o la situación personal también tienen un claro componente con la práctica deportiva. Los que destacan por sus tasas más altas son los estudiantes de educación superior, con un 11,6%, seguidos por aquellos de la segunda etapa de educación secundaria, con un 10,4%. En estos casos, por regla general la edad va relacionada con este tipo de vida y suelen ser personas jóvenes las que se encuentren con una licencia deportiva en vigor.

 

También influye el factor demográfico en el tipo de deporte que practica cada persona. Mientras que los más jóvenes tienen más presencia en deportes colectivos, al paso de los años se van pasando a actividades individuales en las que mayoritariamente sólo se depende de uno mismo.

 

En la mayor parte de los casos, un 92,2% del total de los encuestados disponía el año pasado de sólo una licencia federativa, es decir, practicaba únicamente un deporte de forma federada, mientras que el 7,8% restante competía en más de una disciplina deportiva.

De todos los atletas que poseían un licencia deportiva, el 21% estaban abonados a los centros deportivos o gimnasios para seguir con su puesta a punto físicamente, pese a los continuados cierres como consecuencia de la pandemia del Covid-19.

 

En este aspecto, el porcentaje de mujeres registradas a un gimnasio es superior a los hombres, con un 21,8% y un 20,2%, respectivamente. La tasa tiende a descender según la edad de las personas, ya que el colectivo que más uso le da son las personas jóvenes y en edad de formación académica.

 

Por lo que se refiere a la participación o apoyo a actividades deportivas mediante el trabajo voluntario, un 6,4% de los encuestados ha trabajado como voluntario en este ámbito, una cifra que es superior entre los hombres y los colectivos de edad más jóvenes.

Según la encuesta de hábitos deportivos en España publicada por el Ministerio de Cultura y Deporte, el porcentaje de hombres con licencia deportiva sigue duplicando al de las mujeres.

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El deporte pierde interés: sólo el 65% de la población lo sigue en medios audiovisuales

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El deporte pierde peso. La Encuesta de Hábitos Deportivos en España 2020, estadística oficial de periodicidad quinquenal incluida en el Plan Estadístico Nacional realizada por Ministerio de Cultura y Deporte con el Consejo Superior de Deportes (CSD) constata como el interés por visualizar espectáculos deportivos por medios audiovisuales se mantiene elevado, alcanzado un 64,8% de la población, pero es una cifra que retrocede 14,7 puntos en relación a la edición del estudio de 2015.

 

La encuesta, realizada a un público mayor de 15 años, ha visto en esta ocasión reducido su habitual muestreo como consecuencia de la pandemia del coronavirus, realizándose aproximadamente el 40% de las 12.000 unidades consideradas en el proyecto metodológico. Muestra que el 66,8% de la población asistió, al menos una vez al año, presencialmente o a través de medios audiovisuales, a un espectáculo deportivo.

Dos de cada tres personas de la población investigada, un 64,8%, ha presenciado en el último año espectáculos deportivos a través de la televisión, radio o Internet, una sustancial disminución respecto al casi 80% de cinco años antes. El público masculino se mantiene como el que mayor interés muestra por el deporte, ya que a pesar de una disminución de 8 puntos alcanza la cifra del 81%. Diferente es el caso del público femenino, que cae más de veinte puntos hasta el 49,4%.

Por franjas de edad, el acceso por medios audiovisuales al deporte alcanza sus valores máximos entre los más jóvenes, de 15 a 24 años, un 72,1%, pese a que cae desde el 86,7% de 2015. En todas las edades el deporte retrocede, siendo la franja de mayores de 55 años la que menor interés muestra, sólo un 61,1%, tras un retroceso de doce puntos.

 

En relación al tipo de evento deportivo presenciado a través de medios audiovisuales, un 96,4% han presenciado competiciones masculinas, mientras que un 32,2% ha visto pruebas femeninas y un 17,7% torneos mixtos.

 

La televisión se mantiene como el medio preferido para presenciar un evento deportivo a través de medios audiovisuales, hasta el punto de que un 97,4% los siguen por televisión, un 19,5% utilizan preferentemente o de manera complementaria Internet y un 10,6% se decanta por la radio.

En relación al uso de Internet, la diferencia porcentual entre hombres y mujeres es de más de diez puntos (23,6% versus 13%). Además, es la población más joven, la de menos de 35 años, la más habituada al consumo a través de este canal (35,9% de 15 a 24 años y 31,9% de 25 a 34 años). Los mayores de 55 años apenas usan esta vía para disfrutar de retransmisiones deportivas, un 7,2%.

 

El fútbol se erige una vez más en el deporte rey, siendo la disciplina más seguida a nivel audiovisual con un 53,7% de la población; seguido de automovilismo, con el 18,4%; tenis, con el 31,6%; motociclismo, con el 19,4%; baloncesto, con el 25,2%, o ciclismo, con el 23,1%.

Impacto en la asistencia presencial a espectáculos deportivos

Como consecuencia de la pandemia, la tasa anual de asistencia a espectáculos deportivos se ha visto reducida a casi la mitad, desde el 37,1% de 2015 hasta el 19,1% de 2020. Apenas un 24,2% de los hombres y un 14,3% de las mujeres manifiestan haber presenciado un evento, lo que supone una reducción a casi la mitad respecto a 2015 (46,5% en el caso de los hombres, 28,2% en el de las mujeres).

Una vez más, los más jóvenes, de 15 a 24 años, son el grupo de edad que mayor interés presenta en presenciar espectáculos en directo, un 30,8%, pese a una caída de 24 puntos. En el marco de una disminución generalizada en los diferentes tramos, es el de 55 años en adelante el más reticente a disfrutar de eventos de manera presencial: sólo un 11,3% de las personas en esa franja de edad presenciaron un evento en directo en 2020.

De los que asistieron en el último año a espectáculos deportivos, un 53,4% lo hizo a espectáculos de libre acceso. Mientras que un 63,4% disfrutó de espectáculos de acceso con entrada. Las mujeres son más proclives a asistir a eventos gratuitos (62,5%), mientras que los hombres se decantan más por espectáculos con entrada, un 71,8%.

 

Los deportes de equipo, con un 17,7%, son los eventos preferidos, siendo el fútbol el que mayor asistencia alcanza con una tasa anual del 13,7%. Un 48,4% de los asistentes al fútbol pagaron entrada (un 23,3% de los cuales la compraron por Internet) mientras que 38% utilizó un abono. Mientras que sólo un 4% se decanta por deportes individuales.

 

Asistencia presencial o por medios audiovisuales

Un 19,1% de la población investigada ha asistido presencialmente a eventos deportivos, una cifra que se multiplica más de por tres hasta alcanzar un 64,8% en el caso de acceso al deporte por medios audiovisuales.

 

La asistencia presencial se ha visto reducida a casi la mitad, retrocediendo un 18% fruto de las consecuencias de la pandemia del coronavirus, que ha obligado a suspender y cancelar numerosos eventos. Una tendencia similar a la que ha seguido la asistencia por medios audiovisuales, que ha retrocedido un 14,7%.

La brecha en el acceso a espectáculos deportivos, ya sea de forma presencial o por medios audiovisuales, aumenta entre los hombres, y las mujeres, pasando de un 18% a un 30%. Un 82,4% de los encuestados ha accedido a deporte en el último año, una cifra que entre las encuestadas cae hasta el 52,1%.

 

En todas las franjas de edad se produce un retroceso, siendo los más jóvenes, de entre 15 y 24 años, los que más han accedido a deporte, un 75,5%, mientras que los mayores de 55 años son los que menos interés muestran en este producto, un 62,1%.

 

La falta de interés o de tiempo, con un 34,8% y un 20,3% respectivamente, son los motivos principales por los que la población no suele asistir de manera presencial, o lo hace con menor frecuencia, a un evento deportivo. El precio y la escasez de oferta, con un 9,7%, son otros de los motivos señalados por los encuestados. Además, un 8% asegura preferir verlo en televisión, seguirlo en Internet o escucharlo en la radio.

 

Acceso al deporte por prensa o medios audiovisuales

Por otro lado, se ha registrado un descenso de 8,6 puntos del ratio de la población que se ha informado acerca del deporte por prensa o medios audiovisuales en el último año, situándose la tasa en el 53,1% de la población. En el caso de usuarios con acceso semanal, la caída es de 7,5 puntos, hasta el 51,3%.

 

Los hombres están más habituados a consultar información deportiva, un 69,2%, un porcentaje que en las mujeres se sitúa en el 37,9%. Por franjas de edad, las cifras se sitúan entre el 49,6% de los mayores de 55 años y el 56,9% de los situados entre 15 y 24 años.

Entre los que se informan sobre deporte, la televisión es el medio más utilizado, 88,3%, seguido de Internet con un 72,9%. En tercer lugar aparecen la prensa general (66,5%) y deportiva (63,9%), seguido del móvil, con un 63%. Radio y redes sociales, por su parte, alcanzan porcentajes similares del 57,5% y 57,4%, respectivamente; mientras que las plataformas digitales deportivas logran un 49,6%.

 

Las nuevas tecnologías aceleran como medio de acceso a información deportiva, siendo los más jóvenes quienes mayor uso hacen de estas herramientas (47,6%), una cifra que se va reduciendo hasta representar el 29,1% en la población mayor de 55 años. Fuente: Palco23

La audiencia baja en 14,7 puntos desde 2015, cuando el 80% de los residente en España siguieron, al menos una vez al año, un espectáculo deportivo por televisión, radio o Internet.

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Hasta 581 gimnasios españoles reclamarán a las administraciones 100 millones

Posted in Actualidad 2021

El fitness español se moviliza. Los centros deportivos españoles (hasta 581 gimnasios) se han aglutinado para reclamar al Gobierno central y al Gobierno autonómico indemnizaciones para cubrir los daños y perjuicios producidos por los cierres a consecuencia de la pandemia, que se elevan hasta los 100 millones de euros, según CMD Sport.

 

Los procesos de reclamación han sido contabilizados y coordinados por las principales patronales del sector: Fneid, organización estatal, Adecaf, en territorio catalán y Fedecyl, en territorio de Castilla y León.

 

Fneid ha conseguido aglutinar un total de 312 centros deportivos, llegando a reclamar 82,6 millones de euros por parte de las entidades en daño patrimonial o reequilibrio de su negocio.

Adecaf ha conseguido adherir a 34 centros deportivos, llegando a valorar el perjuicio económico en 7,7 millones de euros. Fedecyl ha concentrado en el proceso a 235 instalaciones deportivas, que pedirán un total de diez millones de euros a las administraciones.

 

Hay algunas cadenas que han decidido llevar a cabo las reclamaciones administrativas por su cuenta, aunque la gran mayoría de ellas se han decantado por introducirse en alguna de las propuestas de las patronales, que ofrecían condiciones económicas más ventajosas.

 

El precio de los procesos de reclamación varía mucho en función de la propuesta de cada patronal: desde los 330 euros propuestos por Fedecyl, a los casi 2.000 euros por parte de la de Fneid y los 2.500 euros de Adecaf. El precio de cada proceso varía en función del número de centros con los que opere cada cadena. Fuente: Palco23

Las demandas han sido contabilizadas y coordinadas por las principales patronales del sector: Fneid, Adecaf y Fedecyl.
Las cadenas pagarán un mínimo de 300 euros y un máximo de 2.500 euros por llevar a cabo los procesos de reclamación

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El coste laboral en el deporte se contrae un 12% en el primer trimestre

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El coste laboral en el deporte sigue en descenso. En el primer trimestre, cada trabajador supuso un coste para su empresa de 1.445,95 euros de media al mes, un 12,1% menos que en el mismo periodo del año anterior, según la Encuesta Trimestral del Coste Laboral publicada hoy por el Instituto Nacional de Estadística (INE).

Se trata del dato más bajo desde el segundo trimestre de 2020, en pleno estado de alarma, cuando el coste laboral total en las actividades deportivas, recreativas y de entretenimiento se situó en 1.085,66 euros.

Después de seis trimestres de fuertes crecimientos, el coste laboral se hundió un 34,4% en el segundo trimestre de 2020, coincidiendo con la paralización de la economía en España tras el estallido del Covid-19. En el tercer trimestre, repuntó ligeramente, con un alza interanual del 2,6%, y en el cuarto volvió a contraerse un 6,7%.

En términos intertrimestrales, el coste laboral encadena dos trimestres consecutivos en descenso, con una caída del 10,7% en el último del año pasado y otro descenso del 10,1% en el primero de este año.

En el primer trimestre, el descenso estuvo motivado por la contracción de todos los componentes del índice. El coste salarial total, la principal partida, se contrajo un 11,3%, hasta 1.071,7 euros por trabajador al mes.

Dentro de los otros costes, el mayor descenso lo anotó el de percepciones no salariales, con una contracción del 33,1%, seguido de la Seguridad Social, con un descenso interanual del 16,9%.

En el conjunto de los sectores económicos, el coste laboral de las empresas se situó en 2.605,61 euros por trabajador y mes en el primer trimestre, con un incremento del 1,4% respecto al mismo periodo de 2020.

La Encuesta Trimestral de Coste Laboral (Etcl) es una operación estadística continua de periodicidad trimestral cuyo objetivo fundamental es conocer la evolución del coste laboral medio por trabajador y mes, del coste laboral medio por hora efectiva de trabajo y del tiempo trabajado y no trabajado. La encuesta se realiza a 28.500 establecimientos, con una encuesta exhaustiva para aquellos de más de 500 trabajadores. Fuente: Palco23

Cada trabajador de actividades deportivas, recreativas y de entretenimiento supuso 1.445,95 euros por mes para las empresas, el mínimo desde el segundo trimestre de 2020.

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La Real Federación Española de Golf cierra 2020 con dos millones de beneficios

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Hole in one de la Real Federación Española de Golf (Rfeg). La entidad cerró el año 2020 con unos beneficios de dos millones de euros y unos ingresos de 11,44 millones de euros. De estos, 8,9 millones provinieron de los ingresos por las licencias emitidas por las federaciones autonómicas, mientras un millón de euros procedió subvenciones oficiales. La previsión era ingresar 10,23 millones de euros.

Por otro lado, la entidad gastó 1,02 millones de euros en promoción de golf, campos públicos y federaciones autonómicas, 2,98 millones de euros de personal y 3,43 millones de euros en actividad deportiva, sumando un total de 9,44 millones de euros.

En cuanto al presupuesto de 2021, la Rfeg estima unos ingresos y unos gastos totales de 10,66 millones de euros. La entidad destinará 450.300 euros en la promoción de golf, campos públicos y federaciones autonómicas, 3,01 millones de euros a gastos de personal y 5,34 millones de euros a actividad deportiva, por lo que supone un aumento del 4,2% en comparación con el presupuesto del año pasado.

Los miembros presentes en la asamblea general de la entidad, tanto los presenciales como los telemáticos, aprobaron ayer por unanimidad el informe económico correspondiente al ejercicio 2020, que incluye la liquidación del presupuesto de ese mismo año, las cuentas anuales y el informe de la comisión delegada, así como la memoria deportiva, también con el voto favorable de todos los asambleístas.

Gonzaga Escauriaza, presidente de la Rfeg, destacó “la unión exhibida desde el primer momento por el conjunto de las instituciones golfísticas para promover unos protocolos, que permitieron que se pudiera jugar al golf prácticamente desde el primer momento” y que “se ha jugado más al golf en muchas zonas de España, poniendo de manifiesto ante el conjunto de la sociedad que el golf es una actividad saludable y segura”.

Asimismo, el directivo resaltó “la importancia de haber presentado el Estudio de impacto económico del golf en España, que ha puesto en valor tangible a nuestro deporte en el conjunto de la sociedad, y la decidida apuesta por los campos públicos como semilleros de golfistas, la mejor forma de promocionar el golf, en instalaciones urbanas o muy próximas a las ciudades, sostenibles económica y medioambientalmente”.

Entre los proyectos en marcha de la entidad, Gonzaga Escauriaza destacó el próximo lanzamiento de Ruta 365 “una iniciativa a la que ya se han sumado 200 clubes para impulsar el golf en el conjunto de la geografía española, especialmente en aquellas zonas más turísticas donde los campos han sufrido y siguen sufriendo más como consecuencia de la pandemia”.   Fuente: Palco23

La entidad tuvo 11,44 millones de euros de ingresos y presentó un presupuesto de 10,66 millones de euros para 2021. En 2020 tuvo unos gastos de 9,44 millones de euros.

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El Gobierno de La Rioja destinará 1,4 millones a sus clubes de referencia

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El Gobierno de La Rioja apuesta por sus clubes. El ejecutivo autonómico ha presentado los convenios de colaboración con los clubes deportivos de referencia de La Rioja: un total de doce, a los que se les asignarán ayudas por valor de 1,4 millones de euros a repartir, según ha informado LaRioja.com.

 

El paquete de ayudas se ha incrementado entre un 10% y un 20% a cada club respecto al año anterior, con la intención de ayudarles económicamente en un momento complejo debido a la crisis del Covid-19.

 

Las cantidades de las ayudas irán variando en función del desempeño de cada club: aquellos que tengan un mayor reconocimiento público y mayor categoría percibirán más que el resto, como es el caso de la UD Logroñes o el BM Ciudad Logroño, que percibirán más de 250.000 euros cada uno.

Más atrás se sitúan el Club Fundación Promete o el Club Haro Voley La Rioja, que percibirán 119.000 euros. Justo detrás se encuentra el EDF Logroño, que ingresará 110.000 euros.

 

“Habéis afrontado una temporada sin apenas ingresos de socios, en muchos casos sin público en la grada, y con unos gastos económicos extras para cumplir los rigurosos protocolos sanitarios”, ha asegurado la presidenta de La Rioja, Concha Andreu. Fuente: Palco23

El paquete de ayudas supone un incremento de entre el 10% y el 20% a cada uno de los doce clubes implicados.

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José Hidalgo, reelegido presidente de Adesp

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José Hidalgo renueva como máxima figura de la Asociación del Deporte Español (Adesp). El extremeño y presidente de la Federación Española de Triatlón (Fetri) ha encabezado la única candidatura que se ha presentado a los comicios del organismo, por lo que seguirá al frente de Adesp durante los próximos cuatro años, hasta 2025.

El objetivo principal de Hidalgo en la nueva legislatura como presidente de Adesp es la profesionalización del deporte federado en España. Por ello, el mandatario contará con una junta directiva formada por 18 miembros, cuatro de los cuales serán mujeres.

“Estamos ante una nueva realidad y hay que ser parte del cambio que propone esta nueva era posterior a la pandemia: innovación, igualdad e Inclusión serán los pilares de nuestra estrategia en los próximos años”, ha destacado el mandatario.

Hidalgo fue elegido como presidente de la Asociación del Deporte Español en 2015 y, tras estos comicios, tratará de estrechar lazos con otros organismos deportivos en España como el Consejo Superior de Deportes (CSD), el Comité Olímpico Internacional (COE) o el Comité Paralímpico Español (CPE).

La Asociación del Deporte Español (ADESP) está constituida por las Federaciones Deportivas Españolas, que nació con el objetivo de poner en valor el deporte federado y poder ser considerado un actor “imprescindible” en el desarrollo deportivo de España. Fuente: Palco23

La nueva junta de la Asociación del Deporte Español representará al deporte olímpico, el deporte no olímpico y el deporte adaptado los próximos cuatro años.

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Evolución de la fabricación de artículos deportivos en España, mes a mes

El CSD aprueba ayudas a infraestructuras deportivas por 5 millones de euros

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El Consejo Superior de Deportes (CSD) refuerza el apoyo económico en las corporaciones locales y empresas públicas municipales. El organismo ha aprobado una ayuda de cinco millones de euros que irá destinada a la mejora en las instalaciones de las federaciones, los atletas de alto rendimiento, las actividades para fomentar el deporte base.

 

La convocatoria de ayudas se ha publicado hoy en el Boletín Oficial del Estado (BOE), en el que se ha detallado que las ayudas se dirigirán exclusivamente a aquellas corporaciones locales y empresas públicas municipales que realicen obras en infraestructuras deportivas cuya finalidad sea la posterior realización de competiciones de carácter internacional.

 

El plazo de presentación de las solicitudes para las empresas y las corporaciones locales será de veinte días hábiles, que comenzará a contarse a partir de mañana, día posterior a la publicación del BOE.

Esta subvención coincide también con las ayudas otorgadas por el mismo organismo hace apenas cuatro días a la tecnificación deportiva en algunas comunidades autónomas, de hasta 2,4 millones de euros, el doble que el año pasado.

 

En total, el presupuesto del Consejo Superior de Deportes para 2021 asciende a 251 millones de euros, 63,3 millones de euros más que en 2020, constituyendo así la mayor apuesta pública por el sector deportivo desde 1992.

 

El Consejo Superior de Deportes (CSD) es el organismo dependiente del Gobierno que se dedica a la promoción de la actividad física y la regulación de las federaciones. Fuente: Palco23

El Consejo Superior de Deportes destinará estas cantidades a inversiones de equipamiento e infraestructuras, así como a la preparación de los deportistas de alto nivel.

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Adesp convoca nuevas elecciones con José Hidalgo como único candidato

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La Asociación del Deporte Español (Adesp) vuelve a las urnas. La entidad celebra elecciones el próximo martes en las que se elegirá un presidente y a una junta directiva. Mañana se aprobarán las candidaturas para todos los cargos y, salvo sorpresa de última hora, José Hidalgo, actual presidente de la entidad, repetirá en el cargo. Según fuentes del sector, su candidatura tiene el respaldo “de todo el deporte federado español”.

 Estas serán las segundas elecciones a la presidencia de Hidalgo. Están llamadas a participar las 63 federaciones deportivas españolas que componen la entidad y que podrán ejercer su derecho al voto tanto de forma presencial como telemática. En este caso, se han modificado los estatutos para priorizar la igualdad y un innovador sistema plural de elección de miembros de la junta directiva por el que tendrá que haber al menos cuatro mujeres.

 “Con el fin de seguir promoviendo políticas de innovación, pluralidad e igualdad, la asociación decidió modificar sus estatutos hace varias semanas, fomentando un modelo de elecciones poco habitual en nuestro país”, ha explicado la entidad en un comunicado.

También se ha abierto la oportunidad de ser miembro de esta a cualquier empleado federativo, aunque no ostente el cargo de presidente de una federación, se ha promovido la participación del deporte inclusivo y se ha instaurado un modelo mixto de elección de miembros, de forma que nueve de ellos puedan formar parte de la candidatura del presidente en una lista cerrada, y otros nueve miembros puedan ser elegidos democráticamente por todos los socios de la entidad.

 De esta manera, un total de 19 personas, de ellas al menos cuatro mujeres, representarán a todo el deporte español en la junta directiva de Adesp: deporte olímpico, no olímpico y adaptado. Fuente: Palco23

La entidad ha modificado los estatutos por lo que en la junta tendrá que haber al menos cuatro mujeres. Además, cualquier empleado federativo podrá ostentar un cargo.

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El deporte más allá del deporte: el desafío de los clubes para seducir a los jóvenes

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El deporte, ante la revolución del entretenimiento. Las nuevas formas de entretenimiento han cambiado el deporte para siempre y el deporte tradicional ha perdido la atención de las generaciones más jóvenes, que están más interesadas en los eSports y el gaming. En consecuencia, las marcas deportivas tienen la necesidad de conseguir conectar con los nuevos seguidores y esto pasa por crear narrativas que trasciendan más allá del deporte. Esta es la conclusión que se desprende del encuentro Un nuevo legado: la revolución del entretenimiento deportivo, organizado por ESIC e Interbrand y moderado por el profesor de márketing estratégico José Luis Pérez-Pla.

 

En este contexto, Borja Borrero, executive creative director de Interbrand considera que se han roto las barreras del tiempo y que esto supone un desafío por el resto de marcas, por lo que la única solución es “unirse a la fiesta en vez de intentar combatirla”, de manera “proactiva y participativa, ya que las nuevas generaciones consumen bajo demanda propia, cuando quieren y como quieren y desean ser participativos”.

El directivo ha recordado que “las nuevas generaciones ya no siguen tanto a los clubes de fútbol y que cuando lo hacen, siguen a más, y no de un mismo país”. “El gaming es seductor y sirve para fidelizar a edad temprana, las marcas tienen que unirse porque hay mucho potencial y hay que reaccionar, siendo proactivas, porque las más valoradas son aquellas que tienen una mayor afinidad con el consumidor, siendo proactivas y facilitando su rol participativo”, ha analizado.

También ha señalado que los nuevos patrocinios aportan otros valores como “autoestima, cooperación o creatividad” y que tienen que ser “transparentes y con responsabilidad social”.

En esta línea, Sergio Reyes, director de gaming y eSports de Startupxplore, ha asegurado que “puede el deporte tradicional haya alcanzado sus picos de audiencia porque los jugadores de videojuegos no tienen el interés de las generaciones anteriores” por lo que ha insistido en el hecho de la “necesidad de crear narrativas que trasciendan más allá del deporte”.

 

Para el ejecutivo, los ingresos vendrán de la esponsorización, los derechos, los fees de los publishers, el merchandising, el ticketing o el streaming y aparecerán nuevos equipos, torneos y juegos.

Por su parte, Paco Bermudo, coordinador de eSports de LaLiga, ha asegurado que la estrategia de la entidad pasa por “seguir creciendo y ligar a las personas más jóvenes y se pueda mostrar el fútbol de la manera que ellos se expresan”. “Una cosa es la cantidad de gente que consume y otra cómo acercarnos: el deporte tradicional se va a seguir consumiendo pero los jóvenes lo harán de forma distinta, por lo que nos hemos tenido que adaptar al entorno digital con proyecto como la eLaLiga Santander o LaLiga Casters, adaptando el producto y haciendo uso de héroes locales que muevan la masa”, ha señalado.

 

Además, ha recordado que “las conversaciones ya no pasan en la universidad ni en el bar, sino en las redes sociales”, por lo que LaLiga ha apostado por sus canales propios que permitan estar más cerca de la generación Z. “Las cifras nos están dando la razón; tener una liga virtual no excluyente tener una de real”, ha sentenciado.

Por su parte, Eider Díaz, directora de comunicación de Movistar Riders, ha recordado que el sector de los eSports “tiene que crecer en todos los sentidos” y que esto pasará “a medida que vayan entrando nuevas marcas”. “Si una marca no lo termina de ver, serán los más perjudicadosporque tendrán que entender el negocio -ha añadido-; en diez años estarán integrados, como deporte preferido por la sociedad en general”. Fuente: Palco23

Las marcas deben apostar por los eSports y hacerlo de manera proactiva y participativa, llegando a los jóvenes de la manera en la que se expresan.

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El deporte suma 26.010 afectados por los Erte un año después del estallido del Covid-19

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El sector del deporte se va deshaciendo progresivamente de los expedientes de regulación temporal de empleo (Erte). Las empresas de actividades deportivas, recreativas y de entretenimiento contabilizaron el pasado 31 de marzo un total de 26.010 trabajadores afectados por una suspensión temporal de empleo o una reducción de jornada a través de un expediente vinculados al Covid-19, según datos del Ministerio de Inclusión, Seguridad Social y Migraciones.

 

De los 674.366 trabajadores afectados por un Erte en España, un 3,8 % corresponden al sector deportivo y recreativo, es decir, 26.010 trabajadores. La cifra es un 14,9% más baja que a finales de 2020, cuando se contaban por 30.569 las personas del sector deportivo afectadas por un expediente de regulación de empleo.

 

La cifra de los Erte está repartida de forma equitativa en cuanto a sexos se refiere. Concretamente, los hombres del sector deportivo afectados por un Erte a 31 de marzo eran 13.833, un 53,2% del total, mientras que las mujeres son 12.177, es decir, un 46,8% del total.

 

La situación del sector, con restricciones en los centros deportivos y gimnasios en diferentes comunidades autónomas, lo ha mantenido en el quinto con más trabajadores afectados, aunque en menor número que en diciembre. Según los datos del Ministerio, sólo superan al sector deportivo y recreativo el de comercio minorista (54.408 afectados), el comercio mayorista (36.599 afectados), los servicios de alojamiento (105.219 afectados) y el sector de servicios de bebidas y comidas (207.208 afectados).

Del total de los trabajadores del sector deportivo y recreativo afectados por los Erte en España, hasta a 17.423 personas estaban en marzo afectados con una suspensión total del contrato, mientras que, un total de 8.517 personas estaban con afectaciones parciales.

 

Durante la primera ola de la pandemia, la mayoría de los expedientes de regulación de empleo (Erte) presentados fueron por causa de fuerza mayor. Tras el fin del estado de alarma, algunas compañías presentaron también expedientes por causas económicas, técnicas, organizativas y productivas (Etop) debido a la contracción del negocio.

 

En septiembre, el Gobierno aprobó un nuevo Decreto Ley que contemplaba cuatro tipologías de Erte: los de actividades especialmente afectadas por la pandemia (según su clasificación Cnae); los de impedimento (para empresas obligadas a cesar su actividad temporalmente en algunos territorios); los de limitación de la actividad (para territorios con algún tipo de restricción) y los de cadena de valor (también limitados por una lista de Cnaes). También se mantuvieron tanto el Etop como el de fuerza mayor.

La crisis derivada del Covid-19, que ha comportado el cierre de instalaciones deportivas durante meses, ha acarreado un descenso del 15% del empleo en el sector en el último año, con 31.900 trabajadores menos, hasta 181.200 ocupados en marzo, según los resultados de la Encuesta de Población Activa (EPA) correspondientes al primer trimestre de 2021.

 

Asimismo, a cierre de marzo de 2021 el número medio de afiliados a la Seguridad Social se situó en 193.586 personas, frente a los 225.397 que había en febrero de 2020, justo antes de que se decretase el estado de alarma en España. Fuente Palco23

Las actividades deportivas, recreativas y de entretenimiento se mantiene en marzo en el quinto sector más afectado por los despidos temporales, sólo superado por comercio, hoteles y restaurantes.

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Retrato robot de los clubes deportivos en España: menos, pero un poco más grandes tras el Covid

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Menos clubes, pero un poco más grandes. El retrato robot de los clubes deportivos españoles ha cambiado de forma generalizada a causa de la pandemia, en la que el deporte de base ha mantenido el tipo a pesar de las restricciones a la actividad en 2020 con un descenso de sólo el 2,6% en el número de federados. En cuanto a los clubes, la pandemia deja un panorama con casi mil clubes deportivos menos, pero con una media de 0,7 licencias más por entidad.

 

Los datos difundidos la semana pasada por el Consejo Superior de Deportes (CSD) apuntan a un censo de 74.459 clubes deportivos en España, lo que supone una bajada del 1,3% en relación al año anterior. En términos absolutos, el deporte español ha perdido 996 entidades.

 

La evolución no ha sido ni mucho menos homogénea en el conjunto de los deportes, con 26 federaciones que han aumentado el número de clubes inscritos y quince que las han bajado por encima del 10%.

Respecto al número de licencias por entidad, se han más que duplicado en disciplinas como la vela (donde en 2020 desaparecieron dos de cada tres clubes, hasta 127), han subido por encima del 20% en federaciones como el esquí náutico, el piragüismo y la hípica y han caído a ritmos de doble dígito en deportes como la orientación, el boxeo o el billar.

 

 

Evolución en los deportes más practicados

En el fútbol, el deporte más practicado en España, el número de clubes no sólo no descendió en 2020, si no que aumentó con 754 entidades más, hasta 29.205 clubes (el 39,2% del total). De media, estos clubes tienen 36,8 licencias, es decir, deportistas inscritos, lo que supone una caída del 4,4% con relación al año anterior. Es decir, el fútbol va a contracorriente, con más clubes, pero más pequeños.

 

Andalucía, Cataluña y Castilla-La Mancha son las comunidades con más clubes de fútbol, con 5.187, 4.125 y 2.781 entidades, respectivamente. La Comunidad de Madrid ocupa la sexta posición, por detrás de Galicia y Aragón, con sólo 2.085 clubes de fútbol.

 

En el baloncesto, los clubes deportivos figuran, teniendo en cuenta los deportes más practicados, entre los más grandes, con una media de 112 licencias por entidad. En 2020 el número de licencias por club aumentó un 4,4%, con cerca de cinco deportistas más por entidad, mientras que el número total de clubes descendió un 6,5%, hasta 3.361.

En este caso, Madrid lidera el ránking en número de clubes, con 498 entidades de baloncesto en el territorio, seguida por Castilla y León (446 clubes), Cataluña (443) y Comunitat Valenciana (382 clubes).

 

El tercer deporte con más deportistas federados (obviando la caza) es el golf, que es el deporte en el que los clubes son más grandes, con una media de 455,7 deportistas por entidad. En 2020, España contaba con 596 clubes de golf, cuatro más que en 2019, sin variación en la media de licencias.

 

En este deporte destaca el bajo peso de Cataluña en el número de clubes, un ránking que lidera Andalucía (la comunidad más poblada), con 128 entidades. En segundo lugar se sitúa la Comunidad de Madrid, con 64 clubes, seguida por Comunitat Valenciana, con 46 entidades en 2020. Cataluña se sitúa en cuarto lugar junto a Castilla y León, con 54 clubes cada una.

 

Evolución por comunidades autónomas

Andalucía, Cataluña y Comunitat Valenciana son, por este orden, las autonomías con más clubes de todos los deportes. Madrid, con 6,7 millones de habitantes, se sitúa en cuarto lugar, a pesar de que Comunitat Valenciana tiene sólo cinco millones de habitantes.

 

La comunidad andaluza tenía en 2020 un total de 11.764 clubes deportivos registrados en las distintas federaciones, un 2,6% menos que en 2019. Fútbol (5.187 clubes), caza (1.200 clubes), ciclismo (581 clubes) y montaña y escalada (405 clubes) son los deportes con más entidades deportivas en Andalucía.

 

Cataluña, por su parte, perdió en 2020 el 1,5% de sus entidades deportivas, hasta 10.600. Fútbol (4.125 clubes), caza (725), ciclismo (594), baloncesto (443) y patinaje (402) son los deportes con más masa social en Cataluña atendiendo al número de entidades deportivas.

 

En Comunitat Valenciana, los deportes con más clubes son fútbol (1.200), caza (540), ciclismo (383) y baloncesto (382), con un censo total de 6.137 entidades en 2020, un 1,6% menos que en el año antes de la pandemia.

 

Por su parte, Comunidad de Madrid suma 5.909 entidades deportivas y es una de las pocas autonomías (junto a Castilla-La Mancha, Murcia, Extremadura, La Rioja y Navarra) que elevó el número de clubs en 2020, con un 2% más. Los deportes con más clubes en la comunidad madrileña son el fútbol (2.085 clubes), el baloncesto (498), el karate (327) y el patinaje (218).

Deporte  Clubes 2020 Variación clubes 2020 Nº medio de licencias 2020 Variación nº medio de licencias en 2020
Actividades subacuáticas 909 −6 34 18
Aeronáutica 553 8 20 −20
Ajedrez 964 −3 29 −3
Atletismo 1 411 10 63 −14
Baloncesto 3 361 −7 112 4
Balonmano 852 −9 106 −2
Caza 5 629 −5 59 5
Ciclismo 3 634 −6 21 8
Colombicultura 925 −14 29 16
Fútbol 29 205 3 37 −4
Galgos 516 3 23 −7
Gimnasia 1 125 1 44 8
Golf 596 1 456 0
Hípica 797 −5 78 24
Judo 1 009 −2 96 −8
Karate 1 405 −3 47 −10
Montaña y escalada 2 909 2 86 −2
Motociclismo 819 6 15 −20
Natación 862 2 78 −5
Patinaje 1 495 2 44 −3
Pelota 586 1 20 −12
Pesca y casting 1 251 −2 41 −1
Petanca 591 −12 19 −28
Pádel 1 119 −11 68 12
Taekwondo 747 −5 47 −17
Tenis 1 128 1 62 −2
Tiro con arco 493 0 37 2
Tiro olímpico 511 12 85 −13
TOTAL 74 459 −1 52 −1
Triatlón 1 126 2 29 −1
Voleibol 614 −1 149 8

La pandemia deja un panorama en España de 74.459 clubes deportivos en el país, casi mil menos que en el año anterior, pero con una ligera subida en el número de deportistas por entidad.

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El coste laboral en las actividades deportivas cae a su mayor ritmo desde 2015

El empleo en el deporte encadena tres meses consecutivos de subidas con un alza del 1,5% en mayo

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La industria del deporte continúa creando empleo, aunque a ritmo lento. En mayo, el número medio de afiliados a la Seguridad Social en las actividades deportivas, recreativas y de entretenimiento creció un 1,5% intermensual, hasta 198.431 trabajadores, encadenando de este modo tres meses consecutivos al alza.

 

Tras destruir empleo en enero y febrero, la afiliación en el sector comenzó su aumento en marzo con un alza del 2,2% respecto al mes anterior. Desde entonces, en abril y mayo también se ha registrado un crecimiento de afiliados en actividades deportivas.

 

Respecto a abril, la cifra de trabajadores aumentó en mayo un 1,5%, lo que supone 2.871 empleados más en el sector deportivo, que vuelve a reactivarse en el periodo estival, sobre todo con la contratación de socorristas y personal de campamentos de verano.

En relación con mayo de 2020, todavía afectados por el primer estado de alarma, el sector suma 422 trabajadores más, es decir, un aumento interanual del 0,2%, apoyado por el crecimiento de los trabajadores en régimen autónomo.

 

En cambio, el número de empleados en régimen general en el sector deportivo disminuyó en 1.088 personas respecto a mayo de 2020, mientras que, por otro lado, los trabajadores en régimen autónomo aumentaron en 1.510 personas.

 

En el conjunto de actividades económicas de España, el mercado laboral ha registrado una fuerte recuperación coincidiendo con el fin del estado de alarma. En mayo había 3,78 millones de personas en situación de desempleo, 129.378 menos que en abril, lo que supone la mayor caída intermensual desde que comenzó la serie estadística en 1996. Las afiliaciones, por su parte, sumaron 45.434 nuevos cotizantes, hasta 19,1 millones de trabajadores afiliados. Fuente:Palco23

El número medio de afiliados en actividades deportivas, recreativas y de entretenimiento se aumentó en abril hasta 198.431 personas.

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El Gobierno ultima la ley del deporte y la de profesionales del sector

Posted in Actualidad 2021

El Gobierno ultima la actualización de la normativa deportiva. El secretario de Estado para el Deporte y presidente del Consejo Superior de Deportes, José Manuel Franco, ha anticipado hoy el nacimiento de la liga de fútbol profesional y ha desvelado avances para la nueva ley del deporte, la ley de ordenación de las profesiones del deporte y la actualización de la normativa antidopaje.

 

Franco ha comparecido en la Comisión de Cultura y Deporte del Congreso de los Diputados, a petición propia y de los grupos Popular y Vox, para informar sobre las líneas generales de actuación del organismo y las reformas legislativas y nuevos proyectos normativos del organismo.

 

“Desde 1990 el crecimiento del sector deportivo ha sido exponencial, se ha mercantilizado y ha aumentado la práctica femenina”, ha detallado el secretario de Estado para el Deporte, para quien “el ordenamiento jurídico se ha visto desbordado”, obligando a la aprobación de una nueva normativa general ya que su actualización es “inaplazable”, con la “igualdad efectiva entre hombres y mujeres” como uno de sus principios rectores.

 

Actualmente, se ha “conseguido acabar con la redacción del texto, y se están dando las ultimas pinceladas y retoques técnicos a la ley”, incorporando elementos cuya importancia se ha podido constatar durante la pandemia y con un reparto claro y funcional de las competencias.

 

La nueva ley recoge el derecho a la actividad física y al deporte”, ha detallado el presidente del CSD, que ha asegurado que incluye una “definición legal de la persona deportista, enumerando sus derechos y obligaciones, al tiempo que aportándoles seguridad jurídica”.

 

Por otro lado, el CSD está avanzando hacia una nueva ley de ordenación de las profesionales del deporte “para evitar el intrusismo deportivo y garantizar un servicio de calidad a la ciudadanía”. Se abrió consulta pública previa en diciembre, y se recogieron 283 aportaciones que están siendo estudiadas para determinar unos criterios generales de titulaciones y actividades reguladas, sin menoscabo de las competencias autonómicas.

“Impulsaré la Ley de ordenación de las profesiones del deporte, buscaré el acuerdo con ustedes para el proyecto de ley de lucha contra el dopaje en el deporte (para cumplir con las demandas de la Agencial Mundial Antidopaje) y procederé a la urgente renovación de la regulación del Seguro Deportivo Obligatorio”, ha explicado el secretario de Estado para el Deporte.

 

Además, en su comparecencia ha recordado que el presupuesto del CSD es de 251 millones de euros en 2021, con un aumento del 23,5% los fondos a las federaciones hasta 66,8 millones; un incremento de 5 millones hasta 53 millones de las subvenciones ordinarias, y duplicando la cantidad para deporte femenino e inclusivo.

 

“El deporte es una de las palancas en las que España basará su recuperación”, ha señalado Franco, poniendo el foco sobre la inversión en digitalización, la transición ecológica y la aprobación de un plan social. “Tenemos 300 millones para dar el paso al futuro”, ha apostillado.

 

Por otro lado, ha recordado la importancia del sector, ya que “cada euro invertido en actividad física evita hasta 15 euros de gasto sanitario”, y ha defendido que “deporte y salud deben caminar inexorablemente de la mano como eje estratégico de las políticas públicas deportivas de las próximas décadas”.

El presidente del CSD afirma que el borrador de la nueva ley del deporte está sólo a la espera de “retoques técnicos”

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El ‘home fitness’ vuela: récord de compras de equipamiento en el primer trimestre

Posted in Actualidad 2021

El home fitness continúa dando signos de fortaleza en 2021. El auge del deporte en casa tras un año de confinamiento, teletrabajo y restricciones a la apertura de gimnasios ha disparado la demanda de artículos y material para la práctica deportiva y, mientras las cadenas de fitness han congelado sus planes de expansión, los particulares han impulsado la demanda hasta cifras récord.

 

Los resultados más significativos de esta tendencia se han visto en el primer trimestre de 2021: de enero a marzo, las importaciones españolas de artículos y material para cultura física, gimnasia y atletismo han pulverizado los registros con un valor de 148,3 millones de euros, el más alto de la historia.

 

La entrada de este tipo de equipamiento (el 47,4% corresponde a aparatos de gimnasia con sistemas de refuerzo regulables y el resto a otros artículos y materiales) no había superado hasta ahora los cien millones de euros en el primer trimestre de los años anteriores: el anterior récord estaba en 2019, cuando el valor de las importaciones de este tipo de artículos llegó a 81 millones de euros. En el primer trimestre de 2020, cuando estalló la pandemia del Covid-19, las importaciones de enero a marzo habían descendido hasta 69 millones de euros.

 

El crecimiento de las redes de gimnasios en España y también la pujante demanda de material para la práctica deportiva en casa, dinamizada por la oferta creciente de apps y otras tecnologías para la práctica deportiva individual, ya había impulsado las importaciones de este tipo de productos en los últimos años. En el primer trimestre de 2011 las importaciones superaron por primera vez los 30 millones de euros y en 2017 se superó la barrera de los 50 millones de euros, pero el registro de 2019 superaba con creces el de todos los años anteriores, hasta ahora.

Los resultados del primer trimestre del presente año son, además, más espectaculares que los de los trimestres anteriores, cuando la salida de la crisis sanitaria estaba más lejos que ahora.

 

En el segundo trimestre de 2020, las importaciones de estos productos cayeron un 13,1%, hasta 72,5 millones de euros; en el tercero empezaron a coger velocidad con una subida del 11,5%, hasta 102,2 millones de euros, y en el cuarto dieron un salto del 30%, hasta 120,8 millones de euros. La subida interanual en el primer trimestre de 2021 es del 115%.

 

Las cifras recogidas por Icex España Exportación e Inversiones a partir de los datos de la Dirección General de Aduanas apuntan que los aparatos de gimnasia son los productos sobre los que más ha crecido la demanda: respecto al primer trimestre de 2020, las importaciones han crecido un 135%, hasta 70,4 millones de euros. El resto de los artículos y material para cultura física, gimnasia y atletismo han elevado sus importaciones un 99,4%, hasta 78 millones de euros.

Con grandes fabricantes de equipamiento profesional para la práctica del fitness, ni Italia ni Alemania han capitalizado esta creciente demanda española por este tipo de materiales: China es, con diferencia, la gran ganadora de equipar a las familias españolas de sus propios equipos para la práctica deportiva en casa.

 

El gigante asiático ya era en 2019 y 2020 el principal proveedor de este tipo de suministros a España, con cifras de ventas a España de en torno a los 30 millones de euros en el primer trimestre de esos años, mientras que Italia, segundo en el ránking, rondaba los nueve millones de euros. En el primer trimestre de 2021, las importaciones procedentes de China han crecido un 233% interanual, hasta 99,4 millones de euros, mientras que las de Italia han subido un 9,6%, hasta 10,4 millones.

 

Alemania, tercer proveedor de este tipo de instrumental a España, sumó en el primer trimestre ventas de estos productos por 8,4 millones de euros, frente a los 7,4 millones de euros del mismo periodo de 2019 (en 2020, las ventas se contrajeron hasta 4,8 millones de euros).

 

Tanto Italia como Alemania han alcanzado, en realidad, nuevos récords históricos en las ventas a España de este tipo de equipamiento, pero con cifras que están mucho más lejos de las registradas por China, que provee del 66,9% de las importaciones españolas de este tipo de materiales.

 

Reacción empresarial

Los grandes operadores europeos de maquinaria para gimnasios ya han reaccionado al auge del home fintess con ofertas dirigidas a los particulares, a menudo con nuevas líneas y canales de venta que, hasta el estallido de la pandemia, no estaban contempladas en su estrategia. Es el caso, por ejemplo, de las italianas TechnogymPanatta o Toorx.

 

En España, el grupo Thomas Wellness, especializado en la distribución de productos para la práctica del fitness, se impulsó en 2020 en el B2C para crecer un 8,5% a pesar de la pandemia. En abril, Evergy, una de las marcas del grupo, lanzó su propia tienda online con la colección profesional de productos del grupo y también nuevos productos exclusivamente dirigidos al mercado home.

Las importaciones de artículos y material para cultura física, gimnasia y atletismo alcanzan 148 millones de euros de enero a marzo, frente al anterior récord de 81 millones de euros en el primer trimestre de 2019.

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El negocio cae, pero la base aguanta: el deporte federado resiste en el año del Covid

Posted in Actualidad 2021

El deporte base sale reforzado del año de la pandemia. Con miles de competiciones paralizadas y canceladas y restricciones a la actividad deportiva como telón de fondo, el número de fichas de las principales federaciones deportivas españolas descendió sólo un 2,6% en 2020, una bajada que contrasta con la debacle de hasta el 60% en el número de abonados de centros de fitness, el retroceso generalizado en los ingresos del deporte profesional o la pérdida de 69,4% de los ingresos del turismo ligado al deporte.

 

A la espera de conocerse datos de consumo, destrucción de empresas y recortes en el gasto de las administraciones (por ahora sólo se han hecho públicos datos precrisis), el deporte federado (y en parte las exportaciones) son los únicos baluartes que resisten de un sector en el que el empleo cayó el año pasado un 8,7%. Son resultados extraídos del Anuario de Estadísticas Deportivas del Consejo Superior de Deportes (CSD), que ayer también reveló que el empleo ligado al deporte ha vuelto a retroceder con fuerza en el primer trimestre, con la destrucción de 16.000 puestos de trabajo tras dos trimestres de recuperación.

 

Prácticamente todas las magnitudes de negocio conocidas hasta ahora respecto a 2020 han ido a la baja, con la destacada excepción del sector de la bicicleta. El segmento más golpeado, y probablemente uno de los principales responsables en la destrucción de empleo en el deporte, fue en 2020 el del fitness, que perdió entre el 50% y el 60% de sus abonados a causa de la pandemia.

 

El cierre de los estadios en 2020 y la suspensión de las competiciones profesionales de fútbol y baloncesto también golpeó a las cuentas de la mayor parte de los clubes de ambos deportes. Un estudio de PwC para LaLiga sitúa en 2.013 millones de euros los ingresos dejados de percibir por el fútbol profesional español a causa de la pandemia. Incluso las audiencias de los grandes espectáculos deportivos se vieron lastradas durante el año del Covid-19.

Mientras tanto, deportes como el golf, uno de los más practicados en España, lograron cerrar el ejercicio con incluso más federados que en el año anterior. En fútbol y baloncesto, las disciplinas con más fichas federativas, las caídas fueron inferiores a las del conjunto, en torno al 2%, y deportes como la hípica, el surf o las actividades subacuáticas lograron nuevos récords en el número de federados.

 

El mercado exterior también tuvo un resultado a la prueba del Covid-19 menos malo que en otros indicadores. Las exportaciones deportivas no lograron en 2020 salvar el año con datos positivos, pero evitaron la debacle generalizada en el conjunto de bienes de consumo vendidos al exterior. En 2020, las ventas internacionales de bienes vinculados a ocio y deportes se situaron en 1.010,9 millones de euros, prácticamente en línea con los 1.034,8 millones de euros del año anterior.

 

La caída registrada por las exportaciones no tiene nada que ver con el balance del turismo ligado al deporte. El turismo receptivo en el que los visitantes extranjeros realizaron actividades deportivas generó un gasto total en España de 3.860 millones de euros en 2020, un 69,4% menos que en el ejercicio anterior.

 

Por su parte, los viajes realizados principalmente por motivos vinculados al deporte generaron una cifra de negocio de 396,7 millones de euros, menos de una tercera parte de los 1.428,5 millones de euros el ejercicio precedente.

 

Consumo precrisis

El Anuario de Estadísticas Deportivas del CSD recoge también los últimos datos de estadísticas ya publicadas por el Instituto Nacional de Estadística (INE) referidas a aspectos como el número de empresas o el consumo privado en deporte.

 

A la espera de que el INE actualice estas magnitudes, con datos de 2020, el anuario recoge que a 1 de enero de ese año (antes del estallido del Covid-19) el sector del deporte en España sumaba 41.034 empresas con actividades ligadas al deporte, un 4,1% más que en el mismo periodo del año anterior.

 

Los datos de consumo de los hogares, que emanan de la Encuesta de Presupuestos Familiares del INE, apuntan que 2019 fue todavía un año de crecimiento, con un alza en el consumo final en bienes y servicios vinculados al deporte del 4,7%.

 

En 2019, el 73,7% de este negocio se concentraba en la contratación de servicios deportivos y recreativos (464,8 millones de euros en asistencia a eventos y 3.236,7 millones de euros en participación. El 26,3% restante del gasto (1.272,3 millones de euros) correspondió ese año a la compra de equipos relacionados con los deportes y el ocio, como grandes y pequeños equipos o las bicicletas.

 

La publicación de las estadísticas de 2020 correspondientes al consumo de los hogares (todavía pendiente) podrían generar otra buena noticia para el sector, habida cuenta de la marcha de las importaciones deportivas en 2020 en un ambiente marcado por el auge del home fitness. En 2020, las importaciones descendieron un 13%, pero las magnitudes del segundo semestre del año y los primeros meses de 2021 apuntan a una clara recuperación. Fuente: Palco23

El descenso de sólo el 2,6% en el número de deportistas federados en 2020 contrasta con el retroceso del 8,7% en el número de trabajadores vinculados al sector o la debacle de hasta el 60% en el número de abonados en los centros de fitness.

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Los precios de la industria del deporte suben un 0,5% en abril

Posted in Actualidad 2021

Los precios de la industria del deporte vuelven a subir ligeramente en España. El Índice de Precios Industriales (Ipri) de la fabricación de artículos de deporte subió en abril un 0,5% respecto al mismo mes del año anterior, según datos provisionales del Instituto Nacional de Estadística (INE).

 

La inflación del sector llegó a sus máximos en diciembre de 2018, cuando se situó en el 3,1%. Desde entonces hasta principios de este año, el Ipri ha mantenido subidas mensuales de hasta el 0,2%.

 

En enero, el Ipri de la fabricación de artículos deportivos subió hasta el 1%, seguido por un descenso del 0,4% en febrero. En marzo y abril, el Ipri del sector deportivo avanzó un 0,5%.

 

El Ipri general, por su parte, registró un repunte del 12,8%, rompiendo una racha deflacionista que se extiende desde antes del estallido del Covid-19. Se trata de la mayor subida de precios desde junio de 1984, cuando el Ipri subió un 13,2%.

 

Por destino económico de los bienes, todos los sectores industriales tuvieron una influencia positiva en la evolución de la tasa anual del Ipri general. El que más fue la energía, que aumentó su variación en más de 20 puntos, hasta el 33,1%.

 

El Ipri es un indicador coyuntural que mide la evolución mensual de los precios de los productos industriales fabricados y vendidos en el mercado interior, en el primer paso de su comercialización, es decir, los precios de venta a salida de fábrica, excluyendo los gastos de transporte y comercialización y el IVA facturado. Fuente: Palco23

El Ipri del sector deportivo vuelve a subir ligeramente tras el descenso de febrero, a diferencia del indicador general, que registró una subida considerable del 12,8%.

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Eurofitness retoma el crecimiento con un nuevo gimnasios en Viladecans

Posted in Actualidad 2021

Eurofitness sigue con su crecimiento. La cadena sigue aumentando su número de gimnasios y por primera vez tendrá un centro en la comarca de Baix Llobregat, en Viladecans (Barcelona). Según consta en el Registro Mercantil, se ha constituido la empresa Eurofitness Viladecans, que empezó a operar el 24 de marzo con un capital de 3.000 euros.

 

La nueva empresa tiene como objeto social la “gestión de actividades deportivas, la gestión de centros deportivos y las actividades relacionadas con el deporte y el entretenimiento” y “se deja constancia expresa que este objeto no tiene finalidad lucrativa para los socios”.

 

La sociedad tiene a Gerard Esteva, presidente de la Unió de Federacions Esportives de Catalunya (Ufec), y a Rafel Niubo, secretario general de Eurofitness, como administradores, y sede en el número 81 de la Rambla de Catalunya de Barcelona. Según fuentes de la compañía, la operación se corresponde a “un centro que ya existía”, por lo que no es de obra nueva. De hecho, según comentó la compañía, en 2021 no descartaba “alguna oportunidad conjunta con clubes o entidades que han dicho que necesitan apoyo en la profesionalización de la gestión”.

Actualmente, la cadena de gimnasios, que opera bajo el modelo concesional, está reordenando su estructura y creando filiales para todos sus centros. Fundada en 1998, Eurofitness cuenta con veinte centros en Cataluña, uno en Galicia y otro en Eslovenia. La empresa, presidida por Gil Modroño y dirigida por Montserrat Mas, se integró el pasado junio en la Unión de Federaciones Deportivas de Catalunya (Ufec). Tras la fusión, los clubes de la Ufec operan bajo la marca Eurofitness.

 

La cadena cerró 2020 con una caída de los socios de entre un 30% y un 45%, en función de los clubes. Antes de que se decretase el estado de alarma en marzo del año pasado, la entidad contaba con 60.000 abonados entre todos los centros.

 

De cara al futuro, la cadena tiene como objetivo expandirse en los mercados de habla hispana, ya sea Latinoamérica o en algunas partes de Estados Unidos. El salto a los nuevos mercados se producirá en función de la evolución de la pandemia, ya que está marcado en la hoja de ruta de la cadena y no hay una limitación geográfica.  Fuente: Palco23

La cadena tendrá su primer centro en la comarca del Baix Llobregat, por lo que sumará un total de 21 centros en Cataluña. El nuevo centro no será de obra nueva.

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Golf El Prat planta cara al Covid con números negros, inversión y más socios

Posted in Actualidad 2021

El RC de Golf El Prat sale reforzado del golpe de la pandemia. El histórico club de golf se vio obligado a cerrar sus puertas durante dos periodos en 2020 como consecuencia del coronavirus, viendo frenada la progresión de sus ingresos, que cayeron un 0,3% en relación a 2019 hasta 6,69 millones de euros, con un margen de explotación que descendió de 501.000 euros en 2019 a 162.000 euros en 2020.

 

El club estuvo cerrado “más de tres meses”, explica Ariana Martín Balet, directora general del RC de Golf El Prat a Palco23. Entre el 14 de marzo y el 25 de mayo el campo permaneció cerrado, y posteriormente, en noviembre volvió a cerrar fruto de las medidas aprobadas por la Generalitat de Cataluña para la contención de la pandemia. Tuvo un “impacto directo para los ingresos del club”, reconoce al tener que dejar de hacer actividades de cara al socio y frenarse la llegada de turismo de golf y las reuniones de empresa, una vía de negocio que aún no se ha puesto en marcha de nuevo.

 

Ante la caída de los ingresos, el club encontró refugio en sus socios y aplicó un plan de contingencia de reducción de costes de 680.000 euros, incluyendo un expediente de regulación temporal de empleo (Erte) y la aplicación de medidas para ser más eficiente, detalla la directora general.

El presupuesto de 2020 no se llegó a aprobar debido a la llegada de la pandemia, aunque el club preveía facturar más de 7 millones de euros, apoyado en la buena evolución del mercado internacional, en el prestigio y en el trabajo de exposición de marca realizado por los rectores de la entidad, con un margen de 596.000 euros y un cash flow de un millón de euros. Los primeros meses del año fueron muy positivos, con una facturación un 40% superior a los objetivos marcados.

 

De cara a 2021, el presupuesto se sitúa en 6,94 millones de euros, aunque hay que tener en cuenta que en el crecimiento incide la recuperación de la gestión de la restauración del RC Golf el Prat, que estaba en manos externas. Los ingresos de nuevas altas crecerán un 15%, como resultado del plan de captación de socios diseñado por el club. El margen de explotación se situará en 266.000 euros y el cash flow en 616.000 euros.

 

Las principales fuentes de ingresos del club son sus socios, los nueve hoyos del Vallés Club, patrocinios, eventos de empresas y el negocio internacional, aunque estas dos últimas áreas se han resentido especialmente por la pandemia. En cualquier caso, y ahora que las restricciones se han suavizado, el club retoma las actividades de empresa al aire libre.

 

La entidad continúa teniendo una “deuda importante derivada de la gran inversión por el traslado” de El Prat a sus nuevas instalaciones en 2002. “Se ha refinanciado tres veces” y hay un “buen entendimiento con los bancos” para adecuar la amortización y el calendario de pago a la capacidad de generación de cash flow del club, asegura Balet, detallando que se han amortizado más de dos millones de euros y quedan pendientes 19 millones.

 

El club está inmerso en un proceso de captación de socios. “Antes del coronavirus teníamos un plan basado en desarrollar nuestra masa social para hacerla crecer”, detalla Martín Balet. El objetivo era facturar cerca de 656.000 euros por altas de socios en 2020, y “hemos llegado a 700.000 euros de facturación a 31 de marzo”, por lo que la desviación ha sido de tres meses, “los que estuvimos cerrados”, apunta.

El plan de altas “compensó la caída del margen”, asegura la ejecutiva. “Cerramos el año con 18 socios en positivo”, expone, tras conseguir 166 nuevos socios, la cifra más alta desde 2016, y perder 148 socios, la peor cifra de los últimos años, hasta alcanzar la cifra de 2.000 socios.

Para promocionar las nuevas altas el club ofrece un descuento del 50% y una prueba de dos años, la opción de adhesión valorada en 2.000 euros y que tiene “un ratio de conversión de cerca del 70%, ya que quien lo prueba se queda”, explica la responsable del club.

 

La cuota de entrada para nuevos socios es de 7.400 euros, a los que hay que sumar otros 1.500 euros en concepto de título que son recuperables si el socio se da de baja. Aunque también ofrece una opción familiar, por la que por 8.600 euros más dos títulos entra toda la familia. El título es obligatorio para socios mayores de 30 años, detalla Martín Balet. Además, los socios abonan una cuota mensual de 249 euros.

 

Con una “masa social de 2.000 socios más unos ingresos de empresas y turismo sobre 1,2 millones de euros o 1,3 millones equilibramos, pero queremos crecer ya que tenemos capacidad e instalaciones”, expone. El plan pasa por incrementar la masa social hasta 2.400 socios, y los nuevos recursos invertirlos en la mejora de las instalaciones, señala la directora general.

 

Los invitados de los socios pueden jugar en el club beneficiándose de un descuento del 50% sobre la tarifa del green fee, aunque tienen limitado el número de visitas al campo a un número de tres, para así preservar los derechos de los socios.

El RCG el Prat ofrece paquetes con operadores turísticos con una oferta completa que incluye alojamiento y green fee, con un precio medio de cien euros al día, cuyo coste depende de la temporada.

El club dispone de 45 hoyos, de los cuales nueve corresponden a Vallés Golf, campo público diseñado para la iniciación en el golf que cuenta con 150 abonados, con un plan de altas que está “funcionando muy bien” aprovechando que el “golf se ha vuelto a poner de moda”. Se ha producido un incremento del 30% del volumen de salidas al campo en base a jugadores esporádicos, según la directora general, con precios más asequibles (forfait mensual de 130 euros, o trimestral por 350 euros; y un green fee en fin de semana por 48 euros) y convertido en una plataforma de formar jugadores, una fuente de socios para el RCG el Prat.

En 1997, la ampliación del aeropuerto de Barcelona obligó al centenario club a cambiar de ubicación y se escogió la finca de Bonvilar, un terreno de unas 280 hectáreas situado a unos 26 kilómetros de Barcelona, entre Terrassa y Sabadell. Greg Norman se encargó del diseño del campo, cuyos trabajos de construcción arrancaron en enero de 2002 y fue inaugurado en la Navidad de 2003.

 

Convertido en uno de los mayores campos de España, cuenta además con campo de prácticas con doble tee, dos putting greens y dos zonas de approach con bunkers de prácticas. Además de dos restaurantes y bares, con zonas de restauración reservadas por un lado, para adultos, y, por otro, para familias con niños, preservando la tranquilidad para el socio adulto con su propio espacio.

 

Planes de futuro

El “proyecto estrella” es la renovación del Recorrido Amarillo avalado por Greg Norman, como parte del Plan de Golf Sostenible, en virtud del cual se ha reducido el número de bunkers, tapando o modificando en torno a 80 “y de esta manera conseguir eficiencias para el mantenimiento del campo”, detalla la directora general con la intención de que el campo sea “más jugable y sostenible”.

 

Al mismo tiempo, se trabaja en proyectos de eficiencia energética e hídrica, que están en estudio, con placas fotovoltaicas o energía termosolar. Antes del Covid-19, se habían previsto inversiones por 300.000 euros, pero la pandemia las redujo a 160.000 euros. El objetivo, de cara a 2021, es disponer de 350.000 euros para seguir con el proceso de renovación de las instalaciones, como la mejora del campo de prácticas, incluyendo clases con el apoyo de la tecnología, en el párking, la resiembra del campo o nueva señalética.

 

Hogar de más de 250 torneos nacionales e internacionales

El segundo circuito profesional femenino europeo, el LET Access Series, visitará en dos ocasiones España este año, como parte del Santander Golf Tour, el único circuito profesional español femenino.

 

La primera prueba se celebrará del 22 al 24 de julio, el Santander Golf Tour Zaragoza, con el Real Club de Golf La Peñaza como sede y una bolsa de premios de 35.000 euros. Mientras que la segunda, del 20 al 22 de octubre, tendrá lugar en el Real Club de Golf El Prat, prueba final del certamen y en la que se conocerá qué jugadoras obtienen el billete para participar en 2022 en el Ladies European Tour, también con 35.000 euros en premios. “El club tiene mucha tradición de ser sede de pruebas de prestigio para apoyar el deporte femenino”, expone Balet.

 

Este año, el club acogerá del 5 al 8 de julio el Campeonato de España Infantil, Alevín y Benjamín, en el que competirán las mejores promesas del golf nacional de entre ocho a trece años.

 

Hasta la fecha, el club ha sido sede de más de 250 torneos internacionales y nacionales de máximo nivel. En el pasado, el club fue sede del Open de España hasta en diez ocasiones, prueba del Tour Europeo masculino que en 2011 y 2015 tuvo lugar en las nuevas instalaciones.

 

El Prat forma parte del ránking de mejores resorts de Europa de acuerdo a los ránkings de la revista Golf World y National Club Golfer, ha sido nombrado parte de los 125 clubes Platinium del mundo y le ha sido concedida la distinción dorada de la Real Orden del Mérito Deportivo.  Fuente: Palco23

La pandemia obligó a cerrar las instalaciones del club de golf durante prácticamente más de tres meses en 2020 por la pandemia del coronavirus, pero la entidad deportiva ganó socios.

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Abama Golf: la pandemia reduce un 60% el negocio pero mira al futuro con 9 hoyos nuevos

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Abama Golf, a la espera de los turistas británicos. La pandemia del coronavirus ha frenado en seco la facturación de uno de los clubes de golf más elogiados por su privilegiada situación y sus instalaciones en Tenerife, premiado por Golf Digest y Leading Courses. El Covid-19 ha supuesto una afectación de más del 60% sobre su facturación, pero el campo mira al futuro proyectando nueve hoyos nuevos.

 

Los planes de futuro dependen de la evolución del campo pero también del resort, es decir, del real state, pero se dispone de otra parcela al lado donde se han diseñado otros nueve hoyos, con el hijo del diseñador del Abama Golf, Dave Thomas, de nombre Paul, siendo el encargado de imaginar cómo serán los nuevos hoyos en línea con el diseño original.

 

El campo se enfrenta a un cambio de mercado. Está recibiendo más turistas de Francia, de República Checa y de Polonia, una tendencia al alza antes del Covid-19, detalla Brendan Breen, director de & Abama Tennis Academy desde mayo de 2016, a Palco23. El ejecutivo está a la espera de que el gobierno británico situé a España en la lista de destinos con semáforo verde para que regresen los jugadores británicos, que representan más del 50% del mercado del golf. Alemania y Escandinavia (especialmente en invierno) son otros de los emisores principales de visitantes de Canarias.

 

La pandemia supuso un duro golpe para el campo, como para la mayoría de los de Canarias cuyo modelo de negocio se basa en los turistas. El 15 de marzo cerró sus instalaciones al público, pero el trabajo de mantenimiento se mantuvo para conservar los hoyos en el “mejor estado posible” de cara a la reapertura. El club se acogió a un expediente de regulación de empleo (Erte) para algunos empleados, que afectó especialmente al personal de recepción, caddie masters y servicio al cliente. El pasado julio reabrió, sin turistas, y se ha mantenido en funcionamiento desde entonces.

El club no tiene socios y, por lo tanto, no factura por cuotas mensuales, por lo que depende de los ingresos turísticos, ya que todos los green fees son de extranjeros, de manera que el coronavirus ha supuesto un golpe más duro que para otros centros deportivos, pero ha contado con el apoyo y la fuerza de la propiedad, señala el director del campo. Las instalaciones son gestionadas por Tropical Turística Canaria, sociedad del Grupo Timón, patrimonial de la familia Polanco. Además, parten con otra ventaja, y es la del respaldo de los propietarios de las fincas que forman parte del complejo.

 

El campo trabaja con especial esmero el servicio al cliente y el cuidado de la calidad del campo (como cambios de greens y nuevos lagos), con detalles como que las salidas al campo se producen cada diez minutos y no cada ocho, como en otras instalaciones, lo que lleva a no maximizar el número de jugadores, con unas ventas de entre 30.000 y 32.000 green fees al año, a un coste de 270 euros para los clientes de fuera (buggy incluido debido a la orografía del terreno), mientras que los propietarios y los que se hospedan en los hoteles pagan un precio inferior.

 

“Desde enero nos hemos abierto a nuevos mercados”, pero el “más fuerte es Irlanda y Reino Unido”, sin los que la afectación en los ingresos se sitúa entre el 50% y el 60%, a lo que hay que sumar la bajada en el resto de mercados.

 

Al mismo tiempo, Abama Golf cuenta con una destacada oferta de enseñanza, con un amplio número de metros cuadrados de sus instalaciones destinados a enseñar a los golfistas, que disponen de tres hoyos de prácticas. Desde la pandemia se ha disparado el interés por el golf, también entre los propietarios del resort, aumentando la demanda de estos servicios.

 

El pasado 1 de mayo, acogió la edición número 32 del circuito de golf MercedesTrophy, con 120 participantes, uno de los circuitos de golf amateurs de mayor prestigio. En junio será sede de una de las pruebas del circuito de la Federación Canaria de Golf. Entre sus planes está abrirse de nuevo a grandes pruebas internacionales, como sucedió en 2005 con el Abama Open de Canarias, torneo del circuito europeo, en función de cómo evolucione la situación y de las perspectivas económicas.

 

“En la isla sólo hay un 42% de los hoteles abiertos”, señala Brendan Breen, recordando que “todavía el motor del turismo no ha arrancado” pese a los esfuerzos del Gobierno y el Cabildo, que apuestan por realizar tests de coronavirus para que la gente entre en Tenerife.

En 2019, la propiedad recuperó la gestión de la Abama Tennis Academy, y renovó sus instalaciones. Dispone de siete pistas de tenis y cuatro de pádel, que complementan la oferta de ocio de los visitantes de los hoteles del resort. La compañía ultima un acuerdo para organizar un torneo del ATP 80, que se celebrará del 31 de octubre hasta el 7 de noviembre con una dotación en premios de 44.820 euros.

 

Golf Digest ha considerado a Abama Golf como mejor resort de Europa por cuarto año consecutivo, en lo que es un “reconocimiento muy importante ya que es una de las revistas más conocidas y emblemáticas del mundo del golf”. Además, ha sido multipremiado por Leaving Courses, “como el Tripadvisor de los campos de golf, en el que los jugadores dan su valoración sobre el campo” y permite a su gestor “saber las opiniones de los clientes y valorar la calidad del servicio y de las instalaciones”.

 

Por otro lado, la Asociación Internacional de Turoperadores de Golf (Iagto, por sus siglas en inglés) acaba de distinguir a Abama como el primer campo de golf de España y de las Islas Canarias en recibir su certificación de calidad, Quality Assured.

 

Abama es un exclusivo resort de lujo de 8.700 metros cuadrados que ofrece a sus visitantes alojamiento en hoteles 5 estrellas, campo de golf, pistas de tenis y de pádel o restaurantes con estrellas Michelin. La mayor parte de su terreno está dedicada a propiedades de lujo, con precios que van desde 600.000 euros hasta varios millones de euros.

 

Entre los nuevos servicios proyectados está un nuevo mini centro de ocio, La Plaza, donde se contará con un spa y un wellness, dos restaurantes, recepción o cafetería, expone Breen. Fuente: Palco23

El campo, considerado por Golf Digest como mejor resort de Europa por cuarto año consecutivo, y propiedad de la familia Polanco, sufre la pérdida de ingresos derivada de las limitaciones que impiden la llegada de golfistas británicos, sus principales clientes.

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La Junta de Andalucía crea una OTT para promocionar el deporte andaluz

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Andalucía crea su OTT para el deporte. La Consejería de Educación y Deporte de la Junta de Andalucía ha creado la plataforma OTT Andalucía es Deporte, una nueva propuesta tecnológica audiovisual que dará más visibilidad al deporte andaluz y que tiene como objetivo permitir a los agentes del sector deportivo andaluz, como federaciones o clubes, tener la posibilidad de captar nuevos patrocinios deportivos.

 

Este es un canal audiovisual gratuito que permite la difusión de contenido propio y de terceros a través del 98% de tipos de dispositivos como smartphonesSmart TVtablets, ordenadores y sistemas operativos como Android, Android TV, iOS y MacOs.

 

La plataforma, que ya está disponible para descargar, ofrece contenido deportivo, con emisiones en streaming de competiciones en directo. De hecho, ya se emitieron algunas competiciones como la pasada regata Sevilla Betis de remo, un partido de rugby de las Cocos, y se emitirá la próxima actividad del programa Mentor 10 con el ex jugador de fútbol Carlos Marchen, o la nueva edición del meeting de Atletismo Paco Sánchez Vargas, que se disputará el domingo en el Estadio de la Juventud de Granada.

De igual manera, también se aloja en la plataforma material audiovisual enviado por clubes y federaciones deportivas andaluzas, así como de eventos deportivos que se celebran en Andalucía.

 

La plataforma está categorizada en novedades, deportes, eventos, equipos, Andalucía región europea del deporte 2021, formación y programas, deportistas mentor 10, instalaciones, federaciones deportivas andaluzas y empresas colaboradoras de red de ganadores.

 

El contenido audiovisual que se aloja en la app tiene la posibilidad de contar con interactividades, que enlazan con otros contenidos, para complementar y aumentar la información que se ofrece a los usuarios. Andalucía es Deporte cuenta ya en la actualidad con 297 contenidos audiovisuales.

La nueva aplicación app gratuita está disponible para su descarga en dispositivos con sistemas operativos Android e iOS.

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Bela Padel Center abrirá en Barcelona su ‘headquarter’ mundial en 2022

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Bela Padel Center acelera su desarrollo. La sociedad gestora, de la que forman parte Fernando Belasteguín, Teddy Puig, Marc Capdevila y Jorge Álvarez, entre otros socios, y que cuenta con el apoyo de Carlos Costa, mánager de Rafa Nadal, inauguró el pasado noviembre su primer club en Alicante, en el que fue su primer paso hacia su expansión nacional e internacional, con Barcelona en el punto de mira de cara a 2022.

 

Los planes de expansión del Bela Padel Center pasan por inaugurar en Barcelona el año que viene el centro llamado a convertirse en el “headquarter” mundial. “Hay varias opciones”, detalla Puig, como Sant Cugat, Esplugues o los alrededores de Sabadell, aunque la decisión no está tomada. Podría incluso realizarse una operación como en Alicante, comprando unas instalaciones deportivas en traspaso.

 

Los requisitos mínimos parten de contar con al menos 16 pistas (incluyendo indoor y exterior), con una central preparada para eventos, además de un restaurante y un gimnasio.

Por el momento la idea de una residencia en el Bela Padel Center Barcelona no está contemplada, sino que se optará por acuerdos de colaboración con hoteles cercanos, como en el caso de Alicante, con precios especiales. En cualquier caso, el centro quiere convertirse en referencia a través de su academia profesional que acoja a jugadores de todo el mundo, y en la que el propio Bela pueda transmitir los conocimientos adquiridos a lo largo de su longeva carrera profesional.

“En España, a corto plazo, salvo que surja una opción muy interesante”, no se plantean a corto plazo abrir ningún otro club, ya que el “foco está puesto en el mercado internacional salvo que surja una oportunidad”.

 

En 2022 será el turno también de inaugurar al menos otros tres Bela Padel Center, que estarán situados en Emiratos Árabes, Italia y México. En todos los casos los proyectos están “bastante avanzados” de la mano de socios locales en “base a un modelo de franquicia” con la supervisión y el apoyo a la gestión desde Barcelona como parte de los acuerdos.

 

Al mismo tiempo, se han producido reuniones con potenciales promotores en muchos otros mercados, como Portugal, Francia, Hong Kong, Estados Unidos, Bélgica, Holanda, Alemania, Dinamarca o, por supuesto, Argentina, el país de nacimiento de Belasteguín.

 

De Alicante al mundo

El jugador argentino, 16 veces consecutivas número uno y que acaba de cumplir 42 años, prepara su futuro para cuando cuelgue la pala. Promocionar la práctica del pádel y los valores asociados al deporte forman parte de sus planes a través de los Bela Padel Center.

 

El coronavirus supuso una “oportunidad”, explica Teddy Puig, socio del proyecto y director general a la par que socio también de One16Sports, otra de las empresas del grupo, especializada en gestión y activación de patrocinios (Adeslas, Cupra, Wilson o CaixaBank), además de en organización y producción de eventos.

 

La tercera pata del proyecto centrado en el pádel es la representación, de la que no es socio Bela, al menos mientras siga en activo para evitar conflictos de intereses, y que cuenta con una cartera de ocho representados, cuatro mujeres y cuatro hombres, entre ellos el propio Belasteguín, Pablo Lima, Alejandra Salazar, Ariana Sánchez o Alejandro Galán.

Debido a la pandemia y al confinamiento, los miembros del equipo de trabajo pudieron centrarse en el diseño del proyecto de lanzar clubes de pádel propios bajo la marca del jugador argentino afincado en Barcelona, “la mayor marca del mundo del pádel” detalla Puig.

 

El empresario Tom MurrayHead of Padel de la Lawn Tennis Association, órgano rector nacional del tenis en Gran Bretaña, informó a Puig y sus socios de la posibilidad del traspaso del Arena Alicante, en playa de San Juan, “que se adecuaba” a los requisitos del proyecto y se encontraba en “enclave estratégico”, en palabras de Puig, con una amplia presencia de visitantes extranjeros. Alcanzaron un acuerdo con la propiedad para el traspaso, en base a inversión propia, y nació el primer Bela Padel Center, con 14 pistas: siete pistas outdoor, dos pistas outdoor individuales y cinco pistas indoor, renovando el aspecto exterior del centro y construyendo nuevas pistas con césped homologado del World Padel Tour, así como dando entrada a patrocinadores como Adeslas, Cupra y Wilson.

 

El Bela Padel Center Alicante abrió sus puertas a finales del año pasado coincidiendo con la disputa del Estrella Damm Alicante Open del World Padel Tour (del 4 al 8 de noviembre), sin un acto formal con invitados especiales, como requería la ocasión, debido a la pandemia. Ni siquiera Bela pudo estar presente al dar positivo en coronavirus unos días antes.

El club cuenta con entre 40 y 50 socios, para un total de más de 4.000 usuarios. “En el pádel por experiencia la gente está acostumbrada más a pagar por lo que consume que por ser miembro”, señala el socio del proyecto.

Con Belasteguín se está trabajando en base a dos líneas. Por un lado, el desarrollo de su marca. Con el ejemplo de Michael Jordan se alcanzó un acuerdo con Wilson que va mucho más allá de un simple patrocinio, “focalizado en desarrollar el pádel en el mundo” en base a una “marca potente y limpia, apoyada en el background del jugador” de referencia en el pádel durante casi dos décadas. Y, por otro, en el proyecto de los Bela Padel Center, con especial atención “en la parte didáctica”, con el referente cercano de lo que ha hecho Rafa Nadal en Mallorca con su academia.

El pádel es el nuevo golf”, con un importante elemento relacional, señala Puig, aunque quiere desarrollo bajo la idea de que es el “pádel es para todos”, alejándolo de los que lo han considerado elitista. Los clubes se caracterizan por ser solidarios, “abiertos a proyectos sociales”.

 

Hasta el momento, han recibido “más de cuarenta propuestas de franquicias en todo el mundo” para implementar el concepto de centros, basado en el lema “easy to play easy to have fun”. Y la primera que se concretará está en Suecia.

 

La empresa ha firmado un acuerdo con Every Padel i Sverige AB (Every Padel), joint venture entre Every Sports y la constructora Clover (con más de 6.000 millones de euros en activos inmobiliarios), para el lanzamiento conjunto de un Bela Padel Center en Suecia, el primero en el extranjero, que estará situado en la ciudad de Jönköping y que se convertirá en el punto de referencia en el país.

 

Además, en Suecia se creará el primer Bela Padel Concept, un nuevo concepto de club, con la intención de integrar la marca y su metodología de trabajo y formación. Es el caso, por ejemplo, del Every Padel Center by Bela Concept de Goteborg, con 23 pistas indoor, en base a un acuerdo de cobranding, “donde se trabaje en base al lema easy to play easy to have fun, se compartan valores y metodología” y con un “look and feel” para que cualquier visitante sepa que está en uno de los centros de Bela.

 

A la hora de firmar acuerdos con las franquicias sólo hay un partner obligatorio, Wilson, como socio técnico. También ponen a disposición su cartera de patrocinadores propios, pero las alianzas se adaptan a las circunstancias. Así, en Suecia por ejemplo, donde se ha firmado un acuerdo por diez clubes con exclusividad para Escandinavia, de la fabricación de las pistas no se encargará Padel Galis, socio en Alicante, ya que tienen una empresa de fabricación de pistas propia.

El proyecto de clubes de pádel que lleva el nombre del 16 veces consecutivas número uno de este deporte se prepara para su desembarco en la ciudad de cara al año que viene.

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El deporte reduce a mínimos de 2012 su peso en el empleo con un 15% menos de trabajadores

Posted in Actualidad 2021

La pandemia ha pasado factura al empleo deportivo. La aportación de las actividades deportivas, recreativas y de entretenimiento al total del empleo en España ha caído por debajo del 1% por primera vez desde 2012. La crisis derivada del Covid-19, que ha comportado el cierre de instalaciones deportivos durante meses, ha acarreado un descenso del 15% del empleo en el sector, con 31.900 trabajadores menos.

 

En los últimos cuatro trimestres, el peso del empleo deportivo sobre el total del conjunto de la economía española se movió entre el 1,1% y el 0,9%, encontrando su mayor pico en el tercer trimestre de 2020, cuando el sector deportivo contó con 212.000 empleados entre sus filas.

 

Según los resultados de la Encuesta de Población Activa (EPA) correspondientes al primer trimestre de 2021, las actividades deportivas, recreativas y de entretenimiento comenzaron el año con 181.200 ocupados, lo que supone un descenso del 14,5% en relación mismo trimestre del año anterior, cuando había 213.000 trabajadores en el sector, un 1% sobre el total del empleo en el territorio español.

 

Por sexos, el grueso de la destrucción de empleo a principios de 2021 se produjo entre los hombres, con un 11,3% menos de empleados respecto al primer trimestre de 2020, es decir, 14.800 menos trabajadores, aunque continúan siendo mayoría en el sector del deporte.

A cierre del primer trimestre de 2021 había 115.400 hombres empleados en el sector, frente a las 65.800 mujeres activas. Un año antes, la cifra se situaba en 130.200 hombres y 82.900 mujeres.

 

El empleo registrado refleja una evolución similar. La pandemia se ha llevado por delante más de 30.000 puestos de trabajo en el sector, dejando el número medio de afiliados en 193.586 personas a cierre marzo de 2021, frente a los 225.397 que había en febrero de 2020, antes de que se decretase el estado de alarma en España, según datos de la seguridad Social.

En marzo, con la declaración del estado de alarma, el empleo registrado en el sector cayó un 4,4%, para desplomarse otro 7,2% en abril. En mayo, anotó otro descenso del 1% y en junio cayó un 3,4%. En julio, apoyado en la estacionalidad del sector, el empleo remontó, pero en agosto volvió a caer de nuevo.

Desde entonces se ha mantenido a la baja cada mes salvo en octubre, con un repunte del 4%, diciembre, con una subida intermensual de apenas el 0,4%, y marzo de 2021, con un avance del 2,2%, que no han sido suficientes para recuperar los niveles prepandemia.

 

Al empleo destruido en el último año hay que sumar los 30.569 trabajadores del sector que se encontraban en diciembre afectados por una suspensión temporal de empleo o una reducción de jornada a través de un expediente de regulación de empleo (Erte). Esta cifra correspondía a un 4% del total de los Ertes presentados en España durante 2020 como consecuencia de los cierres provocados por el coronavirus, que se situaron en 755.613. Fuente Palco23

El cierre de gimnasios y todo tipo de restricciones deportivas y la cancelación de eventos ha motivado un duro ajuste en las plantillas del sector.

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Los otros mercados del pádel: Suecia, Italia, Francia, Bélgica y Países Bajos

Posted in Actualidad 2021

España es el país de referencia del pádel en Europa, un deporte en auge. Cada año, este deporte gana miles de adeptos en el Viejo Continente fruto de una expansión que lideran también países como Suecia, Italia, Francia, Bélgica y Países Bajos.

 

En 2014, el pádel se practicaba en Europa en 14 países, donde había 1.894 clubes, de acuerdo con los datos recopilados por La Guía europea de clubes de pádel, una cifra que en 2017 ascendió a 22 países y 2.800 clubes y que no han dejado de crecer hasta ahora. Un total de 21 federaciones europeas de tenis han incorporado el pádel a su organigrama, dándole apoyo para su crecimiento, aprovechando las sinergias entre ambos deportes.

 

Entre tres y cuatro millones de personas practican este deporte en las más de 20.000 pistas repartidas por todo el territorio español, de acuerdo con las últimas estimaciones. De todos los jugadores, 75.000 poseen licencia federativa. España es la referencia y el modelo en el que muchas asociaciones y federaciones europeas buscan inspirarse para promocionar su crecimiento en sus respectivos países.

 

La Asociación Sueca de Pádel arrancó en 2010, aunque la primera pista de pádel fue construida en 1998 en las afueras de Båstad por Thommy Andersson, tras conocer ese deporte en Marbella. Hoy en día, es uno de los deportes de más rápido crecimiento en el país, con inversores de otros sectores interesados en apoyar su crecimiento, como el futbolista Zlatan Ibrahimovic, jugador del AC Milan, quien en marzo de 2018 inauguró su primer Padel Zenter, situado en Estocolmo, y que se prepara para la apertura de su club en el país.

 

Actualmente, hay cerca de 20.000 jugadores en el país, de los que 2.000 jugadores cuentan con licencia, y se estima que al menos 500.000 suecos han probado el pádel. El país cuenta con más de 500 clubes en los que hay más de 1.500 pistas de pádel, cuando sólo disponía de 185 hace cuatro años, según los datos de la propia federación.

De acuerdo con los datos de Tenis Europe, en Italia había el año pasado 975 pistas de pádel (340 en 2017) repartidas en un total de 112 clubes de pádel y 307 clubes de tenis, en los que también se practica el deporte de la pala.

 

Italia se está convirtiendo en un punto de referencia en el pádel con un boom de practicantes y un aumento del interés por los torneos profesionales. Sky Italia ha llegado a un acuerdo para emitir toda la temporada del World Padel Tour debido al interés que genera.

 

Francia es otro de los países que destaca por su crecimiento. En 2017 había en territorio francés 315 pistas en 138 clubes, cifras que se han multiplicado desde entonces, superando las 650 pistas, distribuidas entre 82 clubes exclusivamente de pádel y otros 216 donde también se puede jugar a tenis, según las cifras de Tenis Europe.

 

La última actualización de la Federación Francesa de tenis (FFT), responsable también del pádel, de hace apenas unas semanas, eleva el total hasta 838 pistas (342 cubiertas y 496 al aire libre). Una encuesta de la FFT demuestra que el 19% de los encuestados reconocieron conocer ese deporte, y de ellos, el 23% reconocía haberlo practicado.

 

También Bélgica es uno de los motores del pádel en Europa. En 2017 había 30 clubes y 60 pistas en dicho país, unas cifras que se han multiplicado hasta 160 clubes y 378 pistas de pádel el año pasado. En el caso del país centroeuropeo, la gestión del pádel está repartida entre dos organismos que rigen el deporte en Flandes y Valonia, respectivamente. En Valonia, se ha pasado de 21 clubes y 29 pistas en 2017 a 58 clubes y 124 pistas en 2020.

 

Una situación similar es la que están experimentando en Países Bajos, que pasó de 31 clubes y 54 pistas en 2017 a 168 clubes (entre pádel y tenis) y 324 pistas. La federación internacional de pádel ha actualizado estas cifras recientemente hasta 200 clubes y 400 pistas, informando además de que cuentan con 27.000 jugadores federados.

Otros países buscan seguir la estela de España con el objetivo de promocionar el pádel para que entre en una nueva era. Es el caso, por ejemplo, de Gran Bretaña, que ha diseñado un plan estratégico para el pádel. La Lawn Tennis Association (LTA),  órgano rector nacional del tenis y del pádel en Gran Bretaña, ha presentado su plan de desarrollo hasta 2023, con el objetivo de multiplicar por más de cuatro el número de pistas hasta alcanzar 400 dentro de dos años. A 31 de diciembre de 2020, sólo había 90 pistas de pádel repartidas en 48 clubes y en torno a 6.000 jugadores.

 

La expansión internacional del World Padel Tour (WPT) se ha convertido en un aliado para el crecimiento del pádel. El calendario del circuito este año consta de 26 pruebas oficiales, repartidas en trece pruebas Open, cinco pruebas Master, seis eventos Challenger y el gran Master Final, que tendrá lugar en la ciudad de Madrid, que se disputarán en España, Italia, Suecia, Argentina, Portugal y México. Unos campeonatos retransmitidos en nueve países en 2021. Fuente Palco23

El pádel es un deporte en expansión en Europa, donde el número de clubes, pistas y practicantes va al alza, con España como el país líder.

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La (lenta) recuperación de las entidades deportivas

Posted in Actualidad 2021

El deporte en España genera 220.000 empleos directos, existen 3,9 millones de licencias y están contabilizados más de cinco millones y medio de usuarios de centros deportivos. Además, según las estadísticas, el deporte en nuestro país se construye en torno a 36.000 empresas, de las cuales el 86% con pequeñas y medianas empresas. España tiene algo más de 75.000 clubs deportivos de los cuales 4.000 con centros deportivos.

 

Estos son algunos de los datos aportados en el seminario Economía y Gestión del Deporte en Europa, organizado por la UPF Management School y ADA (Profesionales de la Industria Deportiva) de la Universidad de Buenos Aires, que se ha celebrado este pasado marzo.

A lo largo de este magnífico seminario dirigido por el profesor Carles Murillo se analizó la afectación de la Covid-19 en el deporte. Y la conclusión es que ha sido devastador por varios motivos. El primero lo dicen los datos: ha caído el 53% de la facturación de los centros deportivos, se estiman perdidas por encima de los 1.200 millones de euros y el 44% de los centros deportivos están abocados al cierre si se prolonga la actual situación de restricciones. Hay a pesar de todo un dato esperanzador: el 56% de los responsables piensan que se van a recuperar los niveles de facturación de 2019 entre septiembre de este año y finales de 2022.

 

Según datos del Ayuntamiento de Barcelona, extraídos de la memoria de actividad deportiva del año 2020, siete de cada diez ciudadanos han seguido haciendo actividad física y un 50% han pasado a practicar deporte usando alguna app o Internet. Un 54% ha disminuido la frecuencia de la práctica de deporte y la mitad de los practicantes han seguido con la actividad combinando los centros deportivos (cuando era posible utilizarlos) con espacios al aire libre.

 

Según estos datos y a propósito de las tesis defendidas en este seminario, el deporte no ha sido considerado como actividad esencial a pesar de las tímidas peticiones de algunos organismos, federaciones o plataformas. Por poner dos ejemplos opuestos, podemos mencionar la distribución alimenticia, que no tuvo que realizar ninguna gestión y se le concedió el servicio esencial de manera lógica; o las librerías que fueron consideradas servicio esencial a diferencia de los centros deportivos. La pregunta y la reflexión nos lleva a considerar que el deporte, que en muchos casos es un estilo de vida, pero también es esencial para determinados sectores de la población como colectivos de exclusión social, tercera edad o discapacitados, no ha sabido canalizar ni hacer llegar el mensaje de su importancia.

 

Las iniciativas promovidas por los estamentos públicos no han sido acompañadas por los centros deportivos públicos y privados o de gestión compartida, más allá de algún reclamo publicitario que rozaba la protesta friky.

 

Uno de los principales motivos para que los ciudadanos hayan dejado de ir a los centros deportivos, más allá de las restricciones, ha sido la desmotivación y la desorientación en el uso de las instalaciones. Los centros deportivos, incluida la patronal de los mismos, tampoco han contribuido a la motivación por una clara falta de comunicación con los abonados. Se han centrado excesivamente en cuadrar los ingresos y los gastos, pero han desconectado emocionalmente de los usuarios. Los vínculos se han roto. Y cuando los vínculos se rompen se produce la desconexión.

 

Hoy, a medida que la vacunación avanza y nos encaminamos hacía la recuperación de la normalidad en todos los aspectos, los datos nos dicen que en nuestro país el 51% de los ciudadanos practica deporte al aire libre y un 14% lo hace en su domicilio. Queda un largo camino por recorrer hasta para alcanzar la normalidad y, repito, sin comunicación será más largo y más lento. Fuente:padel23

El deporte en España genera 220.000 empleos directos, existen 3,9 millones de licencias y están […]

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Francisco Blazquez

La Confederación de Federaciones renueva su directiva: Francisco Blázquez, presidente

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La Confederación de Federaciones Deportivas Españolas (Cofede) tiene una nueva cara visible. El actual presidente de la Federación Española de Balonmano, Francisco Blázquez, ha sido elegido para presidir la Cofede y suplir en el cargo a Julia Casanueva, según ha informado la propia entidad en un comunicado.

 

Junto a él, la junta directiva de la entidad la formarán el presidente de la Federación Española de Fútbol, Luis Rubiales; el presidente de la Federación Española de Golf, Gonzaga Escauriaza; el presidente de la Federación Española de Rugby Alfonso Feijoo; la presidenta de la Federación Española de Remo, Asunción Loriente, y el presidente de la Federación Española de Lucha, Francisco Javier Iglesias.

 

La ahora expresidenta, Julia Casanueva, fue nombrada presidenta de la entidad en 2017 y ha agotado su mandato de cuatro años. En el momento de la elección, Casanueva presidía la Federación Española de Vela, cargo que sigue ostentando actualmente.

En la reunión de la Cofede, celebrada ayer en la sede del Comité Olímpico Español (COE), el nuevo presidente quiso agradecer a la presidenta saliente y a su junta directiva “todo el trabajo y dedicación realizado los últimos años en la asociación”.

 

La Confederación de Federaciones Deportivas Españolas es una asociación de ámbito nacional que agrupa a todas las federaciones olímpicas españolas del COE, que en su momento constituyeron la Asociación del Deporte Federado Español. Fuente Palco23

 

 

El actual presidente de la Federación Española de Balonmano sustituirá en el cargo a Julia Casanueva, presidenta saliente de la entidad.

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Luis Nigorra, nuevo presidente de la Asociación de Campos de Golf

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La Asociación Española de Campos de Golf (Aecg) tiene una nueva cara visible. Tras cinco años al frente de la patronal, Claudia Hernández ha abandonado su posición como presidenta. El empresario Luis Nigorra será el encargado de recoger el testigo de Hernández, aunque la directiva permanecerá en la junta ejerciendo de vicepresidenta, según ha informado la propia asociación en un comunicado.

 

Luis Nigorra es el presidente de la Associació de Camps de Golf de les Illes Balears. El propio Nigorra apuntó recientemente que, en las Islas Baleares, la principal fuente de ingresos son los turistas alemanes e ingleses.

 

Durante el tiempo en que Claudia Hernández ha estado en la presidencia de la patronal, el sector del golf ha trabajado de manera conjunta con las instituciones públicas del país para impulsar el deporte, sobre todo a través de los turistas.

 

La secretaria de Estado para el Turismo, Matilde Pastora Asían, reconoció que el 10% de los visitantes internacionales que recibe España está ligado con el golf. Es por ello por lo que desde el Gobierno han trazado un plan para atraer a más turistas a través del negocio del turismo deportivo.

La propia expresidenta apuntó recientemente que hasta 1,2 millones de turistas vienen a España para jugar al golf mientras están de vacaciones. De forma directa o indirecta, este movimiento genera cerca de 13.000 millones de euros.

 

El negocio del golf genera en España más de 121.000 puestos de trabajo, aunque con la pandemia se ha visto gravemente afectado. Al ser un deporte en el que existe distancia entre sus jugadores, fue de los primeros que se pudo retomar con normalidad, pese a los problemas económicos que sufren sus clubes por la falta de extranjeros en sus campos.

 

Tras cinco años en la presidencia de la patronal, Claudia Hernández deja su puesto al empresario, aunque permanecerá en la asociación ejerciendo de vicepresidenta.

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La Federación Española de Vela renueva su directiva: Javier Sanz, presidente

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La Real Federación Española de Vela (Rfev) tiene una nueva cara visible. Tras haber celebrado elecciones este sábado, Javier Sanz Fernández se ha impuesto a José Martínez y presidirá la federación durante los próximos cuatro años, hasta 2025, según ha informado IUSport.

 

Las elecciones, disputadas de forma telemática, han contado con una participación de 117 personas, de las cuales 61 han votado al nuevo presidente y 54 a su oponente. La persona restante se abstuvo de la votación.

 

De esta forma, Javier Sanz relevará en el cargo a Julia Casanueva, presidenta de la Rfev durante los últimos seis años, cuando asumió el cargo tras una moción de censura.

Javier Sanz fue vicepresidente económico de la Rfev desde 2015 hasta 2019, cuando dimitió por desavenencias por la gestión de la presidenta. También fue presidente del comité organizador de la Copa del Rey Mapfre de vela.

 

Además, el propio Sanz llegó a ganar la Copa del Rey en los años 2015 y 2016 como patrón de un monotipo X35. Afincado en Mallorca desde hace más de treinta años, fue vicepresidente del Real Club Náutico de Palma de 2007 a 2011 y presidente de 2011 a 2019.

 

Durante el ciclo en el que Julia Casanueva ha estado al frente de la Real Federación Española de Vela, la entidad ha pasado de estar en una situación crítica tanto a nivel deportivo como económico a contar con una economía saneada y una tecnificación que ha permitido a los deportistas soñar con estar presentes en Tokio 2020 . Fuente: Palco23.

El nuevo mandatario ha superado por siete votos a su rival y releva en el cargo a Julia Casanueva, que llevaba en el puesto desde 2015

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Try hard not to become a man of real success

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But I must explain to you how all this mistaken idea of denouncing pleasure and praising pain was born and I will give you a complete account of the system, and expound the actual teachings of the great explorer of the truth, the master-builder of human happiness.

No one rejects, dislikes, or avoids pleasure itself, because it is pleasure, but because those who do not know how to pursue pleasure rationally encounter consequences that are extremely painful.

Nor again is there anyone who loves or pursues or desires to obtain pain of itself, because it is pain, but because occasionally circumstances occur in which toil and pain can procure him some great pleasure.

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No one rejects, dislikes, or avoids pleasure itself, because it is pleasure, but because those who do not know how to pursue pleasure rationally encounter consequences that are extremely painful.

Nor again is there anyone who loves or pursues or desires to obtain pain of itself, because it is pain, but because occasionally circumstances occur in which toil and pain can procure him some great pleasure.

Far far away, behind the word mountains

Pityful a rethoric question ran over her cheek, then she continued her way.

To take a trivial example, which of us ever undertakes laborious physical exercise, except to obtain some advantage from it?

But who has any right to find fault with a man who chooses to enjoy a pleasure that has no annoying consequences, or one who avoids a pain that produces no resultant pleasure?

On the other hand, we denounce with righteous indignation and dislike men who are so beguiled and demoralized by the charms of pleasure of the moment, so blinded by desire, that they cannot foresee the pain and trouble that are bound to ensue; and equal blame belongs to those who fail in their duty through weakness of will, which is the same as saying through shrinking from toil and pain.

But I must explain to you how all this mistaken idea of denouncing pleasure and praising pain was born and I will give you a complete account of the system, and expound the actual teachings of the great explorer of the truth, the master-builder of human happiness.

No one rejects, dislikes, or avoids pleasure itself, because it is pleasure, but because those who do not know how to pursue pleasure rationally encounter consequences that are extremely painful.

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Nor again is there anyone who loves or pursues or desires to obtain pain of itself, because it is pain, but because occasionally circumstances occur in which toil and pain can procure him some great pleasure.

To take a trivial example, which of us ever undertakes laborious physical exercise, except to obtain some advantage from it?

Anyone who loves or pursues or desires to obtain pain of itself

so blinded by desire, that they cannot foresee the pain and trouble that are bound to ensue

Denouncing pleasure and praising pain

The same as saying through shrinking from toil and pain

But I must explain to you how all this mistaken idea of denouncing pleasure and praising pain was born and I will give you a complete account of the system, and expound the actual teachings of the great explorer of the truth, the master-builder of human happiness.

No one rejects, dislikes, or avoids pleasure itself, because it is pleasure, but because those who do not know how to pursue pleasure rationally encounter consequences that are extremely painful.

Nor again is there anyone who loves or pursues or desires to obtain pain of itself, because it is pain, but because occasionally circumstances occur in which toil and pain can procure him some great pleasure.

It is an almost unorthographic life.

To obtain some advantage from it

On the other hand, we denounce with righteous indignation and dislike men who are so beguiled and demoralized by the charms of pleasure of the moment, so blinded by desire, that they cannot foresee the pain and trouble that are bound to ensue; and equal blame belongs to those who fail in their duty through weakness of will, which is the same as saying through shrinking from toil and pain.

But I must explain to you how all this mistaken idea of denouncing pleasure and praising pain was born and I will give you a complete account of the system, and expound the actual teachings of the great explorer of the truth, the master-builder of human happiness.

Perfection is not a thing.

A guy somewhere.

But I must explain to you how all this mistaken idea of denouncing pleasure and praising pain was born and I will give you a complete account of the system, and expound the actual teachings of the great explorer of the truth, the master-builder of human happiness.

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Continue reading "Stop chasing the money and start chasing the passion."

The successful warrior is the average man, with a laser

Posted in Actualidad

Undertakes laborious physical exercise

To take a trivial example, which of us ever undertakes laborious physical exercise, except to obtain some advantage from it?

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Estamos todos juntos

Um problema, uma pergunta, uma dúvida?
Nos directores desportivos falamos todos a mesma língua.
Se é um profissional em instalações desportivas, podemos ajudá-lo . .

MLOZANO tem sido um beneficiário do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional cujo objectivo é melhorar a utilização e a qualidade das tecnologias da informação e da comunicação e o acesso às mesmas e graças ao qual desenvolveu os seguintes projectos: 1. Auditoria do website e conformidade com LSSICE para melhorar a competitividade e produtividade da empresa. 2022. Para o efeito, teve o apoio do Programa de Segurança Cibernética da Câmara de Comércio de Málaga". Uma forma de fazer a Europa.


LOZANO tem sido um beneficiário do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional cujo objectivo é melhorar a utilização e a qualidade das tecnologias de informação e comunicação e o acesso às mesmas e graças ao qual levou a cabo o projecto de Desenvolvimento do próprio website da empresa para promover os seus produtos e serviços através da Internet, bem como a possibilidade de potenciais clientes acederem a ele a partir de qualquer dispositivo para melhorar a competitividade e produtividade da empresa. 1/11/2022. Para tal, teve o apoio do Programa TICCámaras da Câmara de Comércio de Málaga". Uma maneira de fazer a Europa

Lozano y Llanos tem sido um beneficiário do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional cujo objectivo é melhorar a competitividade das PME e graças ao qual lançou um Plano Internacional de Marketing Digital com o objectivo de melhorar o seu posicionamento online nos mercados estrangeiros durante o ano 2022. Para este fim, foi apoiado pelo Programa XPANDE DIGITAL da Câmara de Comércio de Málaga". Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional Uma forma de fazer a Europa